terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A S.O.P.A é salgada e a P.I.P.A vai voando...

É meus amigos, parece que mais um estágio da agenda Iluminati está em vigor, as estruturas da internet estão agora abaladas. Com os projetos de lei SOPA e PIPA, todos os downloads que fazemos e o conteúdo que colocamos para download estão em perigo. Creio que vocês já devem estar cientes do que está acontecendo... Quanto aos vídeos do youtube, e principalmente do nosso canal no youtube, recomendo que baixem para o seu computador. Usem este programa:

http://www.baixaki.com.br/download/atube-catcher.htm

Baixem e armazenem o máximo de vídeos possíveis em seus computadores, não sabemos se o youtube será afetado, é provável que todos os conteúdos estejam inacessíveis num futuro próximo. Segue abaixo a tabela de servidores de downloads que estão fechados, estão fechando ou estão fora do ar para “reformas”:

Para se informar mais, veja estes vídeos:





A Agenda bélica

Atualização: para quem não entende inglês, vou resumir o video1.

VIDEO1: Em 2007, o ex-General Wesley Clark, deu a conhecer uma conversa com pessoal do Pentágono. Dez dias depois dos atentados do 11 de Setembro, Clark recebeu a informação de que os EUA iriam atacar o Iraque. Admirado, perguntou "Por quê?". Responderam-lhe que também não sabiam.

Clark insistiu e indagou se tinham achado alguma ligação entre a Al Qaeda e Saddam Hussein.
A resposta foi negativa. Dias depois, Clark encontrou-se com quem lhe passou essa informação e repetiu a pergunta:"Sempre vamos atacar o Iraque?", e o seu interlocutor retorquiu: "É pior que isso! Acabei de receber esse documento do Departamento de Defesa. Vamos atacar 7 países em 5 anos, começando no Iraque. Seguem-se a Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e por último o Iran".

Observações CF: O Iraque e a Líbia já foram atacados. O objetivo de invadir estes 7 países em 5 anos falhou porque a guerra no Iraque foi mais longa do que o previsto. Mas a agenda continua. Há movimentações de tropas no Norte de África. No futuro, também a China será confrontada como veremos no vídeo2.

VIDEO2: legendado em português. Veja a partir do minuto 11:50.





sábado, 21 de janeiro de 2012

O que é o desarmamento?

Para mim, eu sou completamente indiferente à política de desarmamento simplesmente porque eu não ume armarei para “proteger” minha família. A vida acima de tudo, o medo acima de tudo. Isto é o que essa raça decadente e alienada tem como valores:

“Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e, ao que quiser brigar contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe empreste. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”.
(Mateus 5; 39-44)

Quem apóia o cidadão armado apóia indiretamente a guerra civil. Querem que o cidadão pegue em armas para defender-se do crime que é fomentado pelo próprio sistema. Ele (o cidadão), não se enxerga dentro da enorme manipulação que o engoli. Não tem a mínima percepção de que ele está sendo usado para trazer à vida o pior sistema fascista que já existiu na Terra. Segundo a ética de Jesus, quando alguém vem nos assaltar, por sermos tão desapegados com os bens materiais, não apenas damos o que ele quer, mas damos algo à mais ao assaltante. Lógico que este pensamento é um escândalo para os dias de hoje, além de ser completamente ridicularizado. Jesus e mundo continuam sendo incompatíveis.

A farsa da legítima defesa
Não há defesa, há ataque. Existem duas armas básicas: o escudo e a espada, sendo a primeira de defesa e a segunda de ataque. Ora, em toda a história do universo, a defesa se faz com um escudo, e não com a espada, pois com a espada se efetua o ataque! Uma arma de fogo, como uma pistola é assim comparada à uma espada, ela serve para ferir o outro. Desse ponto de vista identificamos que a ideologia de defesa é apenas uma fachada para se pôr em prática um sentimento de vingança, preenchido de ódio, ressentimento e rancor. Quem “se defende” atacando, na verdade não está se importando com a sua integridade, na verdade ele quer é se vingar, causar dor e sofrimento ao assaltante, por exemplo. Mas ele mesmo está em trevas, pois há ódio dentro dele.

“Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.”

