sexta-feira, 27 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Alienígenas e o Estado teocrátco

video

Neste vídeo, David Icke argumenta em favor da existência de extraterrestres por motivos muito simples:

1 – Os extraterrestres colonizaram a terra, cruzaram seu DNA com o do homo neandertal, com isso criaram líderes em suas colônias inicias e os humanos que eram de sua linhagem ficaram empossados como Reis e governaram os demais por direto divino: Os “deuses” que desceram dos céus para a terra me instituíram como governante... diziam os faraós, os reis europeus, os chefes dos Mais, Incas, Astecas...

2 – O conceito do direito divino de governar provém desde a antiguidade dessa participação extraterrestre no passado na fundação de muitos reinos e cidades-estado. Ou seja; quando alguém outorga à si esse direito de governar uma nação, no fundo ele transmite a idéia de crença nessas entidades extraterrestres do passado.

"Uma raça de seres répteis de outro mundo que se cruzou com humanos na antiguidade, criando assim um raça híbrida, os Nephilins. De onde se origina o direito divino de reinar? Pela linhagem sanguínea!"

David Icke


Ou seja, aqueles que acreditam que o Estado é uma instituição divina possuem fortíssima propensão à caírem na operação do erro dos últimos dias, à acreditarem num futuro próximo na existência de vida extraterrestre. Pois compreenderão que os deuses do passado que instituíram governantes e ajudaram os homens à governarem o mundo são na verdade seres extraterrestres, que nos visitaram num passado muito remoto.

Não! O Estado não é uma instituição divina, e sim pura criação humana, do espírito da coletividade de homens que se organizam com a finalidade de segurança. Não credite que o Estado possui um selo de Deus para governar sobre os homens, pois é a mesma mentira e misticismo que imperou na mente do homem medieval. É a mesma superstição religiosa que só existe graças à ignorância e à leitura fanática dos textos bíblicos. O Estado teocrático é a maior das abominações que o ser humano já criou até agora, sem falar de seu caráter absolutamente anticristão. Jesus Cristo nunca defendeu tal idéia, pelo contrário, quando indagado se era lícito pagar imposto (economia, tributos...) ele acrescenta: “Daí ao imperador o que é do imperador e à Deus o é de Deus”. A pergunta feita não inclua a espiritualidade, mas Jesus faz questão de separar as coisas ao dizer as coisas de Deus estão de um lado e as coisas do imperador (o tributo pago ao Estado) estão em outro. Todo comportamento de Jesus nunca demonstrou tendências que pudessem encaradas como confirmações de que o Estado é uma instituição divina. Foi apenas com o evangelho paganizado de Roma que os adoradores do Sol deram à Cezar o que é de Deus!

O Estado é uma relação de homens dominando homens, um relacionamento apoiado por meios de violência legítima (isto é, considerada legítima). Se for para o Estado existir, os dominados devem obedecer à alegada autoridade dos poderes vigentes. Quando e por que os homens obedecem? Baseados em que justificativas interiores e em que meios externos se baseia este domínio?

Max Weber

Ferdnand.

ZYGMUNT BAUMAN


"O medo cósmico é também o terror do desconhecido: o terror da incerteza. É também um terror mais profundo - o do desamparo, diante do qual a incerteza não passa de um fator que contribui para causá-lo. O desamparo se torna evidente quando a vida mortal, risivelmente breve, é medida em relação à eternidade - e ao minúsculo espaço ocupado pela humanidade em relação à infinitude - do universo. O sagrado é, podemos dizer, um reflexo dessa experiência de desamparo. O sagrado é o que transcende os nossos poderes de compreensão, comunicação e ação"

(BAUMAN, 2004, p. 78).

Saindo da Matrix religiosa

Uma garota me disse hoje de manhã: “aquele irmãzinho é uma benção”... Eu, herege com sempre perguntei à ela: o que é ser uma benção? Existem algumas alternativas, vamos analisá-las:

- É concordar com tudo o que lhe é ensinado?

- É submeter-se alienantemente ao império?

- É dobrar-se e aceitar o injusto como justo?

