sexta-feira, 23 de março de 2012

A grandeza do evangelho



Inácio de Antioquia (35 d.C - ?): "Nisto consiste a grandeza do cristianismo (evangelho): em ser odiado pelo mundo"

Estadismo — A Religião de Ninrode

Autor: Pr. John Weaver

Sinopse: A criação de um grande governo socialista e totalitário, que intervém em cada aspecto da vida dos cidadãos, desde o berço até a sepultura, pode ser rastreada até o reino de Ninrode (Gênesis 10:8-12), o construtor de cidades na Mesopotâmia. Naquele tempo, Deus interveio e confundiu as línguas, estorvando aquele projeto de criação de um governo global, com uma religião e uma economia também globais. Nestes tempos finais, uma situação análoga está se desenvolvendo, de modo que os cristãos precisam compreender que o governo quer tomar o lugar de Deus em suas vidas.

Ninrode! Que nome e que legado! O nome Ninrode vem da palavra hebraica marad, que significa "ele se rebelou" ou "rebelião" ou "valente na rebelião". Ninrode era descendente de Cuxe, o filho de Cão, filho de Noé. Ele foi o primeiro a afirmar ser "um homem poderoso na Terra." Babel foi o início de seu reino, que ele ampliou gradualmente. A "terra de Ninrode" em Miquéias 5:6 é uma referência à Assíria ou Sinar, que faz parte dela.

Ninrode começou a ser poderoso na terra: isto é, ele foi o primeiro que formou um plano de governo, e colocou os homens em submissão a esse governo; ele começou a ser poderoso em pecado e se rebelou diante do Senhor na Terra. Em seu caráter civil, ele foi um dominador e um governante: ele foi o primeiro que reduziu muitas pessoas e várias cidades a uma forma de governo da qual ele era o chefe, ou por meio da força e da usurpação, ou pelo próprio consentimento das pessoas, por meio do engano e da persuasão.

Primeiro, precisamos entender que Ninrode estabeleceu a idolatria, assim como fez Jeroboão, com o objetivo de confirmar seu domínio usurpado. Ele fez isto para que pudesse estabelecer um novo governo e, ao estabelecer seu governo e sua religião, ele se tornou o primeiro idólatra e tirano. Babel foi a mãe das prostituições e abominações da Terra (Apocalipse 17:5).

Vivemos em uma sociedade ninrodiana. Uma sociedade ninrodiana é uma sociedade pró-estadismo. "Tudo deve ser pelo Estado e nada contra o Estado." Como o presidente Bush disse, imitando as palavras de Cristo, a respeito de sua guerra ao terrorismo: "Ou vocês estão conosco ou estão contra nós." Infelizmente, em um governo pró-estadismo, essas palavras são aplicadas em todas as áreas e esferas da vida, até na espiritual.

Existe uma religião pró-estadismo neste país. Muitas vezes essa religião pró-estadismo desfila debaixo do guarda-chuva do evangelho. Nós nos esquecemos, negligenciamos e nos afastamos tanto da Palavra de Deus que na verdade não conhecemos, nem reconhecemos o cristianismo bíblico. Sofremos tanta lavagem cerebral e recebemos tanta propaganda ao ponto de nem mesmo reconhecermos que o cidadão comum e o cristão professo comum são nada mais, nada menos, do que bons "pequenos militantes do Estado". Professamos ser cristãos, expressamos um desejo de agir como cristãos, mas a verdade continua e nossas atitudes e ações traem nossa profissão de fé. Falamos uma coisa e vivemos outra. Professamos a verdade, mas vivemos uma mentira.

A marca da besta

Muitos cristãos estão preocupados com a marca da besta. Ouço muitas pessoas dizerem: "Bem, eu não receberei a marca." Pense por um instante. A marca será posta na testa ou na mão. A testa representa o pensar, a mente, o padrão de pensamento, e a mão representa ação e conduta. A maioria dos cristãos já pensa e age como aderentes do Estadismo, eles não precisam de uma marca literal. Suas vidas já estão marcadas por pensamentos e ações anti-evangelho. Fizemos do governo um deus, um falso deus, mas lhe rendemos adoração, honra e reverência que são devidas somente ao único Deus Vivo. Já temos a marca, mas não percebemos isso.

Houve uma transferência de poder do indivíduo, da família e da igreja para o governo.

O estadismo vê o Estado como a fonte de autoridade, moral, lei e domínio. No estadismo, a religião é como se fosse um "Departamento do Estado" e o Estado se torna a instituição total, compreendendo a vida e propriedade do homem. Sob o estadismo, tudo deve ser regulado e controlado para o benefício do Estado. O Estado possui três grandes poderes que usa para seu claro benefício — coerção, alistamento e confisco. A coerção vem por meio de seu poder de intimidação e obrigação; o alistamento vem por meio de seu poder de fazer planejamento militar, das situações de emergência e econômico; o confisco é realizado por meio da tributação e do poder de desapropriação.

