sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Lutero X Jesus


Nunca foi nossa intenção eliminar completamente o culto litúrgico a Deus, mas purificar o que já está em uso dos vínculos que o corrompem...” (Lutero - Luther’s Works, LIII, 20)


Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam”. (Jesus - Mateus 9:17).

Vamos á casa do senhor?


A igreja é a casa do senhor??

"As igrejas, como igrejas, não são instituições que têm por base um princípio cristão, ainda que um tanto desviado do caminho certo, como pensa um grande número de pessoas. As igrejas, como sociedades afirmadoras de sua infalibilidade, são instituições anticristãs."
Liev Tolstoi.

VERDADES HISTÒRICAS SOBRE O TEMPLOCENTRISMO

1 – Os templos foram criados em adoração á deuses pagãos da antiguidade como Baal, Astarote, Anu (suméria, de onde se acredita ser a primeira região do mundo á apresentar o aparecimento dos templos). Sempre os deuses pagãos se assemelhavam especialmente ao deus sol. O templos foram, portanto erguidos em adoração á satanás, que se apresentou á todos os povos antigos como um deus quem veio do sol.

2 – O conceito do templo assemelhado ao evangelho de Jesus só existiu por causa da investida de um desses adoradores do sol, ele era um Cezar, ou melhor um presidente, o estadista na nação mais idólatra e pagã que já existiu (Roma), seu nome é: Flavius Valerius Constantinus, ou popularmente conhecido como Constantino magno.

Depois desta breve introdução segue-se a pergunta: a igreja é a casa do senhor? Bem... Senhor no original é Baal. Só se for casa de baal, por que do Eterno, jamais! Porém verificamos que na verdade a igreja, como instituição é a casa de uma outra entidade amiga de baal: o deus mamon, pois sobre isso existe um princípio: templo é dinheiro. Em contra partida, pela proposta do messias, ser igreja não exige, nem nunca exigirá compromissos financeiros que por outro lado exigirão a extorsão, a utilização maciça de psicologia para oprimir as mentes desprovidas de crítica.

Assim como idade média, onde o papa e o padre detinha o monopólio da fé, hoje, já plenamente carregados de toda a herança pagã (católica de Constantino conservada por Lutero), eles continuam á nos intimidar. Mas de quem estou falando? Do padre e do papa? Claro que não, me refiro aos seus irmãos de paganismo; os sacerdotes do protestantismo: os pastores. Nos impõe uma mentira travestida de verdade, se aproveitando de expressões que estão escritas na bíblia como o termo “viver em comunhão” utilizado em um salmo de Davi, para disso afirmarem a obrigatoriedade de um discípulo de Jesus em freqüentar reuniões em um templo de pedra e tijolos. Eles se utilizam de uma expressão escrita e nela fazem a ponte metafórica com o objetivo obscuro de ter os crentes sob seu controle.

O sistema organizacional cristão é pagão*
O arquétipo estrutural do cristianismo com uma casta superior de homens; os sacerdotes, encarregados de levar o alimento espiritual para a casta inferior e dependente, com um poder magnífico de simbologia representada na forma dos rituais executados no culto, transcorre na verdade ás escolas antigas de mistérios; essa forma constituída, fora trazida por um rei sacerdote proveniente da mesma escola de mistérios de onde os hebreus beberam; babilônia, porém cultivada antes mesmo dele; constantino, de modo que todos os seus antecessores de alguma forma já expressavam essa tendência. Assim se tem por mérito a imitação, não só de babilônia, mas principalmente também de Egito, por isso o cristianismo conservou em si o que o próprio messias rejeitou, e o que de fato se poderia deduzir tomando por base a ética de seu evangelho como inimizade quanto á vivência “divinizante” do homem (santificação), que se traduz pela simples norma ética de individualidade e coletividade: “amar o próximo como se ama á si mesmo”.

* Para equiparar-se ás religiões pagãs, no caso do cristianismo é necessário ser mais pagão ainda, ser mais profano, mais leviano; colocar o nome do messias ao lado de todas as proposições contrárias á ele, guerrear contra ele no reino das simbologias: profetizar a sua ruína. Construir templos aos moldes dos templos de Ísis, de Osíris, constando a arquitetura piramidal 8; o que já é uma dupla profanação; a primeira pela própria concepção de restauração do templo, por ser contrário ao que Jesus propôs: “Nós ouvimos-lhe dizer: Eu derrubarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens” 9. A reconstrução dos templos marca o paulatino desligamento dos antigos seguidores de Jesus com ele, é a independência do cristianismo em relação ao Cristo. Esta declaração de independência ocorreu corrosivamente, lenta e gradual. E em segundo por agregar ao templo os significados dos deuses solares das religiões de mistérios.


* Há uma verdade empírica, factual, demonstrável pela ciência histórica, de que a propagação do evangelho ao mundo se deu (até o século IV) em um formato totalmente diferente daquele que vemos hoje (como inquestionável), me refiro mais especificamente ao tripé das religiões de mistérios: o culto, o templo e o sacerdote. É portanto, necessário entender como esse tripé tornou-se a base das doutrinas daquele que descaradamente é uma oposição viva aos três elementos. Poucos estudiosos reconhecem esta verdade, e os que assim o fazem concordam de igual modo que seja mantido o estado de escravidão e cegueira das massas no cristianismo. Uma brilhante mente já no século XIX reconheceu isto que hoje digo: “o cristianismo moderno é essencialmente falsificado”, essa mente é a de Soren Kierkegaard.

