terça-feira, 28 de maio de 2013

Isenção de ICMS para telefone e energia elétrica de templos religiosos: e eles ainda querem te convencer que são os gays que buscam privilégios pela política!


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O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), sancionou no último dia 10 lei que isenta de ICMS as contas de energia elétrica e telefone de templos religiosos de qualquer culto no Rio Grande do Sul. O ato contou com lideranças evangélicas, como o deputado estadual e bispo da Igreja Universal do Reino de Deus Carlos Gomes (PRB) e o vereador de Porto Alegre Waldir Canal (PRB).

A medida foi aprovada na Assembleia Legislativa no dia 19 de março deste ano, através do projeto de lei 34/2013, de autoria do Poder Executivo. O projeto aprovado tem origem no PL 45/2011, do deputado Carlos Gomes, que proíbe o repasse da cobrança de ICMS nas contas relativas a serviços públicos estaduais a templos de qualquer culto no estado. O texto foi aprovado por 42 votos favoráveis e nenhum voto contrário. – (Genizah)
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O maior argumento contra as legislações gayzistas é de que elas representariam na verdade privilégios aos homossexuais, pois bem… São nessas horas que vemos o quanto mentirosos e perigosos são estes líderes religiosos politicamente organizados. Convencem-nos, com sua retória de homens de Deus que não querem nada mais que lutar pela liberdade de expressão e pela tão adorada democracia. Nós sabemos que tudo isto não passa de uma fachada para a verdadeira intenção da luta revolucionária religiosa. Sim, eles querem privilégios como todos os outros, não se diferem em nada daqueles que eles dizem combater. São tão mafiosos e financeiramente intencionados quanto qualquer outro grupo. A diferença é que os outros não usam o nome de Deus nem de Jesus…

“Quem não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida”

Conheça a história de Ciel assistindo o vídeo abaixo:

VÍDEO 1


Esta forma de pensamento vem à existência mediante a doente mentalidade cristã de que se deve pela lei, ou seja; pela obrigação, submeter os indivíduos à alguma prática religiosa litúrgica (orar, ir à igreja, ler trechos da bíblia, etc.) para que eles sejam no futuro pessoas boas. A simples exposição ao aparato religioso faria as pessoas serem melhores do que são… Há aí no mínimo duas perversidades: a submissão à uma estrutura externa moral para adestrar a mente e o corpo com a finalidade de transformar o indivíduo em uma pessoa boa, e a latente obrigação cultural de ser uma pessoa boa. E nesta segunda cabe a pergunta: o que é uma pessoa boa?
VÍDEO 2

“Pessoa de bem”… O que é isso?

O termo: “ser alguém de bem” é completamente desprovido de objetividade em significado, mas sempre que o discurso religioso se utiliza desse termo o faz munido de seus preconceitos filosóficos à priori, carregando a sua parcialidade. Ser uma pessoa boa (segundo a religião) não é necessariamente ser alguém que pratica o bem aos outros, mas alguém que se encaixa nos moldes morais impostos pela sociedade. Esta pessoa é classificada publicamente como uma pessoa de bem. É ser uma ovelha obediente, submissa, não questionadora, altruísta; que se enquadra perfeitamente à todos os parâmetros de comportamentos exigidos socialmente (ter casa, família, filhos, crer em Deus, ir à igreja de vez em quando, dar esmolas…). Toda uma série de exigências morais de comportamentos e visões de mundo das quais o indivíduo se vê pressionado à compartilhar caso queira ter a simpatia dos outros e consequentemente ser bem visto na sociedade.
E os garotos cristãos que desde cedos são doutrinados nesta perversidade, meninos de bem, que serão alguma coisa na vida pois “possuem Deus  no coração” transformam-se na roda dos escarnecedores. Riem e zombam de Ciel, aquele menino perigoso, que corrompe a moral e os bons costumes… Ele diz não acreditar em Deus mas na verdade ele ainda nem tem idade e maturidade filosófica suficientes para ter uma postura como essa de forma sólida, porém já tem idade para experimentar o ódio religioso dos que acreditam em Deus e precisam exterminá-lo da convivência com os puros, os santos, os “do bem”… Esses zombadores, também não possuem nenhuma maturidade espiritual para saberem na verdade o que é Deus, se devem ou não crer nele, mas são induzidos e/ou manipulados pela perversa cultura religiosa à confessarem de forma irracional e débil a sua submissão à uma entidade que se impõe pela forma de seus devotos carnívoros, comedores de criancinhas atéias.

