sexta-feira, 18 de novembro de 2011

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Em guerras de Maçom agente não chama o garçom 2


E a novela continua... Mais uma “viadajem” das duas amiguinhas de colégio está dando o que render no mundo Gospel: Silas Malafaia e Edir Macedo. Dessa vez a rede Record, emissora de Edir Macedo fez uma reportagem especial sobre as igrejas neopentecostais e os movimentos de “cair no poder”. Bem... Quanto à reportagem, nada de novo! Nada que já não saibamos, nós, que já fomos evangélicos e já participamos de toda essa loucura em forma de circo. Porém recentemente li o livro A autópsia da igreja, de Luiz Galeno, e achei uma parte muito interessante que diz sobre o pentecostalismo e as suas maluquices:

A hipnose pentecostal (observações acerca dela)

a) Função: condução á um estado mental de aceitação dos dogmas propostos. Os dogmas pentecostais são puramente práticos, experimentais ás vezes, mais visam como núcleo de sua existência a experiência sensível como parâmetro e testamento da existência da divindade; essa maneira de enxergar a produção de conhecimento acerca da divindade no homem, acarreta inevitavelmente um processo de distanciamento cada vez mais acentuado em relação á razão, gerando em seus estágios avançados repugnância á ela, repelindo tudo o que exprima alguma riqueza intelectual, que preze por exemplo, pelas artes, pela boa escrita e boa leitura. A negação da reflexão, da meditação, do silêncio em espírito para a promoção do saber: o pentecostalismo original elogia a ignorância.

b) Ambiente:

– Música alta; Toda cultura esotérica antiga, hindu, budista ou chinesa, conhece o alto valor da música para o condicionamento energético/espiritual do homem, sabe que a alma se conecta ás energias inatas dos sons e cria a ponte para um estado de elevação psíquica. A música é o substrato da atmosfera mística, ela faz a preparação para os pontos altos de “efervescência”, de modo que em um típico ambiente pentecostal não pode faltar a música, e que de acordo com a sua escala de valores de “guerreiro de Deus”, fundamentada sob a teologia da guerra, ergue-se sobre a estética agressiva, “potente”: música alta e barulhenta dessa forma representa o agir da divindade; as energias potentes, as elevadas sensações e paixões geradas por ela são o que chamam eles: “unção”, “presença de Deus no recinto”.

– A algazarra, a energia pulsante; ela faz nascer um novo estágio de contemplação pelo movimento e pelo êxtase. A contemplação do ativismo, do vício pelo movimento, o que de fato é manifestado pelo seu agente, ele torna-se realmente viciado na forma e na essência movida pelo ambiente confuso e histérico, á ponto de somente reconhecer algo como divino quando este esteja em concordância com esse padrão.

c) Condicionando o espírito

– Há um tal espírito coletivo; os seres adentrados em reuniões de cunho pentecostal tendem á serem condicionados para aquela norma de comportamento já previamente estabelecida; é algo coercitivo; vem de fora, é anterior á eles. É visível que o comportamento ali é e está condicionado, já está determinado desde o momento em que as pessoas saem de seus lares, pois em suas consciências o comportamento esperado já lhes impôs a atitude cognitiva necessária. A multidão reage ao estímulo, o condicionador da multidão á trabalha como o ferreiro trabalho sua peça de aço; com marteladas, despejos chocantes de energia psicológica atribuída ás forças divinas.

– As “línguas estranhas” como “idioma” instituído pela norma coletiva já existente. A existência de “frases” feitas, criadas pelo consenso geral, geradas pelo coletivo como representações labiais da manifestação do Espírito Santo e fortalecidas pela tradição e pelo uso costumeiro. Incorporadas ou aprendidas pelo novo membro com sua vivência no ambiente. A reprodução do idioma de línguas estranhas se dá de duas formas; as duas são igualmente coercitivas, porém uma mais branda, que faz espontaneamente o indivíduo sentir-se possuído e a outra por imposição; na segunda é o pregador que o ativa e o incentiva, na primeira; pela espontaneidade quando o novo membro se vê totalmente inserido na cultura local, revestido totalmente dos costumes nativos, á ponto de manifestar o mesmo êxtase dos demais já iniciados. Esta segunda torna-se coercitiva á medida que o novo membro não manifesta o referido dom, e logo sente-se não inserido, algo que foge da normal geral. Há aí o constrangimento como fonte do enquadramento forçoso á cultura do ambiente.