* O templo em ruínas
A profecia do messias testifica sua ética: “Os judeus lhe perguntaram: que sinal nos mostras para fazer estas coisas? Jesus lhes respondeu: destruirei este templo, eu o reconstruirei em três dias ... Ele porém referia-se ao templo como sendo seu próprio corpo” 15. O templo á ser reconstruído era o seu interior, mas o templo indicado para a destruição não era o seu próprio corpo, o seu corpo seria o novo templo, mas o templo destruído é de fato o templo material; destruindo-o espiritualmente, tornando-o inválido e obsoleto. O messias diz: “destruirei este templo”; e fato isso se concretizou; mas quem o reconstruiu?

CONCLUSÃO
É impossível deixarmos de ir na Igreja, pois somos a Igreja; como posso deixar de ir á mim mesmo?. Esta não é uma afirmação idiota, é uma sentença existencial! A igreja não é a casa do Senhor, nunca foi e nunca será! Acorde pra vida, diga não á idolatria do templo; o templo é em sua essência e origem uma construção pagã (satânica), sempre foi e sempre será. Quem quiser continuar á compactuar com isto, dando-lhe nomes mais bonitos e generosos, como: estar em comunhão com os irmãos, ou a brasa não pode estar fora do braseiro... Que o faça; o limpo limpe-se mais, e o sujo suje-se mais.


Madara.
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* Este texto possui copright, e é parte integrante do livro: A autópsia da igreja, o autor autoriza o uso livre, desde que seja citada a referida fonte.


Tem café no bule??

Cristianismo maldito

Pior que isso, embora Lutero falasse muito sobre “sacerdócio de todos os crentes”, ele nunca abandonou a prática de ordenação do clero. De fato, sua crença era tão forte em um clero ordenado que escreveu, “O ministério público da Palavra deve ser estabelecido pela ordenação santa como a mais importante das funções da igreja”. Sob a influência de Lutero, o pastor protestante simplesmente substituiu o sacerdote católico (que é a ressurreição do sacerdócio Levítico, da antiga aliança). Em sua maior parte, houve pouca diferença prática na maneira como funcionaram estas duas instituições. Isto não foi modificado por longa data como veremos mais adiante”.

Cristianismo pagão – Frank. A. Viola.



sábado, 18 de setembro de 2010

Quem será perseguido pelo anticristo? Os cristãos?




Se você ainda pensa dessa forma, é tempo de rever seus conceitos. Pois o cristianismo, uma religião criada pelo deus sol em vingança á Yaohushua (Jesus), estará unida com o anticristo quando este estiver reinando e tiver criado a religião única.

Há um princípio fundamental: Jesus nunca fundou religião alguma! A verdade inigualável: a Igreja (com relação á leis terrenas) foi fundada na ilegalidade. É notável que o cristianismo primitivo nunca foi uma religião constituída, mas apenas um credo, ou uma simples “nova filosofia de vida”, que corresponde ao termo “boa nova”. O judaísmo sim poderíamos classificar como uma religião por ser algo que já obtém o reconhecimento público de existência, entretanto, enquanto aos partidários de Yaohushua, no máximo como um credo paralelo, uma chamada para fora, para fora do judaísmo. Aqui quando digo cristianismo refiro-me ao evangelho, á nova aliança, pois é preciso lembrar que os primeiros “cristãos” eram yaohudim (judeus), de modo que as doutrinas do messias se fazem de uma antítese á antiga aliança, mas não uma simples antítese de negação absoluta, mas de complementação; as duas alianças não são iguais e nem devem ser unidas, mas a segunda é a evolução da primeira; é o seu aprimoramento. Bem, um fator preponderante é reconhecer o ambiente necessário á que esteja um credo para que não seja uma religião:

* a) Perseguição: rejeição por parte do que é oficial, reservando-se pois aos lugares marginais, de exclusão da norma padrão. De modo que a primeira porta á ser aberta para o “cristianismo” ³ ter tornado-se uma religião está em Constantino magno, no édito de Milão; estabelecer a adesão, a aceitação por parte dos poderes constituídos á esse novo credo. A oficialidade reconhece a existência do credo, seu “direito de existir”: as defesas dos crentes primitivos se desarmam, e o que era antes marginal torna-se legal, constituído; subjetivamente oficial. Na Igreja primitiva entre os séculos II e III, a subjetividade que outrora compartilhava dos preceitos prometidos pelo messias com relação á aceitação social de sua norma, migra para a efusão; encara ser providência divina a abolição da condição marginal e se entrega á toda forma de admiração e exaltação ao príncipe que á realizou (Constantino). Este comportamento provém unicamente do nível de decadência ao qual se encontrava a adesão do credo naquele dado momento, pois nele próprio é prescrito a valorização exacerbada da perseguição 4. Esta decadência que se encontra de um lado (Igreja), promove a vitalidade do outro (paganismo solar invictus), a inevitável sobreposição do que aumenta em relação ao que decresce.

* b) Não ter a intenção particular de ser oficial; não ter a ambição de tornar-se uma religião, ter a consciência constante de que o fator da informalidade é a essência da existência do credo enquanto instrumento revolucionário, é aquilo que preserva a vida, que conserva a chama da liberdade e da autonomia do pensar e do agir, não brotando portanto o instinto de inveja pela condição oficial dos outros. Pois quando se institui a oficialidade, delimita-se espaços, cria-se a necessidade de corresponder á compromissos da ordem material, como pagamento de contas e tributos; cria-se um número de registro útil para a vigilância, ou seja; o credo está sob controle. Tudo agora está sob ás vistas de um poder “maior”, há o filtro de permissão que libera ou intercepta o que lhe for interessante. A burocracia é criada e destrói a vitalidade, destroça todo poder transformador que possui como alvo apenas o ser humano desviando-o para a realização inerte de atividades meramente plásticas e rotineiras, sem frutos reais e nem significação existencial.

