quarta-feira, 27 de abril de 2011

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Dilma Iluminati

Por que os conspiracionistas da nova ordem mundial nunca falam contra a ditadura de 64?

Interessante constatação esta minha, que já há bastante tempo venho lendo Blogs, revistas, matérias e vídeos diversos na internet de grupos contrários à nova ordem mundial e vi que há em quase todos eles um certo revanchismo na melhor das hipóteses ao sistema de governo socialista, comunista, ou até mesmo à filosofia de Karl Marx, expoente da doutrina comunista. Porém o mesmo ódio ou repúdio, não é visto ao governo fascista que houve no Brasil à partir de 1964 e dura até hoje. Porque este silencio? Será que apóiam ocultamente o Bafomet dos maçons brigadeiros e generais de 64? Ou são apenas submissos e não sabem que não existe o teatro do bem contra o mal?

Alguns textos tratam do método dialético como sendo uma concretização para a construção de uma síntese de comunismo e capitalismo, que será a tão falada nova ordem seclorum. Seria com isso, o comunismo uma criação Adam Weishaupt, iluminista e mentor da ordem dos iluminados da Baviera, e não necessariamente produto único da mente de Marx e Engels. Ou seja, o comunismo provavelmente foi criado ou fomentado para ser uma antítese ao capitalismo.

Entendo que proposições dessa magnitude devem antes de tudo possuir forte embasamento e sólidos argumentos para que sejam aceitas, no mínimo como teorias ou teses. Pois o problema todo se dá pelo escasso material que se tem para se comprovar. Vejo que aqueles que se contrapõem co socialismo são na maioria das vezes ferozes capitalismo que defendem a supremacia do livre mercado, o neoliberalismo dentre outras coisas mais. Na internet existem dois expoentes deste circuito radical de direito: Júlio Severo e o “filósofo” Olavo de Carvalho.

Contudo o foco da minha postagem é indagar que a maioria dos conspiracionistas criticam fortemente o comunismo, como sendo algo criado pelo diabo, que matou milhões de vidas, etc. Mas nada falam contra o regime militar ditatorial e ilegítimo que se instaurou no Brasil por direta influência dos Estados unidos da América, eterno colonizador econômico e político da América latina. Por que se calam quando o caso é condenar os militares positivistas Brasileiros? Por que se calam quando deveriam chamar a ditadura de terrorismo de Estado? Será que possuem escondido um sentimento de simpatia pelos fascistas que estavam “limpando” o Brasil dos comunistas? Será que dizem em seus corações: “os militares foram usados por Deus para nos livrar do comunismo!”, se assim agem, nada de comum tem com Cristo.

Mas também nada dizem sobre a democracia, pois tenho certeza de que nada conhecem. Não existe regime de governo que mais derramou sangue na história que a democracia, você sabia disto? Tenho certeza que não. Democracia nunca foi sinônimo de não violência, ou de paz ao estilo budista. Ela nasceu na Grécia antiga, legitimando dentre outras coisas a escravidão, fato normal para a sociedade grega e para todas as posteriores. O problema é que atualmente o democracia é posta em um pedestal, é cultuada e adorada como uma deusa, ou melhor... Ela é uma deusa! A mesma deusa que aparece em quadros pintados na revolução francesa (Semíramis). Porém nada sabem aqueles clamam por democracia, pensam que estão clamando por um sistema perfeito, por um “céu” na terra.


Aqui fica meu desafio aos conspiracionistas de meia pataca. Vocês são apenas marionetes que condenam uma ditadura apoiando outra. Nenhum dos lados estão com a razão ou são possuidores do rótulo “bem”, e outro do rótulo “mal”. Neste mundo dos homens não existe “o bem contra o mal”. Satanás está por trás tanto de comunistas quanto dos que combatem os comunistas. Demônios agem nas mentes assassinas de socialistas e de capitalistas. Este é o grande joguete de Lúcifer e que a humanidade não percebe, não é à toa que Jesus disse que ele era o príncipe deste mundo! Por que será? Simples: é porque ele manda em tudo, em ambos os lados de uma guerra é ele que sustenta o ódio e a vontade de matar o outro. Ele está tanto do lado da polícia quanto do lado dos traficantes. Aprenda isso e você verá o mundo com um outro olhar.

Não existe guerra santa! Não existe guerra justa. Isso é uma contradição em termos. (Renato russo)

Ferdnand.




Baile funk em Jerusalém

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Os tarados por militarismo


Seria Wellington Menezes de Oliveira não seria também uma vitima?