Um Deus obrigatório… Nós já alertamos sobre isso!

Já disse aqui em muitas postagens anteriores à respeito desta cultura que vai se afirmando cada vez mais na mente das pessoas influenciadas pelo cristianismo fundamentalista teocrata, sobre a obrigação de crer em Deus, ou de comungar na crença da igreja como instituição divina e mediadora entre Deus e os homens…
O que ocorre com o desviante? Com aquele que não crê em Deus? Ora, ele é punido! Punido com uma punição correspondente, isto é; com constrangimentos, às vezes com insultos, com segregação, pois as “pessoas de bem” evitarão a sua companhia. É preciso prestar bastante atenção às punições existentes, pois elas não são de ordem jurídica, mas de ordem social. Elas são despertadas para coagir o indivíduo à se dobrar diante da obrigação de participar ou apoiar a atividade religiosa.

“Quem não tem Deus do coração nunca vai ser nada na vida?”

Se faz altamente necessário refletirmos sobre o significado desta frase. Ter Deus no coração de fato nos remete à algo realmente desejável, posto que a origem de toda a espiritualidade é o espírito, comumente representado por metáfora em coração. “Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias” (Matesu 15:19), já dizia Jesus, o Nazareno. Há no ato profético de Cristo a aguerrida atitude de repreensão contida já em Isaías 29;13: “Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim“.
Isto significa que em tese, a frase está correta e seu significado deve ser almejado por nós. Todavia… A frase faz um juízo lógico causal, estabelecendo uma ligação direta de causalidade em “ter Deus no coração” com o “ser alguém na vida”. O que podemos concluir como sendo uma enorme falácia! Verificada pela experiência da vida, posto que o mais comum ocorrer é haver pessoas que claramente nada possuem de Deus em suas vidas e mesmo assim são “alguém na vida”. Há também um juízo de ordem material embuído de um gritante preconceito, pois “ser alguém na da vida” corresponde culturalmente ao que chamamos de alpinismo social, isto é; conseguir coisas na vida: carro, casa, emprego, casamento, etc.
A frase “quem não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida” nos induz ao erro e engano movidos por um apelo moralista/religioso fundante nas sociedades ocidentais. Em geral, estes que dizem ter Deus no coração, so o tem na boca! É apenas um jogo de aparências o ocorrido entre e linguagem usada e a realidade prática da vida. A prática dá testemunho do contrário que a boca pronuncia, ela promove a horrível contradição histérica, posto que o indivíduo não se percebe no interior desta contradição; para ele, a sua prática é uma viva correspondência da teoria pronunciada (mesmo sendo ela claramente contrária). O Dr. Freud classificaria este indivíduo como um caso clássico de Esquizofrenia. Esquizofrenia causada pela neurose da religião.
Esses que supostamente tem Deus no coração são aqueles que já queimaram centenas de “hereges” no passado em nome do seus deus de amor e os tornariam à queimá-los vivos em praça pública se ainda estivessem na idade média… Pois o seu deus é um demônio.

Fonte: Liberta-te.org

Oficial iraniano: os judeus usam feitiçaria contra o Irã



Um site que está perto do regime iraniano está a explicar por que os poderes islâmicos que rodam o país estão tendo problemas.É os judeus.Claro.Mas não apenas os judeus … é a sua feitiçaria.O relatório vem do Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio, que monitora a mídia no Oriente Médio.O site relata Mehdi Taeb, que está perto de líder supremo iraniano Ali Khamenei e lidera a Base de Dados de Ammar think tank, disse este mês que os judeus são os magos mais poderosos do mundo de hoje e que eles usam seus poderes para atacar o Irã.Taeb disse que os judeus transformaram os Estados Unidos em sua ferramenta e tem começado a impor sanções ao Irã. “Ele acrescentou que enquanto o Irã até agora tem resistido a seus assaltos, eles ainda não usaram o escopo completo dos seus poderes,” MEMRI relatados. O website do regime iraniano, de acordo com Rasanews.ir, disse: “Falando em 20 de abril de 2013 para alunos de um seminário religioso em Ahwaz, Mehdi Taeb observou:” Os judeus estão nos submetendo a um julgamento sem precedentes. Enquanto você lê no Alcorão, Salomão dominava o mundo … e Deus ordenou a um grupo de feiticeiros para sair contra ele. Os judeus têm maiores poderes de feitiçaria, e eles fazem uso dessa ferramenta. “A fonte continuou citando Taeb: “Todas as medidas que têm sido feitas contra nós originam-se  com os sionistas. Os EUA são uma ferramenta em suas mãos. Até agora, eles não usaram o grande [âmbito] de sua feitiçaria contra nós. Feitiçaria  foi o meio final a que eles recorreram durante a era Ahmadinejad, mas foram derrotados. Esta habilidade dos judeus foi eliminada pelo Irã … ”
Fonte: UNDNH

