Igreja

O que é o desarmamento?

Para mim, eu sou completamente indiferente à política de desarmamento simplesmente porque eu não ume armarei para “proteger” minha família. A vida acima de tudo, o medo acima de tudo. Isto é o que essa raça decadente e alienada tem como valores:

“Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e, ao que quiser brigar contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe empreste. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”.
(Mateus 5; 39-44)

Quem apóia o cidadão armado apóia indiretamente a guerra civil. Querem que o cidadão pegue em armas para defender-se do crime que é fomentado pelo próprio sistema. Ele (o cidadão), não se enxerga dentro da enorme manipulação que o engoli. Não tem a mínima percepção de que ele está sendo usado para trazer à vida o pior sistema fascista que já existiu na Terra. Segundo a ética de Jesus, quando alguém vem nos assaltar, por sermos tão desapegados com os bens materiais, não apenas damos o que ele quer, mas damos algo à mais ao assaltante. Lógico que este pensamento é um escândalo para os dias de hoje, além de ser completamente ridicularizado. Jesus e mundo continuam sendo incompatíveis.

A farsa da legítima defesa
Não há defesa, há ataque. Existem duas armas básicas: o escudo e a espada, sendo a primeira de defesa e a segunda de ataque. Ora, em toda a história do universo, a defesa se faz com um escudo, e não com a espada, pois com a espada se efetua o ataque! Uma arma de fogo, como uma pistola é assim comparada à uma espada, ela serve para ferir o outro. Desse ponto de vista identificamos que a ideologia de defesa é apenas uma fachada para se pôr em prática um sentimento de vingança, preenchido de ódio, ressentimento e rancor. Quem “se defende” atacando, na verdade não está se importando com a sua integridade, na verdade ele quer é se vingar, causar dor e sofrimento ao assaltante, por exemplo. Mas ele mesmo está em trevas, pois há ódio dentro dele.

“Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.”

(I João 2; 9-11)

Manipulando a massa
Essas ações de desarmamento servem apenas para incitar os conservadores e implantar a mentalidade de culto à violência, como ocorre nos linchamentos públicos de assaltantes que são “pegos” em fuga. No Rio de janeiro isso já virou comum, e se você for perguntar a opinião das pessoas quanto à isso elas irão concordar, dizendo: É isso mesmo, tem matar um miserável desse... Queima ele, corta a cabeça. Ora, se isso não é barbárie não sei mais o que é, e são estas idéias que permeiam o pensamento popular, que se auto-intitulam de sociedade democrática. Depois dizem que é no Irã que existe ditadura...

De modo que propor o desarmamento é praticamente um pedido para os animais de rebanho sem consciência se armarem ainda mais, pensando que estão “protegendo a sua família”. Esta sociedade nunca foi tão anti-cristo!!!

























No jogo das conspirações, essas ações governamentais de controle da mentalidade popular possuem várias cartas: a carta controle de armas e a carta Mate pela paz são as principais.

As únicas coisas que se discutem é a capacidade do cidadão de se “defender” de um criminoso e o fato dele possivelmente ficar desprotegido. A ética de Jesus nunca é posta em discussão, o que nos diz o evangelho é posto completamente de lado... Ora, não percebemos que isto é um plano orquestrado para se deixar de lado o espírito de Jesus e ficarmos discutindo o direito de andar armado. Estão todos entretidos discutindo o direito de andarem armados enquanto que o evangelho é posto de lado, sem pestanejar!

Eu não andarei armado, não preciso de arma, não agredirei ninguém, nem matarei ninguém chamando isso de defesa pessoal. Se quiserem levar o pouco que eu tenho que levem... Miseráveis são os que pensam somente neste mundo, na roupa que vestem nesse mundo, no carro que andam nesse mundo. MISERÁVEIS!!! Não são somente os que roubam os bens materiais, mas aqueles que também matariam se possível para não serem roubados! Miseráveis, cegos, pobres e nu! Esse é o Homem pós-moderno.

Privatização da fé ou revolução existencial do evangelho?

Estava eu visitando o site do pastor Ed. René Kivitz e me deparei com uma postagem relacionada à pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) e do CERIS (Centro de Estatísticas religiosas e investigações sociais) que informam o crescimento do número dos ditos “evangélicos não praticantes”, dizendo: “o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas”, prosseguindo, René Kivitz declara: “É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso”.

Mas aí é que está o mais grave equívoco: quem disse que eu não sou praticante? Porém, antes disso: o que é ser praticante? Toda a caduca ciência social parte de um preconceito filosófico de que a prática de determinado credo é submeter-se à religião formalmente instituída. Por exemplo: se eu me declaro um discípulo de Jesus, logo me perguntam: qual é a sua igreja? Qual o seu pastor? Aonde você presta culto?

Estas perguntas só evidenciam que a mente do pesquisador trabalha com os conceitos do próprio sistema religioso, que diz que quem não vai à igreja não está salvo, pois a igreja é a mediadora entre Deus e os homens; que quem não se submete à igreja não se submete à Deus, e muitas outras blasfêmias megalomaníacas que as instituições religiosas possuem, dentre elas principalmente o cristianismo. No catolicismo isto é uma doutrina sólida, chamada: “Não há salvação fora da Igreja”.

Os institutos de pesquisas sociais do Brasil não estão conseguindo saber o que realmente está acontecendo no interior do Protestantismo brasileiro, e por meio de pesquisas e relatórios fracos, no sentido de exatidão dos processos sociais, não conseguem enxergar o que realmente está ocorrendo e assim criam interpretações que “colocam no mesmo saco” indivíduos com experiências e intenções completamente diferentes entre si. Sendo assim, vou colocar aqui pelo menos três tipos de “desigrejados” que estão nascendo nos últimos tempos:

1 – Pela linhagem sanguínea – “Filinho de peixe, peixinho é”, filhos de pastores, de religiosos que não optam por seguir o mesmo caminho que o de seus ancestrais.

2 – Pela crescente secularização da “igreja” nos meios de comunicação de massa – hoje em dia muitas pessoas estão se identificando com a cultura religiosa evangélica. Músicas de artistas gospels tocam em rádios seculares, muitos artistas seculares ouvem a música gospel e até freqüentam igrejas. Porém isso ocorre da mesma forma como é o protestantismo nos EUA, como uma religião nacional, aonde uns 70% da população se diz evangélica (nominal) e como é aqui no Brasil com o catolicismo, aonde sempre mais da metade são católicos. Estes são os “expectadores”.

3 – Pela conscientização das verdades do evangelho tomando ciência da malignidade da religião cristã, muitos estão hoje saindo das instituições religiosas e vivendo uma vida autônoma fazendo uso de seu próprio entendimento: a vida abundante que Jesus os prometeu. Claro que enfrentam muitas dificuldades, perseguições, possuem os mesmos problemas que todo e qualquer ser humano possui. Estes estão saindo da Matrix religiosa chamada igreja e convidando à todos os outros.

Daí eu pergunto, se você já foi evangélico e se considera um “desigrejado”, qual desses três é você?

O problema é que os doentes e obcecados por clubes e agremiações religiosas enaltecem o conceito de comunidade à ponto de o colocarem como referencial único de verificação se alguém é ou não de Jesus. Nos próprios evangelhos nós vemos os discípulos reclamando com Jesus porque outros que não faziam parte do “clube de Jesus” estavam ensinando em nome dele, curando enfermos em nome e expulsando demônios também em seu nome, e surpreendentemente Jesus arrebenta com os ditos apóstolos: “deixai-vos; quem não está contra nós é por nós...”.
A pergunta colocada em pauta por René Kivitz é: para que serve a igreja? E para mim é impossível responder sem antes definir o que é que ele chama de igreja? Pois mais uma vez as indagações e argumentações surgem encharcadas de conceitos pré-concebidos. Porém ele mesmo depois responde: “A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra”. Contudo tenho rigorosamente que discordar, ressaltando que ela PODE ser, entretanto não NECESSARIAMENTE É uma comunidade que preserva a memória de Jesus. E se ela não for? Devo, pela obrigação religiosa de estar em um clube e me submeter às abominações e desgraças que ela preserva dizendo que é de Jesus?

Ora, Sr. René Kivitz é hora de tomar mais vergonha nessa fé, não acha?
Nós, os tais “desigrejados”, até nos organizamos também, mas não vemos isso como um dogma, como uma obrigação mortal, como uma instituição divina, pois Jesus não instituiu comunidade nenhuma. Ele “precariamente” capacitou um grande número de pessoas, dentre elas os doze, e os mandou espalhar a mensagem que ele anteriormente os havia dado, só isso! Nada à mais! Historicamente, aos poucos é que as comunidades de seguidores do caminho é que foram se formando.

Também escreveu René Kivitz: “Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça”, Completamente errado. A maioria dos que estão abandonando as igrejas evangélicas o fazem com a sólida consciência das verdades do evangelho, e estão experimentando que somente “fora da igreja” é possível realmente experimentar o divino, a transformação verdadeira da mensagem de Jesus, posto que na instituição religiosa a única coisa que encontram é entretenimento espiritual, manipulação do evangelho, disciplina cega e padronização das condutas e cancelamento cada vez mais forte da liberdade de espírito.

A igreja, ou A comunidade, como preferir, não possui como finalidade de sua existência revelar o evangelho ao mundo, ela o encobre e o esconde! Se o revelasse, ela teria de deixar de existir, simplesmente porque Jesus, assim como está descrito nos evangelhos, é a completa destruição do sistema religioso. A lei, a antiga aliança era composta pelo tripé religioso: o tempo, o culto e o sacerdote; sabendo disto Paulo afirma: O fim da Lei é Cristo! Mas poderíamos facilmente concluir pelos ensinos de Jesus que: O fim da religião é Cristo! Neste sentido: Lei & Religião são a mesma coisa.

Privatização da fé é o que o cristianismo e a igreja fazem com a boa nova de Jesus. A igreja possui o monopólio do evangelho, somente ela diz o que é o quê. O está ocorrendo hoje é que este monopólio está sendo aos poucos quebrado, assim como no século XVI, nos tempos da reforma, aonde o monopólio se concentrava nas mãos da igreja católica. Porém, ele continuou sendo monopolizado, agora pelos católicos reformados (protestantes, evangélicos...), e nós estamos vivos hoje para trazer à tona tudo o que os séculos esconderam. O que René Kivitz e outros líderes do sistema religioso não contavam é que sempre houve, e sempre haverão os remanescentes, chamados de hereges.

A criação espontânea e não opressiva de uma comunidade em torno das idéias de Jesus é apenas uma leve conseqüência, e não um dever ou um dogma. É uma conseqüência de toda a revolução existencial ocorrida no interior de todos os indivíduos que absorveram o que Jesus veio nos transmitir. Igreja não é uma comunidade, igreja são indivíduos.

O Sr. René Kivitz precisa ainda aprender à se libertar de Roma. Esta doutrina que li na sua postagem e à que estou me referindo é proveniente de Roma, porém no seu caso é a Roma reformada. Há salvação fora da igreja? Essa é a pergunta respondida como um tapa na cara pelo ladrão da cruz: hoje mesmo estarás comigo no meu reino! Disse Jesus à ele.

O reino de Deus não está na igreja, nem mesmo é a própria igreja. O reino de Deus está dentro de nós, de cada um de nós.
Fonta da crítica: www.protexto.com
Fonte da matéria riticada: www.edrenekivitz.com

Política pura: evangélicos dominados pela rede Globo


Festival Promessas: na quinta da boa vista a rede Globo implementou seu plano político e comercial de aliança com os evangélicos. Nos últimos anos temos visto esta “abertura” dada pela Globo ao movimento evangélico, deixando transparecer uma tal tolerância. Mas nós nunca nos perguntamos: que tipo de evangélicos estão sendo cooptados pela Globo? Será que é todo o circuito evangélico? Ora, a resposta você já sabe: NÂO. E só como exemplo à citar; não há ninguém que pertencente à igreja universal do reino de Deus, igreja da emissora concorrente. Isto é: a Som livre (Globo) está fazendo suas alianças com a outra “metade” dos evangélicos para ampliar o seu poder de influência entre aqueles que mais crescem no Brasil e possuem um poder determinante nas eleições; à partir de alguns tempos, presidentes, governadores, prefeitos ou deputados serão eleitos simplesmente se, e somente “se”, se enquadrarem na ideologia político/evangélica imposta pela Teocracia protestante brasileira. Não tem nada de espiritual nisso, Jesus está longe, como historicamente sempre esteve da religião protestante e evangélica; isto é política, e somente isso.

Se estudarmos história, vamos nos lembrar de que isto já ocorreu na história, estamos vendo à uma repetição do que ocorreu no século III, quando Constantino “conquistou” o coração da igreja primitiva exatamente com os mesmos “presentes” e agrados materiais, resultado: é criada a igreja católica apostólica romana, preservando os antigos mistérios babilônicos, de Mitra e do deus sol Invictus, deus de Constantino e da maçonaria francesa (Ligada geralmente à católicos - Rede Globo) e também da Maçonaria Inglesa (Ligada geralmente à protestantes – Rede Record). Constantino aboliu a perseguição do Estado ao “cristãos”, doou propriedades para a igreja, à fez ser participante da política nacional de Roma; à trouxe para dentro.

Por outro lado, Jesus nunca buscou a aprovação do mundo, nem da política nacional muito menos da religião oficial de sua região. Pelo contrário, ele afirmou sobre si mesmo que aqueles que nele acreditasse teriam perseguições, atribulações por causa dele.

“Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem e quando vos separarem, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem.”
(Lucas 6: 22)
“Ai de vós quando todos os homens vos elogiarem, pois assim faziam seus pais aos falsos profetas.”
(Lucas 6: 26)
SILAS MALAFAIA E SEU ANÚNCIO DA CENTRAL GOSPEL NO INTERVALO
No intervalo do festival adivinhem quem apareceu para dar o ar de sua graça? Ele, o cão guloso número um do mundo gospel BR, Silas Malacheia. Silas anunciou produtos da editora central gospel, mostrando que também está no barco, e como não? O “comedor de dinheiro, britadeira de dinheiro, que venda a alma à todo oportunismo” (Como disse Caio Fábio) não poderia ficar de fora desse “novo mover de Deus”.

“SAGRADO” E O PROFANO ANDAM JUNTOS
Vale ressaltar que a prova de que os evangélicos sempre foram e continuam sendo manipulados, e que são tão somente massa de manobra para o mercado fonográfico e político é que logo depois da transmissão do festival Promessas, tivemos muito pagode, samba e funk no programa Esquenta, apresentado por Regina Casé. Uma hora de “louvores à Deus” e outra hora de muito pagode funk: bela combinação, vocês não acham?

NAS PRATELHEIRAS TEM ESPAÇO PARA TODOS!

Ninguém percebe, os evangélicos e seus cérebros alienados não enxergam que um evento desses, pensado e bancado pela maior corporação de mídia do Brasil representa uma grande estratégia político/religiosa, manipulando os animais de rebanho que são ingênuos demais e acreditam de bom grado em tudo o que os seus senhores dizem. Raça de idiotas! Merecem mesmo serem destruídos. Os evangélicos estão adentrando no último processo de apostasia antes da aparição do anticristo, é com esta dominação por parte do Estado e das corporações de mídia que o cristianismo dará o poder ao anticristo e à besta o seu reino.
Os evangélicos começaram à ter o seu espaço nas prateleiras do mundo. Este evangelho prostituído é apenas mais um nicho para ser consumido pelas mentes vazias do mundo que buscam uma mensagenzinha positiva para trazer conforto e tranqüilidade em suas vidas médio/burguesas; e agora podem se orgulhar de estarem sendo comercializados pela maior rede midiática do Brasil. São o produto mais valorizado na bolsa de valores da alienação:

“E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.”
(II Pedro 2:3)
As frases idiotas que são mais ouvidas: “Aleluia, Deus está entrando na rede Globo...”, “Vamos converter a Globo pra Jesus...”.
IDIOTAS!
Seja lá onde estiver, o finado Roberto Marinho está neste exato momento morrendo de rir dos babacas que se dizem evangélicos no Brasil.
MAIONETES!
Os fracos devem perecer, e nós devemos até mesmo ajudá-los nessa nobre missão
Fredrich Nietzsche

Teologia do domínio: o poder oculto e a busca pelo poder


Você já ouviu falar de teologia do domínio? Creio que não, pois o teu pastor nunca te ensinou isso, não é mesmo? E já sabendo que você só come aquilo que o teu pastor te dá pra comer, dá pra imaginar que ele nunca te falou sobre isso, até porque provavelmente ele também está comprometido com essa teologia.
Todos os mais diversos ramos, que começa com a igreja católica romana e se estende à religião protestante, às novas igrejas neopentecostais com seus apóstolos e profetas e o movimento levítico/sionista estão unidos em um mesmo objetivo de tomar posse das instituições políticas e sociais. Eles não renunciam a lei de Moisés, que é materialista em absoluto, por isso buscam incessantemente a conquista de terra e territórios e vêm na conquista do Estado porção máxima de poder material na terra.
Sabemos que a “mulher montada”, de Apocalipse 17 (a igreja apóstata) cavalga a besta (o Estado político) pela sua fome de domínio. A revelação dada à João na ilha de Pátimos é a de que a união entre “O reino de Deus” e o “reino dos homens” se daria em muito pouco tempo e no futuro, nos tempos do retorno de Cristo essa noção estaria em voga e Fortemente dominando a mente do povo. O Estado teocrático é a igreja prostituída que domina o Estado (direta ou indiretamente) e vê nele a mão de Deus.
Hoje em dia, a Igreja apóstata está usando o modelo secular e militar: as descrições dos títulos, funções e empregos “eclesiásticos” provêm do mundo, não de Jesus!

O PODER ECLESIÁSTICO É PARTE FUNDAMENTAL DA IDEOLOGIA DE DOMÍNIO
O mundo trabalha fundamentado no sistema hierárquico, e o maior exemplo disso é o Estado: “O Estado é uma relação de homens dominando homens, um relacionamento apoiado por meios de violência legítima (isto é, considerada legítima). Se for para o Estado existir, os dominados devem obedecer à alegada autoridade dos poderes vigentes. Quando e por que os homens obedecem? Baseados em que justificativas interiores e em que meios externos se baseia este domínio?”
— Max Weber

No Reino de Deus não existe hierarquia entre os homens, pois todos são iguais em poder e estatura diante de Deus (Mateus 23) e Marcos 10: 42; 43.
A maneira de Deus é totalmente oposta à maneira do mundo. A maneira da Nova aliança é aquela em que uma pessoa é controlada pelo Espírito Santo que nela habita. Satanás e o mundo carecem de uma hierarquia, mas o Corpo de Cristo não!
Mas o que dizer da autoridade religiosa? Não devemos respeitar e venerar os líderes religiosos? Não existe a idéia de submeter-se a alguém para receber “cobertura”.
Ensinos tradicionais do evangelho: o evangelho da salvação ensina que esta acontece pela fé em Jesus Cristo e no seu sangue derramado na cruz. A ênfase é colocada sobre o arrependimento e conversão das almas individuais. O Reino de Deus, nesta era da igreja, é espiritual e cresce pelo esforço do evangelismo embasado, exclusivamente no ensino bíblico. O reino de Cristo não é deste mundo (João 18:36) e o seu governo espiritual é exercido nos corações (Lucas 17:20-31). Além disso, o Reino de Deus só poderá ser realizado, na Terra, na segunda vinda de Cristo, quando ele mesmo vai estabelecer o seu reino literal e físico.
A teologia do domínio ensina: o evangelho da salvação é alcançado pelo estabelecimento do “Reino de Deus”, na Terra, na era atual.
Novo comando do domínio pelo controle - A Teologia do Domínio se embasa em três crenças básicas: 1.) - Satanás usurpou o domínio do homem sobre a Terra, com a queda de Adão e Eva. 2.) - A igreja é o instrumento de Deus para reaver esse domínio do poder de Satanás. 3.) - Jesus Cristo não poderá retornar à Terra, até que a igreja tenha retomado o domínio, obtendo o controle das instituições governamentais e sociais. (Al Dager, “Vengeance is Ours”; The Church in Dominion”) [N. T. – O Dominionismo está concorrendo, prazerosamente, para a implantação da Agenda Global do Anticristo]. (6).

Livro de Valnice Milhomens: a capa ilustra muito bem a ideologia de domínio material da teologia do poder.
Livro de Valnice Milhomens: a capa ilustra muito bem a ideologia de domínio material da teologia do poder.
Estabelecer o Reino de Deus na Terra Agora
Os líderes da Teologia do Domínio/Reino Agora pretendem estabelecer o reino de Deus na Terra AGORA. De acordo com essa crença, após o povo de Deus obter novamente o domínio da Terra, Cristo poderá começar a preparar Seu retorno para governar o reino que os líderes humanos prepararam para Ele. Thomas F. Reid diz: "Precisamos tornar o mundo preparado para a vinda de Cristo. O aiatolá não pôde retornar ao Irã até que seus seguidores tivessem preparado suficientemente seu retorno. De um modo profundamente similar, a igreja precisa preparar a Terra para o retorno de Jesus Cristo." (Ibidem, pg 134).
Earl Paulk escreve: "Em Mateus 24:12, Jesus diz claramente que não pode retornar para sua noiva até que ela tenha demonstrado o evangelho do Reino a todas as nações da Terra. Até que a igreja possa demonstrar o reino alternativo, Jesus não poderá retornar. Deus não tem mais a autoridade de enviar Cristo de novo ao mundo... Cristo não pode e não virá novamente até que tenhamos demonstrado o Evangelho do Reino às nações do mundo... O retorno de Jesus Cristo depende de nós." (Ibidem).
Quando os líderes da Teologia do Domínio/Reino Agora acreditam que precisam estabelecer o Reino de Deus na Terra antes que Jesus possa retornar, chegam muito, muito perto da Escritura que diz que os governantes finais do mundo precisarão estabelecer um reino de dez supernações, para o propósito expresso de entregar esse reino ao Anticristo! Veja:
"Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus."
[Apocalipse 17:17].
Portanto, o reino terreno que os líderes da Teologia do Domínio/Reino Agora estão planejando criar é realmente o reino do Anticristo? Sabemos que o reino terreno que será estabelecido antes de o verdadeiro Jesus retornar será o reinado de sete anos do Anticristo — aquele que se opõe a Jesus Cristo, mas vem disfarçado de Jesus Cristo!
Isso é exatamente o que esses grupos Teocratas estão fazendo! Estão estabelecendo o reinado de Satanás afirmando que estão trabalhando para Jesus Cristo. Não é maravilha que Jesus tenha predito que, no julgamento final, muitos que serão levados à sua presença não compreenderão por que serão lançados no inferno. (Mateus 7:21-23) Afinal, eles tinham operado poderosamente milagres em nome de Jesus, tinham expelido demônios e feito muitas maravilhas, tudo em seu nome!
Eles estão na verdade trabalhando para estabelecer o reinado do Anticristo!
Mas, é claro, você sabe disso lendo a sinopse das crenças deles. Agora, você sabe por que esse grupo é ouvido pelo presidente Bush, Obama, Dilma? Porque os objetivos do reino deles é idêntico aos objetivos dos Illuminati globais.
E, finalmente, você sabe por que Pat Robertson pode consistentemente propor o assassinato de líderes mundiais "renegados" como Hugo Chavez; afinal, como eles se recusam a se submeter à liderança do presidente Bush (Considerado o apóstolo dos últimos dias) então eles merecem morrer!
Com esse tipo de enganação espiritual cumprindo versos como 1 Timóteo 4:1-2, você pode se recusar a acreditar que o fim dos tempos está muito próximo?
Silas Malafaia, Edir Macedo, René Terra Nova, Jorge Linhares, Ezequiel Teixeira, Ana Paula Valadão, o movimento G12, etc; são os principais representantes nacionais da teologia do domínio. Denuncie, combata e viva o verdadeiro evangelho de Jesus de Nazaré.

Dagon: a homenagem do cristianismo à Sírius



























































































Segundo algumas informações de esotéricos indicadas em livros; no passado algumas culturas asiáticas tiveram contato com seres extraterrestres que se identificaram como moradores da constelação de Sírius, e cuja forma de seus corpos se assemelhavam à imagem que hoje ficou registrada com “Sereia”; ser que é metade peixe e metade “humano”. Os extraterrestres de Sírius influenciaram de tal forma a cultura ocidental que até mesmo a maior religião do ocidente ainda os homenageiam com o simbolismo representado nas gravuras acima. Contudo, os seres de Sírius nunca chegaram à pisar em terras ocidentais, a sua influência na maior religião ocidental se deu pelo sincretismo com o oriente, entre os séculos III e V d.C. A divindade chamada Dagon é um destes seres que se relacionaram com os Homens num passado muito distante.

Silas Malafaia receberá medalha ocultista


Veja como esse pastor é facilmente seduzido pela maçonaria e o bahaismo através de um agrado que faz massagem no ego.
Resumo da notícia: “Pr. Silas Malafaia receberá Medalha Mérito Legislativo – No dia 30 de novembro, o pastor Silas Malafaia participará de uma cerimônia especial no Salão Negro do Congresso Nacional, em Brasília. Na ocasião, ele será um dos 40 condecorados com a Medalha Mérito Legislativo da Câmara dos Deputados.”
Basta olhar para o nome do local onde Malafaia será agraciado para saber que se trata de uma manifestação do poder das trevas, pois a cerimônia será no “Salão Negro de Brasília”.
Malafaia teve que disputar a medalha com outros líderes. Algo muito estranho…Todos nós sabemos que a política brasileira é uma das mais podres e imundas do mundo, porém não temos como saber se existe uma disputa por barganha financeira. O que ficará evidente é uma bajulação entre padrinhos e apadrinhados. A tal medalha passa a impressão de um agradecimento dos políticos por terem usado os templos desses mega lideres religiosos para ganharem votos; por exemplo, Malafaia e apadrinhado do deputado Ratinho filho.
Através da medalha, Malafaia será reconhecido e saudado por muitos, uma espécie de intocável “super ungido do senhor” e também por estar na frente de vários outros líderes religiosos que estavam na disputa. Isso nos lembra a seguinte advertência deixada por JESUS:
Ai de vós, fariseus, que amais os primeiros assentos nas sinagogas, e as saudações nas praças. (Lucas 11 : 43)

Para entender o significado desse ritual, é necessário ter um conceito do que significa esse símbolismo:
O Simbolismo transforma os fenômenos visíveis em uma idéia, e a idéia em imagem, mas de tal forma que a idéia continua a agir na imagem, e permanece, contudo, inacessível; e mesmo se for expressa em todas as línguas, ela permanece inexprimível….” Goethe.

Convertendo isso para o valor simbólico da medalha, o profano Malafaia está recebendo uma motivação (ou uma massagem no ego) para se aprofundar mais na sua ideologia política.

Dessa forma, ele estará defendendo os princípios da Maçonaria e do Bahaismo. Esse último consiste em uma indicação do mesmo para fazer parte do Parlamento Mundial do cristo cósmico Baha’u’llah (essa é a iniciação nos mistérios maiores do profano Pr. Malafaia), onde os mega líderes evangélicos farão parte da Câmara Baixa na ONU.
Fonte 2: Vitoriaemcristo.org

Em guerras de Maçom agente não chama o garçom 2


E a novela continua... Mais uma “viadajem” das duas amiguinhas de colégio está dando o que render no mundo Gospel: Silas Malafaia e Edir Macedo. Dessa vez a rede Record, emissora de Edir Macedo fez uma reportagem especial sobre as igrejas neopentecostais e os movimentos de “cair no poder”. Bem... Quanto à reportagem, nada de novo! Nada que já não saibamos, nós, que já fomos evangélicos e já participamos de toda essa loucura em forma de circo. Porém recentemente li o livro A autópsia da igreja, de Luiz Galeno, e achei uma parte muito interessante que diz sobre o pentecostalismo e as suas maluquices: 
A hipnose pentecostal (observações acerca dela)
a) Função: condução á um estado mental de aceitação dos dogmas propostos. Os dogmas pentecostais são puramente práticos, experimentais ás vezes, mais visam como núcleo de sua existência a experiência sensível como parâmetro e testamento da existência da divindade; essa maneira de enxergar a produção de conhecimento acerca da divindade no homem, acarreta inevitavelmente um processo de distanciamento cada vez mais acentuado em relação á razão, gerando em seus estágios avançados repugnância á ela, repelindo tudo o que exprima alguma riqueza intelectual, que preze por exemplo, pelas artes, pela boa escrita e boa leitura. A negação da reflexão, da meditação, do silêncio em espírito para a promoção do saber: o pentecostalismo original elogia a ignorância.
b) Ambiente:
– Música alta; Toda cultura esotérica antiga, hindu, budista ou chinesa, conhece o alto valor da música para o condicionamento energético/espiritual do homem, sabe que a alma se conecta ás energias inatas dos sons e cria a ponte para um estado de elevação psíquica. A música é o substrato da atmosfera mística, ela faz a preparação para os pontos altos de “efervescência”, de modo que em um típico ambiente pentecostal não pode faltar a música, e que de acordo com a sua escala de valores de “guerreiro de Deus”, fundamentada sob a teologia da guerra, ergue-se sobre a estética agressiva, “potente”: música alta e barulhenta dessa forma representa o agir da divindade; as energias potentes, as elevadas sensações e paixões geradas por ela são o que chamam eles: “unção”, “presença de Deus no recinto”.
– A algazarra a energia pulsante; ela faz nascer um novo estágio de contemplação pelo movimento e pelo êxtase. A contemplação do ativismo, do vício pelo movimento, o que de fato é manifestado pelo seu agente, ele torna-se realmente viciado na forma e na essência movida pelo ambiente confuso e histérico, á ponto de somente reconhecer algo como divino quando este esteja em concordância com esse padrão.
c) Condicionando o espírito
– Há um tal espírito coletivo; os seres adentrados em reuniões de cunho pentecostal tendem á serem condicionados para aquela norma de comportamento já previamente estabelecida; é algo coercitivo; vem de fora, é anterior á eles. É visível que o comportamento ali é e está condicionado, já está determinado desde o momento em que as pessoas saem de seus lares, pois em suas consciências o comportamento esperado já lhes impôs a atitude cognitiva necessária. A multidão reage ao estímulo, o condicionador da multidão á trabalha como o ferreiro trabalho sua peça de aço; com marteladas, despejos chocantes de energia psicológica atribuída ás forças divinas.
– As “línguas estranhas” como “idioma” instituído pela norma coletiva já existente. A existência de “frases” feitas, criadas pelo consenso geral, geradas pelo coletivo como representações labiais da manifestação do Espírito Santo e fortalecidas pela tradição e pelo uso costumeiro. Incorporadas ou aprendidas pelo novo membro com sua vivência no ambiente. A reprodução do idioma de línguas estranhas se dá de duas formas; as duas são igualmente coercitivas, porém uma mais branda, que faz espontaneamente o indivíduo sentir-se possuído e a outra por imposição; na segunda é o pregador que o ativa e o incentiva, na primeira; pela espontaneidade quando o novo membro se vê totalmente inserido na cultura local, revestido totalmente dos costumes nativos, á ponto de manifestar o mesmo êxtase dos demais já iniciados. Esta segunda torna-se coercitiva á medida que o novo membro não manifesta o referido dom, e logo sente-se não inserido, algo que foge da normal geral. Há aí o constrangimento como fonte do enquadramento forçoso á cultura do ambiente.
A autópsia da igreja – Pag. 158.
Quem ganha com essa guerra particular entre Silas e Macedo?
Quem ganha é o poder eclesiástico, pois é fortalecido a noção de “Ungido do Senhor”, de modo que se criam duas facções: os do Silas... E os do Macedo. Assim ficam as mulas evangélicas divididas em dois times e discutindo quem está com a razão. De um lado os idólatras de Silas, repetindo igual papagaios amestrados tudo o que o seu mestre diz na televisão. Do outro os idólatras de Edir Macedo, desenvolvendo cada vez mais repulsa e ódio em relação ao grupo de neopentecostais criando uma “guerra santa” no interior dos evangélicos (guerra santa, que de santa não tem nada!). Não seja IMBECIL! Não dê créditos à esse dois lobos, eles pensam que nos enganam! Até enganam, mas não à todos, sempre há um remanescente vivo e desperto para denunciar as obras das trevas desse imundos adoradores de Mitra. O deus sol de Silas malafaia é o mesmo deus sol de Edir Macedo. Uma guerra entre irmãos é chamada de estrategicamente de Ordo AB Chaos, isto é: a ordem pelo caos. A vitória através da bagunça, mas nesse caso a vitória é dos dois lados, os dois lados saem vencendo, cada qual com uma parcela dos cérebros dos já descerebrados evangélicos.

Maçonaria e o discurso teocrático


Esse garotão ai é o reverendo Isaías de Souza Maciel, presidente da OMEB (Ordem de Ministros Evangélicos do Brasil), vestido à caráter para o seu deus Baphomet. Esse tem maçonaria na correndo na veia! Contudo, vejamos o discurso principal que está na boca de pastor Maçom, pois não poderia de ser outro: teocracia. Assista a porcaria do vídeo à seguir e vá no link abaixo para ver que tudo que já escrevi nesse blog não é besteira nem mentira: essas ideologias de poder material e domínio político na Terra vem por influência do deus Sol, o mesmo deus sol do imperador Constantino, que transformou a boa nova de Jesus em uma religião de governo. Esses negadores de Jesus contaminam milhões com o seu veneno travestido de mensagem evangélica. REPUDIE A TEOCRACIA! Ela não se fundamenta no evangelho de Jesus, mas na antiga aliança que por ele foi abolida. Veja o vídeo e visite o link abaixo:
Veja Isaías de Souza Maciel no site oficial da Maçonaria: Goirj.com

 

 

Cegueira generalizada!


- Por que nos deixamos ser condicionados à crer que a igreja é a casa de Deus, sendo que lemos diversas vezes que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens? E que nós somos a igreja, e não há outra?
- Por que nos deixamos ser condicionados à acreditar que existem humanos superiores à nós, que devemos obediência cega e incondicional à eles, mesmo tendo todo o evangelho ensinando o contrário? Que somos livres e que só há uma autoridade espiritual: Cristo (Mateus 23).
- Por que somos obrigados à se submeter à uma invenção? Somos obrigados diariamente à se dobrar diante de uma ilusão.
- Por que os seres humanos preferem se agarrar à tradição do que ao que Jesus ensinou? Mesmo Jesus tendo dito: “vocês encontram uma boa maneira de rejeitar os mandamentos de Deus para guardar as suas próprias tradições... Vocês invalidam a palavra de Deus por causa dos seus costumes” (Marcos 7; 6-13).
- Por que seres humanos preferem dar as costas para aquele que os resgatou e abraçar idéias que são contrárias à ele?

- Por que somos tão idiotas em nunca pensar sobre o que vivemos. Nunca pensamos se o que acreditamos é mesmo verdade ou não. Deus nos fez idiotas? Ou foi o sistema religioso que nos transformou em idiotas?
- Por que nos deixamos enganar tão facilmente que somos obrigados à pagar um certo imposto de renda judaico, mesmo sabendo que Jesus aboliu a lei com as suas ordenanças?
- Por que nos deixamos iludir acreditando que “rebeldes” vão para o inferno e os “submissos” para o céu, tendo Jesus como uma figura histórica que nunca se submeteu ao sistema religioso judaico, e por isso foi denunciado ao império romano como subversivo?
- Por que nunca nos perguntamos: rebelde contra quem? Contra o que? Submisso à quem e à quê? Isso é o que deve ser perguntado!
- Por que nos deixamos ser levados à creditar que devemos submissão à uma mediação humana, mesmo tendo Jesus cancelado esta mediação humana se fazendo o único sacerdote mediador para a raça humana (I Tm 2;5)?
- Por que o medo de questionar continua nos assombrando se lemos que quem ama lança fora o medo? Será então que não amamos à Deus nem à Jesus? (Deve ser!).
- Por que continuamos apoiando o abafamento daqueles que geram o nascimento de mais “por quês”?
- Se dizer “por que?” nos liberta, por que tememos tanto questionar as coisas à nossa volta? Temos medo da liberdade? Ou somos animais criados em cativeiro (templo) e que por isso não sabemos de fato o que é a liberdade de viver fora da gaiola?

- Por que nos deixamos conduzir à reprovar o ato de duvidar, mesmo tendo o apóstolo Tiago enfatizando: “Irmãos, não acreditem em todo espírito, mas coloquem à prova todo espírito...”.
- Até quando dormiremos? O que é preciso para despertarmos? Será necessário ouvirmos a frase: “Aparta-vos de mim para o fogo eterno, eu nunca vos conheci...”?
Um dia eles descobrirão que este nosso mundo se tornou de cabeça para baixo, e que os verdadeiros hereges são aqueles que rejeitam à Jesus, do mesmo modo que o judaísmo oficial o rejeitou no passado. Hoje, o cristianismo rejeita à Cristo da mesma forma. Prefere ficar com sua tradição maligna e condenar os que pensam, refletem, e acabam verificando que há algo de errado com isso que chamam de igreja. Quem precisa rever os seus valores? A maioria, ou a minoria? Foi a maioria ou a minoria que entrou na arca de Noé? Foi maioria ou a minoria que não se dobrou diante da estátua do Rei Nabucodonosor e depois foi lançado na fornalha? Foi a maioria que abandonou Sodoma e Gomorra e se livrou do castigo de destruição? Então responda com sinceridade: tem certeza que é a minoria que tem que rever os seus conceitos?
(Mateus 7: 13) “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela”.

O caminho por onde transita a maioria é um caminho largo e espaçoso. Porém Jesus nos exorta à escolher o caminho estreito, apertado, difícil, conturbado, descriminado: o caminho da minoria. Seja a minoria.