Se você acha que Wellington Menezes é assassino, psicopata, monstro, animal e qualquer outra alcunha pejorativa, convido você leitor a uma reflexão.

Não a dúvidas sobre a atrocidade do ato, mas ainda existe uma dúvida, ao menos para mim, e gostaria de instigá-la também em você, caro leitor:

Seria Wellington Menezes também uma vitima?

O que levou a um ser humano cometer esse ato? Porque ele escolheu cometê-lo?

Bem, para começar, eu não escolho lados, sendo que pretendo ser totalmente imparcial e não olhar por nenhuma ideologia, política, linha de pensamento ou etc. não estou do lado do assassino e nem das vitimas. Estou do lado da humanidade, e humanidade tão somente.

Primeiramente, Wellington tinha distúrbios mentais genéticos, herdados de sua mãe biológica, e distúrbios mentais psicológicos, que os adquiriu durante a vida. Com uma mente fragilizada, qualquer crença ou ideologia é facilmente introduzida no caráter da pessoa, a moldando como um boneco de corda, basta então torcer um pouco para que ele saia andando.

Wellington foi uma vitima das circunstancias, da sociedade, da humanidade. Em matéria publicada no portal Terra, o psicólogo Alexandre Passos, que atua há 20 anos no tratamento de doentes mentais na rede pública do Rio disse:

“O mais importante a ressaltar neste momento é que o Wellington não é apenas um monstro. Essa visão apazigua a sociedade. Todas as questões são centradas nele, mas o fato, a rigor, é que ele era um doente mental sem tratamento. Faltou um olhar em direção a vários sinais que ele vinha emitindo desde a infância e a adolescência, como introversão e isolamento pessoal”

Ele disse uma coisa que é o centro da maleficência que o brasileiro impôs sobre o rapaz “Essa visão apazigua a sociedade” imaginá-lo como um monstro, assassino, psicopata, cretino, possuído pelo capeta, é bem mais fácil que procurar entender o ser humano que uma vez existiu e era conhecido por Wellington Menezes.

Eu ressalto, torno a falar, o ser humano. Era isso que ele era e entendia muito bem sua situação, como disse em sua carta. Era um ser humano afetado pela sociedade opressora em que vivemos, onde a igreja cristã praticamente força os ensinamentos e dogmas de sua religião goela a baixo em todos nós, onde a mídia simplesmente se esforça para manter essa imagem, esse credo.

É bem fácil apontar o dedo, “julgar o próximo”. Dizer “aquele é o vilão”. Isso é besteira. Ele não é vilão, ele é uma conseqüência. O verdadeiro vilão está nas raízes de seus problemas, de seus sentimentos mal resolvidos, de seus problemas, de tudo que sentia e que ninguém compreendia. Da sociedade que se tornou uma “violência tornada louca”, como disse Edgar Morrin, e do senso comum maldoso, mesquinho, que atira pedras na primeira chance, julgando sem pensar ou analisar os fatos.

Usando as palavras de Pedro Porfírio:

Sejamos razoáveis: esse inusitado massacre numa escola pública do bairro proletário de Realengo é a erupção de um tumor nesse organismo social fragilizado por uma metástase de hipocrisia e mistificação.”

Como disse anteriormente, uma mente fragilizada, ao ser exposta (e imposta) por uma visão de credo com pastores e padres esbravejando e pregando com tamanha dedicação, logo se deixa levar e aceita aquilo como verdade, a verdade absoluta da bíblia, levando ao modo literal todas as letras ali escritas. Voltando as palavras de Pedro Porfírio:

Não há dúvida que, pressionado pela condição de filho adotivo provavelmente discriminado pelos irmãos, cuja mãe biológica tinha problemas mentais, e possuído de um certo complexo de rejeição, ele acabou sofrendo influências da pregação evangélica, que ocupa grandes espaços na televisão e no rádio, oferecendo todo tipo de cura para todo tipo de problema.”

Não seria o primeiro, afinal, quantos inocentes foram mortos na “santa inquisição”, aonde pessoas matavam em nome de Deus?

Tendo isso em mente, partimos agora para o que eu considero o verdadeiro “vilão”:

A sociedade.

Não? Imagine se tivéssemos duas pessoas exatamente iguais, com exatamente os mesmos problemas, criadas em duas famílias completamente diferentes, uma com o fanatismo religioso e violência televisiva, e outro com liberdade de pensamento e educação visando misericórdia, bondade e fraternidade. O que aconteceria com cada um deles? Podemos ter uma idéia, fazendo uma rápida imagem mental de cada um, tomando como base Wellington.

