Em decorrência dos atentados de 2001, deu-se início à uma  nova empreitada dos ateus militantes. Richard Dawks, com seus belos olhos azuis e sua envergadura científica colocou fogo no circo, mas sua veia anglo-saxônica pulsa aos nossos olhos, não somente a sua, mas à de quase a totalidade dos chamados teóricos “anti-terroristas”, pois o que estes embusteiros estabelecem como consenso é nada mais que a soberania do Estado sobre as ações do indivíduo, bem como a maior maneira disto ocorrer: o monopólio da violência. Quando ouvimos: Israel tem o direito de atacar preventivamente para proteger seu território, estamos ouvindo destacadamente a teoria do monopólio Estatal sobre o uso da violência. Posto que Israel é um Estado formalmente constituído, e grupos particulares que também praticam o militarismo, com por exemplo o Hamas não o são. E exatamente contra o grupo Hamas o Estado de Israel iniciou semana passada uma nova série de ataques à faixa de gaza.

Nunca ouvimos na grande mídia o exército de Israel sendo chamado de terrorista, pois nesses termos, terrorismo se aplica somente à exércitos informais, isto é; que não pertencem à um Governo estabelecido. Mas ouvimos grupos armados sendo classificados como terroristas: Hamaz, Rezbolah, etc. Contudo, não é a análise que Cristo nos ensinou; ter como referência de legitimidade a submissão à um Estado. Não é esta a leitura existencial encontrada nos evangelhos. Em Cristo a ação é aceita ou condenada independente de quem à faz; ou seja, a ação em si proveniente de um indivíduo que é (inevitavelmente) responsável diante de Deus, portanto não há transferência de responsabilidade em decorrência de obediências (Mateus 15: 14). Tanto quem manda quanto quem obedece exercem o poder de desejo, de escolha e ação.

De modo que esses teóricos defendem o terrorismo de Estado, a violência produzida por exércitos formais, e não por exércitos informais. Ora, nunca me apercebi que toda a luta anti-terrorista que vemos no ocidente era na verdade uma luta por, digamos; “direitos trabalhistas”, ou por uma regulamentação da atividade militar, deve-se matar, com muita crueldade, beber o sangue até a última gora, mas que isso seja feito de carteira assinada, com FGTS, férias e décimo terceiro…

Olhos para esta guerra besta entre Israel e palestinos e não vejo diferença entre os lados, ambos se assumem como psicóticos bebedores de sangue humano. De um lado psicopatas vestindo azul, de outro psicopatas vestindo verdade. Não existe “bem” e “mal”, aprenda isso meu caro leitor, e verás o mundo de outro modo.

Pena ver meninas tão lindas e comprometidas com ideologias tão pobres e depreciadoras da existência humana. Digo e repito, não importa que essas ideologias à que me refiro sejam, tanto a defesa de seu Estado nacional (Israel), ou a defesa de um conceito e de um pedaço de terra invadido pelo outro (grupos Islâmicos); ambos se revestem pela mesma antipatia pela vida, pelo amor, demonstrando o mesmo gosto demoníaco pelo sangue e pelo poder.

Em verdade, devemos ser sinceros e reconhecer o porque de judeus e mulçumanos desprezarem tanto a figura daquele carpinteiro que nasceu em Belém, pois sua proposta é absolutamente “infantil” para o coração que detém poder nas mãos. Ora, ele não prometeu a constituição de império nenhum, não prometeu aniquilar o outro povo concorrente, não se armou até os dentes para se defender (pois na mentalidade débil a Legítima defesa é um direito natural), ao contrário, quando os militares vieram prendê-lo e perguntaram quem era Yeshua, este não só levantou a mão e se acusou como disse: é a mim que procurais

E depois ainda querem me convencer de que existe uma guerra do “bem” contra o “mal”… O teatro do bem e do mal aqui está desmascarado.

Desde a infância os dois povos doutrinam suas crianças à tornarem-se assassinos pelo fervoroso amor às armas. Porém comumente só são vistas fotos como à de cima, com crianças mulçumanas empunhando fuzis, pois a mídia ocidental é, de antecipado conhecimento um instrumento judeu/sionista de desinformação e manipulação. Desse modo, fotos como à de baixo, aonde temos crianças judias sendo apresentadas ao funcionamento das armas. Intreteninmento sadio para ser feito em familia.