A autópsia da igreja – Pag. 158.

Quem ganha com essa guerra particular entre Silas e Macedo?

Quem ganha é o poder eclesiástico, pois é fortalecido a noção de “Ungido do Senhor”, de modo que se criam duas facções: os do Silas... E os do Macedo. Assim ficam as mulas evangélicas divididas em dois times e discutindo quem está com a razão. De um lado os idólatras de Silas, repetindo igual papagaios amestrados tudo o que o seu mestre diz na televisão. Do outro os idólatras de Edir Macedo, desenvolvendo cada vez mais repulsa e ódio em relação ao grupo de neopentecostais criando uma “guerra santa” no interior dos evangélicos (guerra santa, que de santa não tem nada!). Não seja IMBECIL! Não dê créditos à esse dois lobos, eles pensam que nos enganam! Até enganam, mas não à todos, sempre há um remanescente vivo e desperto para denunciar as obras das trevas desse imundos adoradores de Mitra. O deus sol de Silas malafaia é o mesmo deus sol de Edir Macedo. Uma guerra entre irmãos é chamada de estrategicamente de Ordo AB Chaos, isto é: a ordem pelo caos. A vitória através da bagunça, mas nesse caso a vitória é dos dois lados, os dois lados saem vencendo, cada qual com uma parcela dos cérebros dos já descerebrados evangélicos.


À quem interessa a exaltação da cultura militar?

Em toda operação para a implantação de uma UPP no Rio de Janeiro é a mesma coisa: a transmissão televisiva do país verdadeiramente estaciona para assistir de camarote os caveirões, os blindados da marinha e toda a movimentação dos homens de preto do BOPE. O ibope das emissoras que realizam a transmissão vai lá em cima. Nisso notamos que há um interesse realmente monstruoso em promover a paixão pelas armas e pela violência Estatal. Faço uma pergunta à você leitor: qual a intenção de trabalhar para a implantação dessa mentalidade no Brasil? O que será que querem os Senhores do Brasil?

Eu gosto muito de ler os comentários que os internautas deixam nos sites, blogs e fóruns da internet sobre os assuntos abordados, pois assim sabemos qual é a opinião do povão. Achei um site chamado força terrestre, e nele os comentários sobre a transmissão televisiva da invasão complexo do alemão . Vamos ver alguns comentários que nos podem ser úteis:

Em um dos comentários é dito: “A questão é que esta transmissão maciça da TV também está ajudando a melhorar a imagem da PM junto à população do Rio e a opinião pública”. (Comentário de Cesar) – Ou seja, a transmissão maciça dos eventos militares promove uma exaltação da cultura militar na mente das pessoas, e qualquer possível imagem negativa é esquecida.

Em outro: “Você não entendeu Vander, eles queriam fuzilar esses vagabundos sem a TV mostrar”. (Comentário de Diego) – Aqui é demonstrada a verdadeira vontade dos militares, de fazer como nos campos de concentração nazistas e como será nos campos do FEMA americano. No Brasil, as próprias favelas são os campos de concentração, lá eles matam à vontade (sem ninguém saber).

Em outro: “Vander, guerra é guerra, irmão! Se a vagabundagem do Rio resolveu partir pro enfrentamento aberto, tem mais é que meter bala mesmo. Pra mim as imagens deram Ibope foi pro BOPE e pra SSP-RJ. Todo mundo viu os caras sendo escorraçados, fugindo que nem ratos. Bem distante da imagem clássica do traficante arrogante desfilando de fuzil na mão”. (Comentário de Eduardo RA) – O BOPE quer ibope, as imagens que vemos na TV servem um ótimo Marketing para o militarismo de Estado.

A defesa imbecil do fascismo da nova ordem: “Se não fosse a porcaria do “bobo-cóptero”, os caras teriam sentado o aço nos bandidos que estavam fugindo pela estrada de terra… e a imbecil da repórter questionou, insinuando que a policia estava despreparada por não ter helicópteros ali para impedir a fuga! Nessas operações, a imprensa tem que ficar longe, e saber do resultado depois só no papel! Imagine a mer@#$@# que ia dar se aparecem os caras caindo feito folhas ao vento? Imprensa é boa, mas em certos tipos de operação, tem que se mantê-los bem longe…” (Comentário de Daniel Rosa)

E apenas um comentário sensato: “Me desculpem, mas eu não vejo mais motivos (que não sejam políticos), para tanta violência no RIO. Alguém está ganhando com isso… Mas...) (Comentário de Jacubão).

