Dízimo

A origem histórica do dízimo: Cristianismo Pagão

O Dízimo é Bíblico?
dízimo na Bíblia? Sim, o dízimo é bíblico. Mas não é cristão. O dízimo pertence à velha Israel. Foi essencialmente um imposto de renda. No primeiro século, no NT, não há registro de cristãos dizimando.
A Origem do Dízimo e do Salário do Clero.
Cipriano (200-258 d.C.) foi o primeiro escritor cristão a mencionar a prática de sustentar financeiramente o clero. Ele arrazoava que da mesma forma como os levitas foram sustentados pelo dízimo, assim também o clero cristão deveria ser sustentado pelo dízimo. [15] Mas isso representa um pensamento equivocado. Hoje, o sistema levítico está eliminado. Somos todos sacerdotes agora. Então se um sacerdote demanda dízimo, todos os cristãos devem dizimar-se mutuamente! O pedido de Cipriano foi bem incomum naquele tempo. Tanto que não foi apoiado nem divulgado pelo povo cristão naquele momento, mas muito tempo depois. [16] Além de Cipriano, nenhum escritor cristão antes de Constantino jamais utilizou referências do VT para recomendar o dízimo. [17] Foi apenas no século IV, 300 anos depois de Cristo, que alguns líderes cristãos começaram a defender o dízimo como prática cristã para sustentar o clero. [18] Mas isto não chegou a ser comum entre os cristãos até o século VIII! [19] Segundo um erudito, “pelos primeiros setecentos anos isso (os dízimos) quase nem foi mencionado”. [20]
Relatar a história do dízimo cristão é um exercício fascinante. O dízimo migrou do Estado para a Igreja. Na Europa Ocidental, exigir o dízimo da produção de alguém era cobrar o aluguel da terra que lhe era dada em arrendamento. Na medida em que a cobrança do aluguel de 10% era entregue à Igreja, esta aumentava sua quantidade de terras ao longo da Europa. Isto resultou em um novo significado relacionado a esta cobrança de 10%. Chegou a ser identificado com o dízimo levítico! Por conseguinte, o dízimo cristão como instituição foi baseado em uma fusão da prática do VT com a instituição pagã. [21]
Pelo século XVIII, o dízimo chegou a ser um requisito legal em muitas áreas da Europa Ocidental. [22] Pelo fim do século X, a diferença do dízimo enquanto imposto de renda e mandamento moral apoiado no Antigo testamento havia desaparecido. [23] O dízimo tornou-se obrigatório ao longo da Europa cristã. [24]
Em outras palavras, antes do século VIII, o dízimo era um ato de oferta voluntária. [25] Mas pelo fim do século X, ele passou a ser uma exigência legal para sustentar a Igreja Estatal — exigida pelo clero e colocada em vigor pelas autoridades seculares! [26]
Felizmente, a maioria das igrejas modernas abandonou a prática do dízimo como uma exigência legal. [27] Mas a prática de dizimar está tão viva hoje como foi durante o tempo em que era um requisito legal. Certamente você não vai ser castigado fisicamente por não dizimar. Mas se você não for dizimista — isto se aplica à maioria das igrejas modernas — você será excluído das posições importantes do ministério. E sempre será culpado e atacado de cima do púlpito! [28]
Quanto aos salários do clero, os ministros não receberam salários durante os primeiros três séculos. Mas quando Constantino entrou em cena ele instituiu a prática de pagar um salário fixo ao clero dos fundos eclesiásticos e das tesourarias municipais e imperiais. [29] Assim, pois, nasceu o salário do clero, uma prática daninha que não tem precedente no NT. [30] Mas isso não é tudo. O ato de pagar um salário ao pastor obriga-o a ser complacente com os homens. Torna-o escravo dos homens. O “vale refeição” do pastor está garantido na medida em que ele se faz simpático à congregação. Assim, pois, ele nunca está à vontade para expressar-se livremente sem temer perder alguns fortes dizimistas. Esta é a praga do sistema do pastor assalariado.
Conclusão
Embora o dízimo seja bíblico, não é cristão. Jesus Cristo não o afirmou. Os cristãos do século I não o observaram. E por cerca de 300 anos o povo de Deus não o praticou. Dizimar não foi uma prática aceita em grande escala entre os cristãos até o século VIII! O ato da oferta no NT era segundo a capacidade de cada um. Os cristãos doavam para ajudar outros tanto como para apoiar obreiros apostólicos, permitindo-lhes viajar e fundar igrejas. [48] Um dos testemunhos da Igreja Primitiva foi o de revelar o quão liberais eram os cristãos com relação aos pobres e necessitados. Foi isto que fez com que gente de fora da igreja, inclusive o filósofo Galeno, presenciasse o poder gigantesco e encantador da Igreja Primitiva e dissesse: “Olhe como se amam uns aos outros”. [49] O dízimo é mencionado apenas quatro vezes no NT. Mas nenhuma destas quatro ocorrências se refere a cristãos. [50] Definitivamente, o dízimo pertence ao VT onde um sistema de tributação foi estabelecido para apoiar aos pobres e onde havia um sacerdócio especial separado para ministrar ao Senhor. Com a vinda de Jesus Cristo, houve uma “mudança na lei” — o antigo acordo foi “cancelado” e “posto de lado” dando lugar a um novo. [51] Agora, todos somos sacerdotes — livres para funcionar na casa de Deus. A Lei, o velho sacerdócio, o dízimo, todos foram crucificados. Agora não há cortina do templo, nem imposto do templo, e não há um sacerdócio especial que se coloca entre Deus e o homem. Você, querido cristão, foi libertado da atadura do dízimo e da obrigação de apoiar o sistema do clero.
Livro Cristianismo Pagão - Capítulo 7. Pag. 101
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O dízimo foi pro inferno...


“Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz”. (Efésios 2:15)

Que ordenanças eram essas? Quer mesmo que eu responda? Então lá vai: 

(Hebreus 7; 5) “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio, têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão”.

Cristo aboliu a lei com suas ordenanças, e uma delas era o dízimo. Dízimo cobrado para um crente que se diz estar alicerçado na graça não é nada mais que um embuste, uma maldição ressuscitada e ensinada como doutrina para o corpo de Cristo. Não aceite esta nova inquisição! Você não é ladrão por não entregar estes 10% à uma casa de barro que chama de casa de Deus. Mas se vermos mais especialmente o texto de Malaquias, quem era verdadeiramente ladrão eram os sacerdotes. Abordarei esse tema na próxima semana. Fiquem na paz que excede todo entendimento.

Madara.

Qual era o verdadeiro significado do dízimo na lei?