* O cristianismo é, provadamente uma religião criada pelos inimigos de Jesus, e foi a única maneira encontrada por Constantino (adorador do sol – deus sol Invictus) de conseguir vencer a propagação revolucionária do evangelho ocorrida nos tempos anteriores á ele e ainda (em menor parcela) em seu tempo. Por isso, quando o deus sol vier á terra novamente (o anticristo), e fundar a sua religião unificada, o cristianismo também estará lá; em primeiro lugar o maior cristianismo do mundo (igreja católica), e em segundo as religiões protestantes, como aqui no Brasil, são representadas por vendilhões e maçons como Silas malafaia, e o bispo Manoel Ferreira, que já possui uma aliança formal com o reverendo moon (o que se diz a re-encarnação de Jesus) para estabelecer “a grande família de Deus” na terra.

Vamos então redefinir: os que serão perseguidos serão os remanescentes fiéis, aqueles que não se dobraram, que não cederam, que não se aliançaram ao espírito da nova ordem espiritual do mundo; que nessa altura, contará com descobertas totalmente revolucionárias sobre a existência, a vida e a nossa origem; será revelado á humanidade que não estamos e nunca estivemos sozinhos no universo: “seres de outras galáxias aparecerão aos olhos de todos; algo que revolucionará as ciências, todo o saber humano acumulado em mais de 4 mil anos de história será revisto, a civilização ocidental ruirá, mas depois do choque inicial uma outra forma de civilização nascerá, dando lugar á um mundo praticamente perfeito, sem guerras, sem fome, sem doenças, sem desigualdades, sem opressão ou tiranias de governos; o comunismo será alcançado, ou seja; uma sociedade sem classes, em que todos vivem com perfeita harmonia e respeitos uns com os outros... mas esse paraíso na terra será de curta duração, pois o seu mentor se mostrará como realmente é. Se assentará no trono do templo de Salomão re-erguido e irá requerer para si adoração de todo o planeta.

CONSLUSÃO
Sendo assim, vemos hoje o cenário sendo aos poucos formado: de um lado muitas pessoas estão acordando do sono religioso, estão tomando noção do quanto a religião cristã é nociva á vida humana e á vida espiritual, e também do quanto a igreja evangélica de distancia do que Jesus ensinava, sendo na maioria das vezes, ela própria a inimiga de Jesus; porém essa parcela é a minoria. E do outro, a grande massa; submersa na ignorância, no fanatismo e nas superstições e misticismos criados pelos Illuminatis da fé; o senhores que mandam por detrás de tudo e que constroem as realidades falsificadas carregando a aparência do evangelho de Jesus. Esses são a maioria, que no final abraçará (pois já estão abraçando, veja vídeo acima) a religião unificada pelo novo messias, pois são fracos e impotentes; escravizados e diariamente adestrados como animais de estimação apenas para serem eternamente submissos. O que você acha que vai acontecer? Quem será perseguido e morto, e quem será privilegiado e ganhará uma vida de paz aqui na terra?

Mas não se esqueça querido leitor, do que disse o mestre: (Mateus 10:39) – “Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á”.

madara.
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* Este texto possui copright, e é parte integrante do livro: A autópsia da igreja, o autor autoriza o uso livre, desde que seja citada a referida fonte.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Você conhece o dízimo bíblico?

O argumento que mais ouvimos hoje em dia para a sustentação do ensino do dízimo é aquele mesmo vazio e sem sentido: “É bíblico”! Pois bem, argumentar que algo é válido para a minha prática, como igreja, discípulo de Jesus, residente na graça, por tão somente estar contido no livro chamado de bíblia é no mínimo idiota, mas como os crentes estão passando por um processo contínuo de burrificação e diminuição crescente de sua capacidade pensante, ninguém ao menos estranha o que é dito para se defender uma obrigação que não nos é obrigatória. Portanto vamos analisar aqui o dízimo bíblico, aquele que é contido nas sagradas escrituras e descobrir para quem ele é direcionado e qual a sua utilidade. Durmam com esse barulho!

Muitos grupos entre as igrejas protestantes insistem que o membro é (ou deve ser) forçado a dar o dízimo, o qual, ensinam eles, faz parte dos mandamentos de Deus para a igreja. Nada mais errado! Já explicamos várias vezes o que o dízimo é, mas resumamos aqui o assunto.

1. O dízimo era um sistema de contribuição e assistência social ordenado por Deus, a fim de sustentar, a tribo dos Levitas na nação de Israel, a qual fora encarregada de operar o Tabernáculo em todas as suas funções, e não recebeu qualquer herança de terras. Mas também servia para ajudar o os órfãos, os estrangeiros e as viúvas (Deuteronômio 14; 22).

2. O Senhor Deus ordenou que o dízimo fosse apenas 10% do total das COLHEITAS e dos rebanhos criados anualmente.

3. O Israelita ficaria, portanto, na posse dos 90% restantes para seu uso pessoal.

4. Pregar sermões sobre o dízimo é totalmente contra as Escrituras. A pregação deve concentrar-se unicamente sobre a simplicidade do evangelho, excluindo tudo o mais, seja dízimos, finanças, política e outras matérias prejudiciais.

5. Levantar a oferta durante o culto é um erro gravíssimo na igreja protestante, especialmente quando é feito antes do sermão, levando o crente a imaginar que ele tem a obrigação de sustentar o sermão com dinheiro!

6. No caso de estar presente no culto um convidado, ao qual é pedido (discretamente, claro) para contribuir com oferta para um grupo ao qual nem sequer pertence, isso é uma gravíssima falta de consideração e de boas maneiras. Infelizmente as igrejas protestantes de hoje estão reduzidas a essa indesculpável falta de educação.