Nossa sociedade é tão voltada ao ódio, a raiva e a violência, que na rede social “Orkut”, onde a massa do “povão” entra na inclusão digital, que eu mostro isso a você para que pare e reflita, uma noticia também do portal Terra:

“Em menos de 24 horas, cerca de 80 comunidades foram criadas com a foto e com o nome do atirador. Na descrição delas, palavras de ódio, como “Vai arder no inferno” e “Que sua alma queime diante do CAPETA! Que seu descanso seja eterno NAS CALDEIRAS DO INFERNO. Que seja feita a vontade de milhões e milhões pessoas”, além de xingamentos.

Em meio as dezenas de comunidades hostilizando o atirador, uma destoava. Criada para defender o assassino, a “Wellington será perdoado” – cuja autora dizia em seu perfil a frase “Eu sei o que você sentia”-, despertou ainda mais revolta entre usuários do Orkut. Até o fim da tarde desta sexta-feira (8), entretanto, contava com 34 membros.”

Todos os noticiários agora mostram aquele ser humano como um monstro, um animal. Jornalistas formadores de opiniões, com trezentos diplomas, agora instigam a população a esse pensamento, a ver tudo de um só prisma, daquele mais fácil. A coisa mais fácil é alimentar a raiva e o ódio do ser humano, enquanto o perdão e o amor é bem mais difícil. Em vez da Dilma ficar falando as mesmas besteiras de sempre e o mesmo showzinho sensacionalista, porque ela não dá mais apoio a saúde mental do povo brasileiro? Usando agora uma frase da música “Até quando” do Gabriel o pensador “A programação existe pra manter você na frente, na frente da TV, que é pra te entreter, que é pra você não ver que o programado é você.”

Eu li uma barbaridade, dentre tantas outras, que não deveriam acolher nada do que ele dizia na carta, mas eu já penso o contrário. Ainda que seus atos sejam monstruosos, vejo em seus desejos nada mais que bondade e o desejo que todo filho tem de ficar com sua mãe. Repito, vejo em sua CARTA, não em seus ATOS.

Outra barbaridade é essa, que foi também posta no portal Terra, e que levantou um ótimo ponto para essa discussão:

“Monstro! Tantas crianças com sonhos e agora estão mortas! Penso na tristeza de suas famílias… Algumas escaparam da morte Graças a DEUS… Mas há quem não sobreviveu… O luto de todo país! – diz uma das comunidades.”

Ignorando a mensagem inútil (como eu disse, vou ser imparcial, sem criticar a religião de ninguém) a ultima frase me chamou a atenção como fogos de artifício na virada do ano, o luto de todo país!

Hipócritas. Claro que são. Estão de luto pelos mortos no Iraque? Afeganistão? Líbia? Todo oriente médio? Japão? Haiti? Não? Então são hipócritas. Muito mais morte, mais sofrimento, mais tristeza, muito mais injustiça e vocês não estão de luto. Estão de luto pra aparecer no Orkut que agora você está de luto, para “curtir” o luto no facebook e assim por diante.

Por fim, gostaria de deixar claro que não estou do lado de ninguém, mas luto para que a humanidade abra os olhos de uma vez, perceba a sociedade doente em que se submete, ao comportamento doentio que nos acostumamos a seguir todos os dias, ao comodismo de pegarmos todas as informações mastigadas da mídia e acatar como nossa opinião, nosso ponto de vista.

Reflitam

Fonte: Demétrios em palavras e pensamentos

COMENTÁRIO: (A última hora)

Interessante texto, pois o encontrei ontem, e mesmo sem tê-lo lido eu mesmo postei o mesmo pensamento de compaixão e repúdio à sociedade aqui no blog. Isso indica que ainda temos seres humanos vivos no planeta terra sendo dominado por máquinas; a Skynet ainda não conseguiu dominar todos os humanos. Parabenizo o Demétrio por sua sensibilidade. Assim como a autora anônima da comunidade do Orkut, eu também saliento: mesmo não concordando com o que você fez, eu sei o que você sentia. Te perdoou.


Os tarados por militarismo conseguem ver guerra em tudo. Conseguem ver luta e combate em tudo o que olham. Não conseguem interpretar os termos “batalha”, “conflito” e “guerra” como sendo de diferentes de guerras literais, físicas, bélico/militares. E isto se dá por que apresentam uma psicopatia desenfreada por violência, por um anseio anímico por tudo o que venha exterminar vida, o que possa proporcionar destruição, por derramamento de sangue... Por morte.