O verdadeiro significado do dízimo sempre foi ensinar aos israelitas o que o próprio messias ensinou com os seus discursos: amar ao próximo como se ama á si mesmo!
Mas a elite religiosa de Israel nunca entendeu o verdadeiro significado do dízimo, e sempre transmitiram ao povo o conceito deturpado sobre o que seria a essência do dízimo, eles pensavam que ele era para ser obedecido cegamente por um mero capricho de Deus, ao ter ordenado ao povo que retirassem 10% de suas colheitas e entregassem aos sacerdotes. Por isso cumpriam tudo certinho e ao pé da letra, imaginando que a obediência aos mandamentos de Deus estava em simplesmente tirar da sua fazenda uma parte e entregar á alguém que era consagrado por Deus para isso. Eles entendiam o dízimo como um fim em si mesmo. Errado, e para que isso fosse corrigido, foi necessário esperar a vinda do messias para que ele explicasse tudo de novo, e disse ele ao povo: (Mateus 23:23) – “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, a justiça, a misericórdia e a fé; deverias, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas”.
Este é o sentido real do dízimo! E por que? Ora, foi exatamente para isso que ele foi criado, além de servir para a manutenção da tribo sacerdotal de Levi. Leiamos Deuteronômios 14;29: “Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o SENHOR teu Deus te abençoe em toda a obra que as tuas mãos fizerem”.

Deus queria ensinar ao povo á amar pessoas que estavam em situação social inferior daqueles que dizimavam, pessoas que não tinha condições de se sustentarem como órfãos e viúvas (Israel era uma nação guerreira, participante em muitas guerras, tendo por isso bastante órfãos e viúvas) e também o estrangeiro (figura simbólica para que eles se lembrassem de que eles próprios já haviam sido estrangeiros em outras terras enquanto eram cativos no Egito e na babilônia). Amor, este era o real significado do dízimo, entretanto os religiosos o transformaram em um ato religioso, em uma espécie de sacrifício, de culto, de algo que deve ser feito “em adoração á Deus”, como forma de louvor, e não algo que tem reais significados para as pessoas que eram beneficiadas.

MATEUS 23;23: JESUS RE-EXPLICA O DÍZIMO
Em Mateus 23;23, Jesus claramente não toca na questão do dízimo de modo á doutrinar seus discípulos ou até mesmo a multidão á serem “dizimistas fies”, ele direciona seu discurso em forma de crítica á classe dos fariseus, que eram autoridades espirituais do judaísmo, ou seja; da antiga aliança, á qual o próprio Jesus ainda estava de baixo (a nova aliança se inicia com a morte, e posteriormente com a ressurreição de Jesus!). Estes, praticavam o dízimo como um mandamento em si mesmo, e não pelo significado essencial contido nele, e com isso o mestre mais uma vez, de forma áspera os repreende.

MALAQUIAS 3; 5
Por este motivo, vemos de forma justíssima a ira de Deus para com os sacerdotes no texto mais explorado pelos carniceiros defensores da prática do dízimo; pela boca do profeta Malaquias, Deus exorta duramente a classe dos líderes por estarem roubando os dízimos, ou melhor; desviando os dízimos que eram entregues aos sacerdotes e que serviam para o fim que mencionei anteriormente. Ora, o que estava acontecendo pelo fato dos sacerdotes estarem “roubando” os dízimos? Simplesmente os contemplados com a ação tributária estavam sendo desassistidos pela safadeza sacerdotal: viúvas passando necessidades, órfãos sem ter o que comer, e estrangeiros que tinham o direito de recolher a sua parte também não conseguiam nada quando buscavam. Como você acha que Deus se sentia vendo esta situação?
E me aproximarei de vós para julgar, e serei testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra aqueles que juram mentindo, contra aqueles que roubam o salário do trabalhador, da viúva e do órfão, e o direito do estrangeiro, e tendo por mim nenhum temor” Malaquias 3; 5.
Este era o verdadeiro sentido do dízimo, ensinar ao povo de Israel à amarem o seu próximo como eles se amam. Mas a classe de líderes sacerdotais desviaram essa noção transformaram em obrigações cegas que deviam ser obedecidas à risca. E não somente isso, mas também furtavam os dízimos que já eram entregues para benefício próprio, lembrando que o dízimo à que se refere os textos não é dinheiro, mas alimentos!
Querido leitor, não aceite que nenhum bandido de terno e gravata te convença do que não está escrito nos textos, adulterando o conteúdo original por causa da ganância e da avareza de ter cravado nas mentes alheias a obrigação de dar 10% de suas rendas à uma instituição religiosa. Você é livre porque Jesus te libertou da maldição da lei, se você quer viver na liberdade que ele conquistou pra você ou prefere estar de baixo do julgo de escravidão da lei mosaica, aí é com você; nossa parte esta feita em alertar e denunciar o engano.

“M”.

ESTUPRADOS PELO DÍZIMO: CASOS REAIS DE ABULSO ESPIRITUAL


Um amontoado de cadáveres em decomposição se ajuntam ao lado de semelhantes montes de excrescência e urina... Este poderia ser um retrato concreto de qualquer aterro sanitário em uma cidade grande, ou de uma simples vala á céu aberto, mas obviamente não é; esta descrição retrata metaforicamente os rastros deixados pelo cristianismo ultra-pagão chamado de protestantismo, ou no caso brasileiro: religião evangélica.

É hilário observar (de longe) como são medíocres os religiosos evangélicos, encarcerados nas algemas da lei Mosaica, algemados em um círculo de exploração que lhes pesa a alma; porém insistentemente de outra forma é reclassificado na mente por eles mesmos; pois assim são educados por seus carniceiros “homens de Deus”, os tais “anjos da igreja”. Antes que me condenem, o título de “carniceiro” não foi dado por mim, mas pelo próprio YHWH, vide Miquéias 3; 3. È fácil diagnosticar a opressão proporcionada pelo fardo da antiga aliança: semblantes caídos, sorrisos artificiais, explosões de alegrias em espaços de tempo separados para dar a aparência de que estão vivos, o terno a gravata e o palitó para transparecerem uma formalidade nojenta que atrai uma certa respeitabilidade social, respostas dúbias e sem coerência com o espírito do evangelho, apego supremo e amor á tradição e subseqüente desprezo pelo que ensinou o messias e um típico fedor de cemitério quando sentamos com uma dessas pessoas para conversar.

Os sintomas clássicos são: cegueira, desânimos constantes, alegria parcial e reservada á momentos raros, hipocrisia elevada, prazer no que lhe é nocivo. Diagnóstico: o espírito dos antigos fariseus sobrevive inalterado.

CONDICIONAMENTO COMPORTAMENTAL
A subjetividade do indivíduo torna-se condicionada á pensar de acordo com a norma proposta pela religião, á qualificar e julgar de acordo com o sistema de pensamento criado sobre a tradição milenar de engano e que se arrasta pelos séculos. È aonde há a mudança do controle social para o controle internalizado. O controle social é aquele que vem de fora, de um objeto externo á todos os controlados (Ex: um líder, leis e regras de um código civil). Já o controle internalizado, como o próprio nome diz, é o controle que se localiza dentro do próprio individuo, em sua dimensão psicológica; quando o controle se confunde com a própria pessoa em si. Ele próprio, já dominado por toda malícia da doutrina luciferiana do dízimo, não mais necessita ser tutelado por alguém que o diga diariamente o que ocorre com quem não dizima e o que acontece com aqueles que pagam o tributo. Este é o processo de condicionamento psicológico ocorrido para que haja a manutenção do rebanho de zumbis que inundam as igrejas e fazem com que a profanação da pessoa do Senhor Jesus se perpetue década após década.