(I João 2; 9-11)

Manipulando a massa
Essas ações de desarmamento servem apenas para incitar os conservadores e implantar a mentalidade de culto à violência, como ocorre nos linchamentos públicos de assaltantes que são “pegos” em fuga. No Rio de janeiro isso já virou comum, e se você for perguntar a opinião das pessoas quanto à isso elas irão concordar, dizendo: É isso mesmo, tem matar um miserável desse... Queima ele, corta a cabeça. Ora, se isso não é barbárie não sei mais o que é, e são estas idéias que permeiam o pensamento popular, que se auto-intitulam de sociedade democrática. Depois dizem que é no Irã que existe ditadura...

De modo que propor o desarmamento é praticamente um pedido para os animais de rebanho sem consciência se armarem ainda mais, pensando que estão “protegendo a sua família”. Esta sociedade nunca foi tão anti-cristo!!!

























No jogo das conspirações, essas ações governamentais de controle da mentalidade popular possuem várias cartas: a carta controle de armas e a carta Mate pela paz são as principais.

As únicas coisas que se discutem é a capacidade do cidadão de se “defender” de um criminoso e o fato dele possivelmente ficar desprotegido. A ética de Jesus nunca é posta em discussão, o que nos diz o evangelho é posto completamente de lado... Ora, não percebemos que isto é um plano orquestrado para se deixar de lado o espírito de Jesus e ficarmos discutindo o direito de andar armado. Estão todos entretidos discutindo o direito de andarem armados enquanto que o evangelho é posto de lado, sem pestanejar!

Eu não andarei armado, não preciso de arma, não agredirei ninguém, nem matarei ninguém chamando isso de defesa pessoal. Se quiserem levar o pouco que eu tenho que levem... Miseráveis são os que pensam somente neste mundo, na roupa que vestem nesse mundo, no carro que andam nesse mundo. MISERÁVEIS!!! Não são somente os que roubam os bens materiais, mas aqueles que também matariam se possível para não serem roubados! Miseráveis, cegos, pobres e nu! Esse é o Homem pós-moderno.

Carro bomba no Irã

Resumo da notícia:
Um cientista nuclear iraniano morreu quando seu carro explodiu atingido por um motociclista nesta quarta-feira, o que levou o governo do Irã culpar agentes israelenses e norte-americanos, mas insistir que o assassinato não o iria desviar do caminho de desenvolver o programa nuclear do país. A tensão sobre a questão nuclear provoca temores de guerra e ameaça o fornecimento mundial de petróleo.

Israel, cuja agência de inteligência Mossad tem um histórico de assassinatos secretos no exterior, não quis comentar o atentado desta quarta-feira. De qualquer forma, o ataque traz algumas marcas do trabalho de agências de inteligência sofisticadas, capazes de driblar o extenso aparato de segurança do Irã e também de mostrar cuidado em limitar os danos aos passantes.

Fonte: Estadão

COMENTÁRIO A última hora

2012 parece ser o ano das conspirações, aonde todas as cartas iluminatis se tornarão realidade. Dessa vez um cientista Iraniano morre com um carro bomba. Ora, só me diz se fosse ao contrário, se fosse um atentado em Israel? Rsrsr, Irã já estaria sendo bombardeado nesse exato momento pelas “potências ocidentais”. Peço apenas que reflitam nessas imagens abaixo, e no que elas significam:


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Privatização da fé ou revolução existencial do evangelho?

Estava eu visitando o site do pastor Ed. René Kivitz e me deparei com uma postagem relacionada à pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) e do CERIS (Centro de Estatísticas religiosas e investigações sociais) que informam o crescimento do número dos ditos “evangélicos não praticantes”, dizendo: “o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas”, prosseguindo, René Kivitz declara: “É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso”.

Mas aí é que está o mais grave equívoco: quem disse que eu não sou praticante? Porém, antes disso: o que é ser praticante? Toda a caduca ciência social parte de um preconceito filosófico de que a prática de determinado credo é submeter-se à religião formalmente instituída. Por exemplo: se eu me declaro um discípulo de Jesus, logo me perguntam: qual é a sua igreja? Qual o seu pastor? Aonde você presta culto?