À questionei porque conhecia exatamente de quem ela estava falando, e sabia que o indivíduo em questão é uma espécie de zumbi, não possui vida própria, opinião própria, consciência própria; é sempre um outro que pensa por ele, que diz no que ele deve acreditar, no que ele deve pensar: é sempre outro ser humano que vive por ele. Nós chamamos estes de animais de rebanho, seres irracionais, manada de zumbis animados artificialmente. Paulo talvez os classificaria de criaturas insanas, pois o mesmo em certa ocasião elogiou grandemente o seu oposto, o cético, aquele que duvida, que não dá créditos num primeiro olhar: os cristãos residentes na cidade de Beréia. Estes, duvidaram do próprio Paulo, pois enquanto o próprio os falava, os céticos tinha o zelo de conferir nas cópias das escrituras que guardavam para testificar que o apóstolo dos gentios não estava desviando-se ou tendo delírios. Paulo ficou surpreso em presenciar tal comportamento, e fez questão de deixar registrado que estas pessoas eram mais nobres do que as que ele encontrou na cidade de Tessalônica.

(Atos 17:11) “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”.

POR QUÊ?

Porém este tipo de crente não é bem visto pela igreja. Porque os céticos são considerados nobres por Paulo, e uma ameaça para a igreja? Por que os céticos que foram elogiados por Paulo são hoje amaldiçoados pela igreja? Tenho algumas respostas possíveis:

- A igreja tem medo dos céticos, eles visivelmente representam uma ameaça ao monopólio da verdade detido pela igreja, e exercido com mãos de ferro pelo sacerdote (pastor).

- Se o espírito do cético se alastrar, o sacerdote (pastor) terá muita dificuldade de empurrar à força suas doutrinas anti-cristãs, e a primeira delas é obrigação de estar num templo. Com isso ele fica desempregado.

- Por que nos deixamos ser condicionados à crer que a igreja é a casa de Deus, sendo que lemos diversas vezes que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens? E que nós somos a igreja, e não há outra?

- Por que nos deixamos ser condicionados à acreditar que existem humanos superiores à nós, que devemos obediência cega e incondicional à eles, mesmo tendo todo o evangelho ensinando o contrário? Que somos livres e que só há uma autoridade espiritual: Cristo (Mateus 23).

- Por que somos obrigados à se submeter à uma invenção? Somos obrigados diariamente à se dobrar diante de uma ilusão.

- Por que os seres humanos preferem se agarrar à tradição do que ao que Jesus ensinou? Mesmo Jesus tendo dito: “vocês encontram uma boa maneira de rejeitar os mandamentos de Deus para guardar as suas próprias tradições... Vocês invalidam a palavra de Deus por causa dos seus costumes” (Marcos 7; 6-13).

- Por que seres humanos preferem dar as costas para aquele que os resgatou e abraçar idéias que são contrárias à ele?

- Por que somos tão idiotas em nunca pensar sobre o que vivemos. Nunca pensamos se o que acreditamos é mesmo verdade ou não. Deus nos fez idiotas? Ou foi o sistema religioso que nos transformou em idiotas?

- Por que nos deixamos enganar tão facilmente que somos obrigados à pagar um certo imposto de renda judaico, mesmo sabendo que Jesus aboliu a lei com as suas ordenanças?

- Por que nos deixamos iludir acreditando que “rebeldes” vão para o inferno e os “submissos” para o céu, tendo Jesus como uma figura histórica que nunca se submeteu ao sistema religioso judaico, e por isso foi denunciado ao império romano como subversivo?

- Por que nunca nos perguntamos: rebelde contra quem? Contra o que? Submisso à quem e à quê? Isso é o que deve ser perguntado!

- Por que nos deixamos ser levados à creditar que devemos submissão à uma mediação humana, mesmo tendo Jesus cancelado esta mediação humana se fazendo o único sacerdote mediador para a raça humana (I Tm 2;5)?

- Por que o medo de questionar continua nos assombrando se lemos que quem ama lança fora o medo? Será então que não amamos à Deus nem à Jesus? (Deve ser!).

- Por que continuamos apoiando o abafamento daqueles que geram o nascimento de mais “por quês”?

- Se dizer “por que?” nos liberta, por que tememos tanto questionar as coisas à nossa volta? Temos medo da liberdade? Ou somos animais criados em cativeiro (templo) e que por isso não sabemos de fato o que é a liberdade de viver fora da gaiola?