DA RENÚNICA
Devido á um longo período de suas vidas dedicado á religião católica (na maioria das vezes) há indivíduos que não se imaginam novamente como prováveis enganados; para estes é impossível conceber a idéia de que foram, e continuam sendo enganados nesta nova religião que para eles foi apresentada como “lugar onde reside a verdade”. O sintoma clássico é a negação absoluta. Preferem fazer de conta que não ouviram, que não viram e que não conversaram sobre nada á respeito; a ilusão religiosa é cômoda, ela dá a sensação de segurança, a mesma sensação que está ausente com quando somos perseguidos pelo que pregamos, como sentia a Igreja primitiva; de modo que a nossa segurança reside em uma outra esfera, ela está no andar pela fé.

Mas se por um lado os carniceiros são perversos e seduzem as multidões com suas palavras fingidas, nebulosas, cheias de malícia e de fermento; ocultando a verdade e manipulando a palavra de Deus (II Conríntios 2; 17), os animaizinhos de rebanho são o que chamamos de masoquistas espirituais, ou seja: aqueles que defendem sua própria condição de escravidão, que se auto conservam enquanto molestados.

Quando um desses religiosos evangélicos, semi-ateus abrem os olhos para tudo o que está á sua volta, e começam á perceber que foram, durante anos á fio, manipulados e explorados por seus senhores, caem estantanemaente num abismo de indecisão e inércia, confusos e com medo de tudo (inclusive das maldições que lhes foram ensinadas todo esse tempo para os que descumprem os dogmas da religião: dízimo, ofertas, freqüência nos cultos...), não são capazes de revolucionarem á si mesmos; de darem uma reviravolta e de forma bastante decidida negarem a religião e seus favores abraçando com toda as forças o evangelho (como uma atitude afirmativa da verdade e da vida).

A RADICALIDADE QUE O EVANGELHO REQUER
O nosso relacionamento com Deus é unilateral, a atitude requerida quando andamos com Jesus é profunda a radical, a pergunta do profeta ainda exige uma resposta: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos?” (I Reis 18; 21). Ou semelhante á atitude de outro profeta quando disse: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15). Este paradigma expresso por Josué é dos mais atuais; nossos antepassados dedicaram suas vidas por inteiro para obedecerem á uma lei que lhes “fora ordenada por Deus”, gerações após gerações caminhando no erro, com a visão ofuscada pelo véu que foi rasgado por Jesus, mas que eles mesmos com a ajuda de seus líderes carniceiros recosturaram. O cumprimento da lei do dízimo é um sintoma de inimizade á aliança feita pelo filho de Deus; uma, duas, três cuspidas na cruz: se fôssemos contabilizar uma cuspida na cruz por cada década que esta maldição tem infectado o corpo de Cristo ficaríamos totalmente desidratos!

MAIORIA X MINORIA
Para mim, certa vez foi dito por um irmão em Cristo que o mundo inteiro prega essa doutrina diabólica do dízimo, que não há igreja nenhuma hoje em dia que não pregue isso e que até mesmo a igreja católica prega o dízimo, deixando subentendido que até os errados (católicos na mentalidade deles) fazem a coisa certa, que é praticar o dízimo. Bem... Gostaria de falar á todos que ainda pensam assim que estão mais do que equivocados, que o título de animais de rebanho lhes caem perfeitamente, pois são seres irracionais, que não possuem nenhuma medida de auto-análise do quanto são manipulados; para estes, fazer parte da maioria é um prazer inefável! Precisam estar juntos, aglomerados em algum clube, em alguma agremiação, amontoados sobre outros espantalhos iguais á eles. Em toda a história de relacionamento com a humanidade, Deus nunca contou com a maioria! Pelo contrário, se estudarmos bem a bíblia, veremos em muitos casos distintos o mesmo cenário se desenrolar: a maioria caminhando no erro, enquanto que os chamados de Deus sempre se limitam a extrema minoria. Então meu querido irmão que está lendo este pequeno artigo, lhe aconselho que mude hoje sua maneira de viver, suas perspectivas do mundo, sua visão em relação á Igreja, ao que é ser Igreja, ao que é servir á Deus etc. SEJA A MINORIA! Seja a resistência.

Para mim a resposta de toda essa imundície é bem evidente:
Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que não nos ilumine a luz do evangelho da glória de Cristo. Maranata, vem Emanuel. Nós não temos, nem o poder e nem a permissão de extirpar os estupradores do nosso meio (retirar o joio do meio do trigo), somente nosso Senhor o fará, quando vier sobre as nuvens do céu e assim convocar os benditos de seu pai. Entretanto temos, não somente a permissão, mas a obrigação de nos manifestarmos quanto á tudo o que confronte o evangelho genuíno e dele tente se aproveitar. A verdadeira Igreja é aquela que se manifesta, que sai para fora, que fala, que defende, que abraça a causa de Jesus, que se expõe aos riscos por amor á verdade; que se expõe á má fama, aos olhares de preconceito, que não se importa em ser mal vista e odiada por onde andar, pois se assim ela estiver, estará cumprindo o que o próprio mestre disse acerca dela: “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós”. (Mateus 5:11-12). Maranata, vem Emanuel.

Antes que seja tarde demais, precisamos crescer, abandonar a religião de uma vez por todas, e retornar ao caminho simples do evangelho que nos foi apresentado por Jesus.

Se você leu tudo o que aqui foi escrito, você é da resistência.

Madara.

 

Você conhece o dízimo bíblico?

O argumento que mais ouvimos hoje em dia para a sustentação do ensino do dízimo é aquele mesmo vazio e sem sentido: “É bíblico”! Pois bem, argumentar que algo é válido para a minha prática, como igreja, discípulo de Jesus, residente na graça, por tão somente estar contido no livro chamado de bíblia é no mínimo idiota, mas como os crentes estão passando por um processo contínuo de burrificação e diminuição crescente de sua capacidade pensante, ninguém ao menos estranha o que é dito para se defender uma obrigação que não nos é obrigatória. Portanto vamos analisar aqui o dízimo bíblico, aquele que é contido nas sagradas escrituras e descobrir para quem ele é direcionado e qual a sua utilidade. Durmam com esse barulho!

Muitos grupos entre as igrejas protestantes insistem que o membro é (ou deve ser) forçado a dar o dízimo, o qual, ensinam eles, faz parte dos mandamentos de Deus para a igreja. Nada mais errado! Já explicamos várias vezes o que o dízimo é, mas resumamos aqui o assunto.