Estas perguntas só evidenciam que a mente do pesquisador trabalha com os conceitos do próprio sistema religioso, que diz que quem não vai à igreja não está salvo, pois a igreja é a mediadora entre Deus e os homens; que quem não se submete à igreja não se submete à Deus, e muitas outras blasfêmias megalomaníacas que as instituições religiosas possuem, dentre elas principalmente o cristianismo. No catolicismo isto é uma doutrina sólida, chamada: “Não há salvação fora da Igreja”.

Os institutos de pesquisas sociais do Brasil não estão conseguindo saber o que realmente está acontecendo no interior do Protestantismo brasileiro, e por meio de pesquisas e relatórios fracos, no sentido de exatidão dos processos sociais, não conseguem enxergar o que realmente está ocorrendo e assim criam interpretações que “colocam no mesmo saco” indivíduos com experiências e intenções completamente diferentes entre si. Sendo assim, vou colocar aqui pelo menos três tipos de “desigrejados” que estão nascendo nos últimos tempos:

1 – Pela linhagem sanguínea – “Filinho de peixe, peixinho é”, filhos de pastores, de religiosos que não optam por seguir o mesmo caminho que o de seus ancestrais.

2 – Pela crescente secularização da “igreja” nos meios de comunicação de massa – hoje em dia muitas pessoas estão se identificando com a cultura religiosa evangélica. Músicas de artistas gospels tocam em rádios seculares, muitos artistas seculares ouvem a música gospel e até freqüentam igrejas. Porém isso ocorre da mesma forma como é o protestantismo nos EUA, como uma religião nacional, aonde uns 70% da população se diz evangélica (nominal) e como é aqui no Brasil com o catolicismo, aonde sempre mais da metade são católicos. Estes são os “expectadores”.

3 – Pela conscientização das verdades do evangelho tomando ciência da malignidade da religião cristã, muitos estão hoje saindo das instituições religiosas e vivendo uma vida autônoma fazendo uso de seu próprio entendimento: a vida abundante que Jesus os prometeu. Claro que enfrentam muitas dificuldades, perseguições, possuem os mesmos problemas que todo e qualquer ser humano possui. Estes estão saindo da Matrix religiosa chamada igreja e convidando à todos os outros.

Daí eu pergunto, se você já foi evangélico e se considera um “desigrejado”, qual desses três é você?

O problema é que os doentes e obcecados por clubes e agremiações religiosas enaltecem o conceito de comunidade à ponto de o colocarem como referencial único de verificação se alguém é ou não de Jesus. Nos próprios evangelhos nós vemos os discípulos reclamando com Jesus porque outros que não faziam parte do “clube de Jesus” estavam ensinando em nome dele, curando enfermos em nome e expulsando demônios também em seu nome, e surpreendentemente Jesus arrebenta com os ditos apóstolos: “deixai-vos; quem não está contra nós é por nós...”.
A pergunta colocada em pauta por René Kivitz é: para que serve a igreja? E para mim é impossível responder sem antes definir o que é que ele chama de igreja? Pois mais uma vez as indagações e argumentações surgem encharcadas de conceitos pré-concebidos. Porém ele mesmo depois responde: “A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra”. Contudo tenho rigorosamente que discordar, ressaltando que ela PODE ser, entretanto não NECESSARIAMENTE É uma comunidade que preserva a memória de Jesus. E se ela não for? Devo, pela obrigação religiosa de estar em um clube e me submeter às abominações e desgraças que ela preserva dizendo que é de Jesus?

Ora, Sr. René Kivitz é hora de tomar mais vergonha nessa fé, não acha?
Nós, os tais “desigrejados”, até nos organizamos também, mas não vemos isso como um dogma, como uma obrigação mortal, como uma instituição divina, pois Jesus não instituiu comunidade nenhuma. Ele “precariamente” capacitou um grande número de pessoas, dentre elas os doze, e os mandou espalhar a mensagem que ele anteriormente os havia dado, só isso! Nada à mais! Historicamente, aos poucos é que as comunidades de seguidores do caminho é que foram se formando.