Exame de DNA ideológico: judeus e mulçumanos são irmãos do mesmo pai

Ao ler o alcorão fiquei realmente impressionado com as similitudes que há, tanto da linguagem, sempre impositiva e autoritária, como do conteúdo e personalidade da divindade ali apresentada. De modo que depois de muito pensar, conclui que Jeová e Alá são as emsmas divindades. À começar pelo próprio discurso dos mulçumanos que dizem categoricamene que Alá é Deus, o único Deus, criador dos céus e da Terra, Senhor do universo. Por isso tracei rapidamente alguns pontos dos quais identifiquei fortes similitudes entre o deus do antigo testamento (Yahweh) e o deus do Alcorão (Alá).

Trindade?

Judeus e mulçumanos concordam no conceito de unicidade quanto à divindade criadora deste universo.

Caso Judeu:

“Shema Israel, Adonai Eloheinu Adonai Echad”

que significa: “Ouve Israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é Um“, é a frase que resumo toda a religião judaica. Ela afirma a unidade de Yahweh (YHWH), e foi proferida pelos filhos de Jacob em seu leito de morte.

Caso Mulçumano:
73. São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.
(Alcorão: Al Maída – 5º surrata, Versículo 73)

171. Ó adeptos do Livro, não exagereis em vossa religião e não digais de Deus senão a verdade. O Messias, Jesus, filho de Maria, foi tão-somente um mensageiro de Deus e Seu Verbo, com o qual Ele agraciou Maria por intermédio do Seu Espírito. Crede, pois, em Deus e em Seus mensageiros e digais: Trindade! Abstende-vos disso, que será melhor para vós; sabei que Deus é Uno. Glorificado seja! Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião.
(Alcorão: An Nissá – 4º surrata, Versículo 171)


Breves semelhanças entre o Tanak1 e o Alcorão

92. Esta vossa comunidade é a comunidade única e Eu sou o vosso Senhor. Adorai-me, portanto (e a nenhum outro)!
(Alcorão: AL ANBIYÁ – 21º surrata, Versículo 92)


52. E sabei que esta vossa comunidade é única, e que Eu sou o vosso Senhor. Temei-me, pois!
(Alcorão: AL MUMINUN – 23º surrata, Versículo 52)

98. Quem for inimigo de Deus, de Seus anjos, dos Seus mensageiros, de Gabriel e de Miguel, saiba que Deus é adversário dos incrédulos.
(Alcorão: AL BÁCARA – 2º surrata, Versículo 98)


“Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra”
Salmos 46:10


“Tu quebraste a Raabe como se fora ferida de morte; espalhaste os teus inimigos com o teu braço forte”
(Salmos 89:10)


“Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim”
 (Isaías 46:9)


Exclusividade de devoção

2. Envia, por sua ordem, os anjos, com a inspiração, a quem lhe apraz dentre os seus servos, dizendolhes: Adverti que não há divindade além de Mim! Temei-me, pois!
(Alcorão: AN NÁHL – 16º surrata, Verículo 2)
“Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR e não há outro
(Isaías 45:18)

“Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro
 (Isaías 45:22)

“Não terás outros deuses além de mim”
(Êxodo 20:3)

Adoração compulsória

38. Não criei os gênios e os humanos, senão para Me adorarem.
(Alcorão: AZ ZÁRIAT- 51º surrata, Versículo 38)

Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor”
(Salmos 150: 6)


O que Alá acha dos judeus

140. Podeis acaso, afirmar que Abraão, Ismael, Isaac, Jacó e as tribos eram judeus ou cristãos? Dize: Acaso, sois mais sábios do que Deus o é? Haverá alguém mais iníquo do que aquele que oculta um testemunho recebido de Deus? Sabei que Deus não está desatento a quanto fazeis.

141. Aquela é uma nação que já passou; colherá o que mereceu vós colhereis o que merecerdes, e não sereis responsabilizados pelo que fizeram.

(Alcorão: AL BÁCARA – 2º surrata, Versículos 140 e 141)


Terrorismo

Recomendo que assistam estes dois vídeos à seguir. O primeiro vídeo possui uma longa introdução, então avance até 19:34 que é quando os debatedores começam à falar sobre o conflito entre Palestina e Israel.

Avance o vídeo acima até 19:34



Conclusão

A pergunta que faço à você que leu esta postagem é a seguinte: Alá e Yahweh são dois deuses diferentes? Judeus e mulçumanos são povos diferentes um do outro? Existe o bem contr o mal?
Por mais louco, escandaloso e completamente politicamente incorreto (Amém! Que assim seja!), eu prefiro ficar com as palavras do mestre da galiléia:

“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus

(Mateus 5;44)

Espécie decadente: Homo sapiens mortifirus





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1 Tanak é o termo judaico para o que os cristãos chamam de Antigo Testamento.