Religião traz cada vez mais intolerância à política brasileira


Há muito tempo se entende que a política e a religião são de âmbitos diferentes e que pode haver harmonia se estes âmbitos não interferirem um no outro. Em Estados laicos, como no caso do Brasil, o governo tem uma posição neutra no campo religioso. Porém, as igrejas evangélicas vêm crescendo, o mesmo acontecendo com o número de pastores no poder legislativo do Brasil. Com isso, aumentam os ânimos conservadores, que atrapalham a adoção de leis sobre questões que a conduta religiosa considera erradas.


Segundo os dados do Censo 2000, 15,4% da população brasileira se declarava de evangélicos, já no Censo 2010 esse número aumentou para 22,2%. Com esse crescimento de fiéis, muitos pastores acabam assumindo cargos políticos utilizando sua popularidade para chegar ao poder, muitas vezes para tirar proveito próprio ou para uma pequena parcela de seu eleitorado.

Desde o dia 07 de março o pastor Marco Feliciano, deputado federal do PSC (Partido Social Cristão) de São Paulo, tornou-se presidente da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias), envolto em muitos protestos e denúncias de ser homofóbico e racista. Por exemplo: em sua conta no Twitter ele escreveu: “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé.” Com isso aumentou ainda mais a insatisfação da sociedade e de muitos políticos que também estavam incomodados com seu posicionamento frente às questões da sexualidade. Uma Comissão de Direitos Humanos e Minorias deve defender o ser humano não importando a crença, etnia ou orientação sexual, porém não é isso que tem acontecido desde que Marco Feliciano começou a presidir a CDHM. Aconteceram diversos protestos contra a sua permanência no cargo impedindo que pudesse continuar com a sessão.

Durante um culto na cidade de Passos em Minas Gerais, Feliciano disse a este respeito: “Essa manifestação toda se dá porque, pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio de espírito santo conquistou o espaço que até ontem era dominado por Satanás“.
No dia 03 de abril, a bancada do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) na Câmara dos Deputados protocolou um pedido de investigação a Feliciano por quebra de decoro parlamentar. O documento diz que o presidente da CDHM estaria usando o mandato para proveito próprio e usando recursos públicos de forma irregular. Caberá agora ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, do PMDB ( Partido do Movimento Democrático Brasileiro) do Rio Grande do Norte decidir se abre investigação pelo Conselho de Ética ou pela Corregedoria da Câmara.

Casos como esse se tornam cada vez mais frequentes no Brasil, em que pastores utilizam sua pregação bíblica para divulgar seu ponto de vista a respeito do que acontece. Durante cultos religiosos, alguns pastores utilizam sua retórica para induzir seus fiéis a ideias e ações que muitas vezes são de acordo com suas convicções, e não há abertura para um debate para chegar em um consenso comum. Ações como essa criam pessoas com ideologias preconceituosas aumentando embates com pessoas de outras religiões como as afrobrasileiras por exemplo e de grupos GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). A maior parte dos protestos que ainda estão acontecendo por onde o pastor Marco Feliciano passa ou em outros lugares estão sendo promovidos por boa parte de entidades que são contrárias a qualquer tipo de intolerância pois é inaceitável continuar com essa situação.

O Brasil é um país de muitas religiões e muitas vezes pode haver divergências por causa disso, porém a intolerância é algo que não deve ser incentivado aos seguidores, afinal o que é certo para um cristão pode não o ser para um muçulmano. O país tem uma grande diversidade nas religiões, políticas, etnias e ideologias, que podem coexistir sem que haja conflitos. Ninguém é senhor da verdade suprema e sempre haverá divergências, porém é preciso que os lados se entendam para chegar a um acordo comum a todos. Qualquer político, independentemente do poder que exerce, deve representar o povo e não somente o seu eleitorado, portanto a sua função é trabalhar por todos e não somente pelas suas ideologias, sejam elas quais forem. “Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder, ” – essa frase de Abraham Lincoln foi dita há mais de um século mas continua atual.

Fonte: Voz da Rússia