Conclamamos à todos que pertencem à verdadeira igreja de Jesus Cristo que rompam com o silêncio, e não aceitem mais a tirania daqueles que querem evitar que dissemos: “Porque?” Só há uma autoridade espiritual, e ela é Cristo.


2013 segundo Daniel Mastral


Portais Dimensionais Permanentes:
“São 90 as Janelas Permanentes, e a grande maioria delas já está aberta, isso veio acontecendo desde a Antigüidade, como sabemos. Há cerca de 10 a 12 anos, 72 destas Janelas estavam abertas.
Para abrir as últimas, era necessário esperar o tempo certo. Por que o tempo certo? Porque para abri-las, é necessário uma série complexa de condições que não acontecem sempre; não apenas condições de conhecimento ritualístico (que é progressivo, como sabemos), mas também conhecimentos e condições astrológicas e astronômicas. Não podemos ir além nos detalhes porque eram conhecimentos destinados apenas aos Sumos Sacerdotes. Mas como Deus é o Único Senhor do Universo, Ele detém a ocorrência destes fenômenos, de forma que a abertura das últimas Janelas ficou realmente reservada para o Final dos Tempos não porque o Diabo assim preferiu, mas porque Deus determinou. Essa minoria de Janelas libertará Demônios cada vez mais Poderosos das profundezas do Abismo. Em 2006, mais 9 serão abertas, e as últimas 9, em 2013.
No entanto, lembremos que a abertura de uma Janela Permanente pressupõe não somente a entrada dos Demônios na Terra, mas recordam-se que dissemos que era possível que seres humanos as atravessassem também? Isso é considerada uma honra muito especial, concedida a poucos escolhidos, e a passagem tem objetivo de gerar filhos de Entidades Poderosas de uma maneira diferente, num outro Mundo, guiado por outras Leis. Claro, tem de passar o homem e a mulher, pois a relação será mediante Súcubus e Íncubus. Uma honra como essas é algo muito, muito especial dentro da Irmandade, concedida a poucos. Sumos Sacerdotes em geral”.
Daniel Mastral. Rastros do oculto, pag. 256.

21 de Dezembro de 2012 – O alinhamento cósmico dá início à abertura das últimas 9 janelas dimensionais, culminando com alguma data especial em 2013 para a última janela ser aberta e o primeiro demônio ser manifesto “fisicamente” na nossa dimensão. Mediante esta abertura definitiva do plano metafísico com a dimensão terrestre, o mestre Jesus retorna para “interferir” na festa que os demônios irão fazer, subtraindo do planeta terra os seus escolhidos, dando início à um processo de caos generalizado no planeta terra. Depois ele mesmo retorna na companhia dos escolhidos para a batalha final.
Coincidência de datas? Conspiração extrema? Alucinação da minha mente? É pagar pra ver...

Fundamentalismo protestante made in Brazil


O fundamentalismo protestante de origem norte americana começa mostrar as caras no Brasil. Ele tem sido importado para cá graças ao grande esforço do cão guloso Silas Malafeia. Agora nós vemos coisas como esta que aí está: um site GLBT de São Paulo foi invadido por Hackers que fizeram questão de expor a sua ideologia político/religiosa, foi deixado um versículo bíblico (muito utilizado pelo referido pastorzinho citado anteriormente). Ora, o que faz um hacker invadir um site GLBT e se identificar com uma mensagem bíblica, que fala de Deus, de Jesus...? Este é o fundamentalismo em sua manifestação mais clara. Simbolicamente está sendo declarada uma guerra em nome de Deus, uma Jihad (Guerra santa), usando-se supostamente a pessoas de nosso mestre Jesus. Resultados? Ódios, xingamentos, e uma completa rejeição do evangelho por parte dos homossexuais que nunca irão querer esse Jesus indemoniado pregado pelos evangélicos. Porém na verdade, nós sabemos que este “Jesus” que invade um site e põe uma mensagem bíblica para justificar a invasão nunca foi o Jesus descrito nas páginas dos evangelhos... Esse “Jesus” é Exu caveira.
Seja portanto Anátema!
Madara

Habacuque x Jacó: com quem você fica?


Você nunca reparou uma diferença entre Habacuque e Jacó? Pois está explícito uma clara contração entre as posições éticas desses dois personagens bíblicos: de um lado um profeta menor, que denunciou os erros do povo de Israel e exortou o povo à se voltar ao Eterno. Do outro lado uma figura extremamente cultuada pelos idólatras do dízimo, que barganha de forma explícita com Deus para poder ter com ele uma aliança. Bem... Então antes de mais nada vamos ao duelo:
(Gênesis 28; 20-22)
Jacó
E Jacó fez um voto, dizendo: se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; e eu em paz tornar à casa de meu pai, o Senhor me será por Deus; e esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.
X
(Habacuque 3; 17)
Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.
Habacuque
Jacó estabelece cinco condições para ele ter o Eterno como seu Deus. Ele quer benefícios para poder ter Deus como o seu Deus, o que nos leva à entender uma coisa: e se Deus responde que não? Que daria à ele todos aqueles benefícios requeridos como prerrogativas para se firmar a aliança? Pelo o que se encontra escrito no texto então Jacó rejeitaria uma aliança com o criador, pois para ele esta aliança seria somente possível se tais benefícios fossem oferecidos. Em contrapartida temos em Habacuque um espírito totalmente diferente
Os pastores e teólogos da teologia da prosperidade certamente ficam com Jacó, e se tornam até mesmo discípulos dele; repetindo a sua barganha com tudo o que a retórica moderna pode oferecer. O poder materialista contido na antiga dispensassão em que Jacó estava é a fonte para identificar o porque ele carecia de bens e vantagens materiais para ter uma aliança com Deus. Na antiga aliança, todas as recompensas eram materiais. Mais que isso: a materialidade era a única existência possível às vistas de alguém que residia sob a lei de Moisés. Desse modo, um indivíduo realmente só pensava em terras, bois, cavalos, propriedades, etc. Contudo, essa realidade é completamente alterada com o advento do messias. Jesus tira o foco do homem das coisas materiais e os lança sobre as coisas espirituais. Conosco, que somos discípulos de Jesus, não age, ou não deveria mais agir a mentalidade de ter a matéria como fonte e de satisfação. Em muitos casos Paulo exemplifica essa materialidade com o termo “Carne”, dizendo que as coisas da carne estavam na lei, mas que as coisas do “Espírito” está na graça que veio por Jesus.
Bem... A escolha é toda sua. A minha já foi feita. Habacuque passará lá em casa semana que vem para batermos um papo filosófico sobre metafísica. E a sua escolha?
Ferdnand.

O reino de Deus está em mim!


"Por mais estranho que possa parecer, cada igreja, como Igreja, sempre foi e não pode deixar de ser uma instituição, não só alheia, mas até diretamente oposta à doutrina de Cristo. Não foi sem motivo que Voltaire a chamou de infame. Não é sem motivo que todas, ou quase todas as pretensas seitas cristãs, reconheceram e reconhecem a igreja na grande pecadora profetizada no Apocalipse. Não é sem motivo que a história da igreja é a história das maiores crueldades e dos piores erros”.
“As igrejas, como igrejas, não são instituições que têm por base um princípio cristão, ainda que um tanto desviado do caminho certo, como pensa um grande número de pessoas. As igrejas, como sociedades afirmadoras de sua infalibilidade, são instituições anticristãs. Não só nada existe em comum entre as igrejas e o cristianismo, exceto o nome, como seus princípios são absolutamente opostos e hostis. As primeiras representam o orgulho, a violência, a sanção arbitrária, a imobilidade e a morte; o outro representa a humildade, a penitência, a submissão, o movimento e a vida”.
“Não se pode servir ao mesmo tempo a estes dois senhores: é preciso escolher um ou outro”. Ou Cristo ou o cristianismo 1.
O Reino de Deus está em Vós [p. 43] - Leon Tolstoi, (1893).
(1 Acréscimo de minha parte)

Silas Malafaia: a besta profana dos evangélicos e suas ofensas homossexuais


A bíblia só apresenta duas bestas, descritas mitologicamente no Apocalipse. Este livro do Novo Testamento é o que mais causa calafrios entre os cristãos, suas imaginações não conseguem acompanhar tanta ficção narradas ao longo dos 22 capítulos que sentencia o mundo. Uma das bestas no mundo atual é o Edir Macedo, que chamei da besta que veio da terra; a outra é o Papa, que por ser uma figura pré-histórica, digo que veio do mar.
Eis que outra besta vinda também da terra, que já há algum tempo causa alarde no meio evangélico brasileiro, ostenta – além dos chifres – uma boca profanadora de mentiras, ilusões e charlatanismo que caem como próteses aos mutilados do povo de Deus. – Pastor Silas Malafaia. Você já deve ter visto esse figura por ai.
Além de apresentador do programa “Vitória em Cristo” exibido na Band, Silas Malafaia é Jesus Cristo ainda não pregado na cruz entre os grupos homossexuais. Isso porque o falastrão não se contentou em pregar mentiras apenas ao público religioso e tratou logo de apresentar seu ódio racista aos homossexuais. –
Ótima manobra dos controladores de massas, joga uma faísca em meio à pólvora e aguarda o fogo apagar para assumir uma posição de destaque maior entre os evangélicos que, sendo a massa, e vendo seu principal líder ser crucificado na sociedade, tratam logo de colocá-lo em um trono ainda maior.
As religiões não engoliram a perda do poder político, seus líderes se sentem detentores da verdade. As inúmeras guerras causadas em nome de Deus deixaram de ser feitas por espadas e cavaleiros. Agora elas atacam verbalmente através de conteúdos racistas e xenófobos.
No Velho Testamento Deus é uma máquina de matar e castigar, ao longo dos seus 39 livros são descritas muitas guerras entre povos, sacrifícios e inferiorização dos animais, inferiorização da mulher, escravidão, intolerâncias, atrocidades, contradições e outros inúmeros disparates.
No Novo Testamento Deus já é mais piedoso, continua matando, escravizando, inferiorizando e separando povos, mas aqui ele te oferece a chance do perdão. Ao todo, esse livro fúnebre do terror legitima as ações e motivações religiosas.
Passada a época onde se derramava sangue aos que se recusassem a se converter, os discursos religiosos em relação aos diferentes, seja por raça, costume ou religião, é a falácia de que eles ainda não sabem da verdade. O cristão vê o católico como aquele que está no caminho errado sem saber, e vice-versa.
Como toda religião se agrega e se solidifica através das massas, quanto maior o número de fiéis, mais fácil se torna a veiculação dos ensinamentos e maior o seu alcance. Se antes a igreja católica precisava de cavalaria e armas para fazer valer suas doutrinas, hoje, basta um anúncio do papa para alterar o comportamento e ações de seus fiéis.
Nesse sentido, os evangélicos que não tinham grande visibilidade no país, hoje absorvem cada vez mais os desesperados em busca das palavras que afagam seus ouvidos. Os meios de difusão de suas doutrinas ampliaram, além de contarem com departamentos específicos compostos por profissionais perversos que utilizam de manobras de controle.
Nesse contexto, a negação dos homossexuais por parte do pastor Silas Malafaia causou um furor entre os representantes do grupo e acirrou ainda mais os preconceitos.
Um dos “recantos evangélicos” mostra, através dos comentários verificados, o quanto isso favorece a discriminação. Percebe-se ali, uma legitimação da atitude do pastor através das “escrituras sagradas”. – Ora pois, se na bíblia está escrito que Deus fez o homem para a mulher e a mulher para o homem, logo, o pastor é santo, e os anormais que se queimem no inferno. Infelizmente, como se já não bastasse a realidade social do nosso país que já é repleta de contradições e discriminações, somos obrigados a vivenciar fatos desse tipo que facilmente poderiam ser evitados.
Guardem esse nome, pastor Silas Malafaia. Besta que se desponta rapidamente no cenário da fábrica de ilusões às custas do dízimo e da cegueira social. É a principal estrela dos evangélicos, assume um semblante de sujeito falastrão e com jocosidade de causar risos entre os evangélicos, mas vergonha aos outros.
É um sujeito astuto, logra muito bem os artifícios de controle e manipulação das massas. Seu principal alvo é destronar o Edir Macedo, por isso suas charlatanices não irão permanecer apenas entre as quatro paredes do meio evangélico.
Esse safado ainda vai causar muita polêmica…
FONTE: Ceticismo.net

Todas as coisas serão reveladas nos últimos dias


Nunca antes a história das autoridades eclesiásticas, de estadistas, homens do governo, chefes e de líderes da indústria, do trabalho e dos ricos, foi tão questionada, criticada e exposta, como agora no bar do julgamento público...
Estamos vivendo no tempo em que o oculto da escuridão estão sendo manifestada. Porém não só são os compromissos imorais da cristandade com o paganismo serão expostos, mas mesmo o governo. Os líderes estão sendo expostos em flagrante com seus estilos de vida, muitas vezes ilegais. Essas exposições mundiais de corrupção são a prova de que estamos no momento da nossa presença de Cristo nos últimos dias.
"E, como ele sentado no monte das Oliveiras, os discípulos vieram a ele em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas? e qual será o sinal da tua presença e do fim do mundo?" - Mateus 24:3.
Nunca antes na história, temos visto com flagrante as exposições abertas das coisas das trevas sendo revelas. Sim, eles são rasgadas para inspeção intensa para o mundo inteiro ver.
"Mas, quando o Dia do Juízo de Deus vem.... a terra e todas as suas obras serão expostas ao escrutínio do Juízo " (2 Pedro 3:9-11).
Fonte: Ninrod and Babylon

Sobre rituais


Me foi perguntado:
GOSTARIA DE ALGO MAIS COMPLETO SOBRE OS RITUAIS QUE SÃO PRATICADOS PELOS EVANGÉLICOS, CATÓLICOS E CIA LTDA, POIS ELES INSISTEM QUE DEVEMOS BATIZAR E PARTICIPAR DA CEIA.
Me mostre um único versículo da Bíblia que diga abertamente "É necessário fazer o ritual X para poder ir ao céu", e eu darei razão para todos eles, e farei todos os rituais.
Se os rituais podem fazer o serviço de te levar à Deus, então a fé é uma coisa secundária.
E o pior de tudo, é que a idéia apregoada pelo grupos religiosos não é apenas "as obras salvam", mas sim, que "as obras pré-determinadas e adotados pelos homens iluminados que são as lideranças da igreja, salvam você", mas eles não gostam dessa abordagem direta, e preferem tratar o assunto lateralmente, e qualquer pessoa que afirmar isso para eles, poderá ser chamado até de mentiroso - Embora esteja 100% certo na afirmação, em tudo que é igreja, você precisa ir lá e fazer o ritual X, o Y, e o Z, senão você está fora.
Paul Washer apenas é a demonstração de que isso tudo é verdade, pois nos vídeos dele, ele mete o pau nas igrejas, e é um dos vídeos mais assistidos na internet.
E é claro que os igrejeiros assistem isso e acham o máximo, por que a razão da vida de muitos é jogar lixo na igreja dos outros e justificar a sua própria como "portadora da verdade", mal-sabe o igrejeiro, que com sua ação, ele está defendendo a "infabilidade Papel" dos seus líderes. (Óh sim, eles não gostam de pensar nisso).
Eu pessoalmente nunca tive paciência para assistir mais que 20 segundos de Paul Washer, por que ele embroma demais por medo de ofender a plateia.
Um dos livros mais engraçados da Bíblia é sem dúvida o Atos do Apóstolos, por que relata uma transição lenta entre Velho Testamento e Novo Testamento, e dá para ver muitas coisas que mudam, do início até o fim do livro.
(Qualquer sacerdote que desejar criar rituais bizarros, certamente se baseará neste livro.)
Também foi dito que João batizava com água, e Jesus o faria com fogo (Espírito Santo). Se é uma coisa que o Jesus faz, então eu creio que nenhum pastor, ou padre, ou ida na igreja pode fazê-lo.
Mas se você acha que se molhando vai agradar Deus, vá e tome um bom banho.
Se você ler Coríntios, entenderá que tudo vai da consciência do pessoa.
O problema na mente é comer carne? Se tua consciência pesa por causa disso, não coma, embora tudo seja lícito.
Por que não se deve julgar ninguém pelo comer, pelo beber, por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, não se deve obrigar ninguém esse tipo de coisas, por que é a fé que salva, não rituais.
É bom que se façam ceias em lembrança de Jesus - Bom fosse, que toda ceia o lembrassem - disso surge a idéia de orar em todas as refeições com a família, coisa que a maioria dos igrejeiros nem faz, prefere adotar um teatro bobo em sua igreja, que ele faz raramente, e na presença de estranhos que ele certamente nem conhece.
Eu olho lá fora, e vejo um monte de pessoas o tempo inteiro querendo que eu faça "isso e aquilo para Deus", e chamam isso de Cristianismo.
O Livro Preto deixou de ser uma literatura, e se tornou apenas um imenso repositório de toda a sorte de desculpas, para forçar as pessoas a fazerem toda sorte de coisas inventadas, que por fim, apenas tem a finalidade de demonstrar publicamente, que uns subjugam os outros à suas vontades através de seu intelecto, e isso ocorre de forma tão maravilhosa, que se assemelha a uma escravidão mental, aonde o escravizado trabalha para sustentar o seu dono, doando 10% do que ganha, e sonhando que agrada Deus com isso.
FONTE: Verdades Especiais

Livro: A autópsia da igreja


Sentença para a religião cristã
Produto da perseguição ao evangelho subversivo dos séculos I e início do II – forma encontrada para vencê-lo; não mais exterminando-o, mas contaminando-o – estratégia política exemplar de um estrategista militar - o cristianismo é criação do deus sol – ele incorpora os elementos pagãos das religiões de mistérios e os fixa ao nome do messias: o templo, o culto e o sacerdote são a morte da Igreja: a institucionalização da fé. A transformação da fé livre em religião.
Pag. 22
Sentença para a religião protestante
Superficialidade – Uma outra forma para o antigo catolicismo – A nova aparência esconde a essência pagã e anticristã – Prolongamento e perpetuação do paganismo babilônico que iniciou a igreja romana fundamentado nos valores naturais. Finalidade: disputa – concorrência á todo custo e eterna com sua matriz original; psicologia da guerra. Culto secreto ao deus da morte por meio da exaltação da guerra – Lutero um assassino santo. O protestantismo tem a audácia maligna de propor um rótulo á seus crimes: a instituição divina da guerra. Efeitos: morte.
Pag. 173
Livro: A autópsia da igreja – Editora Protexto. (Trechos utilizados com a autorização do autor).
Link do livro: PROTEXTO

Refutando o militarismo (pseudo) cristão: Jesus era um pacifista?



Existe uma relevante dúvida na cabeça dos cristãos com relação ao patrocínio do homicídio e do uso da violência desde a igreja primitiva. Colocarei aqui alguns pontos desafiadores para os defensores do militarismo cristão e espero que eles, tendo coragem e hombridade de espírito me respondam colocando seus comentários. Porém primeiro vamos analisar dois conceitos bagunçados na cabeça de todo aquele que lê as escrituras e tentam legitimar o militarismo: palavra de Deus e Bíblia.
É dito pelos carniceiros: “A bíblia diz em Isaías...”, incorporam no livro Bíblia uma entidade viva, como se ela fosse um ser vivo que fala e dá ordens. Não! Não é a bíblia que diz, mas quem escreveu o texto, que à partir do século III ficou anexado na criação do livro Bíblia pelo Concílio de Nicéia, liderado pelo imperador Flavius Valerius Constantinus, ou popularmente conhecido como Constantino. Precisamos ter em mente que a bíblia é de fato um livro, e não uma pessoa, ou até mesmo a quarta pessoa da trindade. Mas então o que é a palavra de Deus? Ora, o que está escrito no livro bíblia já nos responde satisfatoriamente: “E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus (Jesus)”. (Apocalipse 19:13). Uma dúvida: Jesus falou em algum momento sobre a bíblia? Apóstolo Paulo pregava a bíblia? Porque a bíblia não existia na época de Jesus? Porque ela foi literalmente criada 300 a nos depois dele. Isso é uma verdade histórica, constrangedora demais para o cristianismo e para a igreja te contar.
“Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas”. (2 Coríntios 10:3-4). Neste texto, Paulo está de acordo com o que Jesus ensinou, aqui ele é apenas um excelente repetidor de Cristo. Mesmo que existimos na carne, existimos materialmente, porém não lutamos, ou não devemos lutar materialmente, ou seja; fisicamente. Porque as armas da nossa milícia não são materiais (fuzil, pistola...) mas sim espirituais (oração, testemunho vivo para o mundo...) e poderosas em Deus. Paulo usa o termo “milícia” não em seu sentido literal, como se constituíssemos um exército das forças armadas, mas no sentido figurativo, pois somos de fato um exército espiritual, de seres humanos que não lutam com as mesmas armas que a polícia ou que o exército ou a marinha, mas mesmo assim vencemos; não pela forças dos canhões, mas em nome do nosso Deus. Alguma dúvida?
“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mateus 5:38-39). O espírito do homem natural, daquele que era alicerçado na lei, responde de forma equitativa às agressões. Se eu sou agredido, tenho o direito de te agredir também. Se me deres um soco, te devolvo o soco... Este é a lei natural da raça humana. O que Jesus estaria fazendo ao se contrapor à essa cultura da violência? Jesus, melhor do que ninguém sabia que o ódio e a violência é um mal em si mesmo, eles geram um círculo vicioso e eterno, deste modo Jesus ensinou um modo de quebrar este círculo: não responder com a mesma energia com você foi agredido; se você recebeu numa quantidade de energia negativa, não devolva com mais energia negativa, mas cancele esta energia negativa devolvendo em forma de energia positiva! Ame os seus inimigos, ou seja; ame aqueles que estão causando mal: dê energia positiva aqueles que estão te dando energia negativa.
“Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão” (Mateus 26:52). Neste episódio Jesus repreende firmemente Pedro por ele ter agredido o soldado romano e cortado sua orelha com a espada que carregava. Jesus ressalta para Pedro a lei natural do mundo: aquele que mata também morre! Ou seja; nada mais que uma versão do código arcaico: olho por olho e dente por dente.
PERGUNTAS:
1 - JESUS NÃO HAVIA VISTO QUE PEDRO ANDAVA COM UMA ESPADA? PORQUE ELE NUNCA REPREENDEU PEDRO POR ANDAR ARMADO?
Esta pergunta ressalta mais uma vez toda a filosofia que Jesus trouxe ao mundo. Jesus Cristo, nunca se ocupou com questões políticas, sociológicas do mundo, com coisas materiais. Vejamos o que ele ensinou: (Mateus 15:11) “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem”, e também: (Mateus 15:18) “Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem”. Ora, o que contamina o homem segundo Jesus, não são as coisas externas (que entram na boca), mas aquelas que já estão dentro dele (internas), pois o que é interno procede do coração! Ou seja; Jesus nunca se preocuparia com um objeto físico; uma espada ou um fuzil, isto para ele seria absolutamente indiferente! Mas ele se preocuparia com os sentimentos, as emoções humanas: o ódio, a vontade de matar, a sede de vingança, a cólera:
(Mateus 15:19) “Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias”.
O homicídio, antes de se concretizar no ato, ele nasce no coração do homem, por este motivo que Jesus nunca falaria contra a espada de Pedro, pois por que se preocupar com um objeto físico se a origem do homicídio não é o objeto, mas o sentimento que está no coração? Entretanto quando Pedro resolvi usá-la, ai sim ele intervém, e não só rechaça a atitude de Pedro como desfaz o estrago que ele fez, cura o soldado romano, cura o seu próprio carrasco, aquele que tinha a obrigação de lhe prender; reforçando uma vez mais aquilo que ele havia ensinado no passado: “Amai os vossos inimigos...”.
De que lado devemos ficar? De Pedro, que usa a espada, feri e possivelmente mataria? Ou de Jesus? Que não agride, que se deixa levar pelo seu carrasco, que não só não é violento como faz o bem aqueles que o fazem mal?
(João 18:36) Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. Esse texto é verdadeiramente fenomenal! Jesus explica à Pilatos que de fato ele é rei, porém o seu reinado não é deste mundo! O pronome condicional “SE”, estabelece na frase a relação de possibilidade caso o reino de Jesus fosse desse mundo. Ora, se o reino de Cristo fosse deste mundo, ele seria o seu presidente, e os seus servos seriam seus soldados, ele teria forças armadas constituídas, ele teria um território e uma bandeira... Porém o reino dele não é deste mundo, logo... A possibilidade material de ser um “militar/cristão” é absolutamente execrada por ele. Não há nada mais horrível que esta maligna contradição; os dois termos se auto excluem: ou se é cristão (um seguidor de Jesus Cristo), ou se é militar.
(Colossenses 2;8) “Cuidado para que ninguém vos faça prisioneiros por meio de idéias e vãs sutilezas, de acordo com a tradição dos homens, de acordo com as coisas elementares do mundo e não de acordo com Cristo”. A ideologia básica de existência do Estado é o uso da violência, todos os estudantes de política sabem muito bem disso. Porém devemos separar muito bem aqui o que é o Estado e o que é o evangelho de Jesus. As idéias que tentam justificar o militarismo, o uso da violência e o homicídio são idéias do mundo, que não possuem fundamentação em Cristo, mas na tradição humana, política, ideológica e material de constituição de um governo civil. Essa tradição conquistou o cristianismo no passado quando transformou as idéias básicas de Cristo em política governamental: quando a igreja se transformou em império houve a maior profanação da pessoa de Jesus em todos os tempos. Roma é a grande babilônia, o cristianismo institucional profanou para sempre o nome e a pessoa de Jesus quando uniu a fé em Jesus com o Estado. (Mateus 6:24) Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Existem dois times, dois posicionamentos e dois senhores: de um lado o Estado, que te diz que você cumprirá o dever coma sua pátria caso mate em nome dele, e que isto não é nada de mais, pois está se fazendo o bem. E do outro Jesus, que te diz para não ter nenhuma relação coma violência, e que condena os homicidas ao lago de fogo e enxofre. Vamos ver algumas idéias criadas para sustentarem a aliança demoníaca da igreja decadente com o militarismo:
1 – Dupla personalidade: “Aqui no quartel eu sou outra pessoa... Aqui não sou o “Ricardo”, ou o “Felipe”, aqui eu sou o soldado Ricardo, o soldado “Felipe””. Subliminarmente é ensinado que você é e não é cristão ao mesmo tempo. Você deixa sua identidade de seguidor de Jesus de baixo da cama quando vai pro quartel, e só vira cristão de novo quando o expediente termina. OBS: aonde tem isso no evangelho? Não existe dupla personalidade, você é o mesmo indivíduo que aceitou à Jesus e decidiu andar com ele aonde você estiver.
2 – Suspensão da ética do evangelho: tudo o que Jesus ensinou sobre o homicídio e o uso da violência fica temporariamente suspenso quando o militar veste a sua farda e levanta o seu fuzil, ali naquele momento a moral cristã de não-violência fica suspensa e o que passa à prevalecer é a ética dada pelo Estado ao soldado (dois senhores: o primeiro senhor prevalece sobre o segundo: o Estado prevalece sobre Jesus). OBS: aonde tem isso no evangelho? Quando você aceita à Cristo, e o evangelho dele penetra no seu ser, você é um seguidor dele em todos os lugares por onde você estiver! Lá no seu trabalho você continua sendo um crente sim! Tudo o que você faz lá estará ou em não em desacordo com o evangelho, pois ele está valendo pra você, em casa, no quartel, na lanchonete, no clube... Não existe esta suspensão temporária para você fazer o que não pode fazer como Cristão!
3 – Os fins justificam os meios: não há moral, não há certo e errado para os defensores da pátria, tudo e absolutamente tudo deve ser feito para se manter a pátria e a ordem. Os representantes do Estado estão em um estado chamado de Super-moralidade, eles podem fazer o que quiser que não Será considerado crime, ou pecado; com quanto que o fim seja alcançado, como Escreveu Nicolau Maquiavel. Jesus nunca refletiu sobre os fins, porém sobre os meios pelos quais os homens alcançam seus fins. O problema não são as finalidades mas os meios pelo qual são alcançadas: (João 14:27) “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá”. Como o mundo dá a paz? Através da violência, do derramamento de sangue e da morte. Como as favelas do Rio de janeiro estão sendo pacificadas? Com muita morte. Porém a paz que Jesus veio trazer não vem do mesmo modo como à do mundo, do Estado; pense nisso.
Todas estas idéias são nada mais que tentativas do mundo de legitimar o homicídio e colocar na cabeça vazia dos soldados que eles podem conciliar a profissão militar com o evangelho de Jesus. Essas idéias não estão fundamentadas em Cristo, mas no mundo!
2 – POR QUE JESUS NUNCA FALOU CONTRA A PROFISSÃO MILITAR?
O problema é que os carniceiros defensores do militarismo querem uma frase objetiva de Jesus condenando a profissão militar, coisa impossível de ocorrer, pois Jesus não utilizava em seus discursos a linguagem objetiva, mas sim a linguagem subjetiva. Jesus nunca falou, nem nunca falaria contra profissão nenhuma! Ele pregou contra a violência, o ódio, e tudo o que causa a morte. Se na sua profissão você tem que agredir e matar pessoas, o exercício dela automaticamente se torna prejudicial para aquele que crê e se diz um seguidor de Jesus. Não é que a profissão seja má, mas é o que você faz nela, e se o que você faz nela faz parte da essência dela então ela se torna incompatível com Jesus. Ora, quem não defende isto deveria defender também que prostitutas fossem crentes! Elas certamente diriam: “mas é a minha profissão, é assim que sustento minha família...” Pode-se tudo em nome da profissão? A sua carteira profissional lhe dá uma concessão especial para realizar certos atos? O ato de fazer sexo por dinheiro com várias pessoas também não poder ser relativizado da mesma forma que relativizam o homicídio, para um policial crente que mata? Os que aceitam o relativismo moral para o militarismo devem também aceitá-lo para prostituas evangélicas e os homosexuais que criaram uma igreja própria! Mas é muita hipocrisia e canalhice, não é? Eles não querem refletir sobre essas questões. Ele fogem do combate, são literalmente covardes, apesar de se acharem os super-poderosos e fortões!
Jesus não era pacifista. O que ele fez ao ensinar suas doutrinas foi criar um novo tipo de ser humano. Ele promoveu uma verdadeira revolução existencial. Reconciliando consigo todas as coisas (Colossenses 1; 20) e criando um novo homem (Efésios 2; 15). Ele nunca diferenciou o homem membro do Estado como alguém especial, que supostamente possui uma concessão para o uso da violência, pelo contrário, em relação isso foi dito: (Marcos 8:34) “E disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me”. Aonde você quer ficar? No antigo homem, ou no novo criado por Jesus? A escolha é sua.




Madara. 

Carnaval, funk e a erotização


O carnaval já passou, porém seus efeitos bem como sua enorme influência permanece na raiz da sociedade brasileira. Uma sociedade puramente sensual por natureza.
Esse post, esclareço desde o começo não tem por intuito despertar a fúria moralista que há dentro de você, e isto necessariamente porque este que voz escreve não é nem de longe um moralista médio/burguês e religiosamente camuflado. Por este mesmo motivo resolvi colocar fotos que estão disponíveis na internet para que você esteja em contato com a realidade nua dos fatos. Porém meu objetivo principal aqui é despertar em você a consciência do labirinto em que todos nós estamos enfiados, uma relação mista e por demais confusa entre o “eu” e o “todo”, o indivíduo e a sociedade, no tocante a sexualização progressiva e de sua legalização na cultura popular.
Já há algum tempo que venho pesquisando sobre estes três temas citados no título da postagem, tanto pela internet quanto em livros. Entretanto a maior fonte, considero eu para que eu pudesse ter “bagagem” à falar desses temas, foi de fato o cotidiano, ao conversar com pessoas próximas, ao conversar com amigos adolescentes, etc. Percebi com o tempo que todos eles, em alguma proporção vêem ou já viram conteúdos pornográficos na internet, e até mesmo de pedofilia por compartilhadores de arquivos. Porém o que me chama atenção como pesquisador e futuro filósofo não é ausência de proibições existente de maneira formal, pois isto de nada adianta, o que penso é sobre a enorme facilidade que uma criança ou adolescente tem para conseguir material pornográfico de sexo explícito neste Brasil que dizem ser o país do futuro. Ou seja; meu objeto de estudo não é o sistema jurídico, com suas leis ridículas fabricadas fora do contexto social residente, mas sim o próprio funcionamento da cultura popular que não só possui um caráter intrinsecamente sensual como ativamente estimula a erotização do indivíduo; não importando a idade deste. A cultura popular aparentemente rejeita a erotização e os abusos sexuais, porém ela mesma compartilha destes valores em sua estrutura.
A LEGITIMIDADE DA NUDEZ
Impressionante ver como funciona uma cultura, e como ela gera caracteres diversos para um mesmo assunto, quer para torná-lo legítimo quer ara torná-lo “ilegal”. Temos 365 dias do ano crianças, jovens, adolescentes e adultos sendo condicionados sexualmente à despertarem seu libido sexual de maneira inconsciente e sem controle algum. Porém cenas e imagens altamente sexuais, de pessoas completamente nuas ou simulando relações sexuais explícitas que em quaisquer outra semana do ano provocariam incômodo e protesto dos moralistas de plantão, naqueles cinco dias mágicos e “especiais” são absolvidos e considerados por todos como padrão de consumo, irrelevantes, normais, costumeiros; expressões máximas da afirmação cultural deste país de merda; colônia da banqueiros e de hipócritas.
Milhares de crianças foram e são pornificadas neste carnaval, pois muitas que estavam na frente da televisão viram estas cenas:


Esta última é por demais enfática para a nossa análise; pois poderemos falar o que quiser, mas nunca os carnavalescos admitiriam que esta mulher está completamente nua, o você sabe o porque? Porque ela está usando um tapa-sexo de apenas
4 cm! Por isso ela não está nua. Cenas como estas seriam certamente reprovadas se não estivessem sendo produzidas no carnaval, o que me leva seriamente à crer que há no imaginário brasileiro um data que lhes servem de filtro, uma completa “remissão de pecados”, pois tudo o que em qualquer outro período do ano seria atentado violente ao puder nele se converte em manifestação cultural. Estupros acontecem aos montes durante o carnaval, mas não são vistos como estupros, (tanto para os estupradores quanto para os estuprados) e sim como orgias naturais de um período aonde todos soltam a franga. Sexo com meninos e meninas já sexualizadas seria pedofilia na certa em qualquer outro período do ano, mas no carnaval... A magia do momento, da data, entra na mentalidade comum e estabelece na faculdade de juízo o critério da excepcionalidade, do período de tempo aonde se pode realizar tais atos sem que eles sejam encarados como crime ou imoralidade. Em muitas vezes, o próprio estuprado já internalizou esta noção de excepcionalidade, e com isso não apresentará “traumas” devido que em sua consciência a sua experiência sexual fora classificada como legítima, ou natural, ecoando aquela voz que diz: “Ah, é carnaval!”.

PORNIFICADOS
Em bancas de jornais, revistas com mulheres semi-nuas em poses sugestivas ao ato de penetração estão expostas de forma extremamente livre, para todos verem. No Rio de janeiro, na calçada em frente à um supermercado conhecido uma grade de arame é utilizada para se vender DVDs piratas, sendo que 90% deles são pornográficos. Ali, todos os dias centenas de crianças e pré-adolescentes passam diariamente e visualizam as fotografias que mostram sexo oral explícito, com ejaculação na boca e até mesmo o órgão sexual masculino sendo penetrado em vaginas etc. Em muitíssimas oportunidades observei o comportamento de todos os agentes sociais ali envolvidos: o vendedor de dvds, as crianças e os pais segurando a mão das crianças. O vendedor na maioria das vezes nem mesmo se dava conta de que todos que passavam ali esticavam o pescoço para olhar as fotografias, pois sempre apresentava um semblante despreocupado fumando seu cigarro. As crianças e pré-adolescente sempre olhavam, com os olhos arregalados com curiosidade para as fotografias de dvds mostrando penetrações e oralidades diversas, tendo talvez suas primeiras percepções do que é este mundo, não apresentado ainda à eles de maneira oficial. Os pais por sua vez, diferentemente do que se podia esperar, sempre que observei nada faziam para que seus filhos visualizassem as imagens; para mim, demonstrando uma mudança de comportamento do que antigamente se ocorria, quando as famílias eram mais conservadoras e os pais “brigavam” com os filhos quando os viam assistindo conteúdo erótico de uma revista Playboy, por exemplo. Porém desta vez todos os pais estavam desatentos demais para impedir que seus pequenos vissem cenas como aquelas; seus olhos não podiam pestanejar para fora da grade de dvds!

Pude contemplar este mesmo ocorrido por inúmeras vezes, em todas oportunidades que fui neste mesmo mercado. Porém, não somente nesse mercado, cenas como estas também se repetem todos os dias em muitos outros cantos da cidade, em calçadas que vendam dvds piratas.

A LEGITIMIDADE DA EROTIZAÇÃO INFANTIL
Em um carnaval passado, que não me recordo muito bem, uma certa “polêmica” invadiu a avenida do samba carioca. Uma menina de apenas 8 anos seria a atração (sexual) do desfile de uma grande escola de samba. Suas vestes eram, como se podia esperar minúsculas, não chegando à transparecer nudez, porém não é necessariamente a pouca roupa que ali estava em jogo, mas sim a exposição que aquela menina sofria diariamente de um ambiente de estimulação sexual. Ela era mais nova geração sambistas de uma família tradicional naquele meio, aonde os avós e pais se exultavam em ver a pequena desfilar e se mostrar para o publico.