E por último um comentário que revela que toda a estratégia de manipulação mental está realmente dando certo: “Momento único, momento histórico… tem que mostrar mesmo, isso mobiliza o país para a real situação. Perdi a conta de quantas pessoas vieram impressionadas falar da quantidade de bandidos fugindo, quase ninguém tinha idéia que era isso tudo. Todos apoiamos, é um mal necessário, senta a pua neles”.

Sim! De fato, alguém está ganhando com isso. Porém o maior lucro realmente não é em dinheiro, mas ideológico. Controlar as mentes, fazendo com que se “apaixonem” pela violência, porém não é qualquer violência, é a violência do Estado. O cidadão fica apaixonado em ver o aparato de repressão Estatal em ação, é como nos filmes de cinema, quem assiste fica extasiado com o sangue escorrendo, excitado com a violência na telinha... Morte, sangue e violência armada: tudo isso dá prazer.

Enquanto isso, o gado (pobres espíritos ignorantes) bate palma, encoraja, apóia, pois é mobilizado à assim. Não enxerga que tem algo por trás manipulando para que ele esteja envenenado desse jeito. E alguém ainda pode perguntar pra mim, como já foi perguntado: Oh rapaz, de que lado você está? Está do lado da vagabundagem? A minha resposta será a seguinte:

Como assim de que lado eu estou? Deixa de ser idiota e alienado seu bovino; você é gado para eles, você é visto apenas como gado para ser levado aonde eles quiserem te levar. Não estou de lado nenhum nesse mundo, aqui eu só estou de passagem, sou um peregrino, ou melhor... Eu só defendo um lado; Jesus. Se você me mostrar nos evangelhos Jesus formando uma milícia com os doze apóstolos e subindo Jerusalém para retomar o território ocupado pelo império romano (como queriam o Zelotes) e lá implantando um UPP, ai sim! Eu me converto para sua religião do deus Estado e apoio as ações militares e assassinas. Caso contrário sempre serei contra qualquer entidade que queira controlar minha mente para ter meu apoio para as suas ações. O mestre já ensinou há dois mil anos e você ainda não aprendeu?

Eu deixo pra vocês a minha paz, eu lhes dou a minha paz. A paz que dou pra vocês não é a paz que o mundo dá”. (João 14:27)

Jesus de Nazaré. (João 14; 27)

Qual é essa paz que o mundo dá? É a tal pacificação, é caveirão, é fuzil, é sangue e morte. Na verdade nem é paz, é ordem, é controle.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Baal: deus da prosperidade e “fertilidade”

Bael ou Baal é o primeiro espírito da Goetia, é um rei que governa no leste, senhor da tempestade e da fecundidade. Seu nome vem da palavra ba’l e significa "dono", "senhor". Este espírito fala atropeladamente e guarda o poder de torná-lo invisível. Ele reina sobre 66 legiões de espíritos infernais e manifesta-se sob variadas formas, às vezes como um homem, e às vezes de todas as formas possíveis de uma vez”.

A maioria das pessoas que têm estudado o ocultismo sabem que ele está muito perto de Satanás e que ambos voltarão para o "início dos tempos" aqui na terra, Enlil e Enki. Ele é meio-irmão de Satan”.

Eles seguem este deus, e ainda escarnecem do nosso mestre colocando o seu (suposto) nome ao lado de tudo o que lhe é contrário. Mamom é uma tradução da terminologia de tradição aramaica que significa simplesmente dinheiro, ou o deus das riquezas. Jesus realmente reprovou foi o apego à posse material e o desejo de consegui-la a qualquer preço o que ainda hoje ocorre com freqüência e levou um filósofo de nossa época a afirmar que a religião do homem moderno era o "monoteísmo do mercado", expressão severa mas que traduz bem a atitude dos que buscam a posse como um fim em si mesma, fazendo dela o centro de suas vidas, a condição essencial de sua felicidade.

Fonte: Ally-Goetia