O que é considerado roubo no setor privado é "tributação" no setor público. O que é sequestro no setor privado é "serviço seletivo" no setor público. O que é fraude no setor privado é "política monetária" no setor público. O que é assassinato em massa no setor privado é "política externa" no setor público.

Thomas Paine, em Os Direitos do Homem, afirmou um princípio do Estado-nação, declarando: "A nação é essencialmente a fonte de toda a soberania; nenhum indivíduo, nenhum grupo de homens, pode reivindicar autoridade alguma que não provenha expressamente da nação" .

Sob o estadismo, o evangelho se torna cada vez mais um obstáculo e um embaraço aos poderes constituídos. A questão deve ser respondida: a salvação é uma obra de Deus ou do Estado? Dizendo de outra forma, podemos perguntar: a solução para o problema do pecado é trazida por Deus ou pelo o Estado? Como R. J. Rushdoony escreveu em Politics of Guilt and Pity (A Política da Culpa e do Pesar): "O Estado moderno... tornou a salvação sua função".

O homem precisa ser salvo da pobreza, da doença, da morte, da ignorância, do pecado, da guerra, da superstição e de todas as outras coisas através do Estado salvador, que trabalha firmemente para criar sua ordem divina, a sociedade salvadora. Todas as áreas que o Estado deseja invadir e possuir em nome do bem-estar do homem, passam a ser sua legítima jurisdição. Uma soberania total é proclamada em nome do homem. O Estado nega veenentemente a necessidade da ordem da teológica cristã, visto que reivindica ter jurisdição sobre todas as áreas em termos de sua divindade real.

O Estado se tornou um ídolo diante do qual os homens se prostram. Esta é uma forma antiga de idolatria. Por exemplo, as moedas do Império Romano, usadas na época do ministério terreal de Jesus Cristo, deixavam claro que a autoridade civil devia ser idolatrada. No denário dado a Jesus em Mateus 22:19 havia a imagem de César, com a inscrição: "Tibério César Augusto, filho do Divino Augusto." O outro lado louvava César como "sumo pontífice". Embora não tenhamos essa reivindicação explícita de uma autoridade religiosa alternativa impressa em nosso dinheiro, podemos observar cada vez mais algumas das peculiaridades de reverência religiosa prestadas ao Estado. Há uma extensa regulação daquilo que antes estava sob o domínio do indivíduo, da família ou da igreja. Até a educação dos nossos filhos está hoje cada vez mais controlada pelo Estado (Lei da Palmada que pune pais “baterem” nos filhos).

O Estado precisa roubar os atributos de Deus, pois é, como Hegel afirmou: "deus andando na terra". Ouço frequentemente as pessoas dizerem: "O governo, ou o Estado, está apenas preocupado com nossos melhores interesses." Você acha que o Estado está verdadeiramente interessado em seus cidadãos? Veja o que diz Murray N. Rothbard:

"Podemos testar a hipótese de o Estado estar amplamente interessado em se proteger, em vez de proteger seus cidadãos fazendo a seguinte pergunta: que tipos de crimes o Estado persegue e pune com mais firmeza? Aqueles contra o indivíduo ou contra o próprio Estado? Os crimes mais graves na linguagem do Estado são quase que invariavelmente nada de agressões à pessoa ou invasões à propriedade privada, mas as ameaças ao próprio Estado, como, por exemplo: traição, deserção de um soldado ao inimigo, deixar de comparecer à convocação militar, subversão e conspiração subversiva, assassinato de governantes e crimes econômicos contra o Estado, como a falsificação de dinheiro ou sonegação de impostos. Ou então, compare o grau de zelo empregado em perseguir um bandido que atacou um policial com a atenção dada pelo Estado ao assalto sofrido por uma pessoa comum. Todavia, curiosamente, poucos percebem a inconsistência na lógica presumida do Estado em sua prioridade escancarada de proteger-se do povo."

Foi Henry L. Mencken quem disse, em 1926: "O Estado tem assumido um número vastíssimo de novas funções e responsabilidades; tem estendido seus poderes até que eles penetrem em cada ação do cidadão, até as mais secretas; ele começou a lançar suas operações ao nível de alta dignidade e impecabilidade de uma religião estatal; seus agentes tornaram-se uma casta distinta e superior, com autoridade para prender e soltar, e de se intrometer em qualquer lugar. Mas ele ainda permanece, como desde o início, o inimigo comum de todos os homens de boa vontade, esforçados e decentes".

Conclusões
1. A arma mais poderosa que o Estado possui para impor sua religião, filosofia e decretos sobre as pessoas é a força. Governo é força. George Washington disse: "O governo não é razão; não é eloquência; é força. Como o fogo, é um servo perigoso e um mestre temível." Precisamos nos lembrar de um simples princípio: Ter poder não significa ter direito. Precisamos permanecer ao lado da verdade, mesmo se tudo estiver contra nós. Benjamin Franklin disse: "Aqueles que abrem mão de suas liberdades essenciais em troca de segurança temporária, não merecem nem a liberdade, nem a segurança.".