Penso com extrema sinceridade com qual idade aquela menina perderia a sua virgindade, se é que na época já não havia perdido, pois com toda certeza jamais seria depois dos 18 anos. Certamente por estar inserida naquele dado ambiente, e ter em seu consciente todo o mundo do sexo e da sensualidade visto com a maior naturalidade, ainda que precocemente, sua desenvoltura e desenvolvimento numa vida sexualmente ativa se daria entre seus 10 e 12 anos, como oficialmente é divulgado em pesquisas sobre atividade sexual no Brasil, inclusive pelo IBGE. Para o Estado fascista brasileiro isso é de se comemorar, contanto que seja com camisinha... Não tem problema.

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 Ministério da saúde adverte: faça o que quiser, mas faça com camisinha.
A “CULTURA DO POBRE” E A PORNIFICAÇÃO
Eu já morei em uma comunidade carente no Rio de janeiro, hoje não mais. Porém sempre estou lá, visitando e revendo amigos. Sei de perto que a cultura popular que se estabeleceu no Brasil em especial nas suas periferias ou favelas é puramente sexual em seu nível mais descarado. Bailes funk são na realidade festas aonde o ambiente sexual é dominante, algo que se demonstra desde as letras das músicas tocadas, as danças com explícitas conotações sexuais, as roupas das meninas com decotes e sempre muito curtas, até “pegação” que rola nos recintos. E isto sei porque já presenciei o ambiente. Lá se vê adultos, adolescentes e crianças, todos vestidos “à caráter”. Claro que não me refiro ao funk de classe média criado pela burguesia ascendente, que na verdade é uma mera invenção dos playboys da zona sul para fazerem suas orgias particulares e que possuem programas de televisão, mas me refiro ao verdadeiro funk, aquele que surgiu primeiro e que de fato “é da comunidade”, porém popularmente marginalizado pelo nome de “proibidão”. O que sempre notifico em minhas análises e colocações é justamente a criação de um ambiente que gere no indivíduo toda sorte de sentimentos e desejos, um ambiente que faça nascer nele a propensão de desejar coisas, atos, relacionamentos... Como dizia Durkheim; a desiderabilidade, que em sua essência é puramente social.
Vejamos algumas fotos conseguidas na internet sobre um baile popular:
Me ponho à pensar sobre a cabeça destas crianças e pré-adolescentes que se vê nestas cenas, incitadas e excitadas por quem se mostra no palco à elas. Meninos com idades certamente menores que 10 anos visualizando vaginas estampadas com caráter legitimado. Porém veja na foto 1 os rostos das senhoras possivelmente mães, elas simplesmente acham graça, não vêem nenhum mal em seus filhos, netos e sobrinhos verem mulheres de pernas abertas em posições sexuais à menos de 2 metros de distância. Tenho certeza que todas essas crianças em algum momento de suas vidas serão apresentadas ao mundo do sexo, porém reflito se este “empurrãozinho” dado pela cultura nacional ajuda ou atrapalha no desenvolvimento de uma sexualidade sadia. Minha conclusão é óbvia: não. Resultado: fragilidade dos relacionamentos, adultos frustrados, com relacionamentos vazios, viciados na satisfação carnal e sem nenhum compromisso, quase nunca experimentando amor de fato.

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E você acha que isso tudo é algo exclusivo do Brasil?
(Festival of the Steel Phallus 2010, Japão)

A ESQUIZOFRENIA DO SISTEMA JURÍDICO
Com tudo isso em voga na cultura popular, os “defensores da sociedade” se dão à criar leis para “coibir” a erotização precoce e tentar moralizar a sociedade. Tentativas estas que somente esquizofrenizam mais a mentalidade das pessoas e cria um sistema de vigilância “Big brother”, que mina toda a liberdade de ir e vir e que somente possui satisfação com a punição; punir, punir e punir mais ainda; este é o slogan de um sistema legislativo anti-social, que não existe para e em favor da salubridade de seus cidadãos, mas que vive e se alimenta de ressentimento e se consome em ódio e voraz satisfação de punir sem limites. Todas proibições do mundo não são necessárias e nunca serão pois a verdadeira doença está no coração do homem. Está na sua consciência. É preciso que o sistema legislativo se humanize, pois parece que cada vez mais está dominado por reptilianos; são répteis que fazem as leis para os humanos seguirem!
Talvez você tenha lido tudo o que escrevi até aqui e tenha pensado que o que estou pedindo são leis mais duras, que “os nossos deputados de Brasília se mobilizem e nos defendam”... Erro! Esta é exatamente a reação que agrava mais ainda a questão, pois desde o começo disse que não estou à discutir o sistema jurídico, mas a cultura popular vigente é descaradamente hipócrita e doente. Que cria seus próprios problemas, os esconde, os demonizam ao mesmo tempo que os conserva e promovem a sua procriação.
Não adianta proibir e punir, se crianças e adultos sempre estarão fazendo sexo, se prostituindo, contraindo doenças, pois a prostituição e a erotização precoce estão antes de tudo na mente e no coração da cultura nacional, que é por sua vez esquizofrênica: ao mesmo tempo em que condena a pedofilia, por exemplo, à incentiva através de suas festas, novelas, revistas, filmes e músicas. Paulo estava certo: Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne. (Colossensses 2; 21-23).
A mesma mãe que sente ódio de um estuprador, e pede carnificina sobre os tais; é a mesma que veste sua filha de 9 anos com vestidos curtos e à põe para dançar funk, rebolando na frente de adultos em muitas ruas de comunidades de Rio de janeiro. A mesma adolescente que vê na televisão um caso de pedofilia e grita pedindo para que cortem a cabeça do pedófilo, é a mesma adolescente que namora um homem 10 anos mais velho que ela, tendo ela apenas 15 anos; e com ele transa toda semana, em todas as posições possíveis e que com ele já fez todo tipo de sexo; anal, oral... E que ainda diz para todo mundo que preferi caras mais velhos! Quem nunca passou na frente de um Bar, aonde estão vários homens adultos tomando sua “cervejinha”, e quando passa uma jovem menina atraente todos viram a cabeça para “degustar” com os olhos os contornos daquele corpinho feminino em crescimento; porém estes mesmos homens adultos sãos os primeiros à xingarem e pedirem pena de morte à pedófilos.
A sociedade brasileira é nojenta e hipócrita, religiosamente hipócrita e nojenta. Só existem duas formas de libertação para este tipo de sociedade: joga-se uma bomba nuclear e genocida todo mundo, e depois diz que foi um acidente, para poder começar tudo do zero. Ou se refugia na simplicidade e honestidade contida no evangelho de Cristo, aonde todas as questões são tratadas de forma límpida e transparente, expondo as verdades ocultas e pondo o dedo na ferida; sem medo de sentir dor.
“Jesus lhe respondeu: Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre se ajuntam, e nada disse em oculto”. (João 18:20)
Madara

Vivendo o verdadeiro evangelho Ana Paula Valadão?


Segundo Ana Paula Valadão, líder do grupo Diante do trono e sacerdote da igreja batista da Lagoinha, ela “está vivendo o verdadeiro evangelho”, como se consta em seu blog. Vamos ver então se o “evangelho verdadeiro” de Ana Paula Valadão passa em alguns testes realizados por mim.
Perguntas que à Sra. Ana Paula Valadão:
1 – Sua igreja defende o conceito de autoridade espiritual humana? (sim)
2 – Para manter sua mega estrutura de cerca de 40 mil membros sua paróquia protestante engana o povo e perverte as escrituras ensinando a doutrina luciferiana do dízimo? (sim)
3 – Apoiar um grupo de extermínio do Estado, como a cantora fez no Morro do alemão, chamando-os de “servos de Deus” e demonstrando que “o reino de Deus estava sendo bem representado pelos soldados do BOPE do RJ, é viver o verdadeiro evangelho? (Não)
Então me desculpe Sra. Ana Paula Valadão, mas isto que tu tens vivido não é, nunca foi e nem nunca será o “verdadeiro evangelho”, aquele que Jesus ensinou enquanto esteve aqui. Tu és mais uma sacerdotisa pagã, do catolicismo reformado chamado de protestantismo.

Não quero eu, jamais transparecer uma imagem ao leitor de ágüem moralista, que quer apontar o erro dos outros e dizer fulano está errado por que não pensa igual à mim etc. Porém meu blog é um instrumento de ativismo dos valores de Cristo, estou aqui para escrever o que penso e pôr na mesa meus argumentos para que o leitor possa avaliá-los e com isso aceitá-los ou reprová-los. Por isso não posso deixar de me pronunciar sobre certos acontecimentos desse mundo evangélico macabro do qual Ana Paula comunga. E também só faço isso por que em relação ao mundo evangélico porque nele se usa o nome do meu Senhor, dando créditos à ele sobre muita coisa que ele não ensinou, pois se não usassem o nome “Jesus”, não estaria nem aí, poderiam profanar à vontade...
“A IGREJA” SE ENGAJANDO EM PROJETOS SOCIAIS
O ano de 2010 foi marcante para os que acompanham os rumos da igreja evangélica brasileira. Um ano aonde os evangélicos sentiram o gosto do patriotismo na boca ao ver sua mente sendo bombardeada pela propaganda subliminar de apoio ao governo terreno, principalmente na pessoa do Pr. Silas Malafaia. Com isso, mais do que nunca, se fixou na mente dos crentes o conceito de estabelecer o reino de Deus na terra. Isto possui diversas implicações das quais não tratarei por completo aqui, mas o que visualizamos é que este modo de pensar se espalha como um raio e hoje domina quase todos os setores que, teoricamente professam Jesus como seu Senhor.

Desse modo vemos surgir posturas como à de Ana Paula: fazendo campanha contra a dengue em comerciais de TV, indo “cantar louvores à Deus junto do BOPE” para alienar mais ainda a população do morro do alemão... Em outras palavras, a igreja está de uma vez por todas se comprometendo com este mundo, se casando com ele, não mais manifestando o desejo de ter sua recompensa em um outro mundo que não seja este. Este desejo materialista por vezes mascarado com palavras do tipo: “caridade”, “amor ao próximo”... Entretanto sabemos muito do que realmente se trata: a igreja evangélica está se adequando aos poucos ao modelo espiritual da nova ordem mundial, criando um igreja politicamente correta, não subversiva, que coopera com o Estado e o fortalece em todas as suas ações e idéias, que está cada vez mais inserida no mundo, porém não como Jesus fazia, mas agora para tomar parte do mundo, saborear o que ele tem de bom como poder, dinheiro e prazer. Não é isso que um evangélico de hoje mais quer? Dinheiro em primeiro lugar, e depois tudo o que provém dele.

Ana Paula Valadão é mais uma satanista encubada, que profana o nome de Cristo com tudo o que pode em nome do sistema religioso e da tradição de seus antepassados. Ainda me resta a dúvida se o seu satanismo é consciente ou inconsciente; pois seu amor à religião cristã é tamanho que seu ódio à Jesus é cada vê mais evidente. Só não enxergam os cegos que não querem ver.

Madara

IGREJA BANDIDA 2: FRASES E ENTREVISTAS DE SOLDADOS DO BOPE



No site Terra, encontrei a seguinte sentença: Inaugurado na sede do Bope, templo evangélico reúne cerca de 50 policiais da unidade que se revezam entre o fuzil e a Bíblia. Esta colocação é bastante importante, pois ela põe em clara demonstração a antagonia entre um instrumento de homicídio e “as escrituras”. Com isso, os soldados do BOPE revezam entre um extremo e o outro, entre Deus e o diabo, entre e a violência e uma suposta teoria sobre Jesus; eles revezam entre dois senhores...
Segue algumas frases do resto da entrevista:
O testemunho ainda emociona o soldado. Passados quatro meses do episódio, ele é um dos quase 50 membros dos Caveiras de Cristo. Homens de preto, integrantes da tropa de elite da PM, evangélicos, que se reúnem todos os dias no terceiro andar da unidade para uma missão: orar. “Sempre fui sombrio, sinistro. Atirar em alguém era como pegar uma barata e pisar. Naquele dia, no Alemão, cheguei ao Bope, guardei meu armamento, tomei meu banho e fui para casa chorando. A imagem dos garotos não saía da minha cabeça. Estava incomodado. Como Deus dá vida e eu tiro a vida? Precisava mudar”, conta o soldado.

COMENTÁRIO
Vemos aqui um caso legítimo de conversão, de incômodo causado pelo Espírito Santo no indivíduo pelos atos cometidos por ele ao longo de sua vida. Ele sentiu na pele o conflito existente em todos os seguidores de Jesus genuínos, o conflito entre o que sua profissão exige e o que seu Senhor lhe proíbe. Sua cabeça foi inundada pelo conflito genuíno de todo seguidor de Cristo à tal ponto que teve sinceridade suficiente para se auto-questionar: Como Deus dá a vida eu eu tiro a vida? Ele olhou para as suas ações de maneira absoluta e isolada de tudo, independente do que o Estado diz, pois ele soube naquele momento que o Estado não comparecerá no grande tribunal de Cristo para lhe absolver de todos os homicídios que cometeu em nome dele. Porém não sei se este soldado continuou no BOPE ou tomou uma decisão corajosa de se livrar desse mal... O conflito só era resolvido com a escolha, um tomada de decisão: Não se pode servir à dois senhores, ou se aborrece à um e satisfaz ao outro... (Mateus 6; 24)

Vivemos uma luta do bem contra o mal. E o bem vai vencer. Eu me considero um soldado do Senhor. Acredito que só Jesus Cristo salva”, afirma o comandante do Bope, coronel Pinheiro Neto.

COMENTÁRIO
Aqui está a disposição mental bem clara para todos verem: “o bem”, uma categoria religiosa por natureza sendo empregada à tudo o que se relacione ao Estado, e consequentemente o “o mal”, outra categoria religiosa sendo empregada à tudo que seja contrário ao Estado. Não percebemos nada de errado aqui? Se Deus é o bem... E o bem também é o Estado.... O Estado é de origem divina, temos um legítimo Estado teocrático sendo implantado na mente das pessoas de maneira informal, pois formalmente, ou seja; juridicamente ele continua sendo Laico, porém no campo da justificação ideológica ele adquiri passa à existir por direito divino. Quando é dito: “Vivemos uma lita do bem contra o mal”, é preciso que se pergunte: quem é o bem, e quem é o mal? Com isso eu pergunto: em que está fundamentado este indivíduo ao afirmar que o Estado é o bem, que o Estado é de origem divina? No evangelho? Ou na antiga aliança? Aonde de fato Deus agia por meio de seu povo em um Estado legitimamente teocrático. Não se engane leitor, esse homens são inimigos de Jesus, são aqueles que lutam dia e noite para contrariar o que Jesus instituiu estabelecer o seu inverso. Também devemos observar a frase: Eu me considero um soldado do Senhor... Que para nós se parece mais que uma declaração explícita de um cavaleiro templário, “um soldado de Deus”, “ungido pelo Senhor”. O coronel Pinheiro Neto é um legítimo cavaleiro templário pós-moderno.
Trocar o fuzil pela Bíblia e pregar para quem, no dia-a-dia, é alvo. Empenhado no que considera uma missão de vida, o sargento Valmir dos Santos, 42 anos, acredita que é possível conciliar atividades tão complexas e diferentes. Pastor há 13 anos, ele busca nos ensinamento do Evangelho a resposta para o que parece incompatível. “Na lei de Deus, você vai encontrar situações em que os servos tiveram que fazer uso de armamentos. Davi matou o gigante Golias e não foi condenado por isso. Muitas vezes, o PM é mal interpretado”, explica ele, citando a passagem do livro Samuel.
 
COMENTÁRIO
(II Coríntios 6; 15) “E que união há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel”? Este pobre coitado, o Sr. Sargento Valmir dos santos acredita sinceramente que é possível conciliar ações conflitantes, é possível por exemplo unir Jesus e satanás. Dá até vontade de rir... Vejam só o sargento Valmir dos santos, ele acredita que é possível unir ou conciliar coisas opostas, tipo... Deus e o diabo? E como de costume, apela ao antigo pacto, aonde de fato o homicídio existia como uma condição natural... ou seja; o homem pré-Cristo existia com os seus valores natural, carnais. O homem natural mata, a realmente acredita que não há regra moral e proibições sobre isto. Porém eu não estou no homem natural, eu estou em Cristo, aonde o homem natural é ultrapassado e nós vivemos de baixo da aliança e dos ensinamentos de Cristo, e não de Davi. Em Cristo nós encontramos a proibição do uso da violência (Mateus 5; 38) e a condenação do homicídio com o lago de fogo e enxofre (Apocalipse 21; 8).
A PM tem mais de 250 pastores e 13 mil congregados. O Bope é uma operação de salvar vidas”, comentou o presidente da União dos Evangélicos da PM do Rio (Uepmerj), pastor Liodir Barreto, durante culto na unidade.
COMENTÁRIO
Salvar vidas”? Liodir além de pastor também é um bom piadista. Salvar vidas mantando, paz através do caos... ORDO AB CHAOS. Maçonaria neles!
Em entrevista ao site Gazeta de Cristo, temos a seguinte frase de um capitão do BOPE: Cabo do Bope há dez anos, o contrabaixista Alexander Silva da Costa, 36, diz que fazer parte do grupo de música gospel “ameniza o estresse”.
Há alguns anos, durante um confronto na Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio, Costa matou um traficante.
Ele diz que não se sente dividido entre trabalho e religião. “Já me perguntaram: como é que pode você, sendo evangélico, ter que matar? Não estamos ali para matar, mas para servir e proteger.”

COMENTÁRIO´
Alexander silva é daqueles que já estão com a mente tão cauteriza que nem mais expressa nenhum sentimento para o homicídio, é frio e calculista na hora de apertar o gatilho. Quanto mais sentir algum conflito entre o que faz e o que Jesus ensinou. Diferentemente do seu outro companheiro citado acima, ele não consegui mais distinguir Jesus e satanás, e ao ser indagado sobre uma “suposta”contradição entre o seu ofício e o evangelho, logicamente ele desconversa, não toca na ferida, na questão principal que é a lincensa do homicídio para os seguidores de Cristo. Esta é a hipocrisia típica de todo possuído pelo espírito de Hades e que pela conveniência material e os favores deste mundo escolhem conciliar o inconciliável.
Vale lembrar que os cristãos do BOPE tiveram largo apoio do ministério diante do trono e da caída Ana Paula valadão, fato que comentarei em uma outra postagem.
O crente sincero tem que se MANIFESTAR diante das heresias e abominações que são realizadas com o nome de Jesus, não é favor é obrigação. Quem cala consente; e eu não consinto com esta desgraça.

Madara.

ÓVNIS E A BÍBLIA PT 2


Trata-se de Condicionamento Gradual!
Especulações sobre a natureza da "presença alienígena" estão aumentando...e o condicionamento do público continua.
Aleister Crowley era um ocultista notável que nomeou a sí próprio A Besta 666 (embora esse tipo de declaração estivesse na moda). Um dos principais membros em várias fraternidades herméticas, Crowley escreveu um "guia" de mágica e como fazer contatos com anjos. Crowley entrava em contato com inteligências superiores, escrevendo "O Livro da Lei" no Cairo em 1904 ao comando de um ser chamado Aiwass. O nome desse ser é intrigantemente semelhante ao perito em Antiguidades egípcias Zahi Hawass, ambos derivam de Hórus. Era objetivo de Crowley através de rituais de magia e contato com seres inteligentes não-humanos [anjos ou alienígenas] trazer frutos para o Novo Aeon de Hórus. Em 1919 Crowley desenhou um quadro de uma Inteligência "extra-terrestre" com quem ele entrava em contato astral, chamada Lam. Este desenho de Lam - que de forma impressionante se assemelha com um "clássico" alienígena cinza, foi mostrado em uma exibição realizada em Greenwich Village, Nova Iorque, 1919. Trecho do livro Operation Trojan Horse (Operação Cavalo de Tróia, pgs 215. 216), do notável autor e UFOlogista John Keel:



"Durante a maior parte da história, manifestações de demonologia e demonopatia têm sido vistas sob uma perspectiva religiosa e explicadas como sendo obra do Diabo. A bizarra manipulação e os maus efeitos descritos na literatura demonológica são normalmente considerados como resultado de um grande conflito não visto entre Deus e o Diabo. Na sabedoria ÓVNI, o mesmo conflito têm sido observado e os entusiasta têm explicado isto como uma guerra espacial entre os "Guardiães" (indivíduos bons do espaço exterior), que estão protegendo nosso planeta, contra alguma raça extraterrestre má. As manifestações são as mesmas, apenas o referencial é diferente.

Será que os homens da antiguidade interpretaram errôneamente manifestações de ÓVNIs colocando-as num contexto religioso? Aparentemente não. A literatura indica que o fenômeno cuidadosamente desenvolveu o referêncial religioso nos tempos antigos, da mesma maneira que as manifestações modernas cuidadosamente apoiaram o referêncial extraterrestre.. A operação Cavalo de Tróia é apenas o mesmo velho jogo sob um disfarce novo, atualizado. Os emissários do Diabo do passado foram substituídos pelos misteriosos "homens de preto." Os quase-anjos dos tempos Bíblicos se tornaram os magníficos astronautas. Os demônios, espíritos malignos e falsos anjos eram reconhecidos como mentirosos e impostores pelo homem antigo. Os mesmos
impostores aparecem agora como Venusianos de longos cabelos."

John Keel teoriza que todas as manifestações angelicais na Bíblia eram simplesmente os mesmos seres alegando ser alienígenas. Enquanto o próprio Keel aponta que estes seres enganosos, povoando a atmosfera ao longo da história do gênero humano, são astutos IMITADORES & MESTRES DO DISFARCE... ele não entende o essencial com esta generalização. Há muitos tipos diferentes de anjos. Na Bíblia há tanto os encontros com anjos fazendo a vontade de Deus, como os encontros com anjos rebeldes que buscam desviar o gênero humano e arruinar a credibilidade de Deus. As qualidades dos anjos de Deus são compartilhadas, é claro, pelos seus equivalentes rebeldes. Uma vez que os anjos de Deus manifestam-se de formas milagrosas, não é nenhuma surpresa que os anjos que "agem à própria maneira" também se manifestem de formas milagrosas. Alguém irá perguntar, "se os anjos rebeldes podem imitar os milagres divinos, como alguém pode dizer se são anjos de Deus ou rebeldes? Não poderiam todos eles serem os mesmos?" Esta é a confusão que os vassalos de satanás sempre semearam. Keel, Sitchin e muitos UFOlogistas alternativos não percebem a óbvia distinção entre os mensageiros angelicais de Deus e as manifestações enganosas dos anjos caídos. Os mensageiros de Deus sempre agiram dentro dos limites da Palavra de Deus, isto é, suas ações e os resultados de suas ações sempre foram Biblicos, Legitimos, consistentes. Os resultados da interação com um anjo de Deus deixavam o visitado sem dúvidas sobre o Deus Bíblico, e muito menos sobre Sua Palavra revelada. Em contrapartida, entre em contato com alienígenas "angelicais" e as entidades ocultas colocarão dúvida sobre a validade da Bíblia e confusão relativa à identidade de Deus. Encontros angelicais divinos sempre deram glória à Deus e confirmaram Sua Palavra, enquanto encontros angelicais enganosos, manifestações ocultas e extraterrestres, conduzem os humanos para longe de Deus rumo ao crescente ocultismo, auto-deificação, auto-afirmação, potencial humano e um desprezo completo quanto à validade da Bíblia. Anjos rebeldes podem assumir qualquer forma que eles quiserem, aparecendo até mesmo como anjos de luz.

Os enganosos anjos rebeldes aparecem freqüentemente para os humanos em disfarces APARENTEMENTE benignos: como o anjo iluminando para Maomé, como o anjo Moroni para Joseph Smith, disfarçados como a Virgem Maria em aparições e dissimulados como os Iluminados Irmãos Espaciais alienígenas. Jesus Cristo é chamado de o REDENTOR PARENTE. Jesus não veio salvar macacos & golfinhos, Ele não veio salvar filhotes de cachorro & gatinhos e Ele certamente não veio salvar os Zeta-Reticulanos ou alienígenas cinzas (grays). A obra de redenção de Jesus foi para salvar apenas Seus parentes, os descendentes de Adão. Se algum ser não é um descendente de Adão, este ser - não importa quão inteligente seja - não irá participar na promessa de Jesus Cristo. Nossa pesquisa confirma que há seres que são semelhantes à raça de Adão, mas foram geneticamente adulterados pelos anjos rebeldes, ou projetados para serem humanos superiores em alguns laboratório iluminado. Não há possibilidade destes híbridos serem "salvos" pela graça do Redentor Parente, pois eles não são Seus parentes... Este aumento de "humanos" que não são geneticamente filhos de Adão é um sintoma dos tempos finais, tal como nos dias de Noé quando os Nefilins caminharam na terra entre os humanos. Se os cristãos estão especulando se os alienígenas podem ou não ser salvos, eles estão somente acrescentando mais confusão. "Alienígenas" são realmente anjos desincorporados - os anjos rebeldes que de acordo com o apóstolo Judas deixaram sua habitação celeste para habitar em corpos híbridos geneticamente manipulados antes do dilúvio... os Nefílins de Gênesis 6.

Buscando uma fé independente


Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda”.
(João 5: 8)
Aos lermos os episódios em Jesus curava os enfermos, e em especial do paralítico de João 5, entendemos por meio de suas palavras o plano de Jesus para uma pessoa: o de apregoar total independência á ela logo após o milagre realizado por ele. Jesus jamais curou uma pessoa para logo depois colocá-la de novo debaixo de um julgo de dependência, do qual ela mesma vivia anteriormente. Aquele enfermo, como diz a narrativa do texto, havia trinta e oito anos que se encontrava naquela situação, certamente vivia de esmolas e sua condição natural e socialmente vista era a da dependência. Entretanto, vemos que a postura de Jesus após a sua cura física era a remoção de dependência, colocando o sujeito como indivíduo ativo; ou seja: alguém que anda. A ordenança para aquele coxo não foi: continue deitado (dependente), ou; levanta e uso moletas... Ou até: Levanta-te e peça que te carreguem. Não! Em outras palavras, o que Jesus fez foi anunciar: Levanta tu, e anda tu, dando para aquele paralítico a autonomia e soberania de seus próprios rumos. Jesus curava as pessoas e às liberava, libertava, para seguirem seus próprios caminhos. Com isso, muitos se apaixonaram por esta atitude libertadora do mestre e decidiram andar com ele.
Depois de re-ler esse texto, perguntei à mim mesmo: é assim que age um pastor evangélico? Ou não será claramente ao contrário? Ao “anunciar o evangelho” os pastores dizem o inverso de Jesus: Agora que tens Jesus, você tem de ser pastoreado, tem que prestar contas à alguém, tem que ser submisso à um homem, seja minha ovelha!, ou seja; Levanta-te, mas andar sozinho? Jamais, você precisa de alguém que ande por você, que pense por você, que te controle, que seja seu guia...
A igreja até admite o Levanta-te, mas jamais poderia admitir o E anda, pois isso certamente colocaria à falência a profissão sacerdotal que vive exclusivamente da dependência. Se houver independência não há motivos para a existência de uma casta superior de homens encarregados em alimentar a casta inferior e assim perpetuar o controle pela via da inquestionável submissão.
Querido leitor, chega um momento em nossas vidas em que precisamos levar as coisas mais à sério, parar de brincar de carrinho, de pique esconde e de hipocrisia religiosa, ou melhor... Chega a hora de levarmos à sério o que Jesus ensinou enquanto esteve aqui na terra. Te peço uma coisa, dê uma lida em Marcos 10; 42 e 43, pense sobre o que Jesus estava pregando aos seus discípulos, seja sincero consigo mesmo, não abafe o conflito mental que eu tenho certeza que irá surgir na sua consciência quando você ler o que Jesus ensinou sobre hierarquia (se quiser pode postar um comentário aqui falando sobre o que você pensou à respeito). Porém a hora de levar as coisas à sério é justamente a hora de praticar o que ele nos ensinou. Não basta ler e entender, é preciso viver. Ainda que seja inicialmente muito difícil, mas saiba que você nunca estará sozinho, se não pelo próprio Espírito consolador te ensinando pessoalmente, haverá no seu caminho irmãos para te ajudar, te acompanhar e compartilhar contigo experiências de como é verdadeiramente praticar o que Cristo nos ensinou.
Madara.
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”. (Mateus 7:24).
Madara.

Eis o homem!

Aquele que considero o maior filósofo da história do cristianismo, e que de cristão não tinha nada; pelo menos no que depender do amor á instituição e á religião cristã, pois era de fato o mais nobre espírito de uma sociedade marcada pelo veneno Luterano, e como tal incompreendido; um homem á frente de sua época, é como falo de Søren Aabye Kierkegaard; uma das únicas mentes á compreender com extrema sensibilidade o verdadeiro sentido do evangelho em relação ao Estado, mas principalmente em relação ao ser humano. È considerado o pai do existencialismo, tendo-o posto á luz das escrituras não se semelhando á forma mais comum de existencialismo, que é a atéia. Søren expressou em sua vida a militância verdadeira que alguém que entende a profundidade da questão evangélica/Estado deve ter na prática.

Madara.

IGREJA BANDIDA 2



“... E com ouvistes que o anticristo está vindo, também agora muitos anticristos tem surgido”. 1 João 2;18
Existe um ditado popular que diz: Nada é tão ruim que não pode ser piorado! E esta é de fato uma verdade, principalmente se tratando da igreja evangélica brasileira. Após tantas surpresas de quanto os líderes evangélicos são capazes de chegar para profanar o nome de Jesus com a sua apostasia, vemos agora mais uma manifestação diabólica do espírito do anticristo em solo brasileiro, o BOPE, esquadrão de elite da polícia militar carioca tem uma ala de evangélicos, os chamados de “caveiras de Cristo”.
O absurdo toma proporções inimagináveis: este é símbolo dos “caveiras de Cristo”.

JESUS: O ODIADO DAS NAÇÕES
Agora eu realmente percebo como realmente Jesus é o homem mais odiado de todos os tempos. Esse homem realmente trouxe escândalo e loucura para o mundo, ele realmente despertou e ainda desperta ódio por onde passa, e a prova viva disso é a igreja (seja ela católica ou protestante), pois o que estes indivíduos fazem com o nome de Jesus não está em nenhum Gibi!
Realmente é bem difícil para mim, mesmo estudando e continuando à buscar conhecimento, entender o que se passa na cabeça de um indivíduo que se diz seguidor de Jesus para adentrar numa corporação de pessoas completamente disfuncionais em comparação com o restante da população, pessoas que pensam em morte o dia e a noite, que treinam obstinadamente para não erra o alvo, que possuem em seu ideário valores de exaltação da morte, da caveira, da tortura, em outras palavras; da bandidagem legalizada e legitimada pelo Estado.
O BOPE é, segundo pessoas amigas minhas que possuem amigos lá, um ambiente onde impera literalmente a cultura da morte. Um amigo meu que é da Aeronáutica contou-me que nas horas vagas os soldados mostram uns para os outros, fotografias daqueles que eles mataram em alguma operação realizada, coisas do tipo: Olha só esse cara aqui eu matei semana passada, foi no morro tal... Olha esse outro, nesse dia eu matei dois... (Lembrando ou informando para quem não sabe, que as operações do BOPE são sempre oficialmente registradas em vídeos por seus próprios soldados, quer seja com vídeo ou foto), vídeos e fotos de corpos mutilados e perfurados de balas que acabam por se tornarem recreação e lazer para os soldados “guerreiros” gozarem, engrandecendo-se uns com os outros.
O que é um anti-cristo? Existe diferença entre O anticristo, e o surgimento de muitos anticristos. João utiliza o pronome indefinido para se referir que nos últimos dias, antes da aparição do anticristo, aparecerão muitos anticristos, ou seja; muitas manifestações de contrariedade ao espírito que Jesus Cristo trouxe à terra por meio de sua mensagem. Este é o exato caso que essa postagem trata.
Há tempos atrás em mesmo brincava com meus amigos dizendo sobre a apostasia da igreja, que se a coisa continuasse do jeito que estava, logo iríamos ver uma igreja de homossexuais aparecendo por ai. Hoje isto é mais do que realidade e não mais escandaliza ninguém. Ou seja, uma coisa tão absurdamente contrária à Jesus aparece carregando o nome dele como marketing. Este processo de profanação extrema ocorre também agora, com este caso específico que trato: este é o nível máximo da cegueira espiritual, da profanação do sangue da aliança feita por Cristo e por sua mensagem. Aonde homens pagos, muito bem treinados, equipados e psicologicamente projetados para matar, se orgulham em estamparem o símbolo de morte em seus ombros: uma caveira com uma faca transpassada. Ora, os símbolos são representações materiais de significados e coisas imateriais. Que sentimentos transmite um grupo com um símbolo como o do BOPE? Trevas, morte, terror; porque alguém juntaria estes significados com a pessoa de Jesus? Que intenções há por de trás disso?
As muitas frases de Jesus sobre não violência contidas na bíblia, obviamente, não são lidas no culto. O importante é fazer adoração barata para ver se consegue a salvação, e não seguir o que Jesus mandou”.
ORAÇÃO ANTES DA MATANÇA

Como de costume, antes de subirem um morro, ou de iniciarem uma operação, os caveiras de Cristo fazem suas orações coletivas, pedem proteção ao deus da morte e bastante calma para que não errem o alvo. O deus da morte à que me refiro, é apelidado por eles com um nome bastante conhecido por nós; eles o chamam de Jesus.
Encontrei na internet frases que irão explicitar bem a patologia apresentada por esse grupo, vamos ver algumas delas:
Fonte: ExibirGospel (pesquise : Caveiras de Cristo)
Na vida real, um grupo de militares do batalhão escreve uma nova história. Os Caveiras de Cristo lutam, armados pelo Evangelho. Armados pelo evangelho? Isso é anti-cristo:
Porque as armas da nossa milícia não são materiais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas”. (II Coríntios 10; 4).
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”. (Efésios 6; 12).
(João 18; 36), “Respondeu Jesus: o meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”. Jesus está dizendo à Pilatos que se o reino dele fosse deste mundo, os seus seguidores iriam guerrear por ele, ou seja; ele teria um exército, como é o BOPE, e os seus seguidores lutariam armados pelo evangelho, mas.... O seu reino não é deste mundo, logo... Isto se torna contrário è ele.
Se, hoje, as comunidades visitadas pela Tropa de Louvor se acostumaram com a presença dos policiais, no início as coisas eram diferentes. Levou tempo para o grupo se desvincular daquela imagem de uma polícia matadora. No Pavão-Pavãozinho, a primeira comunidade que recebeu o culto dos Caveiras, no ano passado, apenas 20 pessoas apareceram. A pouca quantidade de público se repetiu ao longo dos três cultos seguintes. Num primeiro momento, a população não acreditou no propósito daqueles homens. Mas, pouco a pouco, a Tropa de Louvor foi conquistando o seu espaço.
De origem interdenominacional, os cultos promovem a interação com os moradores da favela, por meio de muito louvor, libertação e testemunhos. No último culto, realizado no dia 24 de julho na comunidade do Andaraí, 300 pessoas prestigiaram a exibição. Os cultos-shows fazem tanto sucesso que a Tropa já está preparando o lançamento do seu primeiro CD. O trabalho já está finalizado e a previsão é que seja lançado no dia 18 de setembro no Sesi de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro”.
Aqui fica claro o objetivo desta profanação extrema: a política de segurança pública do RJ adotou as conhecidas UPPs como projeto fixo para as comunidades carentes, entretanto todo especialista ou estrategista militar sabe que “ganhar” um terreno não basta dominá-lo bélico/geograficamente, pois o mais importante depois da tomada do território é a conquista da população que ali reside. Era por este motivo que os Persas na antiguidade, logo depois de conquistarem um território não agrediam ou destruíam a cultura do povo dominado, pelo contrário, estimulavam-nos à todas as atividades culturais nativas para que pudessem ganhar confiança daquele povo e conquistá-los pela afetividade. Assim também age o BOPE no Rio de Janeiro, pois lá dentro dos escritórios de ar condicionado da secretaria de segurança todos os planos são traçados. Lá foram feitas reuniões e mais reuniões de como se conseguiriam conquistar a população das favelas, de como conseguiriam abafar manifestações contrárias evitando-as antes de ocorrerem, e qual foi o ponte mais forte para o controle da mente alienada dos moradores? A religião. Os comandantes e estrategistas sabem que a proporção de evangélicos nas favelas é altíssima, e por isso mesmo este tipo de abordagem foi escolhida e incentivada pelo BOPE para poder, como eles mesmos dizem: ganhar os corações dos pobres. O próprio texto do site explica o caso, ele fala que essa é a estratégia de interação com os moradores da favela, por meio de muita música, testemunhos e “libertação”. Aos poucos, todos os moradores estão sendo dominados com uma ideologia extremamente maligna, a do Estado teocrático, tenho certeza que nestes “cultos” do BOPE, é dito milhares que o Estado é o bem, e o mal é todo aquele que contraria à ele. “O bem”, é uma categoria religiosa, de fundo metafísico, equivale dizer que o Estado é Deus, e quem se contrapõem à ele está em rebeldia à Deus! Por este mesmo motivo é que eles se acham autoridades instituídas por Deus. A população das favelas está nesse exato momento sendo bombardeada com esta mensagem diabólica e subliminar, que tem como único objetivo preparar o caminho para a implantação da nova ordem mundial no Brasil, com um Estado divinizado, absolutista e que criminaliza todo “rebelde”. Isto é mais uma estratégia de controle de massas; em que a população alienada, burrificada, não enxerga e acaba caindo no canto de sereia.
Se queres a paz, prepara-te para a guerra”. Inscrição encontrada nas camisetas do BOPE nos momentos de culto. Esta é uma frase bonita e até politicamente correta, mas quem à pronunciou? Jesus? Jesus nunca ensinou isso. São com estas frases de efeito que esses homens conseguem conquistar a mente e os corações dos alienados, mas vou lhe dizer o que Jesus ensinou: (Apocalipse 21:8), “Mas quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos assassinos... A sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte”. No texto acima, Jesus não dá nenhuma exceção para o critério de assassinato, ou homicídio, como faz o Estado para manter-se de pé. Ele apenas estabeleceu uma norma punitiva para os homicídios, e esta que está no texto. Jesus também ensinou: (Mateus 5; 38,39) “Ouvistes que foi dito: olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Não creio Jesus estivesse de sacanagem quando ensinou isto, ou tivesse dito isto de brincadeira! O que foi dito, e que constava no código arcaico da antiga aliança é: atirou em mim, eu atiro nele! Com isso eu pergunto: isto de dar a outra face quando alguém atirar em você pode ser praticado por um soldado? Responda para si mesmo.
Jesus também ensinou algo escandaloso, ridículo para a cultura militar e para o BOPE: (Mateus 5:44), “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem”. Ainda que o BOPE fale de amor, fale de PAZ, as palavras são apenas palavras, elas não exprimem o que as atitudes mostram. A maior expressão de amor de um soldado do BOPE é uma bala na nuca do meliante do Estado.
OS NOVOS TEMPLÁRIOS?
Esta abordagem do militarismo unido ao nome Jesus já nos é bem conhecida, ela apenas se repete; na idade media o cristianismo pagão chamado de catolicismo criou para si sua própria milícia chamada de Cavaleiros templários, ou: soldados de Cristo. Os lemas que os militares cristãos explicitam são totalmente inspirados nos que os cavaleiros templários usavam, coisas do tipo: Ao cavaleiro é dada a espada, que é feita á semelhança da cruz, para significar que assim nosso Senhor Jesus Cristo... Por isso a espada do cavaleiro significa que o cavaleiro com a espada mantém a cavalaria e a justiça (Trecho do livro Ordem de cavalaria escrito por Raimundo Lúlio entre 1279 e 1283).
Assim como os templários cultuavam Bafomet, o deus com aparência sombria e sinistra, o BOPE cultua o mesmo Bafomet, mas de uma forma personalizada: qual seria as semelhanças entre o Bafomet dos satanistas para a caveira do BOPE?