Também escreveu René Kivitz: “Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça”, Completamente errado. A maioria dos que estão abandonando as igrejas evangélicas o fazem com a sólida consciência das verdades do evangelho, e estão experimentando que somente “fora da igreja” é possível realmente experimentar o divino, a transformação verdadeira da mensagem de Jesus, posto que na instituição religiosa a única coisa que encontram é entretenimento espiritual, manipulação do evangelho, disciplina cega e padronização das condutas e cancelamento cada vez mais forte da liberdade de espírito.

A igreja, ou A comunidade, como preferir, não possui como finalidade de sua existência revelar o evangelho ao mundo, ela o encobre e o esconde! Se o revelasse, ela teria de deixar de existir, simplesmente porque Jesus, assim como está descrito nos evangelhos, é a completa destruição do sistema religioso. A lei, a antiga aliança era composta pelo tripé religioso: o tempo, o culto e o sacerdote; sabendo disto Paulo afirma: O fim da Lei é Cristo! Mas poderíamos facilmente concluir pelos ensinos de Jesus que: O fim da religião é Cristo! Neste sentido: Lei & Religião são a mesma coisa.

Privatização da fé é o que o cristianismo e a igreja fazem com a boa nova de Jesus. A igreja possui o monopólio do evangelho, somente ela diz o que é o quê. O está ocorrendo hoje é que este monopólio está sendo aos poucos quebrado, assim como no século XVI, nos tempos da reforma, aonde o monopólio se concentrava nas mãos da igreja católica. Porém, ele continuou sendo monopolizado, agora pelos católicos reformados (protestantes, evangélicos...), e nós estamos vivos hoje para trazer à tona tudo o que os séculos esconderam. O que René Kivitz e outros líderes do sistema religioso não contavam é que sempre houve, e sempre haverão os remanescentes, chamados de hereges.

A criação espontânea e não opressiva de uma comunidade em torno das idéias de Jesus é apenas uma leve conseqüência, e não um dever ou um dogma. É uma conseqüência de toda a revolução existencial ocorrida no interior de todos os indivíduos que absorveram o que Jesus veio nos transmitir. Igreja não é uma comunidade, igreja são indivíduos.

O Sr. René Kivitz precisa ainda aprender à se libertar de Roma. Esta doutrina que li na sua postagem e à que estou me referindo é proveniente de Roma, porém no seu caso é a Roma reformada. Há salvação fora da igreja? Essa é a pergunta respondida como um tapa na cara pelo ladrão da cruz: hoje mesmo estarás comigo no meu reino! Disse Jesus à ele.

O reino de Deus não está na igreja, nem mesmo é a própria igreja. O reino de Deus está dentro de nós, de cada um de nós.

Fonta da crítica: www.protexto.com
Fonte da matéria riticada: www.edrenekivitz.com

Níbiru 1

De acordo com as pesquisas do Dr. Zecharia Sitchin esta seria a órbita de Nibiru. O planeta teria 4 vezes a massa da Terra. E seria habitado pela civilização que os Sumérios adoravam como seus "deuses". Estes teriam modificado geneticamente o hominídeo que habitava nosso planeta para criar o Homo Sapiens.
Continua...

sábado, 7 de janeiro de 2012

Provas da guerra no Oriente Médio

Quem gosta de suspense é aconselhado ler este artigo, não irá se arrepender. Vamos tratar da guerra secreta que se trava desde os últimos dois anos no Oriente Médio, e que está agora emergindo de uma vez, para todo mundo ver.
Os “aparentes” atores principais desta peça trágica chamam-se Israel e Irã, mas os verdadeiros são os de sempre: norte americanos, russos e chineses. O resto do cast, os coadjuvantes, não são de menosprezar: Egito, Turquia, Síria formam realidades complexas, peças de manobra no tabuleiro do oriente médio.

O “camarote” tem os vidros fumê, ainda não dá para ver claramente quem está dirigindo o show, apesar de muitos crerem poder identificar nos grandes grupos de poder, os conglomerados econômicos e financeiros, os que de fato controlam o desenrolar da peça. O público pagante somos nós.