2. Precisamos aprender a exigir a prestação de contas por parte do governo. Uma das claras vantagens que o governo tem é que ele se abstém das mesmas leis que espera que todos os outros cumpram. Como George Orwell ensinou em seu livro A Revolução dos Bichos: "todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros". O governo deve ser um servo do povo. Mas agora que o governo cresceu, as autoridades no governo passaram a odiar o termo "servidor público". Enquanto permitirmos que o governo siga sem ser questionado, sem ser impedido e sem ter limites, continuaremos no mesmo caminho até sermos completamente escravizados. Devemos usar todos os meios possíveis para colocar o governo sob a prestação de contas.

3. A única saída é por meio da obediência a Deus e à Sua Palavra. Nunca colocaremos o governo em seu devido lugar até que coloquemos Deus no lugar Dele — em Seu trono! Só pode haver um soberano, um fim, um absoluto, e não é o governo — é o único e verdadeiro Deus Vivo que se revelou a nós em Cristo Jesus! Se alguém não sabe quem Deus é e que somente Ele é o verdadeiro soberano, como pode saber que o governo é um usurpador e um ladrão? A verdade é: ou reconhecemos Deus como nosso Soberano, ou reconheceremos o governo. Devemos escolher entre Deus e César. Devemos por necessidade obedecer a um ou o outro. Não se pode servir à dois senhores...

sexta-feira, 2 de março de 2012

Vergonhoso condicionamento mental

Crianças já estão sendo educadas na cultura militar da Nova Ordem Mundial

Faz parte de todo o processo de condicionamento mental na ideologia da Nova Ordem Mundial iniciar as crianças de hoje na cultura da violência para que elas sejam, ou os futuros soldados genocidas, psicopatas e torturadores da Nova Ordem Mundial ou o gado submisso que legitima a violência estatal com o seu apoio popular. Ora, se isto não é apologia à violência, então nada mais é! Entretanto, devemos perceber que, é sim apologia à violência, mas à violência Estatal. Então pode, é permitido e todos acham bonitinho. A verdadeira apologia à violência é aquela que é feita para a aceitação da violência do Estado como legítima, ou até como divina. È o mal com cara de bem, Ora, nunca um demônio se apresenta como demônio, sempre se apresenta como algo bom. Desde de 2010 as fantasias do BOPE tem sido um sucesso de vendas entre adultos, mas principalmente em ter as crianças. E este ano não diferente, os pais doentes mentais que adoram ficar de frente pra Televisão assistindo programas policiais e torcendo pra polícia matar bastante vestiram seus filhos de soldados assassinos e os colocaram nas ruas para festejar o carnaval. Tempos de trevas.

Mensagens Subliminares
É necessário se usar de toda a propaganda fascista já largamente difundida na mídia, expressões como Heróis, a luta pela paz... São utilizadas para fortalecer na mente das pessoas o suposto caráter benéfico para da tortura e da violência fascista.




















O poder da mídia
A grande mídia forja a cultura do gado humano, é dela que vem as tais “paixões nacionais”, de modo que tudo o que é cultuado pelos pobres (principalmente) é porque foi incitado pela tela de cristal da televisão.

Os soldadosnaNova Ordem

No recrutamento, até as crianças são aliciadas, pela cultura e pela maciça propaganda midiática à serem, “voluntariamente” soldados da Nova Ordem. Defensores e propagadores da ideologia de repressão, controle e vigilância instaurada “com o consenso” das pessoas. Soldados da Nova Ordem também são todos aqueles que apóiam o regime, que dão sua colaboração indireta para que o poder esteja em vigor. E assim, a Nova Ordem é também democrática, pois idosos, adultos, homens e mulheres e até as crianças são aliciadas para fazerem parte da torcida organizada do governo mundial e dos campos de concentração à céu aberto que começam à aparecer nas grandes cidades brasileiras. O Brasil é maior laboratório da Nova Ordem no mundo! Está aqui os experimentos mais avançados na arte de manipular mentes e controlar os corpos humanos; o Brasil é a menina dos olhos do governo mundial, completamente submisso à ONU, ao FMI e aos dispositivos globalistas. Aliás, as UPPs (Unidades de polícia pacificadoras) surgiram diretamente da obediência à ONU, pois segundo o General Eleno, no programa canal livre da Band, a idéia de implantar UPPs no RJ surgiu da experiência do exército Brasileiro no Haiti; isto é, da obediência à ONU surgiu o projeto mais ditatorial feito pelo governo brasileiro depois de 1964. Mas a pergunta que fica é; e você, será mais um soldado da Nova Ordem? Amanhã eles falarão: quem não está conosco está contra nós! E você, o que vai fazer? Jesus tem um recado para quando isso ocorrer:

(Mateus 16:25) “Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á”.