O mesmo satanismo com o nome de Jesus antes manifestado pelos Templários e agora pelo BOPE, no Brasil. Este é o espírito do Anticristo, que tentar de todas as formas colocar ao lado do nome de Jesus atitudes, pensamentos e idéias contrárias à ele.
Continua...
Madara.

Liquidação de bençãos e milagres



E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”. (II Pedro 2:3)

O EVANGELHO MODERNO ESTÁ EM PAZ COM OS INIMIGOS DE JESUS


Estava de bobeira na internet e de repente decidi ver como estava o site do Dr. Pedroza, foi quando tomei um susto ao ver a seguinte notícia: Novidades
FESTA DE FORMATURA DO SETES - 2010
SEMINÁRIO TEOLÓGICO DO ESPÍRITO SANTO
DIRETOR: Pr Dr LEOPOLDINO VIEIRA NETO.
TURMA Dr JOSÉ RENATO PEDROZA
Jesus Cristo me concedeu o privilégio de ser o PATRONO e ceder o meu nome a uma turma de PASTORES DE VERDADE. Dentre estes, O Pr DELEGADO Dr. CLÁUDIO ANTÔNIO GUERRA, um EX MAÇOM GRAU 18, um dos MAIS PERVERSOS DO BRASIL. Se você mencionar este nome entre os maiores bandidos desde o GOLPE MAÇÔNICO DE 1964, o mundo, com certeza o reconhecerá...

Poxa, fiquei um tanto decepcionado com Pedroza ao vê-lo comungando para a conservação do sistema religioso evangélico, na medida que considera indivíduos que se acham superiores aos demais, que se consideram sacerdotes, representantes carnais e mediadores humanos como irmãos e ainda mais; como PASTORES DE VERDADE, evidenciando que devemos rejeitar apenas os “falsos”. Não existem pastores de verdade ou de mentira, a grande mentira é a existência deste estelionato dos ensinos de Jesus, a grande mentira é ser pastor.
E pior não é nem isso, mas apoio à esse tal Cláudio Antônio guerra, que pelo próprio nome já mostra do que gosta. Como pode Renato Pedroza, com a consciência que tem do evangelho dar mãos à um profanador da aliança de Cristo, um indivíduo que se diz seguidor de Jesus e é militar. Gostaria de perguntar pessoalmente à Antônio paz, quer dizer; Antônio guerra quantas pessoas ele já matou, creio que sua resposta deve ser bem sem jeito, e com aquele papo furado de engana-trouxa de sempre: É, pois é... mas é a minha profissão, tenho que representar o reino de Deus matando os bandidos e traficantes.. Sabe como é que é, né?
Deixo um recado tanto para o Pedroza quanto para esse Antônio paz, ops... Antônio guerra:

Os cristãos que viviam mais perto do tempo de nosso Salvador criam, com indubitável confiança, que ele havia inequivocamente proibido a guerra — que eles abertamente afirmavam esta crença e que, em apoio dela, estavam dispostos a sacrificar, e realmente sacrificaram, suas fortunas e suas vidas. Os cristãos, porém, mais tarde, tornaram-se soldados. E quando? Quando sua fidelidade geral ao cristianismo ficou relapsa, quando, em outros sentidos, violaram os princípios dele, (…) Em suma, tornaram-se soldados quando deixaram de ser cristãos.”
Madara.

Estado teocrático: lei ou graça?




Toda sociedade, cultura ou civilização que fundamente a gênese de seu governo em alguma divindade, vive sobre a égide do Estado teocrático. Segundo o dicionário Brasileiro, teocracia é: Forma de governo em que a autoridade, emanada dos deuses ou de Deus, é exercida por seus representantes na Terra. Não de é de hoje, mas de muitíssimo tempo que os seres humanos, para justificar suas crenças, seus governos e ideologias correspondentes, colocam uma divindade como pano de fundo para lhes atribuir as características de supremacia que existem nela. Quando vemos no antigo império romano, imperadores rogando as bênçãos ou as maldições de Júpiter ou Saturno para suas incursões militares e também para seus inimigos, o que estamos vendo nada mais é que a estrutura de valores do homem natural, do homem pré-Cristo, existente em todos os cantos deste planeta e inclusive entre os hebreus. Vale lembrar que a primeira aliança de Deus com os homens, através de Abraão se deu sob esta fórmula primitiva de existência; o povo que depois ficou conhecido como Israel nada mais era do que um governo teocrático, fato que mudou radicalmente com a vinda do messias (Jesus não ratificou esta forma de existência, o seu “reino de Deus” não era para este mundo, por este motivo a cúpula sacerdotal judaica não reconheceu Jesus como o messias prometido).
Em nossa sociedade moderna, esta maldição (Estado teocrático) é por demais contraditória com os sistemas de governo existentes: A democracia, que em si deveria ser o governo do povo é algo absurdamente contrário ao espírito de uma governo criado por alguma divindade. Ora, se o governo é do povo, se a reunião do povo (eleições) possui mais poder do que um corpo de magistrados (“instituídos por Deus”) então este tipo de governo é visivelmente um governo contrário à Deus, pois quem decide os rumos da nação são os próprios homens.
A república é um outro exemplo, onde a razão guia as ações e leis do corpo estatal e com isso ele se auto-declara laico, ou seja; não possuidor e nem defensor de nenhum credo religioso, de nenhuma divindade, não tendo nenhuma conciliação com o conceito de Deus instituindo autoridades, pois autoridades na república ou são constituídas por indicação ou por voto.
A verdade histórica e universal é que todo poder político, até os dias de hoje necessitou do poder religioso para governar, sendo a religião o braço direito de qualquer poder político terrestre. A religião é uma das mais eficientes formas de controle de massas. Apocalipticamente, a besta (poder político) necessitará do falso profeta (poder religioso) para implementar o governo mundial do anticristo! Ao longo da história, vários filósofos, pensadores e literatos denunciaram que a religião é o mais poderoso instrumento de controle já criado, de modo que ela servi no intuito de convencer as pessoas, as milhares e milhares de pessoas que estão de baixo do seu julgo, de que as autoridades seculares (reis, príncipes e presidentes) são colocados em seus cargos pela mão direta de Deus. Somente a religião teria este poder de controlar a mente do enorme rebanho, escravizando-o pela ignorância, fazendo com que não veja a verdade.
O que aconteceria se o povo descobrisse que sua realidade concreta do dia à dia, que seu cotidiano, que sua sociedade não somente foi por ele criada, mas também por ele é mantida, conservada, e que tudo o que ocorre em sua sociedade não o faz pela mão de Deus, mas pelas suas próprias mãos? Ora, a resposta para esta pergunta está sendo dada neste exato momento nos telejornais; o que está ocorrendo no Egito, protestos e mais protestos contra o governo de seu ditador é apenas uma demonstração do pode o povo quando adquire consciência sabe que seu governo não é de origem divina. Com isso pergunta-se, aonde está a religião que não consegue conter este povo no Egito? E em tantos outros lugares do mundo onde governos são depostos?
A multidão é cega, ela se distrai e se engana com qualquer explicação que lhes são oferecidas. Desde a idade média o povo acredita em superstições, em explicações da realidade que fogem da racionalidade e caem na ridicularidade. Porém esta característica é típica dos seres humanos: tudo o que ele não sabe, o que lhe é desconhecido é jogado para o além, é posto sob responsabilidade dos deuses.
Alguns problemas são bastante interessantes para serem discursados com os que defendem os Estado teocrático:
1 – Se autoridades são constituídas por Deus, como se avaliaria este caso: um país é invadido por outro, que é rapidamente conquistado. O povo do país invadido agora possuem um novo rei, novas autoridades... Os que se levantam em movimentos de insurreição para libertar sua nação das mãos da nação estrangeira que os dominaram estaria então indo contra a vontade de Deus? Por que Deus permitiria a dominação, a colonização, o genocídio e extermínio de milhões de vidas humanas e não permitiria que estas mesmas vidas lutassem por sua liberdade? Movimentos rebeldes como os dos escravos brasileiros, a revolução americana aonde foram expulsos os colonizadores ingleses e até mesmo a própria independência do Brasil, são movimentos legitimamente rebeldes, aonde um povo dominado militarmente luta e expulsa os dominadores e assim constrói seu próprio governo. Ora, até o povo de Israel se levantou contra as autoridades que lhes haviam dominado. No ano 70 d.C, muitos judeus, cansados do jugo do romano, aderiram a movimentos armados e de insurreição pública contra Roma. Uma rebelião generalizada aconteceu, quando então os romanos decidiram enviar uma expedição militar grande à região da Judéia, comandada pelo general romano Tito, e derrotaram os judeus. Em Jerusalém o tempo foi destruído e muitos habitantes debandaram para regiões distantes. O povo do antigo testamento, que obedecia autoridades cegamente, que acreditavam que as autoridades eram postas por Deus foram rebeldes?
2 – Deus permite, colabora e se agrada com a escravidão humana? Um escravo negro do século XIX ao se rebelar contra seu senhor de engenho iria para inferno? E o senhor de engenho iria para o céu?
3 – A religião protestante nasceu da revolta contra a igreja romana. Lutero se rebela contra a autoridade máxima do catolicismo, o papa, o chama de anticristo. Contudo, Lutero era católico, monge agostiniano, para poder romper teve de se voltar contra aquilo que ele estava submetido. A reforma protestante é legitimamente um movimento rebelde, de motivações tanto religiosas quanto políticas. Todos os estudiosos da área reconhecem esta verdade, porém não os religiosos protestantes, que tentam maquiar a rebelião protestante e classificá-la de outras formas. Os protestantes no Brasil se popularizaram sendo chamados de evangélicos.
4 – O anticristo será uma autoridade neste mundo. O que devem fazer os que estiverem aqui? Ir contra a “autoridade constituída por Deus”? Ou se submeter à ela esperando que assim Deus o abençoe? A igreja prostituída que ficar aqui irá colaborar com seu governo argumentando que qualquer autoridade é por Deus constituída, e que assim os cristãos devem honrar o líder mundial com um enviado de Deus para eles.
5 – Entretanto, as escrituras afirmam que aqueles que não submeterem ao governo do anticristo, que não colaborarem com ele e, consequentemente não receberam a sua marca na testa e na mão direita, estes serão salvos. Ora, com isso Jesus não está dizendo claramente que nos últimos tempos os submissos serão perdidos e os rebeldes serão salvos?
5 – Por que as igrejas continuam acreditando e ensinando que as autoridades seculares são constituídas por Deus, se o próprio Jesus declarou que o senhor deste mundo é satanás? Jesus disse que o reino dele não era deste mundo, por que antes havia dito que o príncipe deste mundo é o diabo. Entendemos portanto que, este mundo material, que aqui vivemos possui um príncipe, que domina toda a existencial material: política, economia, religião... Será que as igrejas possuem alianças ocultas que não podem ser reveladas e por isso defendem os reis e príncipes desta terra?
6 - Em países ditatoriais, com governantes que já estão no poder à décadas e governam o país com mão de ferro; não seriam esta autoridades colocadas também por Deus? Os maiores ditadores da história como Mussolini, Stalin e Adolf Hitler, também não seriam autoridades com a benção de Deus? Um crente que viveu no período de Hitler deveria apoiar o nazismo e não se levantar contra ele porque seria ele (o nazismo) supostamente abençoado por Deus? Porque a igreja diz que autoridades são instituídas por Deus sempre se referindo à países democráticos e nada fala dos que possuem ditadura?
ESCLARECIMENTOS
Quero deixar bem claro que minhas posições particulares são totalmente negativas quanto à rebelião, ao uso da violência e etc. Como seguidores de Jesus temos de imitá-lo, de modo que o padrão que temos é este: Jesus não se rebelou contra o domínio romano que havia sobre a palestina em sua época, tão pouco promoveu qualquer espécie de revolução social, passeatas e protestos contra a desigualdade social de sua região, o propósito da sua vinda aqui neste planeta foi outro! Pois ele apenas se focou em seus discursos em promover mudança na consciência do homem, em promover uma nova ética, um outro comportamento perante a vida: “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente, eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mateus 5; 38-39), e “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós” (João 13:34). A única motivação que me fez escrever este artigo é a de demonstrar como a crença da igreja de que o reino material dos homens é misturado com o reino divino de Deus, gerando assim o conceito de Estado teocrático é totalmente absurdo, incoerente com o evangelho de Jesus e por isso descaradamente anti-cristão. Ora, quanto à isso Jesus sempre foi bastante enfático: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (João 18:36). E também : O que é nascido da carne é carne (mundo material), e o que é nascido do Espírito é espírito (mundo espiritual)”, (João 3:6). O que Jesus defendeu é algo contrário ao que havia na antiga aliança judaica, pois na graça o conceito de teocracia tornou-se obsoleto, e com isto Jesus instituía uma divisão, uma separação de mundos; o mundo material humano, constituído pelo governo, suas instituições e sua leis de um lado, e o mundo imaterial espiritual, chamado de “reino de Deus”, do outro. Entretanto a igreja acha mais atraente viver no sistema da antiga aliança do que na graça, ela preferi viver naquilo que Jesus destruiu do que naquilo que ele construiu, ou seja; naquele sistema aonde de fato havia a existência da teocracia.
Uma coisa é crer na onisciência de Deus, de que ele está à par de tudo o que ocorre no reino dos homens e que nada foge ao seu conhecimento. Outra coisa é crer que ele interfere diretamente na realidade do sistema de organização humana, e que com isso, o homem não possui nenhuma autonomia de existência, nenhum livre arbítrio, pois assim sendo; nada do que ocorreu na realidade material humana procede do próprio homem.
Este conceito, os cristãos não o reconhecem, pois são ignorantes e manipulados por seus líderes mais ignorantes ainda. Ele é uma infecção de religiões da nova era que bebem nas fontes orientais como o hinduísmo, chamado de Panteísmo. O panteísmo é o conceito de que tudo é Deus e Deus é tudo, ou seja, tudo o que há está envolvido pela natureza de Deus, tudo o que acontece, acontece imerso na natureza divina, sendo assim não existe nenhuma margem para a liberdade humana; pois tudo o que a raça humana criou até hoje de arte, música, teatro, filosofia, idéias, tecnologia, matemática, sistemas de pensamento, não podem ser atribuídos como criações do próprio homem, mas de Deus. O que se mostra literalmente como uma enganosa fraude, pois somos seres criadores, fomos feitos à imagem e à semelhança do criador, somos criadores em menos proporções, no próprio Gêneses, Deus dá autoridade à Adão para ele nomear os animais, ou seja, para ele criar nomes para eles, para Adão aplicar através da linguagem a criatividade dada pelo criador, entretanto não teria poder para dar nomes aos animais? Porém quem nomeou os animais não foi o próprio Deus, mas Adão.
Se o mundo organizacional humano, composto por governos e suas instituições, não existe por si só, se ele necessita da ação divina para existir, logo; ele não é de origem humana e sim de origem divina. Isso é panteísmo! Tudo é Deus, e consequentemente Deus é tudo. Com isso, o panteísta esvazia a existência humana de sua materialidade, os governos, suas autoridades, suas leis, seus costumes, suas tradições, suas culturas, que nunca serão de criações do homem, mas de uma divindade que está em tudo. Esta concepção de forma bastante clara não é a de Jesus.
EGITO 2011
O fato ocorrido no começo deste ano ilustra de forma magnífica como é ridícula a posição defendida ainda hoje pela igreja de o Estado possuir caráter divino. Cerca de 2 milhões de pessoas vão às ruas em protesto ao governo, com isso ficou para a história com o nome de revolução popular, que na verdade não é nada mais que uma rebelião popular. Em pouco mais de um mês o ditador Hosni Mubarak renuncia o poder. Ora, se autoridades fossem realmente instituídas por Deus, e com isso a mão de Deus estivessem sobre elas, não haveria poder na terra capaz de tirá-las do poder, ou estou errado? Que incoerência não? Esta episódio serve pra mostrar como o povo de Deus é manipulado, enganado à todo momento e todos os dias pelos feiticeiros que criam teorias explicativas da realidade. O povo egípcio mostrou pra você e para mim que os governos são totalmente humanos, construídos por seres humanos, mantidos por seres humanos e até mesmo destruídos por seres humanos.
Dando nomes aos bois
Hoje o Estado teocrático tem como seus maiores representantes em solo Brasileiro: bispo Edir Macedo (IURD), bispo Manoel Ferreira (A. de Deus de Madureira - RJ), pastor Nilson do Amaral Fanini (PIBN - RJ), pastor Silas Malafaia (A. de Deus da Penha), Fausto Aguiar de Vasconcelos (Convenção Batista Carioca), Arolde de Oliveira (Rádio Elshadai), esses são apenas os mais visíveis e que possuem projeção midiática, e por isso influenciam mais significantemente as massas com a defesa do Estado divino; são os filinhos mais novos de Nosferato.

A regra de três


Este instrumento habilíssimo se apresenta como a herança política de toda a elite antiga sacerdotal, aperfeiçoado pelos “iluminados” e executado em larga escala atualmente pelos sacerdotes cristãos, que consiste em um encadeamento de três processos ligados entre si e interdependentes que quando executados com maestria, e diga-se maestria no sentido de hipocrisia, dissimulação, a arte de criar realidades; alcança-se certamente o plano objetivo por um teatro, uma encenação; uma ilusão gerada para o aprisionamento dos se que buscam tragar. A regra de três é uma espécie de adaptação mais estratégica para a fórmula; tese-antítese-conclusão.

Sua fórmula consiste em: por meio de suas próprias ações e de sua própria influência, quer sejam diretas ou indiretas, criar um problema em oculto; um adversário externo, algo que mereça a atenção de todos e que impeça de algum modo o desenvolvimento do corpo social. Após a criação desta dificuldade á ser superada ou combatida, anuncia-se em público a sua existência, alastra-se o temor, o pânico; a vigilância se configura como necessária, de modo que o anseio popular se volte á uma necessidade urgente de resolução do problema existente, ou seja, o processo democrático em voga é o instrumento de controle para o fim desejado, a voz da multidão será ouvida, a própria multidão há de pedir medidas enérgicas para a resolução do conflito, e a partir dessa petição popular é que se concretiza a regra de três pondo em prática a última fase; que é a resposta imediata á demanda gerada. Porém esta resposta é dada pelo mesmo grupo que ocasionara com sua interferência o problema, de modo que o processo existe tão somente para a validação democrática do feito, parecido com o que é feito na lavagem de dinheiro dos cartéis de drogas. Pois tudo o que é efetuado no processo proposto é de igual modo validado pelo consenso social tendo em vista ter sido manipulado por quem está por trás do processo, por quem fabricou o processo.

Ora, essa fórmula está em atuação com mais intensidade no cenário cristão brasileiro há pelo menos uns dez anos; onde inevitavelmente nota-se a presença de uma força apóstata maciça, criada pela mesma elite de sacerdotes que hoje dão como solução o embrutecimento das doutrinas, o fechamento dos ouvidos á quaisquer formas diferentes de visão que ás deles próprios, e de sobre modo grandioso o aumento da idolatria á figura do sacerdote e da instituição religiosa; estes dois mostram-se como as respostas divinas para um refúgio seguro mediante ao quadro de caos, e novamente esclarecendo: criado, fomentado e no fim combatido pela mesma elite sacerdotal advinda da cúpula farisaica que tomou de fato o poder e descendem á séculos dos que perseguiram o mestre.

Madara.

A grande rebelião?


Lúcifer e o seu exercito, (cerca de 1/3 dos anjos do céu), perderam a guerra contra as forças de Deus, sendo que Lúcifer, (e os seus anjos caídos), passou desde então a habitar no nosso mundo físico, do qual é “príncipe”.

O Diabo, (Lúcifer), na mitologia Grega era visto como o rei de Hades, o deus do mundo dos mortos. Para entrar na morada de Hades, era preciso passar por um mítico cão demoníaco de três cabeças, chamado Cérbero.
De acordo com a tradição islâmica, Lúcifer revoltou-se contra Deus, não por desejar propriamente ascender ao lugar do Criador, mas antes por orgulho, ou seja, por se ter recusado a ajoelhar diante de Adão.
Assim está escrito:
De acordo com esta versão, Lucifer, (um ser perfeito, cheio da Luz de Deus e portador da sabedoria, ao qual nenhum outro ser se podia comparar ou igualar), recusa-se a ajoelhar perante uma criação que considera inferior a si mesmo. È por esse motivo, que acaba sendo expulso do céu e exilado no mundo dos mortos.
Ao contrário, Satã não foi expulso, ( como Lúcifer), mas antes desertou dos céus.
Satã era um anjo das mais altas esferas celestiais, ( um dos anjos «vigilantes», a quem estava incumbida a missão de observar e guiar a raça humana neste mundo, tal qual anjos guardiães ), que juntamente com outros anjos, (nomeadamente Azazel, um dos príncipes do Céu e também ele um «vigilante»), optou de livre vontade por abandonar o céu e instalar-se na terra, motivados que foram pela sua paixão pelas mulheres, ou como dizem as escrituras no Livro de Génesis:
Sobre este episodio, no qual um grupo de anjos abandona o céu para se instalar na terra em busca da ardência do sexo com as mulheres, assim esta escrito no I Livro de Enoch:
Assim, o I Livro de Enoch descreve como 200 anjos caíram, ou seja, abandonaram a esfera celeste e habitaram neste mundo. E assim continua o apócrifo Enochiano:
Eles, tal como os seus chefes, tomaram as mulheres para si. Escolhiam quem queriam.
Penetram-nas e desonrararm-nas. Ensinaram-lhes bruxaria, formulas magicas e como cortar raízes e ervas para usarem nos seus conjuros (….) começaram [ os anjos caídos] a revelar segredos mágicos ás suas mulheres
I Livro Enoch

E quando dissemos aos anjos: Prostrai-vos diante de Adão, eles prostraram-se, exceto Lúcifer, que se recusou e, cheio de orgulho, se juntou aos ímpios
[Iblis] ,
Alcorão II.34

Deus perguntou: ”que te impede que te prostres quando te mando?” Respondeu:”Eu sou melhor do que ele. Criaste-me do fogo e a ele criaste do barro”. Deus disse: ”Desce do paraíso, pois não é próprio que te enchas de orgulho nele”. Sai! Tu estas entre os desprezados
Alcorão VII 11.18



“as filhas dos homens”.


Naquele tempo, enquanto os filhos dos homens se multiplicavam, nasciam-lhes belas filhas. Os vigilantes – anjos filhos dos céus – ficaram atraídos por ela e desejaram-nas. Disseram uns aos outros: «Vamos procurar as filhas dos homens, e gerar filhos para nos próprios».
I Livro Enoch

IGREJA BANDIDA



Mais uma manifestação de que pastores são políticos religiosos, que obedecem tão somente á regra da finalidade estabelecida por Nicolau Maquiavel: os fins justificam os meios.
Outrora, na igreja primitiva, vitoriosa, que preservou ás custas de muito sangue e de suas próprias vidas o evangelho pregado por Jesus, o porte de armas era visto como algo imundo, totalmente reprovado, ilegal para um seguidor de Jesus. Entretanto, já no século três, a igreja estava completamente tomada de parasitas que carregavam o título de Cristãos e que, contrariando a tradição dos pais da igreja, ingressavam aos montes no exército romano. Indivíduos que mancharam o nome de Jesus e o expuseram ao mundo de forma blasfêmica, transparecendo que aquele que ensinou “ama teu inimigo” e “não recompense o mal com o mal”, mudou de idéia e resolveu apoiar seus supostos seguidores á servirem como assassinos, capachos de um governo oculto que apenas os controla, fazendo com se sintam orgulhosos em dar suas vidas num campo de batalha.
Mas .... Nosso tempo é outro, é o tempo da igreja bandida, da igreja militarizada, e quando digo militarizada não falo metaforicamente, falo literalmente. Pois assim agiu o ex-pastor da Assembléia de Deus de são José dos campos, Antônio Sellare, que acompanhado de homens armados invadiu a antiga igreja para “tomar o poder” e destituir o antigo ditador, o pastor Samuel Câmara. Nessa empreitada “revolucionária”, Antônio Sellare teve de se armar sozinho e contratar capangas á fazer a sua tal revolução e fincar a bandeira no topo da montanha. Entretanto, nada de revolucionário tem essa história que é real, pois o que está por trás do ocorrido é na verdade a raiz de todos os males: o dinheiro (a igreja tem um patrimônio avaliado em 30 milhões de reais, com cerca de 10 mil membros).
Existe uma verdade cristalina e que a hipocrisia não permite que seja dita: templo é dinheiro! Templo é lucro! Ainda mais na referida denominação. Aquilo que maldosamente se chama de “a casa de Deus” é nada mais que uma “boca de fumo” que comercializa drogas teológicas, que aumenta à cada dia mais o número de viciados criando assim uma verdadeira multidão de escravos, de soldados suicidas que estão prontos para darem suas vidas á qualquer momento, mas não para Jesus e pelo seu evangelho, pois estes vêem ele sendo xingado e blasfemado todos os dias por meio destas bocas de fumo com nome de igreja e de seus chefões nomeados com um nome mais bonito: pastores. Estes suicidas, dão suas próprias vidas á defender seus chefes sacerdotais, responsáveis pelo grande lucro que promovem através do crack (teologia da prosperidade) e da cocaína (dízimo).
Este caso me pareceu bastante comum, principalmente para quem conhece a realidade carioca. Pois a igreja se dividiu em duas facções, uma apoiando o atual pastor e a outra apoiando o antigo. De modo que por meio de uma investida surpresa, Antônio Sellare tentou tomar o controle do ponto principal de venda de drogas teológicas (a igreja matriz), o que ele não contou é que haveria resistência dos consumidores que estavam no templo e resolveram reagir á invasão.
Mas é claro que esse câncer de igreja que apóia, se utiliza e aderi o militarismo como “algo de Deus” não é exclusividade do pastor Antônio Sellare, vejam só quem é um dos que mais adoram um fuzil:
Igreja bandida não é só aquela que apóia traficante em favela, como acontece bastante, mas é aquela que apóia as armas carnais como um todo (armas físicas: pistola, fuzil, metralhadora...) e se torna inimiga de Jesus, contrapondo-se ao que ele ensinou e viveu. Não importa em que mãos estejam as armas, o único produto delas é a morte, sendo a igreja evangélica a maior defensora do ministério da morte no planeta terra.

II Coríntios 10:4 - “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim espirituais e poderosas em Deus para destruição das fortalezas”

Mr. Madara.
Veja a matéria completa: Jornal Bom dia Rio preto

Pequenas igrejas, grandes negócios


Uma fé no salvador adaptada ao mundo capitalista, envolvida de significados, simbologias e analogias que fazem constante referência ao mundo burguês/comerciante, dos negócios e claro; do lucro. È o estado atual da mente cristã, manipulada como sempre pelos “iluminados” que exercem o poder com a força do medo e do terrorismo psicológico.
De onde mais poderia emergir esta adaptação da mensagem original do evangelho? Á não ser do canto do mundo em que débil mentais com o demônio no corpo fizeram genocídios e genocídios em nome de Jesus, e por tudo o que fizeram ainda se julgaram eleitos á uma “nova Jerusalém” chamada de América. Falo, como já devem ter reparado dos Estados Unidos da América. Deste solo fundado no sangue e na morte de muitas almas é que de fato brotou esta forma moderna de blasfema ao nome de Cristo.
O que é preciso fazer então para que se re-configure tudo o que Jesus ensinou e se encaixe totalmente á um modelo de dominação mental que visa exclusivamente o domínio material deste mundo, por meio da conquista em cima de conquista nas finanças?
1 – Direcionar todos os termos usados que fazem referência ao crescimento, á produção, para o trabalho que é exercido de maneira formal em um emprego, de carteira assinada e tudo mais. Inserir “os afazeres desta vida”, como o mercado de trabalho, á mensagem que é ensinada acerca de Jesus.
2 – Dar total ênfase á passagens bíblicas que fazem referência ao ato de semear, pois este, no mundo dos negócios celestiais e na mente doentia da igreja/bazar, possui sempre conotações econômicas, de investimentos financeiros que devem ser seguidos á risca para darem resultados reais.
Sempre, como argumentos usados, vejo pastores responderem sobre a ênfase que dão á prosperidade material: bem meu irmão, isso é para quem quer prosperar, se você não quer, simplesmente não vai acontecer nada na sua vida... Dar o dízimo é uma forma de você atrair a prosperidade de Deus sobre a sua vida, se você não quiser simplesmente sempre terá dificuldades financeiras. Vejo que respostas como essa, que talvez você também já deva ter ouvido, são apenas uma manobra ideológica, para dar um certo ar de democracia, de liberdade, ou seja; de que não há nenhuma imposição da parte de Deus que você siga as tais leis da semeadura que a igreja prega, contudo se você deseja prosperar é só abraçar. Porém a pergunta que não quer calar é a seguinte: o que tem isso tudo á ver com Jesus? Com o evangelho? Aonde vemos em Jesus esta sede demoníaca por prosperidade material e por um desenvolvimento empresarial tendo como ajudantes Deus e os anjos? A resposta você sabe querido leitor, melhor do que eu: em lugar nenhum. Pois esta anomalia, já estava prevista á vir sobre os que se dizem seguidores de Jesus, é o tal Outro evangelho, que Paulo tanto alertava que viria e de fato já chegou. A igreja de fato, está transformando suas ovelhas em ateus religiosos, está preparando o ser humano para viver somente aqui nesta terra, com uma falsa pregação sobre o céu e sobre o mundo espiritual, entretanto, é muito mais que notável, é realmente gritante visível que a verdadeira motivação, e o que realmente “enche os olhos” da igreja não é o céu, mas a terra; uma igreja totalmente comprometida com a terra, que transformou os ensinos de Jesus em pura desculpas para se defender o domínio da terra e de seus tesouros.
Mateus 6; 19 – “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam”.
Para esses imundos de terno e gravata, o reino de Deus também não é o que Jesus ensinou, mas o que eles mesmos convencionaram á ser. Ele deixou de ser invisível e imaterial, para ser visível e material. O reino de Deus passa á ser agora o templo, as atividades que ali são realizadas, estar comprometido com o reino de Deus é estar comprometido com algum ministério que exista neste templo chamado de igreja e até de casa de Deus.
E tudo isso surge, por um princípio muito simples; porque a própria religião se comporta como uma indústria que trabalha 24 horas por dia, através da televisão, do rádio, da música, de revistas e da internet, para vender cada vez mais soluções para a vida exausta e oprimida das pessoas que vivem, principalmente em cidades grandes. Ora, se o próprio cristianismo moderno nasce desta premissa e deste comportamento psicologicamente de uma rede industrial, o que poderíamos esperar do evangelho que sairia da boca de profissionais formados nas faculdades de ensino superior da igreja chamados de pastores?
E isto é notado inclusive na cultura missionária que o protestantismo possui, pois o que é de fato um missionário enviado para longe? Se não um corajoso vendedor que é trinado e capacitado nas adversidades que irá enfrentar no campo, para vender a sua marca (denominação) aos novos clientes que estão jogados ao vento (as almas Humanas), para se conseguir dominar um certo território e nele firmar sua base de lucros advindo principalmente do dízimo e das ofertas? Ora, se esta denominação que coloniza um novo território não fosse de fato uma nova empresa que esta se instalando num povoado para garantir lucros dali, esta igreja existiria no modelo da igreja primitiva, sem rótulo nenhum, se nenhuma hierarquia, sem nenhum compromisso financeiro á cumprir para que seja necessário extorquir as pessoas com a punição divina caso não dizimem ou ofertem. Mas logicamente imaginar isto é apenas um mero exercício utópico, pois o que existe é a realidade nua e crua: a igreja é uma empresa. Que se usa do mundo espiritual apenas como subterfúgio para conseguir arrecadar dinheiro em espécie, tanto para o enriquecimento dos empresários espirituais, quanto para investir na manutenção da loja (templo: os gastos que se tem num templo são os mesmos gastos que um logista tem para repor seu estoque constantemente...)
Fazendo isso, o que chamamos de igreja, corpo de Cristo, pessoas... Adquirem a mesma forma, conteúdo, finalidade e sentido de um Cassino, aonde apostamos, investimos dinheiro em uma certa coisa que futuramente nos dará um retorno financeiro. Pergunte para si mesmo, leitor, em que este espírito idólatra pelas riquezas, por dinheiro tem á ver com o verdadeiro Jesus descrito nos evangelhos? Sim, aquele que disse que não tinha aonde recostar a cabeça! Aquele que disse: “E a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera” (Mateus 13:22).
Ou melhor, a vida com Deus e com seu filho Jesus se torna puramente a mesma que há entre os investidores de bolsas de valores. A igreja é um centro financeiro de investimentos, Jesus aquele que garante que os seus investimentos terão bons rendimentos e serão correspondidos, e não o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Ora, quem quer mais saber de ir para céu? De se arrepender de seus pecados? Que coisas loucas estas não? Para serem pregadas hoje em dia. Entretanto, em alguns casos, vemos uma leve mistura, para que não apareça de forma gritante o evangelho da prosperidade; existem casos em que nos púlpitos se fala um pouco de pecado, de renúncia da carne etc. Porém só para dar uma aparência de que aquela igreja “não é apóstata”, contudo, no cerne da pregação ou até mesmo nos momentos de oferta e entrega dos dízimos, certamente veremos toneladas de veneno da teologia da prosperidade sendo dadas ao povo, pois aquele momento sim é o adequado para ter o tema prosperidade financeira como centro de todas as coisas. Essa estratégia é típica de igrejas tradicionais que estão num processo de “modernização”, pois ainda preservam aquele conservadorismo histórico, mas simultaneamente estão absorvendo as novidades que estão no “bombando” por aí.
Mamom manda na igreja, ele é o deus dos evangélicos, desde á muito tempo. Só não enxerga quem não quer.
(Lucas 16:13) - Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.
De que lado você vai ficar?
Mr. Madara.

OVELHAS SEM PASTOR?


O Brasil está em pleno processo de avivamento neste exato momento, entretanto, para as mentes de lento raciocínio que por ventura estejam lendo este artigo, não me refiro á toda histeria que beiram as possessões demoníacas vistas nas “igrejas” pentecostais; mas me refiro ao único avivamento possível e existente: o do espírito humano. Enquanto milhares de vidas seguem na ignorância, pensado servirem ao Deus criador do universo, por simplesmente executarem tarefas delegadas á elas por homens dentro de casas de barro (os prédios das instituições religiosas), o espírito do Eterno não fica parado, ele se move á todo instante á comover os sensíveis de coração á olharem por de trás das paredes e enxergarem as verdades ocultas e ocultadas. Não são todos, é claro! Que ultrapassam a média e conseguem enxergar o quão o evangelho de Jesus foi difamado, distorcido, mal interpretado e principalmente: falsificado.