7. O dízimo não faz parte da Nova aliança, nem mesmo foi sancionado pela igreja, visto como a igreja não é Israel. Paulo dedica o capítulo 9 da II Corintios ao assunto das ofertas aos santos que estavam passando dificuldades em outros lugares e nunca menciona o dízimo. O mesmo acontece em Filipenses 4:10-19. A igreja primitiva afastou-se do princípio dizimista por razões obvias: era um sistema que tinha morrido com a Dispersão de Israel, devido à desobediência aos outros mandamentos mais importantes, tais como repudiar a idolatria. Os judeus que ocupavam a Palestina ao tempo de Jesus já pagavam um pesado tributo a Roma, o que os deixava com menos de 90% estabelecido para a nação de Israel. Embora dessem o dízimo de tudo, Deus já não apreciava tal ritual.

8. O mesmo acontece hoje. O cristão é obrigado a contribuir, para o estado onde vive, com muito mais que os 10% que era a norma em Israel [Na Alemanha, por exemplo, o desconto para o estado chega a 40% dos vencimentos do trabalhador] Assim, o cristão jamais pode obedecer a norma dos 10%, pois também os 90% não lhe estão garantidos ou reservados. Daí, o sistema cair em desuso por ser impossível praticá-lo. Deus foi justo com DEZ POR CENTO, assim como foi justo com os NOVENTA POR CENTO que ficavam! Mas a igreja de hoje é desonesta nessa matéria!

9. Alguns grupos vão ao extremo (como os Nazarenos, que conheço bem) de insistir que o membro tem a obrigação de contribuir com 10% do grosso! Tal absurdo é o que leva muitos observadores a rejeitar grupos de igrejas e acusá-los (justamente) de mentirosos.

10. Usar Mateus 22:21 para defender o dízimo é um absurdo teológico, mas, infelizmente, as igrejas que o defendem não poupam esforços para justificar passagens como esta. A palavra DÍZIMO não aparece no versículo e Jesus não estava a instruir a igreja que ainda não existia. César, de fato, levou para Roma tudo o que lhe pertencia como conquistador, conforme Jesus avisou, destruindo o templo e rapinando toda a sua riqueza e glória.

11. Usar Malaquias 3:10 é outra heresia praticada por quase todas as denominações. A passagem nada tem a ver com a igreja, e lendo cuidadosamente o contexto, a razão da exclamação de Deus salta à vista! Que horrível heresia e falta de educação do ministro ir a ponto de acusar a congregação de roubar a Deus quando, muitas vezes, o grupo desperdiça milhares em vaidades humanas e, até, o ministro não passa de um mercenário que não ama as ovelhas do seu rebanho, antes as maltrata!

12. Leia Deuteronômio 14:28-29 e imagine a impossibilidade de praticar o dízimo no presente, fora da nação de Israel do passado.

13. Como grande parte das heresias, forçar a igreja a pagar o dízimo foi ressuscitado na seita de Roma (Igreja Católica Romana) no tempo do Sínodo de Macon – 585 DC. O católico foi instruído a pagar o dízimo sob pena de excomunhão, o que aterrorizava o povo simples e iletrado do Catolicismo. “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”, 1 Timóteo 6:10. Mais tarde, o confessionário iria reforçar aquela obrigação fiscal à diabólica seita do papa, com ameaças de grave pecado, caso não fosse obedecido. Pelo tempo de Carlos Magno (século 8), as nações católicas eram forçadas a contribuir com o dízimo para os cofres de Roma. O “Sacro Império Romano” praticou por séculos o assalto à bolsa e à propriedade dos seus cidadãos. A Inquisição aumentou em muito o patrimônio papal, à custa de suas expropriações, Indulgências e ROUBOS, em nome do papa. A partir do século 16, os Anabatistas começaram a pregar contra o sistema fiscal dos papas e, após a Reforma, esse abuso diminuiu nos países libertados de Roma. O Concilio de Trento (século 16) decretou que era crime reter o dízimo. A Revolução Francesa acabou com o “Sacro Império Romano” e o sistema fraudulento de cobrança de dízimos acabou por aí.

14. Reter o dízimo não é pecado nenhum! Ameaçar os crentes com o dízimo (ou com Malaquias 3:10) é um PECADO GRAVÍSSIMO e extremamente reprovável das igrejas protestantes (evangélicas)! Alem de ser falta de amor, respeito e educação por parte daqueles que insistem nessa heresia! A maior parte do dinheiro coletado hoje é para usar mal e/ou enterrar em propriedade ou outras vaidades das igrejas. Alguns grupos (os Nazarenos, por exemplo) têm tantas propriedades que se os membros deixassem de dar oferta, a venda dessas propriedades manteria a inútil liderança por várias décadas. As igrejas protestantes seguem de perto a vaidade dos papas com as suas catedrais e outros monumentos, até chegar “César” e destruir tudo (O que deve acontecer em breve, com o novo governante mundial da União Européia, e a nova ordem mundial em curso). Os grupos carismáticos, os neopentecostais e outros, além de ofenderem/roubarem os seus membros com pregações acerca de dinheiro, contribuem para a desonra do evangelho e é necessário repreendê-los por tal ofensa."

O dízimo como obrigação ao cristão, nova criatura em Jesus é literalmente um crime! Uma extorsão, um roubo; que apredenmos na religião evangélica ser do povo para com Deus, mas na verdade vemos que ao contrário; os líderes são os verdadeiros assaltantes e o povo burro os assaltados.