A questão “oficial” é nota: o Irã está tentando construir um sistema industrial que permita ao aparato militar de equipar-se com armas nucleares, e Israel não quer que isso aconteça, por óbvios motivos. A “não oficial” fala sempre da mesma coisa: petróleo, energia para o futuro da geração dos “irresponsáveis”, da qual nos fazemos parte, tanto é que o dinheiro que custeia tudo isto provém dos bolsos, direta ou indiretamente, dos “desligados” contribuintes do planeta.
Sabemos que o Irã, além de ser um país populoso com um enorme aparato militar, tem o território encravado naquela riquíssima região de mares subterrâneos de combustíveis, e suas fronteiras tocam Rússia, Turquia, Iraque, Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes, Oman, Paquistão e Afeganistão. Ao ver tal lista de vizinhos podemos começar a entender a importância estratégica que o Irã tem no tabuleiro do xadrez no oriente médio, e não só disso.

O verdadeiro perigo que o Irã representa, nesta lógica que estou apresentando, é que, em sendo a maior potência militar ativa naquela região, fora Israel, pode a qualquer momento bloquear o tráfego marinho no estreito de Hormuz, no Golfo Pérsico, impedindo a qualquer navio o recebimento e o transporte do petróleo que sai dos depósitos dos países árabes que fornecem o bloco ocidental dos americanos e dos europeus, deixando os primeiros reféns do combustível venezuelano de Chavez, e os segundos do petróleo e do gás russos, que seriam garantidos através da fronteira natural do Mar Cáspio, que une o Irã à ex URSS.

Se isso acontecesse, seria uma revolução tal que de imediato provocaria uma debàcle das democracias atlânticas e mediterrâneas, dividindo o mundo em dois: os que tem energia, e os que devem comprá-la. Nesta simples equação reside o verdadeiro motivo de tudo que vemos desenrolando-se naquela região.

Mas vamos dar uma olhada ao tabuleiro, e ver a posição de cada peça. A Rússia controla o mercado do gás na Europa, mas não o do petróleo, em mãos dos Países árabes aliados aos Estados Unidos, encabeçados pela Arábia Saudita. Junto com a China escolheram o Irã como posto avançado na região, fornecendo a esta Republica Islâmica armas, dinheiro, aparatos técnicos e conhecimentos científico-militares. É assim faz tempo, mas dois anos atrás algo mudou: um avião com cinco “técnicos nucleares” russos, em missão como “treinadores” dos iranianos, explodiu “casualmente” antes de aterrissar, matando todos.

Nos meses seguintes, outros tantos engenheiros nucleares iranianos – os que tinham sido treinado pelo russos – também morreram, alguns “casualmente”, outros nem tanto. As fábricas onde o programa nuclear iraniano era desenvolvido começaram a ser alvo do serviço secreto israelense, o Mossad. Antes intervieram através de uma nova geração de vírus eletrônicos que desestabilizou todo o aparato da tecnologia nuclear dos Ayatollah, reduzindo-o de um terço, de fato atrasando o cronograma dos islâmicos.

A este ataque cibernético seguiu um bem mais “normal”, com a explosão de uma base de mísseis próxima a Teheran e, na semana passada, de uma fábrica de ogivas. Os dois países, Irã e Israel, começaram a acusar-se reciprocamente, um invocando a suposta intenção do outro em destruí-lo. Neste impasse, a diplomacia internacional tentou, e ainda está tentando, forçar os iranianos a desistir do programa nuclear com sanções econômicas duríssimas, mas que até agora não tiveram êxito nenhum, se não o de cristalizar as posições da Rússia e China, em favor dos xiitas iranianos.

Os americanos, então, decidiram “meter a mão na massa”, e começaram a enviar material bélico à Israel, secretamente, para ser usado em solo iraniano: os “drones”, aviões sem pilotos, invisíveis aos radares, equipados com câmeras e bombas de precisão. Evidentemente o governo americano sempre negou tal feito, mas ante ontem (4 de dezembro) os iranianos abateram um desse exemplares de última geração, os mísseis Rq-170 Sentinel, hiper-tecnológicos UAN (Unmanned Aereal Vehicle), e a farsa acabou. Os protestos russos se levantaram de imediato, e deram guarita à decisão de manter navios de guerra em frente ao litoral sírio, outra “trincheira” dos ex-soviéticos. É noticia de hoje, porém, que os americanos não se deixaram intimidar, e mandaram os navios de guerra estacionados no Mar Vermelho, através do Canal de Suez, no Mediterrâneo, em direção à Síria.