O messias não saiu de seu trono de glória, de sua posição de rei do universo para vir ao planeta terra, sofrer absurdamente e depois morrer e ressuscitar para nos dar uma obrigação: Irás todos os domingos á minha “igreja”, darás as minhas “ofertas”, e obedecerás cega e eternamente ao “anjo” que eu institui para ti na minha casa; NÃO!
É preciso antes, salientar que o termo: ovelhas sem pastor, muito utilizado pelos pastores como uma arma para barrar o despertamento da consciência dos crentes, é á priori uma astuta cilada efetuada através da linguagem, para nos condicionar á crer em algo que está subentendido quando se pronuncia. Há uma mensagem subliminar contida nesta frase, e ela é: toda ovelha só pode existir se em paralelo existir um pastor (humano) para ela. Através dessa mensagem subliminar empregada, há também o uso da confusão de conceitos, pois não são esclarecidos que espécie de pastor está se referindo, sendo mais comum o uso no sentido do sacerdote da religião; ou, o pastor terreno.
NÂO CONFUNDA AS PESSOAS
Entretanto, há aqueles que estão em muitas igrejas por ai à fora, chamados de pregadores itinerantes, que não dispondo da mesma energia e paixão que nós, se dizem não necessitar de serem “pastoreados” (a aparência), porém são colaboradores ativos do sistema escravista promovido pelas instituições religiosas onde atuam como: cantores, apóstolos, bispos, pastores, missionários, pregadores itinerantes, profetas, anjos (a essência)... É preciso que, os que tem a mente de Cristo saibam diferenciar o pó da poeira! Estes indivíduos são contraditórios por este mesmo motivo, pois em um momento inicial reconhecem uma verdade do evangelho de Jesus que foi de nos ter libertado das mãos dos sacerdotes (através do sacrifício de Jesus o sacerdote judeu ficou desempregado; eis o motivo de tanta raiva para com Jesus e seus discípulos), fazendo de cada ser humano vivo que deposita sua fé no messias seu próprio sacerdote, porém em um segundo momento se dão á querer reconhecimento das mesmas instituições religiosas interagindo nelas, e por vezes até sendo pagos por elas. Minha conclusão sobre tais pessoas é dupla: ou não entenderam nada do evangelho, por isso demonstram tal indecisão, ou são lobos enganadores conscientes de sua situação, pois se utilizam do status de “livres”, para na verdade angariar glória para si através dos aplausos e aleluias que recebem nos cultos aonde participam.
Sinceramente, na verdade tenho pena de ver, uma enorme quantidade de pessoas apresentando os mesmos sintomas: os cristãos não somente estão doentes, mas foram contaminados de maneira proposital, e esta crise nos valores chama-se em especial pelo nome de apostasia. A confusão de conceitos e idéias é o primeiro ponto usado por quem engana e quer enganar. Usam as mesmas palavras, porém com sentidos totalmente diferentes dos sentidos originais prescritos nas escrituras: a palavra igreja, é usada para se referir á INSTITUIÇÂO RELIGIOSA, prédio, TEMPLO, porém quando lhes agradam a utilizam com o sentido correto: pessoas, o nosso próprio corpo físico, consciências individuais!!!! Quem está correto no uso? Jesus ou o a igreja? Tendo em vista que a graça não possui referências físicas de orientação espacial para o exercício da fé: (João 4:20-23) – “Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. A mulher samaritana apresentou na conversa com Jesus o mesmo espírito inferior, infantilizado e escravo da religião que ele veio abolir, os termos por ela usados remetem muito bem esta idéia: “NESTE MONTE... E vós dizeis que é em Jerusalém o LUGAR onde adorareis ao pai”. Aparece em seu discurso as categorias de espaço; monte e Jerusalém, dois eram espaços considerados corretos para a adoração, porém ambos rejeitados por Jesus, pois o que ele estava para realizar seria de tal forma grandioso e revolucionário que destruiria toda concepção espacial de adoração: uma verdade sem contestação: a graça verdadeira realizada por Jesus (e não a falsificada pela igreja pós-Constantino) não possui templo, espaço físico de localização, e com isso ela gera inevitavelmente uma liberdade apavorante, um tanto niilista, porque tira do homem a referência física de localização; logo o seu intelecto já não mais classificará as coisas e o mundo do mesmo modo que o homem natural (religioso): é esta a liberdade inquietante que o evangelho genuíno promove. Você conseguiria suportar essa “tortura”?
O CONCIETO DE AUTORIDADE ESPIRITUAL É ANTICRISTO
Não existe autoridade espiritual humana, que se fundamenta na verdade baseada em Jesus Cristo o filho de Deus. E sabe porque? Vou provar aqui:
1 – Jesus, em sua missão aqui não instituiu uma casta superior de homem (a autoridade), pelo contrário: ele aboliu a estrutura existente no primeiro pacto, se fazendo sumo-sacerdote e mediador de uma nova aliança (Hebreus 9; 15) e promovendo-nos ao status de sacerdote!
2 – Que é autoridade? Poder atribuído a alguém; domínio. No evangelho, reconhece-se as autoridades seculares (á menos que suas leis transgridem o que Jesus nos manda fazer), mas não existe, de alfa á ômega, do início ao fim qualquer respaldo para a existência de autoridades (humanas) para o mundo espiritual; isto é de fato anular o novo pacto feito pelo cordeiro e restaurar o que havia antes dele; o primeiro pacto.
3 – O conceito de autoridade espiritual é na verdade o antigo sacerdócio levítico (camuflado), existente na primeira aliança. Pois a igreja protestante (evangélica), é a continuação do paganismo iniciado com a igreja de Constantino, e conservou em si todos os valores herdados de sua mão meretriz (Católica), como a autoridade espiritual, o templo e os cultos; todos criados pelas elites políticas de Roma em adoração ao seu verdadeiro deus; o sol Invictus, Mitra.
A igreja institucional roubou os títulos, a nomenclaturas das personalidades que estão descritas nas páginas das escrituras e ás pôs em corpos de indivíduos que representam totalmente o inverso do conteúdo original daquelas. O termo pastor foi extraviado, o termo presbítero também, e colocados em cargos político/administrativos que na verdade representam a ressurreição do sacerdócio antigo, contrariando virilmente o espírito do novo pacto mas se utilizando dos mesmos nomes.

Repetição dos padrões
A estrutura de autoridades eclesiásticas do protestantismo segue a origem pagã das sociedades secretas e escolas de mistérios antigas, e claro, da antiga aliança que tem como base os valores antigos nelas existentes; ela possui a forma da pirâmide, com a constituição de castas: a base larga ocupada pelo povo comum, a massa; com a ponta da pirâmide representando a mais alta hierarquia nos valores (na antiga representada pelo sumo-sacerdote), e com a interseção entre as duas anteriores, estabelecendo o domínio completo da casta inferior por meio da dominação/subserviência e da dependência ás custas da mediação (representada pelo sacerdote, da tribo de Levi).
Não temos autoridades espirituais, simplesmente porque o Senhor Jesus ás destituiu de seus cargos quando em sua morte na cruz triunfou sobre os céus e a terra, fazendo-se mediador e constituindo á cada um de nós sacerdotes para o Deus pai (Apocalipse 5; 10). E porque a ressurreição delas dentro do grupo social dos seguidores de Jesus (Igreja) se deu pela infecção do deus sol, de Constantino e Flávio Teodósio. É SÓ ESTUDAR HISTÓRIA!
O QUE É INSANIDADE???
1 – Exaurir-se de toda sua capacidade de domínio, outorgar á outra pessoa (semelhante á você) o poder á você conferido, abrindo mão de sua liberdade de pensamento, de ação, de sua liberdade de existência: de sua autonomia.
2 – Compactuar com um sistema mentiroso, fraudulento e cancerígeno chamado erroneamente de igreja; que profana a obra de Jesus por meio de seus sacerdotes, liturgias e ensinamentos criados por homens e perpetuados pela tradição.
3 - (Isaías 5:20) – “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” Classificar os que pregam a verdade como mentirosos e hereges e sustentar o império da mentira e do erro.
4 - (I Corintios 7; 23) “Alguém pagou alto pelo nosso resgate; não vos torneis escravos dos homens”, insanidade é voluntariamente se tornar escravo de homens (autoridades eclesiásticas), é ser sado-masoquista!
5 – Insanidade é ser cego e conscientemente querer continuar cego, venerar a ignorância, ter uma interpretação nobre sobre sua situação de animal de rebanho.
UMA MENTIRA BEM CONTADA SE TORNA UMA VERDADE...
A maioria continua caminhando para o abismo e acreditando no que a tradição diz; de que temos que ter uma autoridade espiritual, de que temos que ter uma igreja pra ir nos domingos e tudo o que contrarie isso é de procedência do maligno. Não importam as ofensas e acusações, nós não somos a maioria, fomos feitos de fato para ser a minoria. SEJA A MINORIA, com amor em Jesus.
Mr. Madara...

WikiLeaks gospel

FOTO CONSEGUIDA DO PASTOR PENTECOSTAL FAZENDO UMA POSE UM TANTO CONHECIDA PARA OS ESTUDIOSOS DE MAÇONARIA, SERÁ QUE É MAÇOM?

"Alegrei-me quando me disseram, vamos á casa do senhor" (Templo)


Pequenas igrejas, grandes negócios


Uma fé no salvador adaptada ao mundo capitalista, envolvida de significados, simbologias e analogias que fazem constante referência ao mundo burguês/comerciante, dos negócios e claro; do lucro. È o estado atual da mente cristã, manipulada como sempre pelos “iluminados” que exercem o poder com a força do medo e do terrorismo psicológico.
De onde mais poderia emergir esta adaptação da mensagem original do evangelho? Á não ser do canto do mundo em que débil mentais com o demônio no corpo fizeram genocídios e genocídios em nome de Jesus, e por tudo o que fizeram ainda se julgaram eleitos á uma “nova Jerusalém” chamada de América. Falo, como já devem ter reparado dos Estados Unidos da América. Deste solo fundado no sangue e na morte de muitas almas é que de fato brotou esta forma moderna de blasfema ao nome de Cristo.
O que é preciso fazer então para que se re-configure tudo o que Jesus ensinou e se encaixe totalmente á um modelo de dominação mental que visa exclusivamente o domínio material deste mundo, por meio da conquista em cima de conquista nas finanças?
1 – Direcionar todos os termos usados que fazem referência ao crescimento, á produção, para o trabalho que é exercido de maneira formal em um emprego, de carteira assinada e tudo mais. Inserir “os afazeres desta vida”, como o mercado de trabalho, á mensagem que é ensinada acerca de Jesus.
2 – Dar total ênfase á passagens bíblicas que fazem referência ao ato de semear, pois este, no mundo dos negócios celestiais e na mente doentia da igreja/bazar, possui sempre conotações econômicas, de investimentos financeiros que devem ser seguidos á risca para darem resultados reais.
Sempre, como argumentos usados, vejo pastores responderem sobre a ênfase que dão á prosperidade material: bem meu irmão, isso é para quem quer prosperar, se você não quer, simplesmente não vai acontecer nada na sua vida... Dar o dízimo é uma forma de você atrair a prosperidade de Deus sobre a sua vida, se você não quiser simplesmente sempre terá dificuldades financeiras. Vejo que respostas como essa, que talvez você também já deva ter ouvido, são apenas uma manobra ideológica, para dar um certo ar de democracia, de liberdade, ou seja; de que não há nenhuma imposição da parte de Deus que você siga as tais leis da semeadura que a igreja prega, contudo se você deseja prosperar é só abraçar. Porém a pergunta que não quer calar é a seguinte: o que tem isso tudo á ver com Jesus? Com o evangelho? Aonde vemos em Jesus esta sede demoníaca por prosperidade material e por um desenvolvimento empresarial tendo como ajudantes Deus e os anjos? A resposta você sabe querido leitor, melhor do que eu: em lugar nenhum. Pois esta anomalia, já estava prevista á vir sobre os que se dizem seguidores de Jesus, é o tal Outro evangelho, que Paulo tanto alertava que viria e de fato já chegou. A igreja de fato, está transformando suas ovelhas em ateus religiosos, está preparando o ser humano para viver somente aqui nesta terra, com uma falsa pregação sobre o céu e sobre o mundo espiritual, entretanto, é muito mais que notável, é realmente gritante visível que a verdadeira motivação, e o que realmente “enche os olhos” da igreja não é o céu, mas a terra; uma igreja totalmente comprometida com a terra, que transformou os ensinos de Jesus em pura desculpas para se defender o domínio da terra e de seus tesouros.
Mateus 6; 19 – “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam”.
Para esses imundos de terno e gravata, o reino de Deus também não é o que Jesus ensinou, mas o que eles mesmos convencionaram á ser. Ele deixou de ser invisível e imaterial, para ser visível e material. O reino de Deus passa á ser agora o templo, as atividades que ali são realizadas, estar comprometido com o reino de Deus é estar comprometido com algum ministério que exista neste templo chamado de igreja e até de casa de Deus.
E tudo isso surge, por um princípio muito simples; porque a própria religião se comporta como uma indústria que trabalha 24 horas por dia, através da televisão, do rádio, da música, de revistas e da internet, para vender cada vez mais soluções para a vida exausta e oprimida das pessoas que vivem, principalmente em cidades grandes. Ora, se o próprio cristianismo moderno nasce desta premissa e deste comportamento psicologicamente de uma rede industrial, o que poderíamos esperar do evangelho que sairia da boca de profissionais formados nas faculdades de ensino superior da igreja chamados de pastores?
E isto é notado inclusive na cultura missionária que o protestantismo possui, pois o que é de fato um missionário enviado para longe? Se não um corajoso vendedor que é trinado e capacitado nas adversidades que irá enfrentar no campo, para vender a sua marca (denominação) aos novos clientes que estão jogados ao vento (as almas Humanas), para se conseguir dominar um certo território e nele firmar sua base de lucros advindo principalmente do dízimo e das ofertas? Ora, se esta denominação que coloniza um novo território não fosse de fato uma nova empresa que esta se instalando num povoado para garantir lucros dali, esta igreja existiria no modelo da igreja primitiva, sem rótulo nenhum, se nenhuma hierarquia, sem nenhum compromisso financeiro á cumprir para que seja necessário extorquir as pessoas com a punição divina caso não dizimem ou ofertem. Mas logicamente imaginar isto é apenas um mero exercício utópico, pois o que existe é a realidade nua e crua: a igreja é uma empresa. Que se usa do mundo espiritual apenas como subterfúgio para conseguir arrecadar dinheiro em espécie, tanto para o enriquecimento dos empresários espirituais, quanto para investir na manutenção da loja (templo: os gastos que se tem num templo são os mesmos gastos que um logista tem para repor seu estoque constantemente...)
Fazendo isso, o que chamamos de igreja, corpo de Cristo, pessoas... Adquirem a mesma forma, conteúdo, finalidade e sentido de um Cassino, aonde apostamos, investimos dinheiro em uma certa coisa que futuramente nos dará um retorno financeiro. Pergunte para si mesmo, leitor, em que este espírito idólatra pelas riquezas, por dinheiro tem á ver com o verdadeiro Jesus descrito nos evangelhos? Sim, aquele que disse que não tinha aonde recostar a cabeça! Aquele que disse: “E a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera” (Mateus 13:22).
Ou melhor, a vida com Deus e com seu filho Jesus se torna puramente a mesma que há entre os investidores de bolsas de valores. A igreja é um centro financeiro de investimentos, Jesus aquele que garante que os seus investimentos terão bons rendimentos e serão correspondidos, e não o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Ora, quem quer mais saber de ir para céu? De se arrepender de seus pecados? Que coisas loucas estas não? Para serem pregadas hoje em dia. Entretanto, em alguns casos, vemos uma leve mistura, para que não apareça de forma gritante o evangelho da prosperidade; existem casos em que nos púlpitos se fala um pouco de pecado, de renúncia da carne etc. Porém só para dar uma aparência de que aquela igreja “não é apóstata”, contudo, no cerne da pregação ou até mesmo nos momentos de oferta e entrega dos dízimos, certamente veremos toneladas de veneno da teologia da prosperidade sendo dadas ao povo, pois aquele momento sim é o adequado para ter o tema prosperidade financeira como centro de todas as coisas. Essa estratégia é típica de igrejas tradicionais que estão num processo de “modernização”, pois ainda preservam aquele conservadorismo histórico, mas simultaneamente estão absorvendo as novidades que estão no “bombando” por aí.
Mamom manda na igreja, ele é o deus dos evangélicos, desde á muito tempo. Só não enxerga quem não quer.
(Lucas 16:13) - Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.
De que lado você vai ficar?
Mr. Madara.

Silas Malafaia: o Natal do espertalhão


Chegou o Natal. Para Silas Malafaia trata-se de uma festividade Sagrada. O Matusalém das Assembléias de Deus afirma a sociedade cristã: esta é um festa para ser celebrado por todo cristão. Como apologista da “teologia da prosperidade” e “empresário evangélico” não poderia pensar diferente. O mercado-cristão, nesta época do ano, aquece muito a cabeça dos mercadantes e trás solidariedades para os “cofres milionários” destes apogeus da corrupção-espiritual. O sistema mercantilista, canalizado por Silas e pela maioria dos liberais, não seria beneficiado pelo rompimento(libertação de tradições). Precisa muito do faturamento(Expo Cristã) para manter o nível de vida leva, para isso, ele pede aos incautos para tomarem cuidado com o “besterol” de uma meia-dúzia que anda pregando contra o “Natal” e pede ao público de seu programa “Vitória em Cristo”: vai ler a bíblia. Em um só texto, Silas fundamenta sua tese: os pastores(povo) celebraram, os anjos(céu) celebraram, as estrelas(astros) celebraram , os magos(elite) celebraram. Diríamos ao ilustre da farra da fé: Por quê Jesus e a Igreja não o celebrou e não registrou? Por uma questão de épocas divididas? Asneiras e bobagens, proferidas, não podem ser transformadas em verdades-bíblicas.

A Luz da Bíblia sagrada: o Natal
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1 – Não há registros nas sagradas escrituras de que alguém tenha comemorado esta data festiva nos primeiros séculos da Igreja cristã. Não existe se quer uma palavra bíblica que forneça elementos para uma confirmação de que foi realizado um grande banquete em comemoração ao aniversario de Jesus Cristo. Muito mais ainda teríamos uma data expressiva para sabermos quando ele nasceu de verdade.

2- Pela expressão de Jesus através das sagradas escrituras – seja por palavras, parábolas ou passagens da sua vida – não existe uma ordenança que institua esta comemoração(natal)como prática de fé-cristã ou do culto de adoração a Deus para as Igrejas.

3- A origem deste dia “25 de Dezembro “ acarreta laços com a raiz do paganismo romano. Nenhuma ligação existe com o cristianismo, e sim, com o catolicismo e sua história (Enciclopédias Britânicas – edição de 1946) (Enciclopédia Americana – edição de 1944).

Jesus Cristo
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Identidade:Deus(João 1.01 a 03)

Genealogia: Espiritual(Mateus 1.01)

Família: inexistente(Hebreus 7:03)

Pai e mãe biológico: inexistente(Hebreus 7:03)

Aniversário: inexistente(Hebreus 7:03)

Morte: inexistente(Hebreus 7:03)

Existência: eterna(Hebreus 7:03)



O dia 25 de Dezembro
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Jesus de Nazaré, não nasceu no dia 25 de Dezembro. (Lucas 2:18) “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho”.
Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os Pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral nos mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.
A Palavra de Deus fornece provas de que o inverno era uma estação chuvosa e muito fria, não permitindo que os pastores permanecessem ao ar livre nos campos durante a noite. (Cantares de Salomão 2:11) (Esdras 10:9-13)
O fato dos pastores estarem com seus rebanhos ao relento no pasto – no momento da aparição angelical – mostra que esta data era verão(setembro á outubro). Na Judéia o verão termina nos meados do final do mês de outubro. Pela lógica e ordem cronológica do tempo, o mês de dezembro é chuvoso e rigorosamente frio, impedindo até mesmo Jesus nascesse em uma manjedoura. (Enciclopédia Católica também testifica isso) (Ardam Clarke – vol. 5, pag. 370. edição de New York).
A data do nascimento de Jesus é totalmente desconhecida por todos e principalmente pelas autoridades e teólogos do assunto.
O dia 25 de Dezembro refere-se a uma data de festividade pagã (Saturnália e Brumária). Entre os dias 17 e 24 de Dezembro, celebrava-se o dia mais curto do ano e o novo sol. Nestas festividades, envolviam-se práticas como: bebedisses , orgias e rituais satânicos pelo edito das autoridades romanas da época. ( New Schaff-herzog – Enciclopédia of religious Knowledge )
Com a chegada de Constantino no Império Romano e sua conversão ao cristianismo, o mundo romano passa ser cristã, aceitando o cristianismo como religião oficial. Com a cristianização deste império as perseguições contra os cristãos se findam e surge a primeira Igreja de Constantinopla. Suas regras de fé e seus cultos eram baseados em costumes e práticas pagãs, sendo mantidos pelo imperador em um curto espaço. Mais tarde, seriam feitos ajustes importantes neste império que mudariam a história da Igreja. Uma delas foi a transferência das datas festivas e tradicionais de Roma para o cristianismo imperial e institucional do qual constituiu (Igreja Católica Ap.Romana).
Neste mesmo artigo na Enciclopédia Schaff-herzog, explica a aprovação dada por Constantino sobre o domingo: “o dia em que os pagãos adoravam o Sol”. Por influência do maniqueísmo pagão, ambos identificavam o sol com o filho de deus “físico” proporcionando á estes pagãos do século IV – agora convertidos ao cristianismo – o pretexto necessário para chamar esta festa de 25 de Dezembro (dia do nascimento do deus sol) como o dia do nascimento do filho de Deus.



A Origem do Natal
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A Paganização Mundial tem sua história e sua raiz no Antigo Testamento. O pai da babilônia espiritual seria Ninrode(torre de Babel). Este indivíduo e sua história serviram de base e inspiração para seitas e religiões como a maçonaria. O eixo de formação política e religiosa em Roma, no período cesariano, foi baseado na vida e no perfil deste homem.
Ninrode – neto de Cão e filho de Noé – foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico. Ninrode significa em hebraico “Marad” que traduzindo seria “ele se rebelou, rebelde”.
Este indivíduo era tão perverso que chegou a casar com sua própria mãe “Samíramis”. Depois da sua morte prematura, sua mãe-esposa, propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Alegou que um grande pinheiro havia crescido, da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, do qual simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Por meio destas astúcias e artimanhas imorais, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos e Ninrode como “divino filho do céu”. Este homem passou a exercer o falso messias, o filho de Baal e deus sol “mãe e a criança”. Com a ajuda da Igreja Católica Ap. Romana, esta história de amor em família transformou-se na “virgem e o menino Jesus”. Esta mentira passou a ser pregada por Roma e difundiada para o mundo cristão em forma de “ presépio”.
No Egito chama-se de Isis e Osíris – Ásia (Cibele e Deois) – Roma (Júpiter – Fortuna) – Grécia,China,Japão e Tibete é conhecido por” Madona” . Tudo isso muito antes do nascimento de Jesus.
O Natal satânico de Ninrode entrou nos meados do século V. Com a popularização do cristianismo e falsa conversão de Constantino, a Igreja foi invadida com estes ensinamentos do qual reconhecemos: “ praticamos falsamente por muito tempo e fomos influenciados pelos ensinamentos apócrifos de Roma”. Os fatos e registros mostram claramente que a Igreja Primitiva nunca participou ou festejou tal data. Assim como Jesus Cristo de Nazaré também não determinou ou ornamentou tal costume entre nós!!



ÁRVORE DE NATAL
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Como todos podem perceber, esta é a reencarnação de Ninrode e a verdadeira inspiração para tal prática. Quando os adoradores de Ninrode, celebravam o seu aniversário, o ritual seria levar presentes aos pés do pinheirinho enfeitado, demonstrando gratidão ao seu deus Sol. A troca de presentes nesta data representa reverência a Ninrode e o culto ao seu nome.
O profeta Jeremias confrontou tal espírito natalino e seus pastores?
JEREMIAS 10:2 Assim diz o SENHOR: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis dos sinais dos céus; porque com eles se atemorizam as nações. 10:3 Porque os costumes dos povos são vaidade; pois se corta do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; 10:4 Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.
Obs. Quando celebramos á Ceia de Natal e participamos desta confraternização mentirosa “PARTICIPAMOS DA MESA DOS DEMONIOS”:
1 CORINTIOS 10:16 – “ Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo? 10:17 Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão. 10:18 Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar? 10:19 Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? 10:20 Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. “


PAPAI NOEL
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Velhinho querido ou arquiteto do pecado? Este seria mais uma das criações satânicas e aberrações do paganismo pelo catolicismo Romano.
“Papai Noel seria uma corruptela de um santo venerado pelos católicos chamado São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. Bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de Dezembro. “Este bispo oferecia ás escondidas presentes, de dotes, as filhas de um cidadão empobrecido.” (Enciclopédia Britânica – vol. 19 – páginas 648 – 649 – 11º edição inglesa).
Mais tarde, adquiriu á custa da Coca-Cola a cor vermelha e a imagem do simpático barrigudinho e velhinho das crianças. Tudo pela desgraça e falência dos milhares de pequeninos inocentes deste mundo que o tem como melhor amigo imaginário. O substituto do próprio Jesus e do presente da salvação, vem prevalecendo á séculos com o seu saco vermelho cheio de ilusões e corrupção espiritual!




O MESTRE CHAMA: “VEM CEAR”
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O Senhor Jesus instituiu a Igreja uma única celebração: A Santa Ceia.

Mateus 26:26 – “ E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. “(26:27) E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; (26:28) Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. (26:29) E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai.

Foi instituída na véspera da morte de Jesus. Houve duas ceias: a ceia da Páscoa e a Ceia do Senhor. Por 1 400 anos a Páscoa havia prenunciado a vinda do de Jesus, o cordeiro Pascoal. Jesus comeu a Páscoa, substitui-a pela própria Ceia e em seguida foi sacrificado como o Cordeiro Pascoal. Jesus morreu na cruz no mesmo dia em que os cordeiros pascoais estavam sendo imolados no Templo.

Memorial – A Páscoa já servia aos seus propósitos, e agora devia ceder lugar á “Nova Ceia” que devia ser observada em memória de Jesus até que Ele venha de novo( 1 Cor 11.23 – 26).Assim como a Páscoa mosaica lembrava o passado, quando Israel foi liberto do Egito pelo poder Deus, e também indicava o futuro – o Advento de Jesus em graça, também esse memorial lembra sua morte passada e, no futuro, sua Segunda Vinda em glória.

Reflexiva – a Santa Ceia original foi realizada de forma restrita e reservada. Somente para os discípulos “seguidores“ de Jesus Cristo(Mateus 26.20).
Esta prática representa espiritualmente á união “unanimidade” e comunhão “eucaristia” com Cristo no seu Corpo e Sangue(João 6.54;Atos 2.42;20.07; 1 Cor 10.16;11.23-16) em celebração e ritual. Uma ordenança perpétua (1 Cor 11.24).
Uma celebração reservada para aqueles que se uniram com Cristo na sua morte(pecado) e ressurreição(regeneração);(Rm 6.03-05). Quando celebrada de forma indigna e desproporcional, acarreta condenação e maldição.( 1 Cor 11:26 – 29). Por isso deve ser realizada em reflexão” examine o homem a si mesmo quando comer deste e beber deste cálice”.
Uma data especial para celebrarmos a Jesus em concordância “como discípulos” comprovando que a morte de Jesus está manifesta no corpo do pecado, para que a sua vida se manifeste, também, em nossos corpos( 2 Coríntios 4:10 ). Celebremos a Cristo Jesus “Nossa Páscoa” sem o fermento do pecado e sem a presença de infratores “apostatas da fé“(1 Cor. 5.6 – 11).

A Santa Ceia é o culto “Racional” e “Ação de Graças” de todo cristão – todos que visitados por Cristo, estão libertos do cativeiro do pecado e agora podem celebrar a Jesus Cristo como o “ Libertador” de suas vidas. A verdadeira comemoração instituída por Jesus, representadas em um só testemunho de fé: o nascimento espiritual e regenerativo de todo cristão.

Para o cristianismo apostata é mais fácil colocar uma arvore de natal no altar e ornamentar “mentiras”, do que, propagar a verdade bíblica em sua real consagração de fé. Sai barato esta festa(Natal), cujo sentimentos e objeções propagam um Jesus descontextualizado,alegórico,simbólico e materialista. Para os natalinos da cristandade, escravos de tradições humanas e fiéis ao catolicismo-romano – meus sinceros apelos e sentimentos:

O MESTRE CHAMA, VEM CEAR!!!

Fonte: HordaVerdade

Éeeee, o negócio é feio mesmo!


Natal é paganismo (CLIQUE NA IMAGEM)


Longe da igreja e firme em Jesus (CLIQUE NA IMAGEM)

(Jornal A gazeta ES-Vitória, 5 novembro de 2006)

Éeeee, o negócio é feio mesmo!


Natal é paganismo (CLIQUE NA IMAGEM)


Longe da igreja e firme em Jesus (CLIQUE NA IMAGEM)

(Jornal A gazeta ES-Vitória, 5 novembro de 2006)

Bem feito!


Palestra com Dr. José Renato Pedroza


Fonte: Simceros.org

Os chefões do tráfico


Há uma semelhança muito notória entre as duas melhores classes de traficantes de drogas que podemos observar nas sociedades, as duas lucram absurdamente com o comércio de drogas. Enquanto a primeira envenena a biologia, a segunda trata de intoxicar e entorpecer toda uma geração com idéias sujas e atraentes.

É sabido os danos que o crack causa ao cérebro humano, pois assim mesmo, outra semelhança salta aos olhos: o crack do evangélico é a teologia da prosperidade, ás vezes disfarçada com outros rótulos; “vitória”, “sucesso”, “triunfalismo”, “conquista”, “vida vitoriosa”, etc. Essa droga corrói completamente todos os alicerces outrora erguidos, e isso só podemos nos referir quando há alicerces erguidos, pois quando estes são erguidos sobre a própria degeneração causada pela droga em questão, pode-se dizer que, praticamente é um caso perdido: mais um ateu religioso foi criado, mais uma alma perdida. Todo esse enorme sistema de tráfico de drogas á que me refiro, rende á seus donos milhões em lucro por meio de sua indústria, porém o mais precioso lucro provém das divisas intelectuais, da grande massa que não possui formação política nem ideológica/teológica alguma, e é dessa forma manipulada para os fins desejados de seus senhores. É impressionante como a história retorna de forma bastante semelhante como se deu no passado: o colono e o senhor de engenho, o escravo e o senhor, referindo-se á divisão política propriamente dita de negros escravizados e tratados como mercadoria por seus senhores, é o que aí está para todos verem, porém que não nos enganemos: não estamos no século XVIII, e sim no XXI!

O conhecido pastor, Silas Malafaia é um exemplo clássico (claro que não só ele, mas é ums dos principais e com mais poder de influência), além de um falso profeta que ganha cada vez mais rejeição no meio evangélico braisleiro é um formidável comediante! Quanto nos faz rir com suas tentativas de não ser pego, com suas heresias "simpáticas"; nós os que nascemos de novo, precisamos por vezes desses momentos de descontração para aliviar o estresse das provações, desses espíritos diminutos pensando ser especiais; espantalhos que serão removidos com um único sopro; até mesmo porque, o que seria de nós se não houvessem tais tipos inferiores para nos compararmos e assim Deus nos conceder a honra de nos considerar-mos, com todo orgulho os mais nobres dentre os perseguidos, os subversivos e “heréticos”; nos espelhamos em Jesus: o herético do Judaísmo. Judaísmo este que Silas ama, do qual ele mesmo, junto com seus colegas também, é um espião entre os cristãos; visando restabelecer aos poucos por meio do costume, o sacerdócio levítico por inteiro. Isto não se dá explicitamente, mas em oculto, assim a sua sociedade de amigos age. Com suas ações e convicções é que percebemos isto, não com suas palavras, pois as mesmas dão testemunho belo e sedutor do extremo contrário; que é ele um radical defensor do ministério do Espírito, de que sepultou a lei e vive única e exclusivamente sob o novo caminho criado pela cruz de Cristo: aparência de verdade! Vestimentas de ovelha, exterioridades que não subsistem ao poder de nossos olhos, com uma primeira análise as máscaras caem e logo se vê os dentes caninos de um lobo devorador.
Malafaia é hoje a encarnação da disposição mental e ideológica de que necessitará o seu verdadeiro messias para reinar na tão aguardada nova ordem mundial. Toda a forma de existir como Igreja defendida por este indivíduo é a mais adequada para o tipo de governo vindouro á que me refiro. Ele é um mero serviçal desse quadro, quando a mega república de gadu for instaurada ele se regozijará em oculto e beberá do vinho que lhe é dado á beber, o que são hoje as palavras que lhes são concedidas á serem faladas. Eis a configuração ideal para esta adequação (a ideologia difundida para controle internalizado dos crentes):

a) A demência da ovelha cega, surda e muda; expressando a total aniquilação da soberania individual; submissão á todo custo á autoridade eclesiástica. Fabricação do zumbi espiritual literalmente; finalidade: fabricação de um exército controlado que lute por seus donos. Essa finalidade foi aprimorada com a criação de sua própria escola de doutrinação chamada de Eslavec.

b) Culto ao sacerdote; divinização do sacerdote; finalidade: instalar a ditadura do discurso único; concentração da autoridade argumentativa. Os sacerdotes guiados por sua escala de valores dirão o que pode ser seguido e o que não pode.

c) Culto á instituição; finalidade: a instituição, com suas gincanas esotéricas, suas atividades de recreação espiritual, funciona como um cercamento; um pequeno campo de concentração onde o tipo desejado é fabricado como por experiência genética. È preciso portanto que á glorifique, á coloque em alto patamar de importância para que não venha á ruir.

Para mim nada acrescenta estes que se dizem pastores de multidões: são sempre pouco instruídos, com pouca cultura intelectual para tanta soberba, mas um caso muito típico; o uso do instrumento de defesa dos fracos é o grito, a voz alta, a exaltação que intimida os outros que não conhecem seus truques e ilusões de encantador de cérebros vazios. A minha admoestação para esses espíritos pálidos e sem sal são as palavras de Pedro, vamos ouvi-las?: “E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, Dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo. Mas disse-lhe Pedro: "O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade, e ora a Deus, para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; Pois vejo que estás em fel de amargura, e em laço de iniqüidade“ 1.

A ética do evangelho não nos permite a aniquilação de tais indivíduos, devemos ter misericórdia de tais pessoas; precisamos pregar o evangelho para que esse Silas malafaia se regenere, mas me pergunto se isso ainda é verdadeiramente possível, pois a mente cauterizada de um "profeta velho" 2 jamais admiti mudança de sua parte, é irredutível, ela torna-se a mais pura manifestação do tipo sacerdotal; megalomaníaco; o centro de todas as coisas, de todo o universo, requer para si as atenções em totalidade.

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1 Atos 8; 18-23.
2 Referência ao epelido de Silas recebido Por Edir macedo.

Madara.

A obscenidade do religioso


Fico á observar nos dias de hoje uma juventude que inunda estas igrejas evangélicas que vemos em cada esquina; todos amantes fervorosos da religião, de fato discípulos herdeiros de saduceus e fariseus... Desta forma, buscam se enquadrar desesperadamente em um modelo estético que lhes dê a dignidade de “serem feitos filhos de Deus”; o tão conhecido terno, gravata e palitó. Entende-se imediatamente, ao olhar para os semblantes ora orgulhosos, ora oprimidos desses espectros andantes, a representação de uma psicologia da fraqueza internalizada como tentativa de engrandecimento frente ao estado natural, que obviamente não é grande nem superior, é pequeno, sem sal, sem vida, sem radiação luminosa própria, ou seja: age assim o instinto de coesão social que trabalha sempre tendo como base o status nobre, e que exerce no indivíduo por meio de uma dissimulação do intelecto, a tentativa de esconder seu estado deprimente, sua medianidade existencial, de transparecer por meio estético aquilo que ele mesmo gostaria de ser em sua forma completa, “na essência”, na interioridade mais escondida e que traz á tona á consciência, nos momentos de silêncio e reflexão o quanto o próprio ser se camufla por dentro do estigma religioso para alcançar o patamar que com suas mãos não poderiam jamais apalpar, em outras palavras; a força, a energia, a auto afirmação, a certeza nos ideais, o conhecimento de si: a vontade de ser algo de valor. Tudo não passa de castidade, castidade da juventude, do corpo, castidade principalmente da própria humanidade de si mesmo e castidade antes de tudo da mente. Também perversão do conceito de vida evangélica; uma retirada do plano da intimidade do que realmente se baseiam as doutrinas de Jesus para um plano estético, visível, que se realize em fenômeno, ou melhor; o antigo vício que permeia a fraqueza de espírito na tentativa de sempre materializar o imaterial: a fé. Ás vezes por meio de imagens, como fazem os católicos, outras por meio de um estilo visível e aparente de vestimentas que os classifiquem publicamente como um crente; ao contrário do que Jesus ensinou em seus discursos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13; 35). Por isso a obscena necessidade dos ateus inseguros em se identificarem esteticamente, e nele se segurarem e fundamentarem a primazia da sua fé: a vida religiosa altamente valorizada ante á vida radical que a ética do messias trouxe ao mundo, eis a visível inimizade. Mas á isto, eles mesmos não lhe nomeiam honestamente de escravidão, ou perversidade, mas de santidade, de coisa boa e aceitável diante de Deus! E é justamente contra isso que lutamos, contra essa religiosidade mascarada de coisa boa e saudável. Não lhes é visível que essa “santidade” envenena a vida, faz dela coisa impura, cheia de armadilhas pra todos os lados, uma vida histérica e militarizada. Decretemos de uma vez por todas a morte dessa “santidade”, visto que sua falência é o que mais provoca ódio e temor á esses neofariseus. Portanto, se para eles é temido, é porque o que aparece do outro lado não é nada mais que o seu inverso do mesmo pólo, algo que com caráter de urgência negue todas essas flagelações da alma e caminhe seguramente sob os trilhos de uma vida cheia de oxigênio e confiança. Para mim estes fantasmas não são mais do que já disse: obscenos, indecentes e velhacos.