Madara.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010



Depois de tantas denúncias sobre pastores envolvidos com a maçonaria, não foi difícil ouvir, ao conversar com as pessoas e com os irmãos em Cristo que tenho, perguntas do tipo: “Bem.... eu sei que existem mesmo pastores na maçonaria, mas o meu pastor não é!, então para que eu vou me importar com esse assunto?

Isso realmente evidencia o quanto somos condicionados intelectualmente, pois em primeiro lugar faço a seguinte pergunta: e o seu pastor precisa ser maçom? A resposta é não! Basta ele compartilhar todos os valores, idéias, conceitos e desejos que os outros pastores famosos (que realmente são maçons) possuem. Ora, o que mais tem é pastores simples, que lideram igrejas em favelas e que não possuem nenhum vínculo com a ordem maçônica, entretanto cheiram como os maçons, falam como os maçons, agem como maçons, acreditam nas mesmas idéias que os pastores maçons acreditam e portanto, defendem e pregam a mesma mensagem que os maçons pregam. Isso porque foram e são ensinados assim desde a infância espiritual por seus ídolos da TV, como Jabes de alencar, Ezequiel teixeira, e claro Silas malafaia; o mais influente tele-evangelista do Brasil e segundo denúncia do Pr. Stefani Saad (ex-maçom grau 33 até 1995) é maçom juntamente com sua histórica família.

O que é complicado de entender, é o mecanismo de controle exercido pela maçonaria para o combate do evangelho realizado sobre a estrutura piramidal, ou seja: basta ela controlar os mais importantes do meio, os que possuem maior destaque e influência sobre o povo, e com eles, disseminar aos poucos todo o seu veneno para os demais que estão á baixo, que se servem do que estes pastores falam e pregam em cima de seus púlpitos.

Seu pastor pode não ser filiado á uma loja maçônica, mas ele acredita e ensina todas as idéias, teologia e valores que os pastores maçons também professam? Então meu querido, a maçonaria está sim no controle de sua igreja, porém mais importante que isso, está no controle da mentalidade cristã; o controle mental é a principal arma que essa instituição se utiliza ao longo dos séculos para fazer revoluções e colocar ou retirar governos. A maçonaria manda na sua, na minha e, creio eu, em 99% das denominações protestantes brasileiras, quer seja direta; ou como eu acabei de dizer, indiretamente por meio de seus valores.

O grande avivamento que está acontecendo nesse exato momento não é a entrada de pessoas nas igrejas, e sim a saída de muitas outras! A única maneira de se salvar desse cerco fechado é decretar-mos a revolução existencial do evangelho e realmente viver-mos na graça, no caminho proposto por Jesus, e não neste proposto pela igreja. A igreja é mentirosa, anti-cristã, persegue e combate o evangelho com todas as suas forças, sempre foi assim e continua á ser nos dias de hoje. Seja livre, pois você já livre, sempre foi!

Madara.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dízimos, galinha dos ovos de ouro da igreja


O dízimo não é uma doutrina da Nova aliança. É doutrina da Antiga aliança, e Jesus disse que a Lei e os profetas vigoraram até João. Paulo nos aconselha, em Gálatas 5:1: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão”. Isso quer dizer que nenhum cristão deve ficar sob o jugo de coisa alguma, nem mesmo da Igreja, pois é livre para fazer o bem. Deve praticar boas obras, somente a uma coisa ele está obrigado - é a amar o próximo, conforme declaração do mesmo Paulo, em Gálatas 5:14: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.

Os pastores neopentecostais são sempre os mais ávidos cobradores do dízimo. Isso porque, além de serem tremendamente utilitaristas, eles são arminianos. Crêem piamente e ensinam aos pobres membros de suas igrejas que “o crente pode cair da graça” e perder a salvação. Ora, Cristo é o Senhor eterno e absoluto dos céus e da terra. Ele morreu pelos nossos pecados, ressuscitou gloriosamente e, através da fé que depositamos em Seu sacrifício, Ele nos dá a salvação eterna. Então, que “salvação eterna” é essa, que pode ser perdida pelo crente, se ele cometer pecados... se deixar de entregar o dízimo? Isso é balela católica assimilada pelo neopentecostalismo. CRENTE NENHUM JAMAIS PODE PERDER A SALVAÇÃO, isto é, se realmente passou pelo novo nascimento. Desse modo, não ficarei admirada se, qualquer dia desses, os pastores neopentecostais começarem a pregar também a doutrina do purgatório e a pedir dinheiro aos membros de suas igrejas, a fim de retirar de lá os parentes falecidos. Estamos de olho nesses pastores “católicos pentecostais”!

Não foi à toa que Jesus chorou diante do túmulo de Lázaro. Ele é o autor da vida e detesta todo tipo de pecado porque o pecado gera a morte. Imaginem se Ele tivesse chegado diante do túmulo de Lázaro, em Betânia, e tivesse gritado: ”Lázaro, já que você foi um judeu exemplar, que sempre entregou fielmente o dízimo, eu ordeno: levante-se dessa laje sepulcral e venha para fora!”.

Não seria esse o nosso Grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, o Criador e Sustentador do universo. Seria o “outro Jesus”, o Jesus do Arminianismo, o “deus” dos Mórmons, das TJs, dos Católicos e dos que recebem uma corrompida interpretação de Sua Santa Palavra. Seria o Jesus que precisa da senhora mãe dele para colaborar na salvação dos pecadores. Seria o Jesus que deixou um homem pecador e corrupto como o Seu vigário na terra, dirigindo uma igreja que mente, mata e destrói em Seu Nome, vendendo salvação aos tolos que não sabem manejar bem a Palavra de Verdade. Seria, enfim, um Jesus exigente do dízimo, que não iria andar sobre uma cria de jumento, mas num “Rolls Royce”, igual ao da Rainha Elizabeth II.