1. O dízimo era um sistema de contribuição e assistência social ordenado por Deus, a fim de sustentar, a tribo dos Levitas na nação de Israel, a qual fora encarregada de operar o Tabernáculo em todas as suas funções, e não recebeu qualquer herança de terras. Mas também servia para ajudar o os órfãos, os estrangeiros e as viúvas (Deuteronômio 14; 22).

2. O Senhor Deus ordenou que o dízimo fosse apenas 10% do total das COLHEITAS e dos rebanhos criados anualmente.

3. O Israelita ficaria, portanto, na posse dos 90% restantes para seu uso pessoal.

4. Pregar sermões sobre o dízimo é totalmente contra as Escrituras. A pregação deve concentrar-se unicamente sobre a simplicidade do evangelho, excluindo tudo o mais, seja dízimos, finanças, política e outras matérias prejudiciais.

5. Levantar a oferta durante o culto é um erro gravíssimo na igreja protestante, especialmente quando é feito antes do sermão, levando o crente a imaginar que ele tem a obrigação de sustentar o sermão com dinheiro!

6. No caso de estar presente no culto um convidado, ao qual é pedido (discretamente, claro) para contribuir com oferta para um grupo ao qual nem sequer pertence, isso é uma gravíssima falta de consideração e de boas maneiras. Infelizmente as igrejas protestantes de hoje estão reduzidas a essa indesculpável falta de educação.

7. O dízimo não faz parte da Nova aliança, nem mesmo foi sancionado pela igreja, visto como a igreja não é Israel. Paulo dedica o capítulo 9 da II Corintios ao assunto das ofertas aos santos que estavam passando dificuldades em outros lugares e nunca menciona o dízimo. O mesmo acontece em Filipenses 4:10-19. A igreja primitiva afastou-se do princípio dizimista por razões obvias: era um sistema que tinha morrido com a Dispersão de Israel, devido à desobediência aos outros mandamentos mais importantes, tais como repudiar a idolatria. Os judeus que ocupavam a Palestina ao tempo de Jesus já pagavam um pesado tributo a Roma, o que os deixava com menos de 90% estabelecido para a nação de Israel. Embora dessem o dízimo de tudo, Deus já não apreciava tal ritual.

8. O mesmo acontece hoje. O cristão é obrigado a contribuir, para o estado onde vive, com muito mais que os 10% que era a norma em Israel [Na Alemanha, por exemplo, o desconto para o estado chega a 40% dos vencimentos do trabalhador] Assim, o cristão jamais pode obedecer a norma dos 10%, pois também os 90% não lhe estão garantidos ou reservados. Daí, o sistema cair em desuso por ser impossível praticá-lo. Deus foi justo com DEZ POR CENTO, assim como foi justo com os NOVENTA POR CENTO que ficavam! Mas a igreja de hoje é desonesta nessa matéria!

9. Alguns grupos vão ao extremo (como os Nazarenos, que conheço bem) de insistir que o membro tem a obrigação de contribuir com 10% do grosso! Tal absurdo é o que leva muitos observadores a rejeitar grupos de igrejas e acusá-los (justamente) de mentirosos.

10. Usar Mateus 22:21 para defender o dízimo é um absurdo teológico, mas, infelizmente, as igrejas que o defendem não poupam esforços para justificar passagens como esta. A palavra DÍZIMO não aparece no versículo e Jesus não estava a instruir a igreja que ainda não existia. César, de fato, levou para Roma tudo o que lhe pertencia como conquistador, conforme Jesus avisou, destruindo o templo e rapinando toda a sua riqueza e glória.

11. Usar Malaquias 3:10 é outra heresia praticada por quase todas as denominações. A passagem nada tem a ver com a igreja, e lendo cuidadosamente o contexto, a razão da exclamação de Deus salta à vista! Que horrível heresia e falta de educação do ministro ir a ponto de acusar a congregação de roubar a Deus quando, muitas vezes, o grupo desperdiça milhares em vaidades humanas e, até, o ministro não passa de um mercenário que não ama as ovelhas do seu rebanho, antes as maltrata!

12. Leia Deuteronômio 14:28-29 e imagine a impossibilidade de praticar o dízimo no presente, fora da nação de Israel do passado.

13. Como grande parte das heresias, forçar a igreja a pagar o dízimo foi ressuscitado na seita de Roma (Igreja Católica Romana) no tempo do Sínodo de Macon – 585 DC. O católico foi instruído a pagar o dízimo sob pena de excomunhão, o que aterrorizava o povo simples e iletrado do Catolicismo. “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”, 1 Timóteo 6:10. Mais tarde, o confessionário iria reforçar aquela obrigação fiscal à diabólica seita do papa, com ameaças de grave pecado, caso não fosse obedecido. Pelo tempo de Carlos Magno (século 8), as nações católicas eram forçadas a contribuir com o dízimo para os cofres de Roma. O “Sacro Império Romano” praticou por séculos o assalto à bolsa e à propriedade dos seus cidadãos. A Inquisição aumentou em muito o patrimônio papal, à custa de suas expropriações, Indulgências e ROUBOS, em nome do papa. A partir do século 16, os Anabatistas começaram a pregar contra o sistema fiscal dos papas e, após a Reforma, esse abuso diminuiu nos países libertados de Roma. O Concilio de Trento (século 16) decretou que era crime reter o dízimo. A Revolução Francesa acabou com o “Sacro Império Romano” e o sistema fraudulento de cobrança de dízimos acabou por aí.

14. Reter o dízimo não é pecado nenhum! Ameaçar os crentes com o dízimo (ou com Malaquias 3:10) é um PECADO GRAVÍSSIMO e extremamente reprovável das igrejas protestantes (evangélicas)! Alem de ser falta de amor, respeito e educação por parte daqueles que insistem nessa heresia! A maior parte do dinheiro coletado hoje é para usar mal e/ou enterrar em propriedade ou outras vaidades das igrejas. Alguns grupos (os Nazarenos, por exemplo) têm tantas propriedades que se os membros deixassem de dar oferta, a venda dessas propriedades manteria a inútil liderança por várias décadas. As igrejas protestantes seguem de perto a vaidade dos papas com as suas catedrais e outros monumentos, até chegar “César” e destruir tudo (O que deve acontecer em breve, com o novo governante mundial da União Européia, e a nova ordem mundial em curso). Os grupos carismáticos, os neopentecostais e outros, além de ofenderem/roubarem os seus membros com pregações acerca de dinheiro, contribuem para a desonra do evangelho e é necessário repreendê-los por tal ofensa."

O dízimo como obrigação ao cristão, nova criatura em Jesus é literalmente um crime! Uma extorsão, um roubo; que apredenmos na religião evangélica ser do povo para com Deus, mas na verdade vemos que ao contrário; os líderes são os verdadeiros assaltantes e o povo burro os assaltados.