Madara.

Em brigas de maçom não se chama o garçom!



Srs. Silas malafaia e Edir macedo estão brigando de novo, e agora é por causa de seus senhores. Os capachos agora brigam por causa das eleições, onde cada um deles representa um candidato á presidência da república. De um lado Macedo com Dilma, e do outro Malafaia com Serra, porém há algo que nós sabemos bem o que é, e que fazem dessas duas raposas irmãos em uma só fé; alguém ai advinha? Exato! Maçonaria... Pois em brigas de maçom, não se chama o garçom.
È sabido para os estudiosos de sociedades secretas que, muitas guerras ao longo da história foram fabricadas pela briga das maçonarias Francesa e Inglesa. As grandes lojas de origem inglesa e os grandes orientes de origem francesa. Porém ao que parece ser, esta pequena picuinha acontece numa mesma designação, á ligada frequentemente aos protestantes; que á maçonaria inglesa. Logicamente que devemos pensar mais uma vez: que tem de conteúdo do evangelho nesta briga besta de Silas e Macedo? Que são estes dois trocando farpas, se não dois mercenários da fé e carniceiros, cada um com seu pedaço no mercado de almas, que á todo dia estão á venda por todo esse Brasilzão...
A INDÚSTRIA AGRADECE
Malafaia e Macedo são nada mais do que duas marcas da indústria espiritual Brasileira, e cada qual consome o que quer, até lixo, se preferirem...
A primeira marca destacada, é destinada mais ao consumo da classe média, que ostenta um pouco mais de conhecimento, ainda que seja coisa pouca, mas que gosta de ficar falando palavras rebuscadas e se utilizando de gírias teológicas para atrair as multidões com sua aparência de sabedoria.
Já a segunda marca possui um caráter mais popular, consegui maior aceitabilidade entre as classes mais baixas da população. Apela mais ao emocional, fazendo espetáculos públicos de exorcismos e conversas com demônios, além de todo o sincretismo com práticas das religiões afro.
AVISO
Não reproduza o mesmo sistema de escravidão que estes homens representam, não perca seu tempo abraçando A ou B, dizendo: Ah, eu prefiro o Silas... ou Que nada, sou mais o Edir macedo. Fazendo você estará compartilhando do mesmo pensamento anti-cristo que reina na igreja evangélica e estabelecendo um dos dois como seu “senhor”, assim como havia na história do escravismo brasileiro; onde os escravos tomavam partido de seus senhores de engenho. CRESÇA! Não faça essa insanidade, e o mais importante: não coloque a sua confiança em homens! Mas no Eterno.
Essas duas redes empresarias me fazem ter grande gastrite antes da hora, e quando começo á escrever logo me ocorre o aumento de flatulências intestinais; por isso encerro aqui minha crítica (isso realmente ocorreu quando estava escrevendo este artigo!)
ReligionIndustry
O mundo Gospel e Gadu realmente combinam, e não só pela letra “G” em suas iniciais, mas pelo primeiro ser uma invenção do segundo.
Madara.

 

Sou um herege, graças á Deus


"Heresia e ortodoxia são palavras criadas pelos ortodoxos. Mas, como já indicamos antes, ortodoxos são aqueles que tiveram o poder para impor as suas idéias. Heresia e ortodoxia têm muito pouco a ver com falsidade e verdade. São formas transversas de indicar perdedores e ganhadores. Ora, não se conhece nenhuma situação em que os ganhadores tivessem tido qualquer interesse em abrir mão do poder. O poder deseja sempre perpetuar-se. E esta perpetuação exige também a perpetuação das idéias que dão aos poderosos a sua aura divina. Vitória é interpretada como verdade, e a derrota é idêntica à falsidade.

A última palavra sobre a verdade revelada, portanto, não é a voz desta verdade, mas é a voz que, pelo seu poder político, é capaz de silenciar os dissidentes e declarar a questão como encerrada."

(Religião e repressão, Rubem Alves)

 

A fábula do paraíso na terra

A pergunta que satanás sempre se fez em toda a história é: como transformar os cristãos em ateus? Como conseguir fazer com que os que acreditam no criador se tornem simultaneamente incrédulos dele, ou seja; nem quente nem frio, mas morno? Pois bem, o mestre da enganação não se ocuparia de uma questão dessas á toa, até porque as respostas já foram achadas á bastante tempo; e uma delas, talvez a principal se refere á fé; que é a confiança que direcionamos á algo ou alguém, e nesse caso a estratégia satânica consistiria em redirecionar a confiança que os cristãos colocam num Deus supra-terreno para as coisas puramente terrenas; deslocar as perspectivas do ser humano de uma vida espiritual eterna para realizações materiais nessa vida, eis o grande plano para corromper os ideais puros do evangelho. Ou seja: criar a fábula do paraíso na terra. Na filosofia chamamos esse debate pelo nome de Empirismo x Racionalismo; toda a percepção do intelecto humano voltada ou para o reino material e objetivo, ou para o reino do espírito e subjetivo. Vejamos as características mais presentes

1 – Valorização crescente da noção de cidadania.
Resposta: (João 18;36) - O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. (Colossenses 3:2) - Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra.

2 – Formar a consciência dos crentes para que sejam atuantes cada vez mais na política.
Resposta: (João 18;36), (Atos 5:29) - Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens (leis humanas, o Estado).

3 – Introduzir nos sermões, pregações a palestras feitas por líderes religiosos os valores burgueses de exaltação do trabalho, da propriedade e da moral.

4 – Será visualizada uma aparente aproximação entre a ala evangélica com setores da sociedade ligados á esquerda política, aparentando que a igreja evangélica no país está ficando mais “socialista”. Líderes evangélicos falarão bem de ícones da esquerda como Che Guevara, Fidel e Marx.

5 – Será fomentado nos crentes o sentimento patriota, de amor á pátria terrena e valorização do uso de bandeiras do Brasil em templos e do costume de cantar o hino nacional. Será cada vez mais comum a igreja incorporar sentimentos e temas patriotas, tanto em pregações como em eventos públicos e em músicas cantadas por artistas evangélicos.

6 – Termos bastante utilizados: direito de cidadania, voto consciente, democracia, estado de direito.

Todos esses seis pontos estão em plena fomentação no meio evangélico atual, basta para alguns minutos para assistir um programa de um tele evangelista que todos eles serão encontrados.

TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

Nós estamos exatamente no meio deste processo processo, chamado de secularização da igreja, onde a igreja fica mais e mais com a cara do mundo, por depositar no mundo e nessa vida terrena todas as suas confianças. Para isso é necessário fabricar indivíduos que depositem sua confiança no sistema, na política, nos partidos, na polícia e nas forças armadas... Que sonhe á cada dia em ter um carro novo, um bom apartamento, que almeje posições na sociedade, prosperidade e mais prosperidade. O inverso do que o apóstolo dos gentios havia nos avisado: (I Timóteo 6:9) – “Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína”. Não que ter um carro ou conseguir uma casa própria e ter um emprego e crescer nele seja algo reprovável, claro que não! O problema é relacionar diretamente isso com o evangelho, com a sã doutrina e daí manipular e distorcer os textos bíblicos para fundamentar este tipo de idéia; é transformar toda a mensagem de Jesus em uma espécie de treinamento empresarial que tem a finalidade única de gerar lucros e mais lucros; isto é anátema! Maldição! O outro evangelho que Paulo havia nos alertado que chegaria. Um evangelho que nos constrói para sermos habitantes eternos dessa terra! Produto de uma infecção: os olhos da igreja se desviaram do céu e da glória eterna para esse mundo. Na teoria, todos afirmam que não; continuam falando e pronunciando os nomes “céu”, “morada eterna”, mas na prática, se vê que os crentes já nem mais esperam a vinda de Jesus, ou se quer esperam sua recompensa (galardões) na outra vida, mas somente nesta.


REVISTA VEJA: MENOS ÊNFASE NO SOBRENATURAL E MAIS NA PASICOLOGIA

A matéria de uma revista secular como essa acima, demonstra como realmente quem está de fora consegue perceber com clareza a mudança no interior da igreja, a matéria de capa da revista diz: “Com menos ênfase no sobrenatural e mais investimentos em técnicas de auto-ajuda, a nova geração de pregadores evangélicos multiplica o rebanho protestante e aumenta sua penetração na classe média”. Ora, tudo o que já disse aqui está transcodificado no que acabamos de ler, pois menos ênfase no sobrenatural significa exatamente o desligamento progressivo com o sobrenatural, com Jesus, com as coisas espirituais... Enquanto isso, o que substitui o vazio deixado são as técnicas de auto-ajuda, o investimento maciço em psicologia e filosofias materialistas de crescimento empresarial que são pregadas com o teor de espiritualidade. A substituição da teologia pela psicologia é o ponto crucial e marcante desse desvio de olhar da igreja.

O fato dessa “nova maneira” da igreja se comportar dar certo, ou seja; o resultado é a imediata multiplicação do rebanho, também já estava profetizado; leia em 2 Pedro 2,2: “E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e por causa deles o caminho da verdade será blasfemado”. Olho para a própria capa da revista e visualizo a multidão com mãos levantas, postando a sua confiança em tudo o que está sendo dito ali, e constato que as escrituras mais uma vez estavam corretas!

CONCLUSÃO
Portanto eis a resposta encontrada por satanás para fazer dos crentes ateus: torná-los uma contradição viva, algo que negue á si mesmo e á sua essência; ou seja; transformar em materialistas aqueles que falam de coisas espirituais, que falam dia e noite em anjos, demônios, Deus, céu... Mas que ao mesmo tempo amam infinitamente este mundo e tudo o que nele há, á ponto de renegar o exemplo do Senhor Jesus de humildade, pobreza e buscarem o seu inverso. Assim não é a igreja do século XXI?

Logo depois do que chamamos de “A fábula do paraíso na terra” que se reserva exclusivamente á ética, está contido também o conceito conhecido como Dominionismo, ou teologia do domínio, e também: imperialismo cristão. Toda vertente cristã que prega a glorificação da igreja neste mundo é dominionista. Neste ponto há um avanço, da ética para a política. È quando todos os esforços psicológicos adquiridos em redirecionar a subjetividade da igreja do metafísico para o terreno são somados e manifestados de forma prática, em ações e posicionamento meramente políticos. Nesse ponto já fala-se em Estado teocrático, em leis de Estado que representem um “caráter cristão”, ou seja; é a mistura do Estado, poder temporal com o reino de Deus. Porém este assunto ficará para uma próxima postagem, pois ele é bastante extenso e merece uma atenção especial.


Madara (Estudante de ciências sociais UFRJ)

 

Lutero X Jesus


Nunca foi nossa intenção eliminar completamente o culto litúrgico a Deus, mas purificar o que já está em uso dos vínculos que o corrompem...” (Lutero - Luther’s Works, LIII, 20)


Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam”. (Jesus - Mateus 9:17).


Vamos á casa do senhor?


A igreja é a casa do senhor??

"As igrejas, como igrejas, não são instituições que têm por base um princípio cristão, ainda que um tanto desviado do caminho certo, como pensa um grande número de pessoas. As igrejas, como sociedades afirmadoras de sua infalibilidade, são instituições anticristãs."
Liev Tolstoi.

VERDADES HISTÒRICAS SOBRE O TEMPLOCENTRISMO

1 – Os templos foram criados em adoração á deuses pagãos da antiguidade como Baal, Astarote, Anu (suméria, de onde se acredita ser a primeira região do mundo á apresentar o aparecimento dos templos). Sempre os deuses pagãos se assemelhavam especialmente ao deus sol. O templos foram, portanto erguidos em adoração á satanás, que se apresentou á todos os povos antigos como um deus quem veio do sol.

2 – O conceito do templo assemelhado ao evangelho de Jesus só existiu por causa da investida de um desses adoradores do sol, ele era um Cezar, ou melhor um presidente, o estadista na nação mais idólatra e pagã que já existiu (Roma), seu nome é: Flavius Valerius Constantinus, ou popularmente conhecido como Constantino magno.

Depois desta breve introdução segue-se a pergunta: a igreja é a casa do senhor? Bem... Senhor no original é Baal. Só se for casa de baal, por que do Eterno, jamais! Porém verificamos que na verdade a igreja, como instituição é a casa de uma outra entidade amiga de baal: o deus mamon, pois sobre isso existe um princípio: templo é dinheiro. Em contra partida, pela proposta do messias, ser igreja não exige, nem nunca exigirá compromissos financeiros que por outro lado exigirão a extorsão, a utilização maciça de psicologia para oprimir as mentes desprovidas de crítica.

Assim como idade média, onde o papa e o padre detinha o monopólio da fé, hoje, já plenamente carregados de toda a herança pagã (católica de Constantino conservada por Lutero), eles continuam á nos intimidar. Mas de quem estou falando? Do padre e do papa? Claro que não, me refiro aos seus irmãos de paganismo; os sacerdotes do protestantismo: os pastores. Nos impõe uma mentira travestida de verdade, se aproveitando de expressões que estão escritas na bíblia como o termo “viver em comunhão” utilizado em um salmo de Davi, para disso afirmarem a obrigatoriedade de um discípulo de Jesus em freqüentar reuniões em um templo de pedra e tijolos. Eles se utilizam de uma expressão escrita e nela fazem a ponte metafórica com o objetivo obscuro de ter os crentes sob seu controle.

O sistema organizacional cristão é pagão
O arquétipo estrutural do cristianismo com uma casta superior de homens; os sacerdotes, encarregados de levar o alimento espiritual para a casta inferior e dependente, com um poder magnífico de simbologia representada na forma dos rituais executados no culto, transcorre na verdade ás escolas antigas de mistérios; essa forma constituída, fora trazida por um rei sacerdote proveniente da mesma escola de mistérios de onde os hebreus beberam; babilônia, porém cultivada antes mesmo dele; constantino, de modo que todos os seus antecessores de alguma forma já expressavam essa tendência. Assim se tem por mérito a imitação, não só de babilônia, mas principalmente também de Egito, por isso o cristianismo conservou em si o que o próprio messias rejeitou, e o que de fato se poderia deduzir tomando por base a ética de seu evangelho como inimizade quanto á vivência “divinizante” do homem (santificação), que se traduz pela simples norma ética de individualidade e coletividade: “amar o próximo como se ama á si mesmo”.
Para equiparar-se ás religiões pagãs, no caso do cristianismo é necessário ser mais pagão ainda, ser mais profano, mais leviano; colocar o nome do messias ao lado de todas as proposições contrárias á ele, guerrear contra ele no reino das simbologias: profetizar a sua ruína. Construir templos aos moldes dos templos de Ísis, de Osíris, constando a arquitetura piramidal 8; o que já é uma dupla profanação; a primeira pela própria concepção de restauração do templo, por ser contrário ao que Jesus propôs: “Nós ouvimos-lhe dizer: Eu derrubarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens” 9. A reconstrução dos templos marca o paulatino desligamento dos antigos seguidores de Jesus com ele, é a independência do cristianismo em relação ao Cristo. Esta declaração de independência ocorreu corrosivamente, lenta e gradual. E em segundo por agregar ao templo os significados dos deuses solares das religiões de mistérios.


Há uma verdade empírica, factual, demonstrável pela ciência histórica, de que a propagação do evangelho ao mundo se deu (até o século IV) em um formato totalmente diferente daquele que vemos hoje (como inquestionável), me refiro mais especificamente ao tripé das religiões de mistérios: o culto, o templo e o sacerdote. É portanto, necessário entender como esse tripé tornou-se a base das doutrinas daquele que descaradamente é uma oposição viva aos três elementos. Poucos estudiosos reconhecem esta verdade, e os que assim o fazem concordam de igual modo que seja mantido o estado de escravidão e cegueira das massas no cristianismo. Uma brilhante mente já no século XIX reconheceu isto que hoje digo: “o cristianismo moderno é essencialmente falsificado”, essa mente é a de Soren Kierkegaard.

O templo em ruínas
A profecia do messias testifica sua ética: “Os judeus lhe perguntaram: que sinal nos mostras para fazer estas coisas? Jesus lhes respondeu: destruirei este templo, eu o reconstruirei em três dias ... Ele porém referia-se ao templo como sendo seu próprio corpo” 15. O templo á ser reconstruído era o seu interior, mas o templo indicado para a destruição não era o seu próprio corpo, o seu corpo seria o novo templo, mas o templo destruído é de fato o templo material; destruindo-o espiritualmente, tornando-o inválido e obsoleto. O messias diz: “destruirei este templo”; e fato isso se concretizou; mas quem o reconstruiu?

CONCLUSÃO
É impossível deixarmos de ir na Igreja, pois somos a Igreja; como posso deixar de ir á mim mesmo?. Esta não é uma afirmação idiota, é uma sentença existencial! A igreja não é a casa do Senhor, nunca foi e nunca será! Acorde pra vida, diga não á idolatria do templo; o templo é em sua essência e origem uma construção pagã (satânica), sempre foi e sempre será. Quem quiser continuar á compactuar com isto, dando-lhe nomes mais bonitos e generosos, como: estar em comunhão com os irmãos, ou a brasa não pode estar fora do braseiro... Que o faça; o limpo limpe-se mais, e o sujo suje-se mais.

Madara.


Cristianismo maldito

Pior que isso, embora Lutero falasse muito sobre “sacerdócio de todos os crentes”, ele nunca abandonou a prática de ordenação do clero. De fato, sua crença era tão forte em um clero ordenado que escreveu, “O ministério público da Palavra deve ser estabelecido pela ordenação santa como a mais importante das funções da igreja”. Sob a influência de Lutero, o pastor protestante simplesmente substituiu o sacerdote católico (que é a ressurreição do sacerdócio Levítico, da antiga aliança). Em sua maior parte, houve pouca diferença prática na maneira como funcionaram estas duas instituições. Isto não foi modificado por longa data como veremos mais adiante”.

Cristianismo pagão – Frank. A. Viola.



Quem será perseguido pelo anticristo? Os cristãos?


Se você ainda pensa dessa forma, é tempo de rever seus conceitos. Pois o cristianismo, uma religião criada pelo deus sol em vingança á Yaohushua (Jesus), estará unida com o anticristo quando este estiver reinando e tiver criado a religião única.

Há um princípio fundamental: Jesus nunca fundou religião alguma! A verdade inigualável: a Igreja (com relação á leis terrenas) foi fundada na ilegalidade. É notável que o cristianismo primitivo nunca foi uma religião constituída, mas apenas um credo, ou uma simples “nova filosofia de vida”, que corresponde ao termo “boa nova”. O judaísmo sim poderíamos classificar como uma religião por ser algo que já obtém o reconhecimento público de existência, entretanto, enquanto aos partidários de Yaohushua, no máximo como um credo paralelo, uma chamada para fora, para fora do judaísmo. Aqui quando digo cristianismo refiro-me ao evangelho, á nova aliança, pois é preciso lembrar que os primeiros “cristãos” eram yaohudim (judeus), de modo que as doutrinas do messias se fazem de uma antítese á antiga aliança, mas não uma simples antítese de negação absoluta, mas de complementação; as duas alianças não são iguais e nem devem ser unidas, mas a segunda é a evolução da primeira; é o seu aprimoramento. Bem, um fator preponderante é reconhecer o ambiente necessário á que esteja um credo para que não seja uma religião:

a) Perseguição: rejeição por parte do que é oficial, reservando-se pois aos lugares marginais, de exclusão da norma padrão. De modo que a primeira porta á ser aberta para o “cristianismo” ³ ter tornado-se uma religião está em Constantino magno, no édito de Milão; estabelecer a adesão, a aceitação por parte dos poderes constituídos á esse novo credo. A oficialidade reconhece a existência do credo, seu “direito de existir”: as defesas dos crentes primitivos se desarmam, e o que era antes marginal torna-se legal, constituído; subjetivamente oficial. Na Igreja primitiva entre os séculos II e III, a subjetividade que outrora compartilhava dos preceitos prometidos pelo messias com relação á aceitação social de sua norma, migra para a efusão; encara ser providência divina a abolição da condição marginal e se entrega á toda forma de admiração e exaltação ao príncipe que á realizou (Constantino). Este comportamento provém unicamente do nível de decadência ao qual se encontrava a adesão do credo naquele dado momento, pois nele próprio é prescrito a valorização exacerbada da perseguição 4. Esta decadência que se encontra de um lado (Igreja), promove a vitalidade do outro (paganismo solar invictus), a inevitável sobreposição do que aumenta em relação ao que decresce.

b) Não ter a intenção particular de ser oficial; não ter a ambição de tornar-se uma religião, ter a consciência constante de que o fator da informalidade é a essência da existência do credo enquanto instrumento revolucionário, é aquilo que preserva a vida, que conserva a chama da liberdade e da autonomia do pensar e do agir, não brotando portanto o instinto de inveja pela condição oficial dos outros. Pois quando se institui a oficialidade, delimita-se espaços, cria-se a necessidade de corresponder á compromissos da ordem material, como pagamento de contas e tributos; cria-se um número de registro útil para a vigilância, ou seja; o credo está sob controle. Tudo agora está sob ás vistas de um poder “maior”, há o filtro de permissão que libera ou intercepta o que lhe for interessante. A burocracia é criada e destrói a vitalidade, destroça todo poder transformador que possui como alvo apenas o ser humano desviando-o para a realização inerte de atividades meramente plásticas e rotineiras, sem frutos reais e nem significação existencial.

O cristianismo é, provadamente uma religião criada pelos inimigos de Jesus, e foi a única maneira encontrada por Constantino (adorador do sol – deus sol Invictus) de conseguir vencer a propagação revolucionária do evangelho ocorrida nos tempos anteriores á ele e ainda (em menor parcela) em seu tempo. Por isso, quando o deus sol vier á terra novamente (o anticristo), e fundar a sua religião unificada, o cristianismo também estará lá; em primeiro lugar o maior cristianismo do mundo (igreja católica), e em segundo as religiões protestantes, como aqui no Brasil, são representadas por vendilhões e maçons como Silas malafaia, e o bispo Manoel Ferreira, que já possui uma aliança formal com o reverendo moon (o que se diz a re-encarnação de Jesus) para estabelecer “a grande família de Deus” na terra.

Vamos então redefinir: os que serão perseguidos serão os remanescentes fiéis, aqueles que não se dobraram, que não cederam, que não se aliançaram ao espírito da nova ordem espiritual do mundo; que nessa altura, contará com descobertas totalmente revolucionárias sobre a existência, a vida e a nossa origem; será revelado á humanidade que não estamos e nunca estivemos sozinhos no universo: “seres de outras galáxias aparecerão aos olhos de todos; algo que revolucionará as ciências, todo o saber humano acumulado em mais de 4 mil anos de história será revisto, a civilização ocidental ruirá, mas depois do choque inicial uma outra forma de civilização nascerá, dando lugar á um mundo praticamente perfeito, sem guerras, sem fome, sem doenças, sem desigualdades, sem opressão ou tiranias de governos; o comunismo será alcançado, ou seja; uma sociedade sem classes, em que todos vivem com perfeita harmonia e respeitos uns com os outros... mas esse paraíso na terra será de curta duração, pois o seu mentor se mostrará como realmente é. Se assentará no trono do templo de Salomão re-erguido e irá requerer para si adoração de todo o planeta.

CONSLUSÃO
Sendo assim, vemos hoje o cenário sendo aos poucos formado: de um lado muitas pessoas estão acordando do sono religioso, estão tomando noção do quanto a religião cristã é nociva á vida humana e á vida espiritual, e também do quanto a igreja evangélica de distancia do que Jesus ensinava, sendo na maioria das vezes, ela própria a inimiga de Jesus; porém essa parcela é a minoria. E do outro, a grande massa; submersa na ignorância, no fanatismo e nas superstições e misticismos criados pelos Illuminatis da fé; o senhores que mandam por detrás de tudo e que constroem as realidades falsificadas carregando a aparência do evangelho de Jesus. Esses são a maioria, que no final abraçará (pois já estão abraçando, veja vídeo acima) a religião unificada pelo novo messias, pois são fracos e impotentes; escravizados e diariamente adestrados como animais de estimação apenas para serem eternamente submissos. O que você acha que vai acontecer? Quem será perseguido e morto, e quem será privilegiado e ganhará uma vida de paz aqui na terra?

Mas não se esqueça querido leitor, do que disse o mestre: (Mateus 10:39) – “Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á”.

madara.




Depois de tantas denúncias sobre pastores envolvidos com a maçonaria, não foi difícil ouvir, ao conversar com as pessoas e com os irmãos em Cristo que tenho, perguntas do tipo: “Bem.... eu sei que existem mesmo pastores na maçonaria, mas o meu pastor não é!, então para que eu vou me importar com esse assunto?

Isso realmente evidencia o quanto somos condicionados intelectualmente, pois em primeiro lugar faço a seguinte pergunta: e o seu pastor precisa ser maçom? A resposta é não! Basta ele compartilhar todos os valores, idéias, conceitos e desejos que os outros pastores famosos (que realmente são maçons) possuem. Ora, o que mais tem é pastores simples, que lideram igrejas em favelas e que não possuem nenhum vínculo com a ordem maçônica, entretanto cheiram como os maçons, falam como os maçons, agem como maçons, acreditam nas mesmas idéias que os pastores maçons acreditam e portanto, defendem e pregam a mesma mensagem que os maçons pregam. Isso porque foram e são ensinados assim desde a infância espiritual por seus ídolos da TV, com Silas malafaia; o mais influente tele-evangelista do Brasil e segundo denúncia do Pr. Stefani Saad (ex-maçom grau 33 até 1995) é maçom juntamente com sua histórica família.

O que é complicado de entender, é o mecanismo de controle exercido pela maçonaria para o combate do evangelho realizado sobre a estrutura piramidal, ou seja: basta ela controlar os mais importantes do meio, os que possuem maior destaque e influência sobre o povo, e com eles, disseminar aos poucos todo o seu veneno para os demais que estão á baixo, que se servem do que estes pastores falam e pregam em cima de seus púlpitos.

Seu pastor pode não ser filiado á uma loja maçônica, mas ele acredita e ensina todas as idéias, teologia e valores que os pastores maçons também professam? Então meu querido, a maçonaria está sim no controle de sua igreja, porém mais importante que isso, está no controle da mentalidade cristã; o controle mental é a principal arma que essa instituição se utiliza ao longo dos séculos para fazer revoluções e colocar ou retirar governos. A maçonaria manda na sua, na minha e, creio eu, em 99% das denominações protestantes brasileiras, quer seja direta; ou como eu acabei de dizer, indiretamente por meio de seus valores.

O grande avivamento que está acontecendo nesse exato momento não é a entrada de pessoas nas igrejas, e sim a saída de muitas outras! A única maneira de se salvar desse cerco fechado é decretar-mos a revolução existencial do evangelho e realmente viver-mos na graça, no caminho proposto por Jesus, e não neste proposto pela igreja. A igreja é mentirosa, anti-cristã, persegue e combate o evangelho com todas as suas forças, sempre foi assim e continua á ser nos dias de hoje. Seja livre, pois você já livre, sempre foi!

Madara.

 

Dízimos, galinha dos ovos de ouro da igreja

O dízimo não é uma doutrina da Nova aliança. É doutrina da Antiga aliança, e Jesus disse que a Lei e os profetas vigoraram até João. Paulo nos aconselha, em Gálatas 5:1: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão”. Isso quer dizer que nenhum cristão deve ficar sob o jugo de coisa alguma, nem mesmo da Igreja, pois é livre para fazer o bem. Deve praticar boas obras, somente a uma coisa ele está obrigado - é a amar o próximo, conforme declaração do mesmo Paulo, em Gálatas 5:14: “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.

Os pastores neopentecostais são sempre os mais ávidos cobradores do dízimo. Isso porque, além de serem tremendamente utilitaristas, eles são arminianos. Crêem piamente e ensinam aos pobres membros de suas igrejas que “o crente pode cair da graça” e perder a salvação. Ora, Cristo é o Senhor eterno e absoluto dos céus e da terra. Ele morreu pelos nossos pecados, ressuscitou gloriosamente e, através da fé que depositamos em Seu sacrifício, Ele nos dá a salvação eterna. Então, que “salvação eterna” é essa, que pode ser perdida pelo crente, se ele cometer pecados... se deixar de entregar o dízimo? Isso é balela católica assimilada pelo neopentecostalismo. CRENTE NENHUM JAMAIS PODE PERDER A SALVAÇÃO, isto é, se realmente passou pelo novo nascimento. Desse modo, não ficarei admirada se, qualquer dia desses, os pastores neopentecostais começarem a pregar também a doutrina do purgatório e a pedir dinheiro aos membros de suas igrejas, a fim de retirar de lá os parentes falecidos. Estamos de olho nesses pastores “católicos pentecostais”!

Não foi à toa que Jesus chorou diante do túmulo de Lázaro. Ele é o autor da vida e detesta todo tipo de pecado porque o pecado gera a morte. Imaginem se Ele tivesse chegado diante do túmulo de Lázaro, em Betânia, e tivesse gritado: ”Lázaro, já que você foi um judeu exemplar, que sempre entregou fielmente o dízimo, eu ordeno: levante-se dessa laje sepulcral e venha para fora!”.

Não seria esse o nosso Grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, o Criador e Sustentador do universo. Seria o “outro Jesus”, o Jesus do Arminianismo, o “deus” dos Mórmons, das TJs, dos Católicos e dos que recebem uma corrompida interpretação de Sua Santa Palavra. Seria o Jesus que precisa da senhora mãe dele para colaborar na salvação dos pecadores. Seria o Jesus que deixou um homem pecador e corrupto como o Seu vigário na terra, dirigindo uma igreja que mente, mata e destrói em Seu Nome, vendendo salvação aos tolos que não sabem manejar bem a Palavra de Verdade. Seria, enfim, um Jesus exigente do dízimo, que não iria andar sobre uma cria de jumento, mas num “Rolls Royce”, igual ao da Rainha Elizabeth II.

Madara.

 

Papai Noel não existe. “Ho-ho-ho”



O dízimo é ensinado com aquela famosa pergunta, “Como o homem rouba a Deus?” E já sabendo a resposta, Não pagar o seu dízimo é o pior “pecado” que existe na igreja atualmente, dizem os grandes doutrinadores da nova era cristã. Ninguém me disse isso diretamente, mas deduzi depois 20 anos na igreja vendo qual é o “pecado” mais abordado, por esta equipe de banqueiros bem intencionados, todo Domingo, enquanto os outros pecados quase nunca são mencionados. Nunca ouvi ninguém lá na frente dando um testemunho de prosperidade que não se dizia um dizimista fiel, e esse “detalhe” contava muito. Não era algo tão subliminar, mas com certeza escrito nas entre linhas, “Se você quer ser ‘próspero’ e abençoado’ pague seu dízimo”.

Uns dos meus testemunhos preferidos eram daqueles “muito abençoados”. Não demorava muito para saber seu segredo, que geralmente tinha a ver com dar mais dinheiro do que Deus havia “pedido”, um jogo de ver quem podia dar mais, o homem ou Deus. Na boa, parece que a parada de dízimo é um bom negócio mesmo. Dar 10% a Deus, ficar com 90% e Deus ainda vai te dar mais do que você deu a Ele. Um bom negócio mesmo, pois tinha também aquela parte, depois do “ser ladrão”, que fala de provar Deus nisso e ver se Ele não abre as janelas do céu e derrama sobre você bênçãos sem medida. Você teria que ser burro para não entrar nessa.

Eu realmente era feliz no meu ritmo de cristianismo: cultos, células, discipulado e dízimo. Não sei o que aconteceu, mas, uns anos atrás eu me vi me tornando um daqueles que questionam tudo e não acredita em nada. Não sou tão ao extremo, mas com certeza sou bem mais cético.

Eu acho difícil engolir a maioria das coisas que saem dos púlpitos esses dias. Quero saber onde está escrito nas escrituras e se não está lá, não quero saber. “Sola Scriptura”. Hoje os caras sabem pregar como nunca, mas percebi uma grande falta de versículos nas suas pregações e quando citam um, geralmente é somente a metade ou algo que deixa a maioria que está escutando coçando as suas cabeças querendo saber o que tinha a ver. Sei que você sabe do que estou falando. Ou talvez você acabou de sair de um coma (parabéns) ou talvez é novo nesse planeta (seja bem-vindo), mas os que estão prestando atenção quero convidar para fazer algo louco, vamos tocar no bezerro de ouro, dízimo, e perguntar, “É BÍBLICO???”

Dízimo é ensinado na igreja moderna como se fosse algo do mesmo nível que a redenção dos homens. Algo que parece ser tão importante quanto o entendimento de ser uma nova criatura. Então vamos olhar nas escrituras para achar e ler todos os versículos que ensinam dízimo no Novo Testamento. Opa; esqueci, não tem nenhum. Sim, é verdade, não existe nenhum versículo no Novo Testamento que ensina sobre dízimo. Sei como você está se sentindo. Parece com aquele dia que seus pais te pediram para sentar na sala de estar, pois tinham algo importante pra te falar.

“Papai Noel não existe”.

Dízimo é algo encontrado quase exclusivamente no Velho Testamento. Ele só é mencionado duas vezes no Novo Testamento (Hb 7.7-15) e não é como ensinamento para a Igreja. Ai você me pergunta “Mas e as passagens de Mt 23.23, Lc 11.42, Lc 18.9-14”, te respondo elas estão no velho testamento, lembrando que o Messias Cristo, apelidado de Jesus pela igreja católica, estava vivo e o testamento só tem valor quando o testador morre, mas isto é outro historia, bem não tem em outros lugares? Não, me perdoe, mas não tem.

Dízimo não é mencionado em nenhum outro lugar no Novo Testamento, pois ele não faz parte da Nova aliança. Alguém além de mim acha isso meio estranho? Devido ao fato de que tinha muitas novas igrejas “União de convertidos” foram implantadas naquela época e muitas dos gentios não sabiam nada sobre a regra do dízimo e com certeza teriam que ser ensinados na prática? Alguém acha estranho que o Novo Testamento não ensinar dízimo como foi ensinado no Velho, com todos os detalhes do que era ou não para fazer? E por alguma razão que ainda estou para ouvir explicada, Paulo não fala nada sobre o assunto, assim como Pedro. Você acha que com todas as epístolas escritas alguém teria falado algo sobre dízimo se fosse algo certo e tão importante. Mas não. O fato de dízimo não ser mencionado em relação a qualquer crente, igreja ou prática no Novo Testamento, deve nos levar a questionar e duvidar se tem a ver com a igreja hoje.


A verdade é que o Novo Testamento não ensina nada em relação do dízimo. Não existe nenhuma palavra no Novo Testamento mandando nem sugerindo que debaixo da Nova Aliança crentes devam dizimar. Quem está sendo roubado? Com certeza não é o Criador, “Ho-ho-ho”.


Está na hora de uma nova reforma. Mas esta tem que ocorrer nas mentes flutuantes dos dizimistas.

Fonte: Simceros.ning


“Uma palavra como essa dificilmente se contará de cima de um púlpito. A maioria quer ouvir "papai Noel"”. – (Madara).

 

Saindo da Matrix



Não quero reformar nada! Não quero reformar ninguém! Apenas quero desconstruir minha religião e dar-me a oportunidade de começar novamente. Do zero! Quero aprender a orar porque suspeito que nunca aprendi em todos esses anos de eloquentes orações entonadas no conjunto de súplicas adornadas de lindos verbos.

Tenho a ligeira impressão de que todas as vezes em que falei em línguas na roda de oração para fazer notório o meu nível espiritual, não me valeram de edificação alguma. E que minhas devocionais carregadas de desânimo e obrigação para com a minha "consagração" no ministério de louvor não resultaram em nenhuma intimidade com Deus!

Quero desfazer de tudo que sei, ou que penso saber, e de tudo que não sei, e penso não saber, para aprender paulatinamente através de uma busca sincera, paciente, desobrigada, verdadeiramente motivada e autêntica, tudo quanto preciso, quanto quero e quanto me é essencial na jornada da fé. Quero despojar-me dos manuais religiosos, das doutrinas inquestionáveis, das tradições incoerentes e da estupidez e falácia da religião.

Quero duvidar de tudo e de todos, porque minha alma contorce pela verdade e tem sede de justiça. Quero abrir os meus olhos e enfrentar o ardor da luz cortante da revelação. Quero ficar cego por um tempo em virtude do impacto que a luz da verdade traz. Ficar cego para o enlatado evangélico, cego para o cauterizado cristianismo institucional. Quero ficar cego para as fórmulas instantâneas da fé, da sua comercialização e do abuso espiritual. Quero recobrar a visão aos poucos. Enxergar com sanidade a vida, as pessoas, a família, os amigos, o futuro, o presente e o passado. Quero aprender a enxergar tudo que enxergava errado. Usar minha visão pela primeira vez!

Quero me desviar dos caminhos da "i"greja que não segue o Caminho de Cristo. E andar na contra-mão desse sistema religioso elaborado sobre outro fundamento que não Jesus, a Rocha Viva. Quero tirar a capa que me identifica como "cristão" com o emblema da cruz para vestir-me de amor pelo próximo e por esse amor ser conhecido como discípulo de Cristo. E carregar não o emblema da cruz, antes, tomá-la dia após dia em meus ombros e renunciar à volúpia e morrer para o pecado.

Quero fugir dos grandes eventos de milagres e shows da fé, patrocinados por sórdida ganância e puro estrelismo. E me juntar aos homens de Deus presenteados com o dom da cura que trocam o palco pelo corredor dos hospitais. Que ao invés de pedirem que vão a eles, se disponhem a IR aos que necessitam.