Madara.

Papai Noel não existe. “Ho-ho-ho”



O dízimo é ensinado com aquela famosa pergunta, “Como o homem rouba a Deus?” E já sabendo a resposta, Não pagar o seu dízimo é o pior “pecado” que existe na igreja atualmente, dizem os grandes doutrinadores da nova era cristã. Ninguém me disse isso diretamente, mas deduzi depois 20 anos na igreja vendo qual é o “pecado” mais abordado, por esta equipe de banqueiros bem intencionados, todo Domingo, enquanto os outros pecados quase nunca são mencionados. Nunca ouvi ninguém lá na frente dando um testemunho de prosperidade que não se dizia um dizimista fiel, e esse “detalhe” contava muito. Não era algo tão subliminar, mas com certeza escrito nas entre linhas, “Se você quer ser ‘próspero’ e abençoado’ pague seu dízimo”.

Uns dos meus testemunhos preferidos eram daqueles “muito abençoados”. Não demorava muito para saber seu segredo, que geralmente tinha a ver com dar mais dinheiro do que Deus havia “pedido”, um jogo de ver quem podia dar mais, o homem ou Deus. Na boa, parece que a parada de dízimo é um bom negócio mesmo. Dar 10% a Deus, ficar com 90% e Deus ainda vai te dar mais do que você deu a Ele. Um bom negócio mesmo, pois tinha também aquela parte, depois do “ser ladrão”, que fala de provar Deus nisso e ver se Ele não abre as janelas do céu e derrama sobre você bênçãos sem medida. Você teria que ser burro para não entrar nessa.

Eu realmente era feliz no meu ritmo de cristianismo: cultos, células, discipulado e dízimo. Não sei o que aconteceu, mas, uns anos atrás eu me vi me tornando um daqueles que questionam tudo e não acredita em nada. Não sou tão ao extremo, mas com certeza sou bem mais cético.

Eu acho difícil engolir a maioria das coisas que saem dos púlpitos esses dias. Quero saber onde está escrito nas escrituras e se não está lá, não quero saber. “Sola Scriptura”. Hoje os caras sabem pregar como nunca, mas percebi uma grande falta de versículos nas suas pregações e quando citam um, geralmente é somente a metade ou algo que deixa a maioria que está escutando coçando as suas cabeças querendo saber o que tinha a ver. Sei que você sabe do que estou falando. Ou talvez você acabou de sair de um coma (parabéns) ou talvez é novo nesse planeta (seja bem-vindo), mas os que estão prestando atenção quero convidar para fazer algo louco, vamos tocar no bezerro de ouro, dízimo, e perguntar, “É BÍBLICO???”

Dízimo é ensinado na igreja moderna como se fosse algo do mesmo nível que a redenção dos homens. Algo que parece ser tão importante quanto o entendimento de ser uma nova criatura. Então vamos olhar nas escrituras para achar e ler todos os versículos que ensinam dízimo no Novo Testamento. Opa; esqueci, não tem nenhum. Sim, é verdade, não existe nenhum versículo no Novo Testamento que ensina sobre dízimo. Sei como você está se sentindo. Parece com aquele dia que seus pais te pediram para sentar na sala de estar, pois tinham algo importante pra te falar.

“Papai Noel não existe”.

Dízimo é algo encontrado quase exclusivamente no Velho Testamento. Ele só é mencionado duas vezes no Novo Testamento (Hb 7.7-15) e não é como ensinamento para a Igreja. Ai você me pergunta “Mas e as passagens de Mt 23.23, Lc 11.42, Lc 18.9-14”, te respondo elas estão no velho testamento, lembrando que o Messias Cristo, apelidado de Jesus pela igreja católica, estava vivo e o testamento só tem valor quando o testador morre, mas isto é outro historia, bem não tem em outros lugares? Não, me perdoe, mas não tem.

Dízimo não é mencionado em nenhum outro lugar no Novo Testamento, pois ele não faz parte da Nova aliança. Alguém além de mim acha isso meio estranho? Devido ao fato de que tinha muitas novas igrejas “União de convertidos” foram implantadas naquela época e muitas dos gentios não sabiam nada sobre a regra do dízimo e com certeza teriam que ser ensinados na prática? Alguém acha estranho que o Novo Testamento não ensinar dízimo como foi ensinado no Velho, com todos os detalhes do que era ou não para fazer? E por alguma razão que ainda estou para ouvir explicada, Paulo não fala nada sobre o assunto, assim como Pedro. Você acha que com todas as epístolas escritas alguém teria falado algo sobre dízimo se fosse algo certo e tão importante. Mas não. O fato de dízimo não ser mencionado em relação a qualquer crente, igreja ou prática no Novo Testamento, deve nos levar a questionar e duvidar se tem a ver com a igreja hoje.


A verdade é que o Novo Testamento não ensina nada em relação do dízimo. Não existe nenhuma palavra no Novo Testamento mandando nem sugerindo que debaixo da Nova Aliança crentes devam dizimar. Quem está sendo roubado? Com certeza não é o Criador, “Ho-ho-ho”.


Está na hora de uma nova reforma. Mas esta tem que ocorrer nas mentes flutuantes dos dizimistas.

Fonte: Simceros.ning



“Uma palavra como essa dificilmente se contará de cima de um púlpito. A maioria quer ouvir "papai Noel"”. – (Madara).

Saindo da Matrix



Não quero reformar nada! Não quero reformar ninguém! Apenas quero desconstruir minha religião e dar-me a oportunidade de começar novamente. Do zero! Quero aprender a orar porque suspeito que nunca aprendi em todos esses anos de eloquentes orações entonadas no conjunto de súplicas adornadas de lindos verbos.