Madara.

 

Dízimos, galinha dos ovos de ouro da igreja


O dízimo não é uma doutrina da Nova aliança. É doutrina da Antiga aliança, e Jesus disse que a Lei e os profetas vigoraram até João. Paulo nos aconselha, em Gálatas 5:1: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão”. Isso quer dizer que nenhum cristão deve ficar sob o jugo de coisa alguma, nem mesmo da Igreja, pois é livre para fazer o bem. Deve praticar boas obras, somente a uma coisa ele está obrigado - é a amar o próximo, conforme declaração do mesmo Paulo, em Gálatas 5:14: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.

Os pastores neopentecostais são sempre os mais ávidos cobradores do dízimo. Isso porque, além de serem tremendamente utilitaristas, eles são arminianos. Crêem piamente e ensinam aos pobres membros de suas igrejas que “o crente pode cair da graça” e perder a salvação. Ora, Cristo é o Senhor eterno e absoluto dos céus e da terra. Ele morreu pelos nossos pecados, ressuscitou gloriosamente e, através da fé que depositamos em Seu sacrifício, Ele nos dá a salvação eterna. Então, que “salvação eterna” é essa, que pode ser perdida pelo crente, se ele cometer pecados... se deixar de entregar o dízimo? Isso é balela católica assimilada pelo neopentecostalismo. CRENTE NENHUM JAMAIS PODE PERDER A SALVAÇÃO, isto é, se realmente passou pelo novo nascimento. Desse modo, não ficarei admirada se, qualquer dia desses, os pastores neopentecostais começarem a pregar também a doutrina do purgatório e a pedir dinheiro aos membros de suas igrejas, a fim de retirar de lá os parentes falecidos. Estamos de olho nesses pastores “católicos pentecostais”!

Não foi à toa que Jesus chorou diante do túmulo de Lázaro. Ele é o autor da vida e detesta todo tipo de pecado porque o pecado gera a morte. Imaginem se Ele tivesse chegado diante do túmulo de Lázaro, em Betânia, e tivesse gritado: ”Lázaro, já que você foi um judeu exemplar, que sempre entregou fielmente o dízimo, eu ordeno: levante-se dessa laje sepulcral e venha para fora!”.

Não seria esse o nosso Grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, o Criador e Sustentador do universo. Seria o “outro Jesus”, o Jesus do Arminianismo, o “deus” dos Mórmons, das TJs, dos Católicos e dos que recebem uma corrompida interpretação de Sua Santa Palavra. Seria o Jesus que precisa da senhora mãe dele para colaborar na salvação dos pecadores. Seria o Jesus que deixou um homem pecador e corrupto como o Seu vigário na terra, dirigindo uma igreja que mente, mata e destrói em Seu Nome, vendendo salvação aos tolos que não sabem manejar bem a Palavra de Verdade. Seria, enfim, um Jesus exigente do dízimo, que não iria andar sobre uma cria de jumento, mas num “Rolls Royce”, igual ao da Rainha Elizabeth II.

Madara.

 

Papai Noel não existe. “Ho-ho-ho”



O dízimo é ensinado com aquela famosa pergunta, “Como o homem rouba a Deus?” E já sabendo a resposta, Não pagar o seu dízimo é o pior “pecado” que existe na igreja atualmente, dizem os grandes doutrinadores da nova era cristã. Ninguém me disse isso diretamente, mas deduzi depois 20 anos na igreja vendo qual é o “pecado” mais abordado, por esta equipe de banqueiros bem intencionados, todo Domingo, enquanto os outros pecados quase nunca são mencionados. Nunca ouvi ninguém lá na frente dando um testemunho de prosperidade que não se dizia um dizimista fiel, e esse “detalhe” contava muito. Não era algo tão subliminar, mas com certeza escrito nas entre linhas, “Se você quer ser ‘próspero’ e abençoado’ pague seu dízimo”.

Uns dos meus testemunhos preferidos eram daqueles “muito abençoados”. Não demorava muito para saber seu segredo, que geralmente tinha a ver com dar mais dinheiro do que Deus havia “pedido”, um jogo de ver quem podia dar mais, o homem ou Deus. Na boa, parece que a parada de dízimo é um bom negócio mesmo. Dar 10% a Deus, ficar com 90% e Deus ainda vai te dar mais do que você deu a Ele. Um bom negócio mesmo, pois tinha também aquela parte, depois do “ser ladrão”, que fala de provar Deus nisso e ver se Ele não abre as janelas do céu e derrama sobre você bênçãos sem medida. Você teria que ser burro para não entrar nessa.

Eu realmente era feliz no meu ritmo de cristianismo: cultos, células, discipulado e dízimo. Não sei o que aconteceu, mas, uns anos atrás eu me vi me tornando um daqueles que questionam tudo e não acredita em nada. Não sou tão ao extremo, mas com certeza sou bem mais cético.

Eu acho difícil engolir a maioria das coisas que saem dos púlpitos esses dias. Quero saber onde está escrito nas escrituras e se não está lá, não quero saber. “Sola Scriptura”. Hoje os caras sabem pregar como nunca, mas percebi uma grande falta de versículos nas suas pregações e quando citam um, geralmente é somente a metade ou algo que deixa a maioria que está escutando coçando as suas cabeças querendo saber o que tinha a ver. Sei que você sabe do que estou falando. Ou talvez você acabou de sair de um coma (parabéns) ou talvez é novo nesse planeta (seja bem-vindo), mas os que estão prestando atenção quero convidar para fazer algo louco, vamos tocar no bezerro de ouro, dízimo, e perguntar, “É BÍBLICO???”

Dízimo é ensinado na igreja moderna como se fosse algo do mesmo nível que a redenção dos homens. Algo que parece ser tão importante quanto o entendimento de ser uma nova criatura. Então vamos olhar nas escrituras para achar e ler todos os versículos que ensinam dízimo no Novo Testamento. Opa; esqueci, não tem nenhum. Sim, é verdade, não existe nenhum versículo no Novo Testamento que ensina sobre dízimo. Sei como você está se sentindo. Parece com aquele dia que seus pais te pediram para sentar na sala de estar, pois tinham algo importante pra te falar.

“Papai Noel não existe”.

Dízimo é algo encontrado quase exclusivamente no Velho Testamento. Ele só é mencionado duas vezes no Novo Testamento (Hb 7.7-15) e não é como ensinamento para a Igreja. Ai você me pergunta “Mas e as passagens de Mt 23.23, Lc 11.42, Lc 18.9-14”, te respondo elas estão no velho testamento, lembrando que o Messias Cristo, apelidado de Jesus pela igreja católica, estava vivo e o testamento só tem valor quando o testador morre, mas isto é outro historia, bem não tem em outros lugares? Não, me perdoe, mas não tem.