Cansei de viver sob maldição financeira! E, agora, não gasto meu dinheiro patrocinando esse sistema putréfulo de escravizar a fé dos pequeninos. Não quero participar de tal infâmia! Que o pouco que tenho sirva não ao luxo dos templos e de seus donos, mas, aos que realmente necessitam da minha fidelidade financeira resultante da confiança no Jeová Jiré. E não da ameaça pastoral de maldição da pobreza versus prosperidade.

Quero ser livre para pecar! E da mesma maneira não pecar por entender que não me convém. Mas, se o desejo do pecado ronda a minha mente e não peco por causa da pressão de ter que me consagrar no ministério da "i"greja, que pobre que sou. Porque ainda não seria livre do pecado, mesmo não o praticando... Quero aprender a conduzir meu estilo de vida como resposta de gratidão à aceitação e perdão de Cristo, não como regras e proibições eclesiásticas que não tem efeito nenhum contra o pecado.

Estou desconstruindo a minha fé míope e doente para cultivá-la de forma autêntica, sincera, humana e verdadeira. Estou disposto a arriscar minhas crenças pelo conhecimento da verdade eterna, de modo, que mesmo vendo-a como em espelho, possa um dia conhecê-la completa assim como sou conhecido. Se para encontrar o Deus que está estampado no caráter de Cristo, me tornar necessário descrer do Deus pregado, e tornar-me ateu, que assim seja. E que possa, conhecê-Lo de forma pura, única, pessoal e intransferível.

Quero derrubar meus pilares espirituais porque não sei de onde vieram. Estavam lá no discurso e na retórica que pseudonimamente aceitei como sendo Jesus Cristo. Agora, nego a cartilha que reza, nego a teologia pronta que engoli e dou-me a oportunidade de aceitar, de fato, Cristo meu Senhor e Salvador, pura e simplesmente.

Se fosse possível voltar ao ventre de minha mãe e carregar em meus genes a luz que agora vejo, para que ao nascer, soubesse desviar dos caminhos que para o homem parecem bons, poderia começar de novo sem incongruências e inverdades ludibriosas.

Talvez, só agora tenha entendido o que significa "nascer de novo"...

Fonte: Thiago Mendanha

 

E se a igreja for uma Matrix?


Neste fim de semana, fui assistir o famoso filme Matrix. Como sempre, inspirou uma reflexão que, mais uma vez, gostaria de compartilhar com vocês. O filme apresenta um interessante modelo atual para se pensar em “realidades paralelas”. Por um lado, o filme mostra a realidade de uma humanidade cativa, onde as pessoas vivem trancadas em “cápsulas”, imóveis e “adormecidas”, e de um mundo destruído, no qual não há sol. Por outro, a realidade de um mundo psíquico, construída para controlar os cérebros dos seres humanos, por isso eles não estão conscientes, eles não veem a sua situação de imobilidade, encapsulamento e ignorância da realidade da humanidade e do mundo. Nestas “cápsulas” toda a energia humana é removida, transformada em uma espécie de pilha, função esta que dá sentido à suas vidas, é claro. Como os seres humanos estão “dormindo” dentro da matrix, não percebem isso e vivem em uma “realidade psíquica perfeita”, suas mentes estão presas, eles não podem pensar livremente, e esta é uma armadilha para as suas vidas. O filme mostra-nos a Matrix como um sistema de controle.
O que aconteceria se a igreja fosse uma matrix?
Se a igreja fosse uma matrix, então seria um sistema no qual cristãos poderiam viver uma “realidade psíquica perfeita.” Estar dentro da igreja iria proporcionar segurança, tranquilidade, conforto, “racionalidade” … Este sistema sugaria toda a energia vital dos seus membros, e para eles isso faria todo sentido. Suas vidas estariam submetidas aos serviços do sistema, prisioneiros incapazes de pensar, mas com a consciência tranquila. Estariam encapsulados em seu mundo, isolados do mundo real, onde há trevas, onde não há sol, onde eles mesmos não estariam pois seria ruim para o funcionamento do sistema de controle que impera.
Se a igreja fosse uma matrix, então ela teria como objetivo distrair sua mente e isolá-lo da realidade: o que está fora da matrix. O mundo real, triste, cruel, escuro; um mundo onde o homem é auto-destrutivo e destrói tudo em sua volta… esse mesmo mundo com o qual Jesus comprometeu-se a salvar, sanar, curar, aliviar, acompanhar… Os cristãos estariam encapsulados em seus templos, imóveis, anestesiados diante de uma realidade sofrível, carente de amor. Incapacitados de alcançar o próximo. Eles não poderiam pensar, o que os levariam a atitudes irracionais, que seriam racionalmente justificadas, de maneira que suas consciências ficassem tranquilas, e suas vidas só fariam sentido se estiverem encapsulados em seus templos.
Se a igreja fosse uma matrix, estaria muito longe de onde Jesus está, estaria longe demais das pessoas necessitadas, estaria distante de conseguir cumprir sua missão, estaria muito longe de ser Igreja. Jamais poderia alcançar a missão que Jesus deixou e que encontramos no texto bíblico do livro de Mateus capítulo 13. Como é que podemos semear se estivermos encerrados em nossos templos? Jesus ensinou que o campo é o mundo, nós, seus discípulos, as sementes, temos que morrer para dar frutos, e ele morreu para nos dar os frutos da Salvação. Como é que podemos semear ao mundo se estivermos isolados dele, trancados em nossas idéias, nossos templos …?
Se a Igreja fosse uma matrix, estaríamos alienados nela, e ficaríamos mais longe de obedecer à missão que Deus nos outorgou: amar ao próximo. Então como poderíamos amar quem não podemos conhecer , compreender, perdoar, com quem possamos conversar, compartilhar, abraçar …? Jesus disse: “Isto vos mando: que ameis uns aos outros.” João 15:17
Se a igreja fosse uma matrix, precisaríamos perceber, acordar, cuidar da nossa missão, comprometermo-nos com a realidade sofrível e servir o mundo como Cristo serviu. Seria necessário escapar e encontrar espaços saudáveis, para crescimento, onde a vida, a liberdade e os dons que Deus nos deu sirvam para servir aos outros. Certamente, se a igreja fosse uma matrix, iríamos encontrar muitos outros seguidores de Cristo, que fora dela, iriam para onde Jesus está, onde os homens e as mulheres que sofrem e necessitam de abraço e do amor de Cristo estão.
“O campo é o mundo; a boa semente são os filhos do Reino …” Mateus 13:38
Deixando as suposições e imaginação de lado, e refletindo na minha fé em Jesus e no meu compromisso de amar ao próximo, eu ainda penso … Será que a igreja é uma Matrix?

Fonte: Thiago Mendanha

 

Liev tolstoi



"As igrejas, como igrejas, não são instituições que têm por base um princípio
cristão, ainda que um tanto desviado do caminho certo, como pensa um grande
número de pessoas. As igrejas, como sociedades afirmadoras de sua infalibilidade, são
instituições anticristãs. Não só nada existe em comum entre as igrejas e o
cristianismo, exceto o nome, como seus princípios são absolutamente opostos e
hostis. As primeiras representam o orgulho, a violência, a sanção arbitrária, a imobilidade
e a morte; o outro representa a humildade, a penitência, a submissão, o
movimento e a vida.
Não se pode servir ao mesmo tempo a estes dois senhores: é preciso escolher
um ou outro.
Os servidores das igrejas de todos os credos procuram, sobretudo nestes
últimos tempos, apresentar-se como partidários do progresso no cristianismo. Fazem
concessões, querem corrigir os abusos que se introduziram na igreja e dizem que não
se pode negar, devido a estes abusos, o próprio princípio da igreja cristã que, sozinha,
pode reunir todos em um só todo e ser a intermediária entre os homens e Deus. Mas
isto é um erro. Não só as igrejas nunca uniram ninguém, como foram sempre uma das
principais causas do desacordo entre os homens, do ódio, das guerras, das
inquisições, das noites de São Bartolomeu etc, e nunca as igrejas serviram de intermediárias
entre os homens e Deus, o que é aliás inútil e proibido por Cristo, que
revelou sua doutrina diretamente a cada homem. Elas introduzem, ao contrário,
fórmulas mortas no lugar de Deus e, longe de mostrá-lo aos homens, escondem-no.
Nascidas da ignorância, que conservam com sua imobilidade, as igrejas não podem
evitar de condenar toda a justa compreensão da doutrina. Procuram escondê-la, mas
isto é impossível; porque cada avanço no caminho indicado por Cristo destrói o poder
destas igrejas'".


Liev tolstoi

 

Soren Kierkegaard



"O cristianismo moderno é essencialmente falsificado".

 

Ovelhas sem pastor?



O Brasil está em pleno processo de avivamento neste exato momento, entretanto, para as mentes de lento raciocínio que por ventura estejam lendo este artigo, não me refiro á toda histeria que beiram as possessões demoníacas vistas nas “igrejas” pentecostais; mas me refiro ao único avivamento possível e existente: o do espírito humano. Enquanto milhares de vidas seguem na ignorância, pensado servirem ao Deus criador do universo, por simplesmente executarem tarefas delegadas á elas por homens dentro de casas de barro (os prédios das instituições religiosas), o espírito do Eterno não fica parado, ele se move á todo instante á comover os sensíveis de coração á olharem por de trás das paredes e enxergarem as verdades ocultas e ocultadas. Não são todos, é claro! Que ultrapassam a média e conseguem enxergar o quão o evangelho de Jesus foi difamado, distorcido, mal interpretado e principalmente; falsificado.

O messias não saiu de seu trono de glória, de sua posição de rei do universo para vir ao planeta terra, sofrer absurdamente e depois morrer e ressuscitar para nos dar uma obrigação: Iras todos os domingos á minha “igreja”, darás as minhas “ofertas”, e obedecerás cega e eternamente ao “anjo” que eu institui para ti na minha casa; NÃO!

É preciso antes, salientar que o termo: ovelhas sem pastor, é á priori uma astuta cilada efetuada através da linguagem, para nos condicionar á crer em algo que está subentendido quando se pronuncia. Há uma mensagem subliminar contida nesta frase, e ela é: toda ovelha só pode existir se em paralelo existir um pastor para ela. Através dessa mensagem subliminar empregada, há também o uso da confusão de conceitos, pois não são esclarecidos que espécie de pastor está se referindo, sendo mais comum o uso no sentido do sacerdote da religião; ou, o pastor terreno.

Entretanto, há aqueles que não dispondo da mesma energia e paixão que nós, se dizem não necessitar de serem “pastoreados” (a aparência), porém são colaboradores ativos do sistema escravista promovido pelas instituições religiosas onde atuam como: cantores, apóstolos, bispos, pastores, missionários, pregadores itinerantes, profetas, anjos (a essência)... É preciso que, os que tem a mente de cristo saibam diferenciar o pó da poeira! Estes indivíduos são contraditórios por este mesmo motivo, pois em um momento inicial reconhecem uma verdade do evangelho de Jesus que foi de nos ter libertado das mãos dos sacerdotes (através do sacrifício de Jesus o sacerdote judeu ficou desempregado; eis o motivo de tanta raiva para com Jesus e seus discípulos), fazendo de cada ser humano vivo que deposita sua fé no messias seu próprio sacerdote, porém em um segundo momento se dão á querer reconhecimento das mesmas instituições religiosas interagindo nelas, e por vezes até sendo pagos por elas. Minha conclusão sobre tais pessoas é dupla: ou não entenderam nada do evangelho, por isso demonstram tal indecisão, ou são lobos enganadores conscientes de sua situação, pois se utilizam do status de “livres”, para na verdade angariar glória para si através dos aplausos e aleluias que recebem nos cultos aonde participam.

Sinceramente, na verdade tenho pena de ver, uma enorme quantidade de pessoas apresentando os mesmos sintomas: os cristãos não somente estão doentes, mas foram contaminados de maneira proposital, e esta crise nos valores chama-se em especial pelo de nome de apostasia. A confusão de conceitos e idéias é o primeiro ponto usado por quem engana e quer enganar. Usam as mesmas palavras, porém com sentidos totalmente diferentes dos sentidos originais prescritos nas escrituras: a palavra igreja, é usada para se referir á INSTITUIÇÂO RELIGIOSA, prédio, TEMPLO, porém quando lhes agradam a utilizam com o sentido correto: pessoas, o nosso próprio corpo físico, consciências individuais!!!! Quem está correto no uso? Jesus ou o da igreja? Tendo em vista que a graça não possui referências físicas de orientação espacial para o exercício da fé: (João 4:20-23) – “Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. A mulher samaritana apresentou na conversa com Jesus o mesmo espírito inferior, infantilizado e escravo da religião que ele veio abolir, os termos por ela usados remetem muito bem esta idéia: “NESTE MONTE... E vós dizeis que é em Jerusalém o LUGAR onde adorareis ao pai”. Aparece em seu discurso as categorias de espaço; monte e Jerusalém, dois eram espaços considerados corretos para a adoração, porém ambos rejeitados pelo messias, pois o que ele estava para realizar seria de tal forma grandioso e revolucionário que destruiria toda concepção espacial de adoração: uma verdade sem contestação: a graça verdadeira realizada por Jesus (e não a falsificada pela igreja pós-Constantino) não possui templo, espaço físico de localização, e com isso ela gera inevitavelmente uma liberdade apavorante, um tanto niilista, porque tira do homem a referência física de localização; logo o seu intelecto já não mais classificará as coisas e o mundo do mesmo modo que o homem natural (religioso): é esta a liberdade inquietante que o evangelho genuíno promove.

Madara.

 

 

Ecumenismo da igreja mundial do poder de Deus



A igreja criada por Valdemiro Santiago usa o mesmo símbolo do bahaismo (as mãos segurando o globo terrestre). Ele representa a mão unificadora de Baha’u’llah atuando sobre as igrejas cristãs.

Quando Baha’u’llah estende sua mão para uma igreja, o seu líder contempla os raios solares da unidade religiosa. Essa definição encontra-se no vale da unidade (Apocalipse 10:3) como ele mesmo assevera abaixo :
“…A mão da verdade ele estende de dentro da manga do Absoluto (..) Ele contempla todas as coisas com a vista da unicidade, e vê os brilhantes raios do sol divino, que emanam do ponto do alvorecer da Essência, atingirem igualmente todas as coisas criadas, e as luzes da singularidade refletirem-se sobre toda a criação…”(Os Sete Vales – Baha’u’llah).
Antes de inalar as fragrâncias de Baha’u’llah foi necessário colocar uma mordaça no apóstolo para que não fale mal de qualquer religião ocultista. Isso encontra-se em um documento chamado Fórum Inter-Religioso, onde todos esses grandes líderes o assinaram para ter os seus programas de diversidade religiosa na TV. O documento encontra-se no Diário Oficial do Estado de São Paulo – Executivo – seção I – 8/12/2006.
Os sintomas do vale da unidade são visíveis dentro da igreja mundial. No vídeo abaixo temos uma tribo de índios que recebeu uma suposta cura do “apóstolo”. Mas nesse caso, o milagre parece mais a presença dos índios durante o culto.
Observe que os índios usam suas roupas típicas, como cocar. Isso acontece por que Baha’u’llah criou uma igreja cristã onde os costumes tribais (cocar ou uso de pele de animais) devem ser permanecidos, assim não existe uma conversão e sim unificação. Essa lei encontra-se no seu Kitáb-i-aqdas (Apocalipse 10:2) no artigo abaixo:
K9. “Pêlos de animais não vos invalidam a oração, nem nada que já não tenha espírito, como ossos e coisas semelhantes..Podeis vestir pele de zibelina, assim como usais a de castor, de esquilo e de outros animais.”

Em um outro programa, apareceram ciganos sendo abençoados. Valdemiro não se importa com a conversão, mas apenas com o suposto milagre, pois isso atrai cada vez mais pessoas para o seu estacionamento precário que ele chama de templo. Tanto índios como ciganos aguardam a chegada da nova ordem mundial. Por exemplo, os índios esperam o retorno de Tupã Tenondé (nome indígena para Baha’u’llah). Segundo a profecia abaixo, após os ossos do cristo cósmico receberem a porção Alquímica, sua alma se levantará e ele nascerá em cada pessoa que não conhece o verdadeiro Deus (Apocalipse 17:8):
“ …Depois de fundir-se o espaço e amanhecer um novo tempo, eu hei de fazer que circule a palavra-alma novamente pelos osso de quem se põe de pé (…) Quando isso acontecer Tupã renascerá no coração do estrangeiro; e os primeiros adornados novamente se erguerão na morada terrena por toda a sua extensão…”– Tradição Sagrada Guarani – clã guarani Jequakava.
Os ciganos aguardam a manifestação da SANTA SARA KALI. Ela é uma das madonas negras, ou seja, uma das personificações da Rainha dos céus. No catolicismo ela é conhecida como Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Os Efésios a adoravam sobre o nome de Diana. Ela representa a mãe terra e o princípio feminino do cristo cósmico (sua auxiliadora). A história da Madona Negra possui uma qualidade de mistérios profundos e um segredo herético que não pode ser revelado, a saber o nome do prometido de todas as eras: Baha’u’llah.
O cristo cósmico é representado no símbolo da roda cigana, usada para atrair a grande consciência cósmica. E assim, mais uma vez Baha’u’llah matou três coelhos com um único golpe, a Unidade Religiosa.

Fonte ApocalipseTotal

 

A realidade (clique na imagem para visualizá-la melhor)


 

Silas Malafaia lança a Bíblia do homem globalizado



Após meses de expectativa (não sei de quem) finalmente chegou – A Bíblia do Homem.
“Em mundo cada vez mais dinâmico e globalizado, o homem tem enfrentado muitos desafios em relação à administração de seu tempo, seus relacionamentos e seus negócios. A Bíblia do Homem contém textos devocionais escritos pelos mais renomados escritores da atualidade, como, entre outros: Charles R. Swindoll, Jimmy Carter e Philip Yancey. Ela foi preparada para todos os que desejam ouvir a voz de Deus de maneira clara e objetiva.” (Editora Gospel)
Se o polêmico e nervozinho telepastor Silas (agora desligado em parte da AD) continuar seguindo essa linha de pensamento, em breve teremos a igreja do homem e a igreja da mulher para que cada um leia a sua respectiva Bíblia. Mas talvez essa divisão não aconteça, pois se trata de uma Bíblia para o homem – só homem- globalizado, ou seja, unificado.
Mais uma vez ele vai contra os princípios Bíblicos, pois Deus não faz acepção de pessoas e a Bíblia é a mesma para todos.

“E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação,” (I Pedro 1 : 17)
Um detalhe que chama muita atenção nos produtos Malafaia é a marca da espiral.


Poderíamos chamar esse símbolo de – a escada de Jacó, mas em Gênesis 28:12 não diz qual era o formato da escada. Além disso, a ênfase desse versículo é anunciar a chegada de Jesus no novo testamento (João 1: 51) trazendo as bênçãos espirituais.
Como a Bíblia não justifica o uso desse símbolo e partindo do enunciado que ela foi escrita para o homem globalizado (unificado), devemos procurar na gnose e nos ensinamentos místicos e ocultistas o verdadeiro poder unificador da espiral.
Na maçonaria, a escada de caracol representa a dificuldade do maçom em subir de grau para chegar a luz e também a renovação e o perpétuo ciclo evolutivo da terra.
As espirais se classificam do tipo de banimento e invocação. Nesse caso, ele adotou como símbolo a espiral de banimento. O espiral de banimento é usado para sugar as energias más . Silas deve chamar isso de cristãos que fazem oposição aos seus delírios.
A transferência das energias cósmicas para esse ritual são realizadas pela ativação dos chakras. A palavra chakra vem do sânscrito e significa roda, disco, centro, plexo e também representa a energia espiral da serpente kundalini (satanás).


Mas é no desenho da loja maçônica que o mistério da espiral é revelado. Na loja maçônica, parte da diretriz é marcada pelo “ número de ouro” (o nove) e suas manifestações. São nove os planetas do nosso sistema solar. O número nove determina as proporções harmônicas presentes em todos os organismos vivos como : a estrutura corporal do homem. Isso acontece por que os aderentes da nova era entendem que os seres humanos são imagem da visão micro-cósmica de deus ( a espiral). A espiral regida em nove também é uma forma de espiritualizar a humanidade para receber a chegada do cristo cósmico e seu reino próspero. Isso nos faz lembrar dafamosa unção do Nove de Silas e Morris Cerullo.

Mas para que todos vivam em total harmonia no reino da Besta do Abismo e do Anticristo aqui na terra, é necessário que católicos e protestantes estejam fortemente unidos em nome da causa ambiental.
A espiral também representa um dos aspectos ambientais da Grande Mãe terra. Da qual Baha’u’llah diz:
A Terra é um só país e os seres humanos, seus cidadãos. (Bahá’u’lláh) Já no meio católico, a Rainha dos Céus surge com o nome de deusa Hécate, a deusa das encruzilhadas. Aqueles que desejam abrir os portais da escada mística de Jacó (no sentido místico e não bíblico) devem reverenciar Hécate através dos amuletos em formas de espirais.
Traduzindo isso para o cristianismo…Isso que dizer que a cada dia mais católicos e evangélicos vão freqüentar as mesas igrejas, sejam elas evangélicas ou católicas ( a famosa troca de aquário). Hoje, é muito raro os casos de conversão o que vemos é a realização rápida de desejos materiais.
E assim, a espiral mística continuará fazendo a apostasia favorecendo a unidade religiosa da nova ordem mundial.


Verifique por si mesmo:


Fonte: ApocalipseTotal

 

A grade liberdade




A Graça é o convite de Deus a crescermos como gente ainda nesta vida. Veja: Quando meus filhos eram meninos, eu os tratava com lei, embora a graça do amor fosse a razão das regras. Mas à medida em que foram crescendo, e ia chegando o tempo dos ritos de passagem acontecerem - quando para cada um deles ficava implícito que o tempo da "tutela paterna" estava cessando - fui deixando-os mais livres, visto que a estação da "consciência própria" estava pronta para se abrir em frutos de auto-compreensão.

Paulo diz que a Lei foi um tutor, um escravo à serviço da infantilidade da consciência.

Quando porém veio a "plenitude dos tempos"— a idade para se ficar adulto —, Deus enviou o Seu Filho, e nos deu a Nova Aliança, a do Evangelho da Graça; a fim de que deixássemos de ser crianças em estado debilóide de tutela permanente, e nos tornássemos homens, com consciência própria. Essa é a Vontade de Deus: "nos tornar conforme Seu Filho Jesus Cristo!"

Em sendo assim, o grande 'problema' da Graça é a liberdade que ela gera. E liberdade é apavorante, nos deixa sem chão, dá vertigens na alma. Ninguém quer liberdade, porque ela nos obriga a andar com as próprias pernas, concede-nos a benção de pensar, sentir, discernir e nos julgar, nos fazendo profundamente auto-conscientes.

Tendo em vista que a graça não possui referências físicas de orientação espacial para o exercício da fé: (João 4:20-23) – “Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. A mulher samaritana apresentou na conversa com Jesus o mesmo espírito inferior, infantilizado e escravo da religião que ele veio abolir, os termos por ela usados remetem muito bem esta idéia: “NESTE MONTE... E vós dizeis que é em Jerusalém o LUGAR onde adorareis ao pai”. Aparece em seu discurso as categorias de espaço; monte e Jerusalém, dois eram espaços considerados corretos para a adoração, porém ambos rejeitados pelo messias, pois o que ele estava para realizar seria de tal forma grandioso e revolucionário que destruiria toda concepção espacial de adoração: uma verdade sem contestação: a graça verdadeira realizada por Jesus (e não a falsificada pela igreja pós-Constantino) não possui templo, espaço físico de localização, e com isso ela gera inevitavelmente uma liberdade apavorante, um tanto niilista, porque tira do homem a referência física de localização; logo o seu intelecto já não mais classificará as coisas e o mundo do mesmo modo que o homem natural (religioso): é esta a liberdade inquietante que o evangelho genuíno promove.

A religião cristã com seus dezessete séculos de domínio na mente do ser humano, exterminou literalmente a consciência libertária que a conversão promove, sendo uma verdadeira loucura para muitos dos religiosos atuais que abarrotam as igrejas evangélicas, coisas como essas que aqui estou dizendo. Apenas em momentos críticos da vida, onde estamos desanimados e nos pomos á pensar sobre a nossa existência, sobre o sentido das coisas é que, de fato vemos ser revelado todo o mundo que está oculto e que promove já á muito tempo a ocultação da revolução que promoveria o evangelho na vida de uma pessoa. São nesses momentos críticos, que vemos o quanto incompatível é tudo que é dito pela igreja institucional com o que é anunciado por Jesus; aí a verdade vem á tona. A igreja fabricou seres humanos em laboratório impotentes por natureza, estes foram cultivados por décadas para serem escravos e reprodutores do seu sistema maligno. Dependentes dos “serviços espirituais” prestado pelo sacerdote.

A tomada de consciência pressupõe a pré-existência de liberdade, e, esta só se manifesta em plenitude quando está debaixo da Graça, pois somente nela que se perde o medo de ser, já que seja-lá-o-que-eu-for, "nenhuma condenação há"!

O problema é que a maioria das pessoas pensa que liberdade induz ao erro. Nenhum erro poderia ser maior! A Graça não é compatível com a entrega da vida à prática do pecado e da iniqüidade! Liberdade e Santidade não são antagônicas entre si:"Continuaremos nós a pecar para que a Graça aumente?"

Santidade é saber viver todas as coisas lícitas, tendo o discernimento de saber o que convém e o que edifica. O santo viverá pela fé. Ou seja: em confiança não em si, mas na Graça. E toda conquista interior que lhe aconteça, não é mérito, mas Graça de Deus sobre ele; e sobre tais conquistas ele não fica alardeando com a boca, visto que, se são verdadeiras, elas serão percebidas pelo fruto da vida, em amor e misericórdia.

Portanto, o caminho da Graça não cria o espaço da libertinagem, mas tão somente o da liberdade de ser, sem os medos que decorrem das neuroses provocadas pela Lei ou pelas listas religiosas de-podes-e-não-podes.

O que os cristãos precisam saber é que Não há melhor lugar para conhecer nossa própria verdade, senão no solo seguro da Graça de Deus, onde não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus! Há somente aceitação e renovação! Primeiro se percebe tal qual se é; depois o Espírito promove seus frutos em nós, enchendo a vida de paz, alegria e amor.

Mas, paradoxalmente, os crentes têm medo de se enxergar como gente. Desse ponto em diante, a maioria dos cristãos confunde descanso e pacificação com vagabundagem existencial. Crescer em entendimento e experiência da Graça de Deus na presente existência, demanda de nós esforço, compromisso, e busca disciplinada de desenvolvimento interior, e que é fruto de auto-exame, e de auto-discernimento, tarefa que seria insuportável sem um coração pacificado pela Graça.

Então, para corresponder o quanto antes à norma massificada, as pessoas artificializam o agir de Deus, operando em si mesmas uma 'transformação de ocasião', uma conversão para fins eclesiásticos, uma supressão de tudo que choca a religião, uma espiritualidade 'de fachada', mas compatível com a média comunitária.

Essa falsificação do lavar regenerador e renovador do Espírito dá conta de instituir mudanças para fora do ser, exclusivamente comportamentalista, baseadas no fazer e mensuradas pelo desempenho, sem seu correspondente interior de crescimento na Graça e na Verdade. É a figueira sem frutos, mas adornada de folhagens, que camuflam a nudez própria do outono da vida.

No entanto, quando o cidadão se percebe assim, tendo Deus – em Sua misericórdia – permitido que ele caísse em si e, finalmente, olhasse para dentro, então o que acontece é que ele não se reconhece, e se assusta, se escandaliza, se choca, se culpa, se penitencia! Não sabe porque "depois de tanto tempo de evangelho" o que habita seu interior são as mesmas raivas, angústias e escravidões de outrora, mas agora travestidas de 'santidade exterior'; existem os mesmos bichos vociferando rancores e preconceitos, só que agora legitimados pela interpretação adaptada da Bíblia, que nos dá a entender que somos seres superiores, triunfalistas, uma raça cheia de méritos em ser santa, um povo que se "acha!" por ser designado de propriedade exclusiva de Deus, sem qualquer compreensão que, em havendo tal eleição, ela é fruto de pura Graça, é anterior a nós mesmos, sendo anterior a qualquer coisa que tenhamos feito ou deixado de fazer, é anterior, inclusive, ao nosso próprio nascimento. Aliás, essa coisa toda é desígnio de Deus desde antes da fundação do mundo, quando o Cordeiro foi imolado para redenção de todo ser criado.

Portanto, na Graça, não carregamos ilusões... não estamos esperando ninguém virar anjo, ninguém levitar a 10 cm do chão, ninguém ser levado pela carruagem de fogo da santidade que já não consegue viver no mundo. Ao contrário, posso afirmar que meu esforço pessoal é na tentativa de não me chocar com mais nada, posto que não há nada que você tenha feito que, ao menos em potencial, não exista em mim também. Não lidamos com robôs, nem com super-crentes ufanistas, nem nos interessamos por comportamentos performáticos só para dar a sensação de que tudo está sob controle na comunidade "vigiada".

Diante disso, fica aqui declarado: Está suspenso o meu direito de me escandalizar com o que quer que seja verdade sobre você. Prefiro caminhar com você a partir de suas lutas e temores do que fingirmos que não trazemos essas coisas embutidas no cerne de nossas tribulações e dramas de vida.

A graça portanto, está aberta a todos: Somos 'devedores' a homens, mulheres, adolescentes e jovens de todas as tribos; prostitutas, homossexuais, bissexuais e transexuais; fiscais de tributos, empresários, estudantes, políticos e donas de casa, ateus, católicos, espíritas e esotéricos, ricos e pobres, intelectuais e broncos, casados, descasados, solteiros, amasiados, juntados, separados, divorciados, viúvos... E a todos quantos se encontram carecidos da Glória de Deus porque não conhecem em seus corações a conversão que o Evangelho realiza por meio da fé, através da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo – único mediador entre Deus e os homens!

 

Quando então o dízimo reapareceu dentro da Igreja?



O cristianismo protestante, ou evangélico, é um cristianismo pagão por natureza, ele conservou em si toda a escala de valores herdada de sua origem (catolicismo, ou cristianismo romano). Mas o que é o cristianismo romano? Bem, antes temos que ver um tipo em especial de culto que esteve presente dentro de Roma bem na época do crescimento do cristianismo: o mitraísmo persa. O mitraísmo foi uma religião de mistérios nascida no Mediterrâneo e a mais influente no império romano no século II. Mitra é o deus sol persa, ele recebeu particular aderência dos soldados romanos, e entre os devotos mais famosos, está aquele que mudou o rumo da história da Igreja (para a pior); Constantino, devoto do mitraísmo retratado com o título de Deus sol invictus. Através de Constantino, temos a infiltração dos valores pagãos no seio da Igreja primitiva, seduzindo-a pouco á pouco. Valores como o uso de templos e da figura do sacerdote, foram re-inseridos nas idéias defendidas pela igreja por causa do imperador romano, que cessou a perseguição á igreja, concedendo direitos e privilégios aos líderes (caídos) e aos cristãos, mas em contrapartida exigiu certos “deveres” dos cristãos agora legitimamente considerados cidadãos romanos. Vale lembrar o forte efeito psicológico nos ideais da Igreja trazido pelo fim da perseguição organizada por Constantino: a acomodação, os elogios, o sentimento de “ser aceito”, de inserção, a sedução pelos sentidos: os agrados materiais que a aproximação com o que é oficial proporciona, o ambiente amistoso que gera conforto, acomodação e por fim rendição; o que também faz agir o sentimento de lisonja e a devoção entusiasta, surgidos nas classes e castas emergentes; aquelas que ganharam direitos recentemente após anos de repressões e restrições de liberdade. Essa é a psicologia das classes emergentes. Com isso o grupo social dos seguidores de Jesus (Igreja) decaiu e foi completamente dominado, pois aceitou ser dominado, foi seduzida ao abismo.

Porém a mais nefasta contaminação promovida por Constantino foi ter ressuscitado a figura do sacerdote humano, mediador entre a raça humana e a divindade; ele mesmo se auto-declarou o “pontífice máximo” do cristianismo. Na verdade, fortaleceu o que já havia no interior dos cristãos primitivos; a valorização extremada dos líderes, que aos poucos, iam agregando em si o mesmo significado do antigo sacerdócio levítico, do antigo testamento. Vale lembrar que nova aliança realizada por Jesus aboliu de uma vez por todas o sacerdócio humano representativo, transformando cada indivíduo que o aceita, em sacerdote de si mesmo.

Pois bem, ressuscitado a categoria de “autoridade espiritual”, ou o sacerdote, agora dá-se início á mais uma campanha de exploração das massas para a manutenção dos privilégios de uma pequena elite: o dízimo foi re-inserido dentro do cristianismo exatamente com este propósito: sustentar financeiramente o clero. Cipriano (200-258 d.C.) foi o primeiro escritor cristão a mencionar a prática de sustentar financeiramente o clero. Ele arrazoava que da mesma forma como os levitas foram sustentados pelo dízimo, assim também o clero cristão deveria ser sustentado pelo dízimo. Mas isso representa um pensamento totalmente equivocado. Hoje, o sistema levítico está eliminado. Somos todos sacerdotes, pois houve mudança de aliança. Então se um sacerdote demanda dízimo, todos os cristãos devem dizimar-se mutuamente! O pedido de Cipriano foi bem incomum naquele tempo. Tanto que não foi apoiado nem divulgado pelo povo cristão naquele momento, mas muito tempo depois. Além de Cipriano, nenhum escritor cristão antes de Constantino jamais utilizou referências do velho testamento para recomendar a prática do dízimo. Foi apenas no século IV, 300 anos depois de Cristo, que alguns líderes cristãos começaram a defender o dízimo como prática cristã para sustentar o clero. Mas isto não chegou a ser comum entre os cristãos até o século VIII! Segundo um erudito, “pelos primeiros setecentos anos esse nome (dízimos) quase nem foi mencionado”. Relatar a história do dízimo cristão é um exercício fascinante. O dízimo migrou do Estado para a Igreja. Na Europa Ocidental, exigir o dízimo da produção de alguém era cobrar o aluguel da terra que lhe era dada em arrendamento. Na medida em que a cobrança do aluguel de 10% era entregue à Igreja, esta aumentava sua quantidade de terras ao longo da Europa. Isto resultou em um novo significado relacionado a esta cobrança de 10%. Chegou a ser identificado com o dízimo levítico! Por conseguinte, o dízimo cristão como instituição foi baseado em uma fusão da prática do velho testamento com a instituição pagã. Pelo século XVIII, o dízimo chegou a ser um requisito legal em muitas áreas da Europa Ocidental. Pelo fim do século X, a diferença do dízimo enquanto imposto de renda e mandamento moral apoiado no Antigo testamento havia desaparecido. O dízimo tornou-se obrigatório ao longo da Europa cristã. Em outras palavras, antes do século VIII, o dízimo era um ato de oferta voluntária. Mas pelo fim do século X, ele passou a ser uma exigência legal para sustentar a Igreja Estatal, exigida pelo clero e colocada em vigor pelas autoridades seculares! Felizmente, a maioria das igrejas modernas abandonou a prática do dízimo como uma exigência legal. Mas a prática de dizimar está tão viva hoje como foi durante o tempo em que era um requisito legal. Certamente você não vai ser castigado fisicamente por não dizimar. Mas se você não for dizimista, isto se aplica à maioria das igrejas modernas, você será excluído das posições importantes do ministério. E sempre será culpado e atacado de cima do púlpito! Quanto aos salários do clero, os ministros não receberam salários durante os primeiros três séculos. Mas quando Constantino entrou em cena ele instituiu a prática de pagar um salário fixo ao clero dos fundos eclesiásticos e das tesourarias municipais e imperiais. Assim, pois, nasceu o salário do clero, uma prática daninha que não tem precedente no Novo Testamento.

A grande extorsão

Desta maneira, o dízimo moderno é o equivalente a uma loteria cristã. Pague o dízimo e Deus lhe devolverá mais dinheiro depois. Recuse dar o dízimo e Deus lhe castigará. Tais pensamentos assaltam o cerne das boas novas do evangelho. Poder-se-ia dizer a mesma coisa quanto ao salário do clero. O qual tampouco tem qualquer mérito. De fato, o salário do clero corre totalmente em sentido oposto ao novo Pacto. Os anciãos (pastores) do primeiro século nunca receberam salários. Eles eram homens com profissões seculares. Eles contribuíam com o rebanho em vez de pegar dinheiro da congregação. Assalariar pastores gera uma espécie de profissional remunerado. E isso os eleva sobre o restante do povo de Deus. Isso cria uma casta clerical que converte o corpo do Cristo vivente em um negócio. Na medida em que o pastor e seus assistentes são “pagos” para ministrar, eles tornam-se profissionais remunerados. O resto da congregação passa ou cai em um estado de dependência passiva. Se todo cristão atendesse ao toque do chamado para ser um sacerdote funcional (e eles foram chamados para desempenhar esse chamado) a questão que surgiria imediatamente é: “Por quê estamos pagando nosso pastor!?” Mas na presença de um sacerdócio passivo, tais perguntas nunca surgem. Mas quando ocorre o contrário, quando a Igreja funciona como deve funcionar, o clero profissional torna-se desnecessário. De repente o pensamento que diz, “isto é trabalho do pastor” parece herético. Em termos simples, o clero profissional engendra a ilusão pacífica de que a Palavra de Deus é material classificada como perigosa, de difusão secreta e que apenas especialistas oficiais podem manejá-lo. Mas isso não é tudo. O ato de pagar um salário ao pastor obriga-o a ser complacente com os homens. Torna-o escravo dos homens. O “vale refeição” do pastor está garantido na medida em que ele se faz simpático à congregação. Assim, pois, ele nunca está à vontade para expressar-se livremente sem temer perder alguns fortes dizimistas. Esta é a praga do sistema do pastor assalariado. Um perigo adicional do sistema do pastor remunerado é que produz homens incompetentes, algo que herdamos dos pagãos gregos. Por esta razão, o homem precisa de uma tremenda coragem para sair do pastorado. Desgraçadamente, a maioria do povo de Deus é profundamente ingênua com relação ao poder opressivo do sistema clerical. É um sistema descarado que não se cansa de triturar e magoar seus jovens. Definitivamente, Deus nunca quis que existisse um clero profissional. Não há um mandato bíblico nem qualquer justificativa para tal coisa. De fato, é impossível construir uma defesa bíblica para o pastorado.