(Romanos 8:6) Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz”.

A psicopatia do instinto militar se apresenta com rótulos bonitos, com que exprimem sentimentos potentes de “honraria” na mente e no corpo. É a adrenalina, as energias pulsantes que fazem o indivíduo se sentir especial. Todo psicopata militar é carente de atenção, é fraco, precisa de algo para se sentir especial e útil. Precisa ser aplaudido, ter medalhas de ouro ou prata em seu pescoço para não se sentir um inútil. Ele carece de ser venerado como um semi-deus, de ver o outro prostrado diante de si como vencido. Somente se satisfaz existencialmente quando presencia a derrota, a morte ou a rendição do um outro. Vamos ver os principais termos que a mente doentia/militar enxerga sempre com sentido literal:

TERMOS INTERPRETADOS SEMPRE EM SENTIDO LITERAL

1 – Guerreiro

2 – Guerra

3 – Luta

4 – Conflito

5 – Combater

6 – Confrontar

7 – Ser contra algo

8 – Batalha

9 – Exército

10 – Arma

As igrejas estão lotadas de doentes dessa psicopatia militar que eu descrevi aqui. Indivíduos doentes, que não se satisfazem à não ser no despejo de energia que venha à ir de encontro com um outro ser humano e o fira. É um desejo, um gozo, um orgasmo em sentir o outro ferido, e ver que este ferimento foi causado pela sua própria força. Para os doentes, é necessário que haja constantemente

Portadores de psicopatia violenta, são capazes de se masturbarem ao verem corpos em decomposição estirados no chão e fartamente perfurados por balas. É para estes uma cena erótica, que promove satisfação no órgão genital e êxtase subjetivo comparado ao uso de uma droga com cocaína ou maconha.

A mente portadora de psicopatia militar não alcança os níveis de abstração que são necessários para o entendimento das metáforas, analogias e metonímias. Por isso ela apenas lê as sentenças em sua forma mais urgente e imediata no entendimento. Quando alguém diz: “Nossa, travei uma batalha hoje para conseguir com comprar aquilo...”, o psicopata militar entende logo de imediato que o indivíduo teve de brigar fisicamente, violentando ou esbofeteando outros seres humanos para poder comprar um produto no super-mercado. Sua mente não consegue abstrair o significado da sentença “travei uma batalha” como sendo uma batalha figurativa, não investida de força física em agressão ao outro, mas de persuasão e muita perseverança.

Desta mesma forma, o psicopata militar/cristão só interpreta os mesmos termos contidos em passagens bíblicas com o sentido material e literal que sua mente debilitada pode lhe oferecer. Ainda que o texto expresse uma idéia contrária ao uso da violência física, sua mente não o lerá desta forma.

POLICIAL DE GOIÁS DIZ QUE TEM PRAZER E SATISFAÇÃO EM MATAR

Vejamos este caso recente, que foi noticiado na televisão sobre escutas telefônicas de investigações sobre grupos de extermínio na polícia de Goiás.

O cabo Ederson Trindade afirma que SENTE PRAZER E SATISFAÇÃO EM MATAR, porém devemos pensar: o autor da frase foi apenas um que teve a coragem de expressar aquilo que sente, de ser honesto. Tantos e tantos policiais, e eu me arriscaria à dizer que quase todos possuem este mesmo sentimento de satisfação pelo patrocínio da morte, não é mesmo? No Rio de janeiro, uma instituição militar conhecidamente genocida, carrega inclusive como símbolo uma caveira (símbolo universal da morte), e pelo que se sabe, a isso se confirma vida pela de um soldado do BOPE, que é guiada e preservada por valores que os fazem nada diferente de qualquer outro psicopata, assassino ou terrorista existente por ai; a diferença é que estes são acobertados pelo Estado, pagos, treinados e bem vestidos para realizarem exatamente esta função.

Jesus é a possibilidade de existir de se livrar da decadência, de uma vida miserável condenada à adoração à morte, à cultura da violência. Aceite à Cristo com seu coração e não coma sua boca. Se deixe exposto ao evangelho dele, se deixa levar por Jesus, se deixe influenciar pelo que ele ensinou, tomar à forma daquilo que era... E você nunca mais será o mesmo; sentirá nojo e pena daquela vida bestial que antigamente pensava ser algo bom e belo, que carregava o nome de vida militar; “a vida de um guerreiro...”: o verdadeiro guerreiro é o que renuncia a decadência:

Morrer se preciso for, matar jamais.

(Cândido Mariano da Silva Rondon)

Ferdnand.