Dízimo não é mencionado em nenhum outro lugar no Novo Testamento, pois ele não faz parte da Nova aliança. Alguém além de mim acha isso meio estranho? Devido ao fato de que tinha muitas novas igrejas “União de convertidos” foram implantadas naquela época e muitas dos gentios não sabiam nada sobre a regra do dízimo e com certeza teriam que ser ensinados na prática? Alguém acha estranho que o Novo Testamento não ensinar dízimo como foi ensinado no Velho, com todos os detalhes do que era ou não para fazer? E por alguma razão que ainda estou para ouvir explicada, Paulo não fala nada sobre o assunto, assim como Pedro. Você acha que com todas as epístolas escritas alguém teria falado algo sobre dízimo se fosse algo certo e tão importante. Mas não. O fato de dízimo não ser mencionado em relação a qualquer crente, igreja ou prática no Novo Testamento, deve nos levar a questionar e duvidar se tem a ver com a igreja hoje.


A verdade é que o Novo Testamento não ensina nada em relação do dízimo. Não existe nenhuma palavra no Novo Testamento mandando nem sugerindo que debaixo da Nova Aliança crentes devam dizimar. Quem está sendo roubado? Com certeza não é o Criador, “Ho-ho-ho”.


Está na hora de uma nova reforma. Mas esta tem que ocorrer nas mentes flutuantes dos dizimistas.

Fonte: Simceros.ning

“Uma palavra como essa dificilmente se contará de cima de um púlpito. A maioria quer ouvir "papai Noel"”. – (Madara).

 

Quando então o dízimo reapareceu dentro da Igreja?



O cristianismo protestante, ou evangélico, é um cristianismo pagão por natureza, ele conservou em si toda a escala de valores herdada de sua origem (catolicismo, ou cristianismo romano). Mas o que é o cristianismo romano? Bem, antes temos que ver um tipo em especial de culto que esteve presente dentro de Roma bem na época do crescimento do cristianismo: o mitraísmo persa. O mitraísmo foi uma religião de mistérios nascida no Mediterrâneo e a mais influente no império romano no século II. Mitra é o deus sol persa, ele recebeu particular aderência dos soldados romanos, e entre os devotos mais famosos, está aquele que mudou o rumo da história da Igreja (para a pior); Constantino, devoto do mitraísmo retratado com o título de Deus sol invictus. Através de Constantino, temos a infiltração dos valores pagãos no seio da Igreja primitiva, seduzindo-a pouco á pouco. Valores como o uso de templos e da figura do sacerdote, foram re-inseridos nas idéias defendidas pela igreja por causa do imperador romano, que cessou a perseguição á igreja, concedendo direitos e privilégios aos líderes (caídos) e aos cristãos, mas em contrapartida exigiu certos “deveres” dos cristãos agora legitimamente considerados cidadãos romanos. Vale lembrar o forte efeito psicológico nos ideais da Igreja trazido pelo fim da perseguição organizada por Constantino: a acomodação, os elogios, o sentimento de “ser aceito”, de inserção, a sedução pelos sentidos: os agrados materiais que a aproximação com o que é oficial proporciona, o ambiente amistoso que gera conforto, acomodação e por fim rendição; o que também faz agir o sentimento de lisonja e a devoção entusiasta, surgidos nas classes e castas emergentes; aquelas que ganharam direitos recentemente após anos de repressões e restrições de liberdade. Essa é a psicologia das classes emergentes. Com isso o grupo social dos seguidores de Jesus (Igreja) decaiu e foi completamente dominado, pois aceitou ser dominado, foi seduzida ao abismo.

Porém a mais nefasta contaminação promovida por Constantino foi ter ressuscitado a figura do sacerdote humano, mediador entre a raça humana e a divindade; ele mesmo se auto-declarou o “pontífice máximo” do cristianismo. Na verdade, fortaleceu o que já havia no interior dos cristãos primitivos; a valorização extremada dos líderes, que aos poucos, iam agregando em si o mesmo significado do antigo sacerdócio levítico, do antigo testamento. Vale lembrar que nova aliança realizada por Jesus aboliu de uma vez por todas o sacerdócio humano representativo, transformando cada indivíduo que o aceita, em sacerdote de si mesmo.

Pois bem, ressuscitado a categoria de “autoridade espiritual”, ou o sacerdote, agora dá-se início á mais uma campanha de exploração das massas para a manutenção dos privilégios de uma pequena elite: o dízimo foi re-inserido dentro do cristianismo exatamente com este propósito: sustentar financeiramente o clero. Cipriano (200-258 d.C.) foi o primeiro escritor cristão a mencionar a prática de sustentar financeiramente o clero. Ele arrazoava que da mesma forma como os levitas foram sustentados pelo dízimo, assim também o clero cristão deveria ser sustentado pelo dízimo. Mas isso representa um pensamento totalmente equivocado. Hoje, o sistema levítico está eliminado. Somos todos sacerdotes, pois houve mudança de aliança. Então se um sacerdote demanda dízimo, todos os cristãos devem dizimar-se mutuamente! O pedido de Cipriano foi bem incomum naquele tempo. Tanto que não foi apoiado nem divulgado pelo povo cristão naquele momento, mas muito tempo depois. Além de Cipriano, nenhum escritor cristão antes de Constantino jamais utilizou referências do velho testamento para recomendar a prática do dízimo. Foi apenas no século IV, 300 anos depois de Cristo, que alguns líderes cristãos começaram a defender o dízimo como prática cristã para sustentar o clero. Mas isto não chegou a ser comum entre os cristãos até o século VIII! Segundo um erudito, “pelos primeiros setecentos anos esse nome (dízimos) quase nem foi mencionado”. Relatar a história do dízimo cristão é um exercício fascinante. O dízimo migrou do Estado para a Igreja. Na Europa Ocidental, exigir o dízimo da produção de alguém era cobrar o aluguel da terra que lhe era dada em arrendamento. Na medida em que a cobrança do aluguel de 10% era entregue à Igreja, esta aumentava sua quantidade de terras ao longo da Europa. Isto resultou em um novo significado relacionado a esta cobrança de 10%. Chegou a ser identificado com o dízimo levítico! Por conseguinte, o dízimo cristão como instituição foi baseado em uma fusão da prática do velho testamento com a instituição pagã. Pelo século XVIII, o dízimo chegou a ser um requisito legal em muitas áreas da Europa Ocidental. Pelo fim do século X, a diferença do dízimo enquanto imposto de renda e mandamento moral apoiado no Antigo testamento havia desaparecido. O dízimo tornou-se obrigatório ao longo da Europa cristã. Em outras palavras, antes do século VIII, o dízimo era um ato de oferta voluntária. Mas pelo fim do século X, ele passou a ser uma exigência legal para sustentar a Igreja Estatal, exigida pelo clero e colocada em vigor pelas autoridades seculares! Felizmente, a maioria das igrejas modernas abandonou a prática do dízimo como uma exigência legal. Mas a prática de dizimar está tão viva hoje como foi durante o tempo em que era um requisito legal. Certamente você não vai ser castigado fisicamente por não dizimar. Mas se você não for dizimista, isto se aplica à maioria das igrejas modernas, você será excluído das posições importantes do ministério. E sempre será culpado e atacado de cima do púlpito! Quanto aos salários do clero, os ministros não receberam salários durante os primeiros três séculos. Mas quando Constantino entrou em cena ele instituiu a prática de pagar um salário fixo ao clero dos fundos eclesiásticos e das tesourarias municipais e imperiais. Assim, pois, nasceu o salário do clero, uma prática daninha que não tem precedente no Novo Testamento.