- Por que nos deixamos conduzir à reprovar o ato de duvidar, mesmo tendo o apóstolo Tiago enfatizando: “Irmãos, não acreditem em todo espírito, mas coloquem à prova todo espírito...”.

- Até quando dormiremos? O que é preciso para despertarmos? Será necessário ouvirmos a frase: “Aparta-vos de mim para o fogo eterno, eu nunca vos conheci...”?

Um dia eles descobrirão que este nosso mundo se tornou de cabeça para baixo, e que os verdadeiros hereges são aqueles que rejeitam à Jesus, do mesmo modo que o judaísmo oficial o rejeitou no passado. Hoje, o cristianismo rejeita à Cristo da mesma forma. Prefere ficar com sua tradição maligna e condenar os que pensam, refletem, e acabam verificando que há algo de errado com isso que chamam de igreja. Quem precisa rever os seus valores? A maioria, ou a minoria? Foi a maioria ou a minoria que entrou na arca de Noé? Foi maioria ou a minoria que não se dobrou diante da estátua do Rei Nabucodonosor e depois foi lançado na fornalha? Foi a maioria que abandonou Sodoma e Gomorra e se livrou do castigo de destruição? Então responda com sinceridade: tem certeza que é a minoria que tem que rever os seus conceitos?

(Mateus 7: 13) “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela”.

O caminho por onde transita a maioria é um caminho largo e espaçoso. Porém Jesus nos exorta à escolher o caminho estreito, apertado, difícil, conturbado, descriminado: o caminho da minoria. Seja a minoria.

Conclamamos à todos que pertencem à verdadeira igreja de Jesus Cristo que rompam com o silêncio, e não aceitem mais a tirania daqueles que querem evitar que dissemos: “Porque?” Só há uma autoridade espiritual, e ela é Cristo.

Ferdnand.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Neymar e apedofilia

Neymar vai encarar uma nova responsabilidade na vida. O atacante do Santos engravidou uma adolescente de 17 anos e, nesta quinta-feira, se manifestou publicamente, afirmando que pretende assumir a paternidade e cumprir com todas as obrigações que a situação exige. Em nota oficial, disse que deseja preservar a identidade da mãe e que a criança é bem vinda.

O jovem ídolo de 19 anos estava orientado a não expor o fato até domingo, após a final do Paulistão contra o Corinthians, mas divulgou um comunicado em seu em site oficial confirmando a história, dizendo estar preparado para o desafio de ser pai. A expectativa é que o atleta se pronuncie mais sobre o caso na chegada da delegação santista ao Brasil nesta quinta-feira - o Santos jogou na noite de quarta contra o Once Caldas, na Colômbia, pela Libertadores (vitória por 1 a 0).

Neymar foi avisado sobre a gravidez da menor de idade na quinta-feira passada. Assim que comunicado, o atacante disse ser alta a possibilidade da paternidade e já tratou de ir à casa da jovem conversar com os pais.

A adolescente está grávida de quase cinco meses, e Neymar já assumiu o pagamento de exames e consultas médicas necessárias durante a gestação. Um exame de DNA ainda deve ser realizado para certificar a paternidade, a pedido de pessoas próximas a Neymar.

O relacionamento de Neymar com a menor de idade começou no ano passado, quando o atacante tinha 18 anos. O ídolo santista frequentava a casa da jovem e mantinha bom relacionamento com os familiares da garota.

A intenção do Santos era a de proteger Neymar da exposição na mídia com o polêmico tema o maior tempo possível. Após ser comunicado da gravidez, o santista entrou em campo diante do Corinthians, no último domingo, e Once Caldas, na quarta-feira.

O filho de Neymar é esperado para nascer no mês de setembro. O atacante assegurou aos funcionários do Santos que já está preparado para assumir a nova responsabilidade e mostrou-se pouco abalado com o tema.

Fonte: O galileo

COMENTÁRIO: (A última hora)

Eu pessoalmente admiro bastante o Neymar como jogador, e absolutamente não creio que ele tenha cometido nenhum crime, pois as leis são ridículas para julgar casos como o dele. A diferença é de 2 anos, Neymar tem 19 e a menina tem 17; praticamente iguais. Porém... Vai eu tentar imitá-lo, já sabe o que aconteceria, não é? Nesse país nojento aonde jumentos são os legisladores para os humanos, não podemos deixar essa passar: