quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Muito obrigado à todos...

Depois de um pequeno período sem postagens novas, retornamos agora às atividades blogueiras, com o blog em um novo visual e layout. Espero que gostem. Agradeço profundamente à todos os que acompanham as postagens do blog A última hora, que comentam e nos ajudam à espalhar a mensagem do evangelho e da filosofia libertária de Jesus de Nazaré. Se você tem alguma sugestão de postagem, dúvidas ou opiniões participe deixando um comentário e email de contato, responderemos assim que possível; ajude à fazer a resistência.

Valeu pessoal, vamos nessa...

Ass. Ferdnand e Madara.


Livro: A autópsia da igreja

Sentença para a religião cristã

Produto da perseguição ao evangelho subversivo dos séculos I e início do II – forma encontrada para vencê-lo; não mais exterminando-o, mas contaminando-o – estratégia política exemplar de um estrategista militar - o cristianismo é criação do deus sol – ele incorpora os elementos pagãos das religiões de mistérios e os fixa ao nome do messias: o templo, o culto e o sacerdote são a morte da Igreja: a institucionalização da fé. A transformação da fé livre em religião.

Pag. 22

Sentença para a religião protestante

Superficialidade – Uma outra forma para o antigo catolicismo – A nova aparência esconde a essência pagã e anticristã – Prolongamento e perpetuação do paganismo babilônico que iniciou a igreja romana fundamentado nos valores naturais. Finalidade: disputa – concorrência á todo custo e eterna com sua matriz original; psicologia da guerra. Culto secreto ao deus da morte por meio da exaltação da guerra – Lutero um assassino santo. O protestantismo tem a audácia maligna de propor um rótulo á seus crimes: a instituição divina da guerra. Efeitos: morte.

Pag. 173

LinkLivro: A autópsia da igreja – Editora Protexto. (Trechos utilizados com a autorização do autor).

Link do livro: PROTEXTO

A origem histórica do dízimo: Cristianismo Pagão

O Dízimo é Bíblico?

dízimo na Bíblia? Sim, o dízimo é bíblico. Mas não é cristão. O dízimo pertence à velha Israel. Foi essencialmente um imposto de renda. No primeiro século, no NT, não há registro de cristãos dizimando.

A Origem do Dízimo e do Salário do Clero.

Cipriano (200-258 d.C.) foi o primeiro escritor cristão a mencionar a prática de sustentar financeiramente o clero. Ele arrazoava que da mesma forma como os levitas foram sustentados pelo dízimo, assim também o clero cristão deveria ser sustentado pelo dízimo. [15] Mas isso representa um pensamento equivocado. Hoje, o sistema levítico está eliminado. Somos todos sacerdotes agora. Então se um sacerdote demanda dízimo, todos os cristãos devem dizimar-se mutuamente! O pedido de Cipriano foi bem incomum naquele tempo. Tanto que não foi apoiado nem divulgado pelo povo cristão naquele momento, mas muito tempo depois. [16] Além de Cipriano, nenhum escritor cristão antes de Constantino jamais utilizou referências do VT para recomendar o dízimo. [17] Foi apenas no século IV, 300 anos depois de Cristo, que alguns líderes cristãos começaram a defender o dízimo como prática cristã para sustentar o clero. [18] Mas isto não chegou a ser comum entre os cristãos até o século VIII! [19] Segundo um erudito, “pelos primeiros setecentos anos isso (os dízimos) quase nem foi mencionado”. [20]

Relatar a história do dízimo cristão é um exercício fascinante. O dízimo migrou do Estado para a Igreja. Na Europa Ocidental, exigir o dízimo da produção de alguém era cobrar o aluguel da terra que lhe era dada em arrendamento. Na medida em que a cobrança do aluguel de 10% era entregue à Igreja, esta aumentava sua quantidade de terras ao longo da Europa. Isto resultou em um novo significado relacionado a esta cobrança de 10%. Chegou a ser identificado com o dízimo levítico! Por conseguinte, o dízimo cristão como instituição foi baseado em uma fusão da prática do VT com a instituição pagã. [21]

Pelo século XVIII, o dízimo chegou a ser um requisito legal em muitas áreas da Europa Ocidental. [22] Pelo fim do século X, a diferença do dízimo enquanto imposto de renda e mandamento moral apoiado no Antigo testamento havia desaparecido. [23] O dízimo tornou-se obrigatório ao longo da Europa cristã. [24]

Em outras palavras, antes do século VIII, o dízimo era um ato de oferta voluntária. [25] Mas pelo fim do século X, ele passou a ser uma exigência legal para sustentar a Igreja Estatal — exigida pelo clero e colocada em vigor pelas autoridades seculares! [26]

Felizmente, a maioria das igrejas modernas abandonou a prática do dízimo como uma exigência legal. [27] Mas a prática de dizimar está tão viva hoje como foi durante o tempo em que era um requisito legal. Certamente você não vai ser castigado fisicamente por não dizimar. Mas se você não for dizimista — isto se aplica à maioria das igrejas modernas — você será excluído das posições importantes do ministério. E sempre será culpado e atacado de cima do púlpito! [28]

Quanto aos salários do clero, os ministros não receberam salários durante os primeiros três séculos. Mas quando Constantino entrou em cena ele instituiu a prática de pagar um salário fixo ao clero dos fundos eclesiásticos e das tesourarias municipais e imperiais. [29] Assim, pois, nasceu o salário do clero, uma prática daninha que não tem precedente no NT. [30] Mas isso não é tudo. O ato de pagar um salário ao pastor obriga-o a ser complacente com os homens. Torna-o escravo dos homens. O “vale refeição” do pastor está garantido na medida em que ele se faz simpático à congregação. Assim, pois, ele nunca está à vontade para expressar-se livremente sem temer perder alguns fortes dizimistas. Esta é a praga do sistema do pastor assalariado.

Conclusão

Embora o dízimo seja bíblico, não é cristão. Jesus Cristo não o afirmou. Os cristãos do século I não o observaram. E por cerca de 300 anos o povo de Deus não o praticou. Dizimar não foi uma prática aceita em grande escala entre os cristãos até o século VIII! O ato da oferta no NT era segundo a capacidade de cada um. Os cristãos doavam para ajudar outros tanto como para apoiar obreiros apostólicos, permitindo-lhes viajar e fundar igrejas. [48] Um dos testemunhos da Igreja Primitiva foi o de revelar o quão liberais eram os cristãos com relação aos pobres e necessitados. Foi isto que fez com que gente de fora da igreja, inclusive o filósofo Galeno, presenciasse o poder gigantesco e encantador da Igreja Primitiva e dissesse: “Olhe como se amam uns aos outros”. [49] O dízimo é mencionado apenas quatro vezes no NT. Mas nenhuma destas quatro ocorrências se refere a cristãos. [50] Definitivamente, o dízimo pertence ao VT onde um sistema de tributação foi estabelecido para apoiar aos pobres e onde havia um sacerdócio especial separado para ministrar ao Senhor. Com a vinda de Jesus Cristo, houve uma “mudança na lei” — o antigo acordo foi “cancelado” e “posto de lado” dando lugar a um novo. [51] Agora, todos somos sacerdotes — livres para funcionar na casa de Deus. A Lei, o velho sacerdócio, o dízimo, todos foram crucificados. Agora não há cortina do templo, nem imposto do templo, e não há um sacerdócio especial que se coloca entre Deus e o homem. Você, querido cristão, foi libertado da atadura do dízimo e da obrigação de apoiar o sistema do clero.

Livro Cristianismo Pagão - Capítulo 7. Pag. 101

Download: Cristianismo Pagão - Frank A. Viola

Definição de vida extraterrestre: Zecharia Sitchin

“Nós não estamos sozinhos - e não apenas no vasto universo, mas em nosso próprio sistema solar; Há mais um planeta do nosso sistema solar, orbitando além de Plutão, mas se aproximando da Terra periodicamente; Avançado "extraterrestres" - os sumérios chamavam Anunnaki, os Nefilim Bíblia - começaram a visitar o nosso planeta cerca de 450.000 anos atrás; E, cerca de 300.000 anos atrás, eles se engajaram na engenharia genética para melhoramento de hominídeos da Terra e do Homo sapiens da moda, o Adam. Nesse, eles atuaram como emissários do Criador Universal – Deus”.

Fonte: Rodrigoenok

sábado, 6 de agosto de 2011

Livro: A autópsia da igreja


Link do livro: PROTEXTO

Da desilusão ao arrebatamento apaixonado

De fato, o que continua á garantir-me a crença em Jesus como mestre é o conhecimento de que o que hoje vejo não passa de uma brincadeira safada com o apelido de igreja dele. Muitos poderiam perguntar-me porque continuo ser cristão, ou coisa parecida; meu alívio é ter descoberto que tudo isso que ai está não é o evangelho do mestre, caso contrário realmente seria eu um dos mais fervorosos militantes ateus. E vou adiante, prossigo á caminhar: não sou cristão! No sentido de ser praticante da religião cristã, pois por mil vezes repito o manifesto pessoal da anti-religião de que essa abominação é uma inimizade contra o mestre Jesus e a ainda mais! É a tentativa descarada de re-costurar o véu que ele rasgou e de quebrar o novo pacto feito com o sangue do cordeiro; que o rasgou de uma vez por todas. Pois como bem já falei aqui; a maior resposta de ódio de todos os tempos em oposição ao criador, não se deu em sua primeira aliança com os humanos, mas em sua segunda aliança, pois os valores e a ética manifestada nela é realmente insuportável á sensibilidade de quem se fundamenta nos valores do homem natural. É somente a nova aliança que despertará o maior ódio em Lúcifer que ele nunca sentiu em toda sua existência.

Ainda ontinuo á pesquisar e refletir sobre o assunto, mas até agora minha conclusão é a de que ser discípulo de Jesus, (e hoje mais do que nunca deveria ser) constitui a essência de um ser estranho, um pouco niilista no sentido material; demasiado desapegado ao poder temporal no que diz respeito á conservação das ordens e ao amor e servidão ao Estado e totalmente desapegado no que diz respeito á ética e á moral como formas puras. Porém mais ainda quando criou-se a religião, ao passo que esta para ele é a caricatura viva de como não possa chegar á Deus. A religião cristão é uma declaração viva de ódio à toda a vida do messias Jesus, nascido em Nazaré, da tribo de Judá. Pense à respeito, verás que o que eu digo não é nenhum exagero.

Ferdnand.