Tenho a ligeira impressão de que todas as vezes em que falei em línguas na roda de oração para fazer notório o meu nível espiritual, não me valeram de edificação alguma. E que minhas devocionais carregadas de desânimo e obrigação para com a minha "consagração" no ministério de louvor não resultaram em nenhuma intimidade com Deus!

Quero desfazer de tudo que sei, ou que penso saber, e de tudo que não sei, e penso não saber, para aprender paulatinamente através de uma busca sincera, paciente, desobrigada, verdadeiramente motivada e autêntica, tudo quanto preciso, quanto quero e quanto me é essencial na jornada da fé. Quero despojar-me dos manuais religiosos, das doutrinas inquestionáveis, das tradições incoerentes e da estupidez e falácia da religião.

Quero duvidar de tudo e de todos, porque minha alma contorce pela verdade e tem sede de justiça. Quero abrir os meus olhos e enfrentar o ardor da luz cortante da revelação. Quero ficar cego por um tempo em virtude do impacto que a luz da verdade traz. Ficar cego para o enlatado evangélico, cego para o cauterizado cristianismo institucional. Quero ficar cego para as fórmulas instantâneas da fé, da sua comercialização e do abuso espiritual. Quero recobrar a visão aos poucos. Enxergar com sanidade a vida, as pessoas, a família, os amigos, o futuro, o presente e o passado. Quero aprender a enxergar tudo que enxergava errado. Usar minha visão pela primeira vez!

Quero me desviar dos caminhos da "i"greja que não segue o Caminho de Cristo. E andar na contra-mão desse sistema religioso elaborado sobre outro fundamento que não Jesus, a Rocha Viva. Quero tirar a capa que me identifica como "cristão" com o emblema da cruz para vestir-me de amor pelo próximo e por esse amor ser conhecido como discípulo de Cristo. E carregar não o emblema da cruz, antes, tomá-la dia após dia em meus ombros e renunciar à volúpia e morrer para o pecado.

Quero fugir dos grandes eventos de milagres e shows da fé, patrocinados por sórdida ganância e puro estrelismo. E me juntar aos homens de Deus presenteados com o dom da cura que trocam o palco pelo corredor dos hospitais. Que ao invés de pedirem que vão a eles, se disponhem a IR aos que necessitam.

Cansei de viver sob maldição financeira! E, agora, não gasto meu dinheiro patrocinando esse sistema putréfulo de escravizar a fé dos pequeninos. Não quero participar de tal infâmia! Que o pouco que tenho sirva não ao luxo dos templos e de seus donos, mas, aos que realmente necessitam da minha fidelidade financeira resultante da confiança no Jeová Jiré. E não da ameaça pastoral de maldição da pobreza versus prosperidade.

Quero ser livre para pecar! E da mesma maneira não pecar por entender que não me convém. Mas, se o desejo do pecado ronda a minha mente e não peco por causa da pressão de ter que me consagrar no ministério da "i"greja, que pobre que sou. Porque ainda não seria livre do pecado, mesmo não o praticando... Quero aprender a conduzir meu estilo de vida como resposta de gratidão à aceitação e perdão de Cristo, não como regras e proibições eclesiásticas que não tem efeito nenhum contra o pecado.

Estou desconstruindo a minha fé míope e doente para cultivá-la de forma autêntica, sincera, humana e verdadeira. Estou disposto a arriscar minhas crenças pelo conhecimento da verdade eterna, de modo, que mesmo vendo-a como em espelho, possa um dia conhecê-la completa assim como sou conhecido. Se para encontrar o Deus que está estampado no caráter de Cristo, me tornar necessário descrer do Deus pregado, e tornar-me ateu, que assim seja. E que possa, conhecê-Lo de forma pura, única, pessoal e intransferível.

Quero derrubar meus pilares espirituais porque não sei de onde vieram. Estavam lá no discurso e na retórica que pseudonimamente aceitei como sendo Jesus Cristo. Agora, nego a cartilha que reza, nego a teologia pronta que engoli e dou-me a oportunidade de aceitar, de fato, Cristo meu Senhor e Salvador, pura e simplesmente.

Se fosse possível voltar ao ventre de minha mãe e carregar em meus genes a luz que agora vejo, para que ao nascer, soubesse desviar dos caminhos que para o homem parecem bons, poderia começar de novo sem incongruências e inverdades ludibriosas.

Talvez, só agora tenha entendido o que significa "nascer de novo"...

Fonte: Thiago Mendanha

E se a igreja for uma Matrix?