Em breve teremos, talvez, as duas potências mundiais uma em frente à outra, como antigamente. Neste quadro preocupante o Egito se encarrega de fornecer mais motivos de suspense. As recentes eleições mostraram um novo equilíbrio do poder, em formação na terra das pirâmides. O 40% dos votantes elegeram o Partido Islâmico (moderado) como representante, e outro 20% deram a própria preferência ao partido dos Salafitas, fundamentalistas islâmicos, inimigos mortais dos hebreus. O governo que será em breve formado será totalmente contrário à política de “boa vizinhança” com Israel, siglada em Camp David nos anos 80 e mantida nas últimas décadas pelo governo precedente de Hosni Mubarak.Para complicar ainda mais a situação a potentíssima Turquia, desde sempre “barreira” ocidental em terras islâmicas, mudou de opinião, e entrou em conflito diplomático com o governo ultra-conservador de “Bibi” Nethaniau, ameaçando romper os acordos comerciais e militares.

Eis que os três lados do triângulo no qual Israel está encravada, são agora definidos: Egito, Turquia, Síria e Irã tem tudo para fornecer preocupações de sobra aos israelenses, e aos ocidentais que financiam e sustentam o poderio militar dos hebreus na região. Estes, de fato, querem mostrar que sabem responder à altura, numa “queda de braço” que não poderá ajudar algum processo de paz no Oriente Médio.

Aparentemente, então, a situação é muito preocupante, e de fato o é. Mas tem algo mais. A nave espacial que desceu, em janeiro passado, sobre o templo maior dos cristãos, hebreus e muçulmanos, foi mensageira de um recado de Yahweh/Allah: não mexam onde não devem, o momento agora é meu, não mais de vocês. Os governos russos e americanos, que há muitos anos têm relacionamentos constantes com expoentes de outras civilizações extraterrestres, sabem com quem estão tratando, conhecem a determinação e o poderio tecnológico dos nossos irmãos “de fora”, e os temem.

A verdadeira guerra não é nas dunas do deserto da África, mas na matriz quântica de Javeh, de Jesus e Sai Baba. E ali que se enfrentam o exército da luz e o das trevas. E a batalha final, o Armagedon, já tem um êxito predeterminado.

Podemos dormir em paz, se esta for a vontade do Pai. Se for outra, o saberemos em breve.

Fonte: Orbum.org

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COMENTÁRIO A última hora
Fazendo-se as devidas ponderações, pois o site de onde tirei esse texto é de Ufologia, o texto demonstra muito claramente que o cenário está se armando para o Armageddon. Eu somente acrescentaria que, neste nosso mundo dos homens, não existe “O Bem contra o Mal”, não há certos e errados, mocinhos e bandidos nestes cenários; há apenas disputa de poder, rivalidade e lucro. Nem Israel é o “bem” nem o Irã é o “mal”, mas pelo condicionamento mental que sofremos, somos levados à tomar partido daquele que é evocado como o “Bem”. Irã com a sua república Islâmica que acredita fielmente em submeter o mundo à vontade impositiva de Alá (Jeová), e Israel que é um estado Sionista, fascista, que no passado se aliaram à Hitler para destruir os próprios judeus; os verdadeiros judeus não constituem o Estado de Israel!!! Uma coisa é judaísmo, outra é Estado de Israel. São dois Estados teocráticos, não são governos Laicos, cada qual defende uma divindade, no fundo, é como na Grécia, aonde nas guerras eram os deuses que estavam por trás controlando os humanos. Porém neste caso as duas divindades, do Islamismo e do Judaísmo são a mesma! O deus do antigo testamento (Jeová) e Alá são as mesmas divindades, leia o Alcorão! Judeus e Árabes são irmãos, e pela briga de irmãos é que o mundo será levado á terceira guerra mundial. Sinceramente? Eu quero é que se exploda, e que tudo aconteça logo, estou de saco cheio desse planeta... Pois são profecias, acontecerão mais cedo ou mais tarde. 2012 um ano normal, quero ver é 2013! Os maias não profetizaram fim de mundo nenhum, se existe uma profecia Maia é que nesta data, o “deus sol” retornaria à Terra. Quem é o “deus sol”?