A grande extorsão

Desta maneira, o dízimo moderno é o equivalente a uma loteria cristã. Pague o dízimo e Deus lhe devolverá mais dinheiro depois. Recuse dar o dízimo e Deus lhe castigará. Tais pensamentos assaltam o cerne das boas novas do evangelho. Poder-se-ia dizer a mesma coisa quanto ao salário do clero. O qual tampouco tem qualquer mérito. De fato, o salário do clero corre totalmente em sentido oposto ao novo Pacto. Os anciãos (pastores) do primeiro século nunca receberam salários. Eles eram homens com profissões seculares. Eles contribuíam com o rebanho em vez de pegar dinheiro da congregação. Assalariar pastores gera uma espécie de profissional remunerado. E isso os eleva sobre o restante do povo de Deus. Isso cria uma casta clerical que converte o corpo do Cristo vivente em um negócio. Na medida em que o pastor e seus assistentes são “pagos” para ministrar, eles tornam-se profissionais remunerados. O resto da congregação passa ou cai em um estado de dependência passiva. Se todo cristão atendesse ao toque do chamado para ser um sacerdote funcional (e eles foram chamados para desempenhar esse chamado) a questão que surgiria imediatamente é: “Por quê estamos pagando nosso pastor!?” Mas na presença de um sacerdócio passivo, tais perguntas nunca surgem. Mas quando ocorre o contrário, quando a Igreja funciona como deve funcionar, o clero profissional torna-se desnecessário. De repente o pensamento que diz, “isto é trabalho do pastor” parece herético. Em termos simples, o clero profissional engendra a ilusão pacífica de que a Palavra de Deus é material classificada como perigosa, de difusão secreta e que apenas especialistas oficiais podem manejá-lo. Mas isso não é tudo. O ato de pagar um salário ao pastor obriga-o a ser complacente com os homens. Torna-o escravo dos homens. O “vale refeição” do pastor está garantido na medida em que ele se faz simpático à congregação. Assim, pois, ele nunca está à vontade para expressar-se livremente sem temer perder alguns fortes dizimistas. Esta é a praga do sistema do pastor assalariado. Um perigo adicional do sistema do pastor remunerado é que produz homens incompetentes, algo que herdamos dos pagãos gregos. Por esta razão, o homem precisa de uma tremenda coragem para sair do pastorado. Desgraçadamente, a maioria do povo de Deus é profundamente ingênua com relação ao poder opressivo do sistema clerical. É um sistema descarado que não se cansa de triturar e magoar seus jovens. Definitivamente, Deus nunca quis que existisse um clero profissional. Não há um mandato bíblico nem qualquer justificativa para tal coisa. De fato, é impossível construir uma defesa bíblica para o pastorado.

Na maioria dos casos, pede-se ao porteiro de igreja coletar dinheiro durante o culto. Tipicamente é ele quem passa a “bandeja da coleta” entre as pessoas. Esta prática de passar a bandeja é outra invenção pós-apostólica. Isto começou no ano 1662, embora a bandeja de esmola para os pobres estivesse presente anteriormente. O porteiro de igreja surgiu da reorganização da liturgia da Igreja da Inglaterra sob o reinado de Elisabeth I (1533-1603). Os porteiros de igreja tinham a responsabilidade de acompanhar e acomodar as pessoas nos bancos o cadeiras, coletar ofertas e manter a estatística dos que comungavam. O porteiro era de uma ordem menor (abaixo do clero) e remonta ao século III. Os porteiros tinham a responsabilidade de dar segurança, abrir as portas da igreja, manter a ordem dentro do edifício, e da direção geral dos diáconos. Os porteiros foram substituídos pelos “guardas da igreja” na Inglaterra antes e durante o período da Reforma. Dos guardas surgiu o porteiro de igreja.

Conclusão
Embora o dízimo seja bíblico, não é cristão. Jesus Cristo não o afirmou, pelo contrário: através do entendimento de que Jesus aboliu a lei, subtende-se de imediato que foi a lei por completo; fato que os antigos cristãos entenderam em sua plenitude. Por isso os cristãos do século I não o observaram. E por cerca de 300 anos o povo de Deus não o praticou. Dizimar não foi uma prática aceita em grande escala entre os cristãos até o século VIII! O ato da oferta no Novo testamento era segundo a capacidade de cada um e para fins específicos. Os cristãos doavam para ajudar outros tanto como para apoiar obreiros apostólicos, permitindo-lhes viajar e fundar igrejas (comunidades). Um dos testemunhos da Igreja Primitiva foi o de revelar o quão liberais eram os cristãos com relação aos pobres necessitados. Foi isto que fez com que gente de fora da igreja, inclusive o filósofo Galeno, presenciasse o poder gigantesco e encantador da Igreja Primitiva e dissesse: “Olhe como se amam uns aos outros”. O dízimo é mencionado apenas quatro vezes no Novo testamento. Mas nenhuma destas quatro ocorrências se refere á ordenanças á cristãos. Definitivamente, o dízimo pertence ao velho testamento onde um sistema de tributação foi estabelecido para apoiar aos pobres e onde havia um sacerdócio especial separado para ministrar ao Senhor. Com a vinda de Jesus Cristo, houve uma “mudança na lei”, o antigo acordo foi “cancelado” e “posto de lado” dando lugar a um novo. Agora, todos somos sacerdotes; livres. A Lei, o velho sacerdócio, o dízimo, todos foram crucificados. Agora não há cortina do templo, nem imposto do templo, e não há um sacerdócio especial que se coloca entre Deus e o homem. Você, querido cristão, foi libertado da ditadura do dízimo e da obrigação de apoiar o sistema do clero. Igreja, abarcando a massa da população do Império, desde César até o pior escravo, e vivendo no meio de todas suas instituições, recebeu em seu seio grandes depósitos de material estrangeiro de todas as partes do mundo e do mundo pagão... Assim é o dízimo.

Cabe você escolher: se quer continuar apoiando um sistema mentiroso, que manipula as escrituras para ressuscitar a antiga aliança e assim impor ao povo alienado um fardo que não lhe pertence, ou caminhar na graça, sob a tutela do Espírito Santo e de fato livre, sem nenhuma obrigação com instituições religiosas cobradoras de impostos e falsificadoras do evangelho de Jesus. Pense, estude e reflita.

