segunda-feira, 22 de abril de 2013

Aforismo XVI – “liberdade de culto”

Por Luiz F. Galeno
A religião cristã mostra-se a religião da decadência quando protesta junto aos poderosos o seu direito de estar no mundo, o direito ser deste mundo. O reino de que Jesus veio anunciar, dizia ele: “Não é deste mundo…”, ou seja; é um intrujão, um entrometido… Mas o título que exemplifica a marcha dos idiotas é: Liberdade de culto. Devemos nos indagar: liberdade de culto aonde?… Ora, no mundo! “Quero ser livre no mundo”, diz o cristão decadente. O cristão de Cristo é indiferente à isto. Pois ele é semelhante ao seu mestre: não pede permissão para Ser. Pedir permissão para ser é o mesmo delegar autoridade à pessoa que você pede permissão, isto é; você mesmo concede à ela um poder que ela não tinha. Esse é o cristão decadente; amante dos principes e governantes, dos poderes políticos espera a sua redenção.
Perdir liberdade de culto é um sintoma de decadência, é um sintoma da Morte de Deus, no cristianismo nós sabemos: Deus está morto.
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FONTE: Liberta-te.org

sábado, 20 de abril de 2013

Leis absurdas são engenharia social para manipular a sua mente

Dois policiais correndo atrás de um homem em uma rua movimentada do centro da cidade. Ele se desvia de todos os pedestres agilmente e consegue fugir…


Esta cena lhe é bem sugestiva, não é mesmo? O que em primeira mão nos aprece? Um ladrão! Acabou de roubar alguém e está em fuga… Mas a resposta é NÃO. É alguém que jogou ou simplesmente deixou cair um papel de bala no chão da rua. Esta é sem dúvida um avanço na agenda de controle de comportamentos em que as chamadas “cidades modelos” do mundo mergulham ao 1984, de George Orwell.
Assista o vídeo:


Big Brother internalizado

Mas a pior questão é sem dúvida a própria aceitação passiva e acrítica que o gado humano tem de tudo isso. Muitas vezes, quando esta lei estiver em vigor, as próprias pessoas haverão de “olhar feio” aqueles que elas flagrarem jogando um papel na rua, e não demorará muito haverão delatores espontâneos para denunciar à autoridade policial/militar aquele indivíduo que acabou de jogar um mísero papelzinho no chão.


A massa não compreende a abrangência dos fenômenos sociais, por isso quando reflete e argumenta sobre temas referentes ao controle de comportamento, o fazem meramente do ponto de vista conceitual, objetivo, se aquele comportamento É CERTO OU ERRADO, a chamada discussão in abstrato. Quando que na verdade isto pouco importa, pois o que realmente está em jogo não é o comportamento, mas o adestramento psicológico que o indivíduo está sendo submetido, ou seja; o que importa no fim das contas é a finalidade última para qual aquela ação política foi inventada.
A fabricação de leis absurdas e extremistas servem exatamente para este fim, para habituar os indivíduos à serem cada vez mais dóceis, como animais adestrados. Ora, instaurar toda uma via crucis (ida à uma delegacia, recorrer, julgamento e negativação do CPF por um simples papel jogado no chão) é uma clara atividade de engenharia social da Nova Ordem Mundial. Atividade esta já disseminada nas cidades mais importantes do mundo e que é agora trazida para o Rio de Janeiro.
Que desgraça é viver nesses tempos de Nova Ordem Comportamental…