Neste fim de semana, fui assistir o famoso filme Matrix. Como sempre, inspirou uma reflexão que, mais uma vez, gostaria de compartilhar com vocês. O filme apresenta um interessante modelo atual para se pensar em “realidades paralelas”. Por um lado, o filme mostra a realidade de uma humanidade cativa, onde as pessoas vivem trancadas em “cápsulas”, imóveis e “adormecidas”, e de um mundo destruído, no qual não há sol. Por outro, a realidade de um mundo psíquico, construída para controlar os cérebros dos seres humanos, por isso eles não estão conscientes, eles não veem a sua situação de imobilidade, encapsulamento e ignorância da realidade da humanidade e do mundo. Nestas “cápsulas” toda a energia humana é removida, transformada em uma espécie de pilha, função esta que dá sentido à suas vidas, é claro. Como os seres humanos estão “dormindo” dentro da matrix, não percebem isso e vivem em uma “realidade psíquica perfeita”, suas mentes estão presas, eles não podem pensar livremente, e esta é uma armadilha para as suas vidas. O filme mostra-nos a Matrix como um sistema de controle.
O que aconteceria se a igreja fosse uma matrix?
Se a igreja fosse uma matrix, então seria um sistema no qual cristãos poderiam viver uma “realidade psíquica perfeita.” Estar dentro da igreja iria proporcionar segurança, tranquilidade, conforto, “racionalidade” … Este sistema sugaria toda a energia vital dos seus membros, e para eles isso faria todo sentido. Suas vidas estariam submetidas aos serviços do sistema, prisioneiros incapazes de pensar, mas com a consciência tranquila. Estariam encapsulados em seu mundo, isolados do mundo real, onde há trevas, onde não há sol, onde eles mesmos não estariam pois seria ruim para o funcionamento do sistema de controle que impera.
Se a igreja fosse uma matrix, então ela teria como objetivo distrair sua mente e isolá-lo da realidade: o que está fora da matrix. O mundo real, triste, cruel, escuro; um mundo onde o homem é auto-destrutivo e destrói tudo em sua volta… esse mesmo mundo com o qual Jesus comprometeu-se a salvar, sanar, curar, aliviar, acompanhar… Os cristãos estariam encapsulados em seus templos, imóveis, anestesiados diante de uma realidade sofrível, carente de amor. Incapacitados de alcançar o próximo. Eles não poderiam pensar, o que os levariam a atitudes irracionais, que seriam racionalmente justificadas, de maneira que suas consciências ficassem tranquilas, e suas vidas só fariam sentido se estiverem encapsulados em seus templos.
Se a igreja fosse uma matrix, estaria muito longe de onde Jesus está, estaria longe demais das pessoas necessitadas, estaria distante de conseguir cumprir sua missão, estaria muito longe de ser Igreja. Jamais poderia alcançar a missão que Jesus deixou e que encontramos no texto bíblico do livro de Mateus capítulo 13. Como é que podemos semear se estivermos encerrados em nossos templos? Jesus ensinou que o campo é o mundo, nós, seus discípulos, as sementes, temos que morrer para dar frutos, e ele morreu para nos dar os frutos da Salvação. Como é que podemos semear ao mundo se estivermos isolados dele, trancados em nossas idéias, nossos templos …?
Se a Igreja fosse uma matrix, estaríamos alienados nela, e ficaríamos mais longe de obedecer à missão que Deus nos outorgou: amar ao próximo. Então como poderíamos amar quem não podemos conhecer , compreender, perdoar, com quem possamos conversar, compartilhar, abraçar …? Jesus disse: “Isto vos mando: que ameis uns aos outros.” João 15:17
Se a igreja fosse uma matrix, precisaríamos perceber, acordar, cuidar da nossa missão, comprometermo-nos com a realidade sofrível e servir o mundo como Cristo serviu. Seria necessário escapar e encontrar espaços saudáveis, para crescimento, onde a vida, a liberdade e os dons que Deus nos deu sirvam para servir aos outros. Certamente, se a igreja fosse uma matrix, iríamos encontrar muitos outros seguidores de Cristo, que fora dela, iriam para onde Jesus está, onde os homens e as mulheres que sofrem e necessitam de abraço e do amor de Cristo estão.
“O campo é o mundo; a boa semente são os filhos do Reino …” Mateus 13:38
Deixando as suposições e imaginação de lado, e refletindo na minha fé em Jesus e no meu compromisso de amar ao próximo, eu ainda penso … Será que a igreja é uma Matrix?

Fonte: Thiago Mendanha

Senhas da Maçonaria

Boaz = toque do primeiro grau


Toque de passe do Mestre Maçon
Real aperto de mão: mestre maçon

Aperto de mão maçônico simples
Aperto de mão secreto

Liev tolstoi



"As igrejas, como igrejas, não são instituições que têm por base um princípio
cristão, ainda que um tanto desviado do caminho certo, como pensa um grande
número de pessoas. As igrejas, como sociedades afirmadoras de sua infalibilidade, são
instituições anticristãs. Não só nada existe em comum entre as igrejas e o
cristianismo, exceto o nome, como seus princípios são absolutamente opostos e
hostis. As primeiras representam o orgulho, a violência, a sanção arbitrária, a imobilidade
e a morte; o outro representa a humildade, a penitência, a submissão, o
movimento e a vida.
Não se pode servir ao mesmo tempo a estes dois senhores: é preciso escolher
um ou outro.
Os servidores das igrejas de todos os credos procuram, sobretudo nestes
últimos tempos, apresentar-se como partidários do progresso no cristianismo. Fazem
concessões, querem corrigir os abusos que se introduziram na igreja e dizem que não
se pode negar, devido a estes abusos, o próprio princípio da igreja cristã que, sozinha,
pode reunir todos em um só todo e ser a intermediária entre os homens e Deus. Mas
isto é um erro. Não só as igrejas nunca uniram ninguém, como foram sempre uma das
principais causas do desacordo entre os homens, do ódio, das guerras, das
inquisições, das noites de São Bartolomeu etc, e nunca as igrejas serviram de intermediárias
entre os homens e Deus, o que é aliás inútil e proibido por Cristo, que
revelou sua doutrina diretamente a cada homem. Elas introduzem, ao contrário,
fórmulas mortas no lugar de Deus e, longe de mostrá-lo aos homens, escondem-no.
Nascidas da ignorância, que conservam com sua imobilidade, as igrejas não podem
evitar de condenar toda a justa compreensão da doutrina. Procuram escondê-la, mas
isto é impossível; porque cada avanço no caminho indicado por Cristo destrói o poder
destas igrejas'".


Liev tolstoi

Soren Kierkegaard



"O cristianismo moderno é essencialmente falsificado".