Uchiha madara (f)

o roubo do dízimo


O Roubo do Dízimo.

A guarda do sábado, a circuncisão, o sacrifício de animais assim como o Dízimo são quesitos que ocorreram antes de serem incluídos como obrigação da lei dada á Moises, porém todos esses itens ficaram confirmados oficialmente como preceitos a serem seguidos na lei. Portanto ensinar a doutrina do Sábado é tão errado quanto ensinar a doutrina do Dizimo.

A questão não é o dizimo em si, mas o fato de não estarmos debaixo da lei e, sim, da graça e quem se submete à prática de pelo menos um preceito da lei caiu da graça e nada tem de Cristo e é obrigado a cumpri-la toda e se alguém tropeçar em um ponto da lei é culpado por todos os outros. “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos” (Hb 7:5)”, (Lv 27.30).

Como pode alguém afirmar em pleno período da graça, que uma pessoa que aceita a Cristo como o seu único salvador, por não pagar o Dízimo, é um ladrão! Como cobrar algo que já foi pago? Essa afirmação nos faz concluir que o sacrifício de Cristo não foi suficiente para nos salvar. Sendo que o evangelho isenta-nos da lei.

Essa divida “dizimo” não nos pertence, pois não somos judeus, nem tampouco estamos no período da lei, somos Cristãos livres da lei e vivemos no período da graça e por
isso somos livres, como vimos a cima: “O evangelho isenta-nos da Lei”.

Conclusão
O que acontece com quem se submete a observar pelo menos um preceito da
LEI? R: É obrigado a cumprir toda a LEI.

A maldição do dizimo e do sábado

Segundo o apostolo Paulo escrevendo aos Gálatas3.10 diz: “Todos aqueles, pois que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro para fazê-las”.

A obrigação exigida pela lei era que todos os quesitos da lei fossem cumpridos, sem falhar nenhum, se falhasse em um apenas, todo esforço era perdido, assim era impossível cumprir toda a lei. Por isso o povo estava debaixo da maldição da lei. Por isso Jesus condenou os fariseu que pagavam o dizimo e achavam que o resto da lei não precisava, a lei é um conjunto de coisas e é tudo ou nada, visto que era impossível tudo, ficavam só no nada.

Portanto ensinar um item isolado da lei, quer sábado, quer dizimo é pura heresia, é levar maldição ao povo de Deus, seguindo a doutrina de Balaão que levado por Presentes ensinou Balaáque a usar de sutileza a amaldiçoar o povo. 2Pe 2:15 – “Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça”.

Você é livre pra escolher: Ama o próximo estarás cumprindo toda a lei, ou cumpra um item isolado da lei (dizimo), e és amaldiçoado.Gl 5.14 - “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.
... Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei...Gl 3.10

E quanto a interpretação de Mateus 23.23, só vem a nos confirmar que o dizimo fazia
parte da lei. Veja:

No evangelho de Lucas 11.42 entende-se melhor o que está escrito em Mateus 23.23, fazendo uma exegese do texto encontramos os fariseus desprezado o juízo e o amor de Deus e querendo se justificar pela lei, Jesus explica que se alguém quer se justificar pela lei, não adianta levar no capricho tudo em relação ao dizimo, mais sim todos os quesitos da lei. Fazei estas sem omitir aquelas esta se referindo ao compendio da lei, então aqueles que querem se submeter a Justiça pela lei deve de submeter-se a estas e aquelas, ou seja cumpra toda a lei incluindo o dizimo. Os fariseus sim, tinham a obrigação de cumprir a lei, pergunta: você é um fariseu?

Entretanto, após Jesus cumprir toda a lei por nós depois de sua morte deu-se o inicio de uma nova aliança,Graça, onde nossas justiças provem da Fé que opera em caridade.

Rom 4:13 - Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi
feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

Gálatas 5; 4 – “Separados de Cristo estão vós, que se justificam na lei. Da graça caístes!”


Seja fiel ao evangelho e não ao seu pastor: não dizime.

Uchiha madara (f)

Dízimo: coisa de menino na fé!


Através do evangelho de Cristo, não encontramos ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei mosaica (aquelas leis dadas por Deus a Israel através de Moisés, encontradas no Livro Levítico, que registra todas as leis e regulamentos a respeito de rituais e cerimônias, assim como em Deuteronômio, onde Moisés recapitulou todas as leis).

Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o Seu evangelho, ordenou amar á Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite; e motivo principal disso é bem claro: ele não criou instituição religiosa alguma na qual supostamente residiria a obrigação de se dar dinheiro como cumprimento á alguma ordenança de Deus.

Em Mateus 19.21; ao jovem rico Ele ordenou vender tudo e dar aos pobres;

Em Lucas 19.8,9; Zaqueu disse ao Mestre que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele, porém, não confirmou a necessidade desse procedimento; disse apenas: “Hoje veio a salvação a esta casa”.

Muitos saem em defesa do dízimo afirmando que é bíblico [Número 18.21-26]; certamente, como também é bíblico os outros mais de 600 preceitos da lei dada por Deus a Israel através de Moisés, como a circuncisão [Gênesis 17.23 -27], o sacrifício de animais em holocausto [Levíticos cap. do 1 até 6.8-13], a santificação do sábado [Levíticos 23.3], o apedrejar adúlteros [Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22].

É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo!

O fato de ser bíblico não significa nada, mas somente que está contido dentro de um livro de capa preta, que na verdade é a coleção de muitos outros livros, e que quando lidos de maneira autônoma um dos outros, sem nenhuma ferramenta hermenêutica (para se entender os contextos de cada livro), cria as maiores heresias e abominações. Sim! A bíblia é a mãe de muitas heresias!

Mas se acham que tudo que está na bíblia é para ser cumprido, então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo?

Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das instituições religiosas como nome de igrejas e enriquecimento de ministros!

O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é que existe uma grande divisão na história, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento dado pelo Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação [1Coríntios 15.1,2].

E certo é que, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés (como dar dízimos conforme Malaquias 3.10) que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do Cordeiro de Deus e reconstruir o muro por ele derrubado [Efésios 2.13-15].

Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, línguas, e povos, e nações.

Portanto, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto, com o Seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: “Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens” [1Coríntios 7.23]; e viver acatando a doutrina dos dízimos para manutenção de templos religiosos é ser, sem dúvidas servo de homens! Escravos de um sistema de controle, que vive da ignorância e da manipulação da verdade, ou seja; da mentira: se não fosse a mentira, o que seria da igreja?

O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias, uma, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária;

Outra presunção, vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da Palavra de Deus, não diferenciando a lei dada a Israel por Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais com a graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência a Palavra do Senhor.

Porém, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida pela aspersão do Seu sangue na cruz do Calvário [Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, 2Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18,19].

Mas eu gostaria da fazer uma pergunta ao leitor: você sabe qual é o dízimo bíblico? (continua...)