Na maioria dos casos, pede-se ao porteiro de igreja coletar dinheiro durante o culto. Tipicamente é ele quem passa a “bandeja da coleta” entre as pessoas. Esta prática de passar a bandeja é outra invenção pós-apostólica. Isto começou no ano 1662, embora a bandeja de esmola para os pobres estivesse presente anteriormente. O porteiro de igreja surgiu da reorganização da liturgia da Igreja da Inglaterra sob o reinado de Elisabeth I (1533-1603). Os porteiros de igreja tinham a responsabilidade de acompanhar e acomodar as pessoas nos bancos o cadeiras, coletar ofertas e manter a estatística dos que comungavam. O porteiro era de uma ordem menor (abaixo do clero) e remonta ao século III. Os porteiros tinham a responsabilidade de dar segurança, abrir as portas da igreja, manter a ordem dentro do edifício, e da direção geral dos diáconos. Os porteiros foram substituídos pelos “guardas da igreja” na Inglaterra antes e durante o período da Reforma. Dos guardas surgiu o porteiro de igreja.

Conclusão

Embora o dízimo seja bíblico, não é cristão. Jesus Cristo não o afirmou, pelo contrário: através do entendimento de que Jesus aboliu a lei, subtende-se de imediato que foi a lei por completo; fato que os antigos cristãos entenderam em sua plenitude. Por isso os cristãos do século I não o observaram. E por cerca de 300 anos o povo de Deus não o praticou. Dizimar não foi uma prática aceita em grande escala entre os cristãos até o século VIII! O ato da oferta no Novo testamento era segundo a capacidade de cada um e para fins específicos. Os cristãos doavam para ajudar outros tanto como para apoiar obreiros apostólicos, permitindo-lhes viajar e fundar igrejas (comunidades). Um dos testemunhos da Igreja Primitiva foi o de revelar o quão liberais eram os cristãos com relação aos pobres necessitados. Foi isto que fez com que gente de fora da igreja, inclusive o filósofo Galeno, presenciasse o poder gigantesco e encantador da Igreja Primitiva e dissesse: “Olhe como se amam uns aos outros”. O dízimo é mencionado apenas quatro vezes no Novo testamento. Mas nenhuma destas quatro ocorrências se refere á ordenanças á cristãos. Definitivamente, o dízimo pertence ao velho testamento onde um sistema de tributação foi estabelecido para apoiar aos pobres e onde havia um sacerdócio especial separado para ministrar ao Senhor. Com a vinda de Jesus Cristo, houve uma “mudança na lei”, o antigo acordo foi “cancelado” e “posto de lado” dando lugar a um novo. Agora, todos somos sacerdotes; livres. A Lei, o velho sacerdócio, o dízimo, todos foram crucificados. Agora não há cortina do templo, nem imposto do templo, e não há um sacerdócio especial que se coloca entre Deus e o homem. Você, querido cristão, foi libertado da ditadura do dízimo e da obrigação de apoiar o sistema do clero. Igreja, abarcando a massa da população do Império, desde César até o pior escravo, e vivendo no meio de todas suas instituições, recebeu em seu seio grandes depósitos de material estrangeiro de todas as partes do mundo e do mundo pagão... Assim é o dízimo.

Cabe você escolher: se quer continuar apoiando um sistema mentiroso, que manipula as escrituras para ressuscitar a antiga aliança e assim impor ao povo alienado um fardo que não lhe pertence, ou caminhar na graça, sob a tutela do Espírito Santo e de fato livre, sem nenhuma obrigação com instituições religiosas cobradoras de impostos e falsificadoras do evangelho de Jesus. Pense, estude e reflita.

Uchiha madara (f)

Seguir a Jesus Sem Religião





Jesus combateu os líderes religiosos de sua época com muita firmeza; eles eram falsos, impunham suas regras moralistas e policiavam as pessoas; se sentiam superiores e rejeitavam os “pecadores”, se esqueciam da misericórdia, da fé e da justiça.

Eles tinham aparência de justos e Jesus os chamou de hipócritas, raça de víboras e filhos do Diabo. A religião cristã dos nossos dias, seja ela católica ou evangélica, está em pior situação que a religião dos dias de Jesus. O que impera é a hipocrisia, o moralismo, o controle da vida alheia, o orgulho teológico, o comércio e a corrupção.

O convite de Jesus á cada um continua sendo simples: SIGA-ME!

Seguir a Jesus é receber o amor dele e amá-lo! É ir com ele pelo Caminho; é por o pé na estrada e não olhar para trás; seguir a Jesus é continuar caminhando a cada dia, aprendendo com ele, ouvindo sua voz cheia de ternura e misericórdia!

Seguir a Jesus é ir no caminho do amor, da compaixão e da graça, que é favor imerecido. Seguir a Jesus é ir abraçando os pecadores pela estrada, é ir sem pedras nas mãos, é ir perdoando e sendo perdoado, é ir chorando ou rindo sempre olhando para Ele!

Seguir a Jesus é ir sem o fardo dos pecados ou da religião; é apenas ir ao lado daqueles que também decidiram ir por onde Ele for e o vento do Espírito levar!

É ir com ele até a cruz, onde os pecados foram encravados; seguir a Jesus é abraçar esta Graça que perdoa e aceita; seguir a Jesus é celebrar a ressurreição, a vitória sobre a morte!

Se você quer seguir a Jesus, sem os pesos mortos da religião, se você quer seguir a Jesus por nada porque Ele é TUDO em sua vida, junte-se a nós! Somos todos pecadores, seguindo a Jesus por termos sido atraídos pelo amor dele!

sábado, 31 de julho de 2010


Sábado, dia 31 de Julho de 2010 (Malafeia e cerullão)


Neste sábado, dia 31 de Julho de 2010, mais uma vez o caído Silas malafaia levou ao seu programa de TV o bandido americano Morris cerullo para mais uma vez pedir dinheiro em rede nacional. Desta vez a quantia é de R$ 610, por motivos semelhantes da numerologia.

Bem... Silas malafeia já provou á todos para que veio, sua saga de profanar o nome de Jesus, de enganar, ludibriar e perverter os ensinos da sã doutrina do evangelho parecem não ter fim mesmo. Entretanto, fico pensando como pode existir indivíduos tão alienados e imbecilizados á tal ponto que não enxergam a tamanha incompatibilidade do que este indivíduo de terno e gravata ensina numa rede de televisão!

Agora, ele investe no discurso da proteção espiritual que as doações financeiras trazem para uma pessoa, ou seja; dar dinheiro á uma instituição religiosa ou á um homem que se diz “homem de Deus” funciona como uma espécie de escudo para nada de mal venha sobre a família, sobre os negócios e sobre a vida espiritual do crente, (isso na cabeça doente de Silas) Para isso, há a perversão de textos como o de Paulo em II Corintios 9 – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. “E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra”, mas não se lê o restante do texto nem se ensina o contexto em que ele foi escrito, no próximo versículo Paulo dá o sentido original do que ele estava á falar aos de Corinto: “Conforme está escrito: espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre”. Ou seja, a finalidade de ser liberal para com as ajudas financeiras á que Paulo estava á agradecer, é tão somente para o suprimento dos cristãos mais pobres espalhados em outros lugares por onde ele foi enviado á levar a mensagem do evangelho. E é exatamente esse o contexto do texto em questão; os apóstolos saíram em obediência ao que Jesus os tinha ordenado: (Ide por todo mundo e pregai o evangelho á toda criatura), porém com as perseguições e com as diferentes características sociais de cada região, Paulo pedia que os irmãos de uma certa localidade (como Macedônia, Corinto, Éfeso) ajudassem os santos que estavam em outras regiões passando por dificuldades, promovendo assim a união e a esperança no coração destes crentes em relação á redenção vindoura de Cristo. Mas esse imundos pastores de hoje pervertem conscientemente as intenções originais, como também seus contextos das passagens bíblicas para lhes servirem de oportunidade para pedir dinheiro interligando, ora benções para aqueles que dão, como Carros do ano, casas próprias... A unção financeira de que tanto se tem falado, ora maldições para aqueles que não dão, pois dessa forma são infiéis e incrédulos; segundo eles: separados de Cristo, porém o que Paulo nos ensina com sua experiência é exatamente outra coisa, na verdade os que estão separados de Cristo são os se fundamentam na lei, nas ordenanças imposta pela antiga aliança (como o dízimo) Gálatas 5; 4 – “Separados estais vós, que vos justificais na lei. Da graça caístes! Os que caem da graça são conhecidos como desgraçados; seria o caso de Malafeia????

Os chefes do “tráfico de drogas evangélico” jamais revelarão ás pobres ovelhas os reais significados dos textos que por eles são distorcidos e manipulados, pois eles são provadamente a herança genética dos antigos fariseus, e sobre eles, Jesus mesmo disse: (Lucas 11; 52) – “Ai de vós, mestres da lei, porque tomaste a chave do conhecimento, contudo vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam para entrar".

Estelionatários como Malafeia jamais ensinarão isto: (I Timóteo 6:8-10) – “Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. É dificil não é?

Temos a pequena esperança de Silas Malafeia se arrependa de toda essa sua prostituição e pregue o verdadeiro evangelho (coisa que quase ele nunca fez; psicologia não é evangelho!), mas enquanto isso não ocorrer, as críticas continuaram e a nossa oposição como sinceros discípulos de Jesus continará; curte o que custar e doa o que doer.

Uchiha madara (f)

 

o roubo do dízimo



A guarda do sábado, a circuncisão, o sacrifício de animais assim como o Dízimo são quesitos que ocorreram antes de serem incluídos como obrigação da lê dada a Moises, porém todos esses itens ficaram confirmados oficialmente como preceitos a serem seguidos na lei. Portanto ensinar a doutrina do Sábado é tão errado quanto ensinar a doutrina do Dizimo.

A questão não é o dizimo em si, mas o fato de não estarmos debaixo da lei e, sim, da graça e quem se submete à prática de pelo menos um preceito da lei caiu da graça e nada tem de Cristo e é obrigado a cumpri-la toda e se alguém tropeçar em um ponto da lei é culpado por todos os outros. “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos” (Hb 7:5)”, (Lv 27.30).

Como pode alguém afirmar em pleno período da graça, que uma pessoa que aceita a Cristo como o seu único salvador, por não pagar o Dízimo, é um ladrão! Como cobrar algo que já foi pago? Essa afirmação nos faz concluir que o sacrifício de Cristo não foi suficiente para nos salvar. Sendo que o evangelho isenta-nos da lei.

Essa divida “dizimo” não nos pertence, pois não somos judeus, nem tampouco estamos no período da lei, somos Cristãos livres da lei e vivemos no período da graça e por
isso somos livres, como vimos a cima: “O evangelho isenta-nos da Lei”.

Conclusão
O que acontece com quem se submete a observar pelo menos um preceito da
LEI? R: É obrigado a cumprir toda a LEI.

A maldição do dizimo e do sábado.

Segundo o apostolo Paulo escrevendo aos Gálatas3.10 diz: “Todos aqueles, pois que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro para fazê-las”.

A obrigação exigida pela lei era que todos os quesitos da lei fossem cumpridos, sem falhar nenhum, se falhasse em um apenas, todo esforço era perdido, assim era impossível cumprir toda a lei. Por isso o povo estava debaixo da maldição da lei. Por isso Jesus condenou os fariseu que pagavam o dizimo e achavam que o resto da lei não precisava, a lei é um conjunto de coisas e é tudo ou nada, visto que era impossível tudo, ficavam só no nada.

Portanto ensinar um item isolado da lei, quer sábado, quer dizimo é pura heresia, é levar maldição ao povo de Deus, seguindo a doutrina de Balaão que levado por Presentes ensinou Balaáque a usar de sutileza a amaldiçoar o povo. 2Pe 2:15 – “Os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça”.

Você é livre pra escolher: Ama o próximo estarás cumprindo toda a lei, ou cumpra um item isolado da lei (dizimo), e és amaldiçoado.Gl 5.14 - “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.
... Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei...Gl 3.10

E quanto a interpretação de Mateus 23.23, só vem a nos confirmar que o dizimo fazia
parte da lei. Veja:

No evangelho de Lucas 11.42 entende-se melhor o que está escrito em Mateus 23.23, fazendo uma exegese do texto encontramos os fariseus desprezado o juízo e o amor de Deus e querendo se justificar pela lei, Jesus explica que se alguém quer se justificar pela lei, não adianta levar no capricho tudo em relação ao dizimo, mais sim todos os quesitos da lei. Fazei estas sem omitir aquelas esta se referindo ao compendio da lei, então aqueles que querem se submeter a Justiça pela lei deve de submeter-se a estas e aquelas, ou seja cumpra toda a lei incluindo o dizimo. Os fariseus sim, tinham a obrigação de cumprir a lei, pergunta: você é um fariseu?

Entretanto, após Jesus cumprir toda a lei por nós depois de sua morte deu-se o inicio de uma nova aliança,Graça, onde nossas justiças provem da Fé que opera em caridade.

Rom 4:13 - Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi
feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

Gálatas 5; 4 – “Separados de Cristo estão vós, que se justificam na lei. Da graça caístes!”


Não dizime.

 

JESUS NÂO FUNDOU O CRISTIANISMO!

"Jesus não fundou o Cristianismo"

Se você não sabia, fique sabendo!

Você sabia que foi apenas no ano 190 d.C que a palavra grega ekklesia, que traduzimos como igreja, foi pela primeira vez utilizada para se referir a um lugar de reuniões dos cristãos? Sabia também que esse lugar de reuniões era uma casa, e não um templo, já que os templos cristãos surgiram apenas no século IV (quatrocentos anos depois), após a conversão de Constantino?

Você sabia que por isso os cristãos não chamavam seus lugares de reuniões de templos até pelo menos o século V? Você sabia que o primeiro templo cristão começou a ser construído exatamente por Constantino, sob influência de sua mãe Helena, em 327 dC, às custas de recursos públicos, e sua arquitetura seguia o modelo das basílicas, as sedes governamentais da Grécia e, posteriormente, de Roma, e dos templos pagãos da Síria? (pois o templo é uma característica iminentemente pagã)

Você sabia que as basílicas cristãs foram construídas com uma plataforma elevada acima do nível da congregação e que no centro da plataforma figurava o altar, e à sua frente a cadeira do Bispo, que era chamada de cátedra? Você sabia que o termo ex cathedra significa "desde o trono", numa alusão ao trono do juiz romano, e, por conseguinte, era o lugar mais privilegiado e honroso do templo?

Você sabia que o Bispo pregava sentado, na ex cathedra, numa posição em que o sol resplandecia em sua face enquanto ele falava à congregação, pois Constantino, mesmo após a sua “conversão” ao Cristianismo, jamais deixou de ser um adorador do deus sol? Você sabia que o atual modelo hierárquico do Cristianismo, que distingue clero e laicato, teve origem e ou foi profundamente afetado pela arquitetura original dos templos do período Constantino?

Você sabia que Jesus não fundou o Cristianismo, e que o que chamamos hoje de Cristianismo é uma construção religiosa humana, feita pelos seguidores de Jesus ao longo de mais de dois mil anos de história? Você sabia que o que chamamos hoje de Cristianismo está profundamente afetado por pelo menos três grandes eras: a era de Constantino, a era da Reforma Protestante e a era dos Avivamentos na Inglaterra e nos Estados Unidos? Você sabia que é praticamente impossível saber a distância que existe entre o que Jesus tinha em mente quando declarou que edificaria a sua ekklesia e o que temos hoje como Cristianismo: Protestante, Ortodoxo, Pentecostal, Neopentecostal, Pseudopentecostal e Católico Romano?

Você sabia que os primeiros cristãos se preocuparam em relatar as intenções originais de Jesus com vistas a estender seu movimento até os confins da terra? Você sabia que este relato está registrado no Novo Testamento, mais precisamente nos Evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos? Você sabia que o terceiro evangelho, Evangelho Segundo Lucas, e o livro dos Atos deveriam formar no princípio uma só obra, que hoje chamaríamos de "História das origens cristãs"? Você sabia que os livros foram separados quando os cristãos desejaram possuir os quatro evangelhos num mesmo códice, e que isso aconteceu por volta de 150 d.C? Você sabia que o título "Atos dos Apóstolos" surgiu nessa época, segundo costume da literatura helenística (grega), que já possuía entre outros os "Atos de Anibal" e os "Atos de Alexandre"?

Você sabia que livro chamado “bíblia” foi um livro criado; foi a junção de uma coletânea de outros pequenos livros (com o conteúdos dos antigos papiros originais), e que foi profundamente modificado por seus tradutores gregos e latinos, principalmente com relação aos nomes de todos as pessoas que ali estavam registradas. Você sabia que o nome “Jesus” é um nome pagão? Criado depois de outras 4 quatro interpolações gramaticais, e que eram todas assimilações feitas aos deuses pagãos? Seu nome verdadeiro transliterado do Hebraico original é: Yaohushua, o filho de Yaohu. As outras interpolações foram: Yeshua (aramaico), Iesoús, Iesu, Iesús (deus grego, variante de Tamuz, filho de Nimrod).

Você sabia que a bíblia não é a palavra de Deus? E que a palavra de Deus não é um objeto (um livro), mas sim uma pessoa? (Yaohushua: Apocalipse 19; 13, João 1;1) Jesus é a palavra de Deus.

Bem, se você não sabia...Fique sabendo...e pense muito sobre tudo isso!


Uchiha madara (f)

Fiquem de olho no blog A última hora, em breve postaremos subsequentes
estudos sobre a maior maldição colocada sobre os ombros dos seguidores
de Jesus desde a queda da igreja com o imperador Constantino: o dízimo.

Por: Uchiha Madara

Dízimo: coisa de menino na fé!



Através do evangelho de Cristo, não encontramos ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei mosaica (aquelas leis dadas por Deus a Israel através de Moisés, encontradas no Livro Levítico, que registra todas as leis e regulamentos a respeito de rituais e cerimônias, assim como em Deuteronômio, onde Moisés recapitulou todas as leis).

Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o Seu evangelho, ordenou amar á Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite; e motivo principal disso é bem claro: ele não criou instituição religiosa alguma na qual supostamente residiria a obrigação de se dar dinheiro como cumprimento á alguma ordenança de Deus.

Em Mateus 19.21; ao jovem rico Ele ordenou vender tudo e dar aos pobres;

Em Lucas 19.8,9; Zaqueu disse ao Mestre que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele, porém, não confirmou a necessidade desse procedimento; disse apenas: “Hoje veio a salvação a esta casa”.

Muitos saem em defesa do dízimo afirmando que é bíblico [Número 18.21-26]; certamente, como também é bíblico os outros mais de 600 preceitos da lei dada por Deus a Israel através de Moisés, como a circuncisão [Gênesis 17.23 -27], o sacrifício de animais em holocausto [Levíticos cap. do 1 até 6.8-13], a santificação do sábado [Levíticos 23.3], o apedrejar adúlteros [Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22].

É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo!

O fato de ser bíblico não significa nada, mas somente que está contido dentro de um livro de capa preta, que na verdade é a coleção de muitos outros livros, e que quando lidos de maneira autônoma um dos outros, sem nenhuma ferramenta hermenêutica (para se entender os contextos de cada livro), cria as maiores heresias e abominações. Sim! A bíblia é a mãe de muitas heresias!

Mas se acham que tudo que está na bíblia é para ser cumprido, então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo?

Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das instituições religiosas como nome de igrejas e enriquecimento de ministros!

O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é que existe uma grande divisão na história, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento dado pelo Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação [1Coríntios 15.1,2].

E certo é que, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés (como dar dízimos conforme Malaquias 3.10) que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do Cordeiro de Deus e reconstruir o muro por ele derrubado [Efésios 2.13-15].

Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, línguas, e povos, e nações.

Portanto, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto, com o Seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: “Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens” [1Coríntios 7.23]; e viver acatando a doutrina dos dízimos para manutenção de templos religiosos é ser, sem dúvidas servo de homens! Escravos de um sistema de controle, que vive da ignorância e da manipulação da verdade, ou seja; da mentira: se não fosse a mentira, o que seria da igreja?

O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias, uma, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária;

Outra presunção, vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da Palavra de Deus, não diferenciando a lei dada a Israel por Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais com a graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência a Palavra do Senhor.

Porém, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida pela aspersão do Seu sangue na cruz do Calvário [Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, 2Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18,19].

Mas eu gostaria da fazer uma pergunta ao leitor: você sabe qual é o dízimo bíblico? (continua...)

2010 – ano eleitoral: ano de mais apostasia!



Estamos em ano eleitoral, as igrejas institucionais fazem a festa; desde lavagens de dinheiro ás alianças com propinas e “ajudas” mais nojentas e corruptas entre pastores e políticos, temos mais uma vez se repetindo algo que é simples de entender: o câncer que é a igreja protestante institucional deixa evidente sua identidade pagã, como origem do catolicismo de onde saiu; a íntima comunhão entre ela (suposta representante dos assuntos divinos) e o poder temporal: o Estado.

Cristão verdadeiro não vota! Se abstém de participar do sistema desse mundo, com ânimo, coragem e sabedoria assim ele o faz. Ele entende a profundidade existencial do evangelho, reconhece que satanás tem seu trono no planeta terra, e que por meio de seus sete principados ele governa o mundo através de seus representantes oficiais, sociedades secretas que estão infiltradas em todos os governos, partido políticos etc.

A ABSTENÇÂO POLÌTICA NA IGREJA PRIMITIVA
O maior exemplo de prática radical do evangelho existiu entre os séculos I ao III da nossa era; a igreja primitiva manifestava com extrema graça esse ímpeto não participação das esferas políticas de Roma. Igualmente renunciavam o serviço militar, o porte de armas e por isso pagava com sua própria vida em grande parte das vezes (ou seja, cumpriam o que Jesus havia prometido para aqueles que o seguia: Mateus 5; 10-13). Hoje o que há é o extremo inverso; os que se dizem seguidores de Jesus não só abraçaram a política e fizeram alianças com os poderosos como ensinam e tentam convencer dia e noite seus irmãos de que a igreja necessita de um representante naquilo que a palavra classifica como o reino de satanás. Por que será que os pastores não falam para os crentes sobre a igreja primitiva e sua abstenção da política? Escondem propositalmente de nós para que não saibamos como agiam estes destemidos e honrosos heróis do evangelho, e desse modo para que não conheçamos a verdade e tentemos imitá-los. Para maiores informações pesquise em livros sobre a história da igreja.

O JOIO E O TRIGO
Mas é claro; o rebanho de Jesus é muito diversificado, nem todos os indivíduos que crêem no messias como salvador e desejam seguir os seus passos possuem a hombridade, a força de espírito e energias suficientes para negar os prazeres e a ideologias deste mundo. E nesse grupo há três classes principais: os enganados, os enganadores e os híbridos. Os enganados são a grande maioria, a massa, o rebanho que é conduzido e manipulado por meio ignorância e alienação produzida pela segunda classe, que é mais culta, sabe o que ocorre por de trás dos bastidores, sabe as reais finalidades de quase tudo que ocorre no meio da política. E por último temos os híbridos, que são nada mais que um mistura das duas classes anteriores; são aqueles tanto são manipuladores quanto manipulados: pastores que servem de garotos propaganda para políticos (grande exemplo: Silas malafaia). Mas na verdade sabemos muito bem o porque desses “crentes” desejarem atuar na política; Paulo classificou a verdadeira intenção deles como “a raiz de todos os males”, que nada mais é do que o amor ao dinheiro; na verdade o deus deles; não só o deus de Silas malafaia, mas de muitos outros manipulam a palavra de Deus, distorcem versículos para a satisfação de suas idéias malignas e conseguem assim arrebatar as multidões para suas causas: líderes assassinos! Profanadores do sangue do cordeiro da nova aliança!

DESFAZENDO AS MENTIRAS
Vou agora tentar enumerar e responder as mentiras propagadas por esses indemoniados de terno e gravata em relação á participação do seguidor de Jesus na política:

1- A igreja precisa ser representada nas esferas de poder terreno.
Resposta: É preciso antes de tudo definir o que se entende por “igreja”: instituição religiosa e jurídica ou o templo do Espírito santo? Sabemos muito que a primeira não foi fundada por Jesus, mas a segunda opção sim. Dessa forma, o problema inicial está em como se concebe a noção de igreja, pois institucionalmente, é normal de se entender a necessidade de uma representação política, entretanto a institucionalização da fé em Jesus foi a queda da Igreja para todo o sempre. Como discípulos de Jesus e templo do Espírito santo jamais necessitamos de representantes políticos, pois ele próprio (Jesus) nos basta. A Igreja primitiva é o claro exemplo disso, e é o exemplo de Igreja vencedora e triunfante, não porque simplesmente crescia em número, mas o fazia em inimizade com os imperadores e a ideologia do Estado simultaneamente, porque entendiam a mensagem do evangelho em sua essência; entendiam que o evangelho nos deixa um uma situação de completa incompatibilidade com qualquer outra forma de crença, estilo de vida, ideologia política, etc. A nossa fidelidade com Jesus é automaticamente infidelidade com qualquer outra coisa (Mateus 6; 24). O argumento de que a Igreja precisa de representantes políticos é apenas uma desculpa, que apela para o emocional dos crentes (um suposto patriotismo), e que com isso consegue seduzi-los á serem participantes do grande teatro de satanás na terra: eleições, a grande a ilusão de estar representado por alguém, “troca” de favores, “agrados” financeiros, conluios, sabotagens, conspirações, obediência aos que verdadeiramente governam por trás dos governos. É simples entender: quem está no jogo tem que jogar segundo as regras do jogo! O verdadeiro discípulo de Jesus se abstém de jogar.

2 – O antigo testamento todo é marcado por homens de Deus empossando cargos políticos de liderança, por que o cristão não pode fazer o mesmo?
Resposta: Na antiga aliança, onde Deus se manifestada em uma nação, em uma pátria, existia de fato a mistura das esferas: a espiritual e a política: o rei da nação de Israel era tanto um seguidor da religião judaica quanto um administrador público. Mas houve um rompimento nessa forma de Deus tratar com o homem, o messias prometido chegou! E ele sempre afirmou: é chegado o reino de Deus... e explicou o que era esse tal “reino de Deus”: (Lucas 17:20,21) – “E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior, nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está em vós”, e igualmente diante de Pilatos: (João 18:36) - “Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”. Nós não somos seguidores de Moisés nem de Josué ou de Davi: (João 1:17) – “Porque a lei foi dada por Moisés; mas a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo”. Temos todo respeito com quem é seguidor destes profetas e tem na antiga aliança a sua fundamentação para nortear o comportamento (judeus), mas nós, discípulos de Yaohushua, devemos fidelidade somente á ele; de modo que se ele disse diante de pilatos que o reino dele não é deste mundo, se ele rejeitou a possibilidade do poder temporal oferecido por satanás na tentação do deserto, se em todo o evangelho não vemos uma vírgula vinda da boca dele exortando seus discípulos á serem candidatos ou votarem em algum político; devemos portanto imitá-lo. Ele, e somente ele é a nossa rocha, a nossa pedra de esquina, o verbo, o princípio e o fim, aquele em quem devemos esperar. A crise dos valores causada pela apostasia, provoca afirmações semelhantes á esta que estou analisando aqui: um crente que se diz seguidor de Jesus se espelhar no antigo testamento demonstra a perda do referencial, a perda da centralidade em Jesus.

3 – Mas estão criando leis contra a igreja, não vamos fazer nada em relação á isso?
a) A igreja apóstata já não age conforme os valores do evangelho; com certeza vamos fazer algo em relação á isto, porém a nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século (Efésios 6;12), ou seja; nossa ação não mais modifica a realidade por estarmos lutando no mundo material, físico, político/administrativo de relações de poder, mas de uma batalha espiritual, um batalha em outra dimensão de existência. E para calar a boca: (II Corintios 10:3,5) - “Pois ainda que existindo na carne, não lutamos de acordo com a carne, porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas, destruir raciocínios e toda altivez que é levantada contra o conhecimento de Deus... ”.

b) A perseguição por causa do evangelho de Jesus deve ser esperada e bem aceita pelos seus seguidores, a igreja que não quer ser perseguida é uma igreja decadente: (Lucas 6; 26) – “Ai de vós, quando todos vos elogiarem, porque dessa forma os seus antepassados tratara os falsos profetas”, e (Mateus 5:11,12) – “Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa, exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós”. A amizade que temos com Jesus é automaticamente uma declaração de inimizade para com o mundo e seu sistema, suas instituições e suas regras. Todas as leis e estatutos que visam a restrição da conduta humana estão RELATIVIZADOS em comparação ás leis verdadeiras e legítimas que nós temos que seguir.

Ao longo do ano de 2010 veremos mais uma vez os canalhas da fé em ação, em seus púlpitos e programinhas de televisão, servindo de garoto propaganda e de forma simbólica profanando o nome do Senhor que os regatou (2 Pedro 2). E como está profetizado nessa mesma passagem, muitos seguirão ás suas idéias, e por causa destes será difamado o caminho da verdade (2 Pedro 2,2). É triste, dá raiva mas é o cumprimento da profecia, e assim que tem que ser para o nosso Senhor retorne e nos arrebate: Maranata!!! Veja este cartaz como prova, dentre dezenas de outras, de mais um charlatão:



Por: Uchiha Madara (f)

Os cavaleiros templários do ecumenismo cristão


1) Jabes 2) Malafaia 3) Bezerra 4) Ezequiel Pires 5) Josimar 6) Jorge Linhares

Caros leitores; Tenho anunciado constantemente a todos;Trata-se de um esquema, que envolve entidades de força religiosa e política, para contaminação das igrejas evangélicas neste país com o movimento ECUMÊNICO.
Para que todos não pensem que estou fazendo sensacionalismo com este tema;Convido a todos vcs a presenciar, testificar E NAVEGAR;como a questão do ecumenismo já evoluiu e tomou forma de grande proporção no meio evangélico.

Estes dias encontrei neste site BWN "conteúdo Cristão"; www.bibliaworldnet.com.br; Uma quadrilha de pregadores conhecidos,introduzindo o seguinte conceito de fé e unidade para todos os seus seguidores : " diálogo inter-religioso no Brasil"; Que tem por filosofia unidade para todas as instituições cristãs , independentemente das preferências pessoais, posições teológicas,doutrinarias,sociais,culturais e política.
O Sr Pr. Jorge Pinheiro de Souza; Professor e pastor teólogo da Igreja Batista; Em seu blog neste mesmo saite "conteúdo cristão"; Ele na cara de pau assume a união evangélica entre os órgãos ecumênicos católicos CMI e CNBB. Entre esta união estão as Igrejas Metodista responsável pela (CONIC) órgão ecumênico evangélico;Presbiterianas,Brasil para Cristo,Anglicanas,Luteranas e Siriana Ortodoxa que assumiram oficialmente.No caso foram mais corajosas do que estas que vamos conhecer.
É possível lembrarmos que esta união ecumênica, visa representar seguimentos tanto na esfera, espiritual,eclesiástica,cultura,social e política, independentemente das doutrinas e divergências de opiniões; é o puro ecumenismo!!!!

Estão como responsáveis pelo editorial deste saite ecumênico os seguintes senhores : Pr.Orivaldo Ramos(Missionário da Sepal)- Sr Carlos Alberto de Quadros Bezerra(Presidente do conselho de pastores de São Paulo; Igreja Comunidade da Graça)- Reverendo Augustus Nicodemus Lopes (Professor do Centro Presbiteriano de pós Graduação;Igreja Presbiteriana)- Professor Dilmar Devanier(Centro teológico CETEOL) - Pr. Douglas de Oliveira Machado ( Ditor de Seminário Teológico da Missão Antioquia) - Diretor do Ministério Lar Cristão(Membro da Igreja Batista do Morumbi) - Pr.Jorge Pinheiro de Souza ( Teólogo da faculdade da Igreja Batista ) - Natanael Rinaldi (Fundador do instituto cristão de pesquisa ICP;Comunidade Evangélica da Paz).
Todos estes formam a quadrilha dos responsáveis pela infecção ecumênica neste saite!!!! Não para por aí; Os colaboradores e sustentadores deste saite também são : Conselho de Pastores de Minas Gerais CPEMG ( Presidente Pr.Jorge Linhares e o Vice Sr Pr.Naiêf ENTRE OUTROS); Conselho de Pastores do Brasil CIMEB ( Presidente Pr Jabes de Alencar -Assembléia do Bom Retiro; Vice quem???Pr.Silas Malafaia ENTRE OUTROS); Conselho de Pastores do Rio de Janeiro COMERJ (Presidente Pr.Ezequiel Cortaz Teixeira ENTRE OUTROS); Conselho de Pastores e Ministros de Duque de Caxias e interior do Rio de Janeiro CADIER ENTRE OUTROS. Lembrando que ambas estão envolvidas com a política até a cabeça!!!
Não faz muito tempo o Sr Malafaia foi a Rede Bandeirantes de televisão; assumiu perante em rede Nacional; Que a Igreja pode representar seguimentos de forma ecumênica, seja na política, na religião ou na área social;Pois não estará comprometendo seus dogmas e doutrinas de fé. Leia a matéria no meu blog " O MODELO DOS ESPERTALHÕES" veja os trechos desta barbaridade.

As Igrejas Assembléia de Deus e suas repartições; Igreja Batista e suas repartições;Presbiterianas e suas repartições;Igreja Metodistas e suas repartições entre outras credenciadas á estes conselhos de pastores;Estarão prontos para assinar com o Papa Bentão e todos da CMI e da CNBB em 2010 aqui no Brasil; de forma oficial e regulamentar;Junto com o Sr Presidente Lula; O tratado de Paz e união ecumênica para um Mundo melhor!!!!
Pode vir anticristo, qual seja o teu nome, venha reinar pois a apostasia da fé é o teu berço nesta terra maldita e de homens malditos e corruptos!! Tu que virás pregando a paz em pleno caos e apocalipse de Jesus!! Venha espírito do erro governar sobre todos que dentem a verdade pela injustiça!!Venderam a Igreja de Jesus, pelo poder de QUERER ser alguém nesta vida;Representantes e pastores do inferno é o que eles são, malditossssssssssssss!!!

Fonte: http://assembleiasapostatas.spaces.live.com/blog/cns!1BAF98BB509B70F9!164.trak

A DESGRAÇA MALAFAIA: Um modelo para espertalhões!!!


Inclusão apostata

Em um programa de televisão, exibido pela rede Bandeirantes, tive a oportunidade de conhecer mais um destes super-heróis em quadrinhos: um Robin Ode da fé. O James Bond das Igrejas Assembléias de Deus e da modernidade evangélica atual , desabrochou o verdadeiro sentido “apostata” e deu aulas de como ser um apologista da corrupção da fé sem vergonha na cara .

Apostasia da fé: “sinais dos últimos tempos”

No meio oportunista cristão, há muitas variedades e tipos de corruptores espirituais: a intelectuais, filósofos, humanistas, teólogos liberalistas, ecumênicos, pacifistas, curandeiros e exorcistas para todos os gostos em específico. No meio evangélico principalmente temos visto de tudo: picareta e safado á rodo, santos milagreiros, Elias que fazem o fogo descer do céu. Igrejas transformadas em Bancos de dinheiro e verdadeiras fortalezas milionárias( aonde se deposita seu tudo obtêm reposta divina com juros e correção monetária). Apostologia prospera a beira mar com técnicas de como estimular a fé dos fieis depositários das suas Igrejas dizimarem tudo o que tem. Sexologia doutrinária - uma Igreja prestadora de serviços espirituais e entretenimento. Tudo perfeitamente formulado e sem fundamento bíblico para mentir e enganar seus seguidores comerciais.

Silas Malacheia

No caso do senhor Silas, o poder está na psicanálise moderna e no moralismo ético. Um educador nato de como ganhar dinheiro e prestígio”auto-estima” neste Mundo. Um Incitador de ambição e obsessão material no meio cristão atual. Disseminador do conceito próspero e progressista, instruindo seus admiradores ao erro pela reformulação de uma nova doutrina de fé cristã”auto-afirmação”, deixando o gnosticismo medieval comendo poeira. Este homem é o reflexo da Elite cristã moderna. A evolução do movimento apostata concentrado na Igreja com gabarito de psicologia "comportamental". Técnico e teólogo sistemático, usa o autoritarismo de seus títulos e sua influência política para administrar uma das maiores organizações de corrupção espiritual chamada “Conselho de Pastores do Brasil”. Este urso é um espécie de general de condecorações carismática, mas que na verdade não passa de mais um destes inteligentes perigosos como Caio Fabio das Ilhas Fiscais.

Corporativismo político Alá-Malafaia

No programa Canal Livre da Rede Bandeirantes de televisão, o Sr e excelentíssimo Silas Malafaia"Assembléia de Deus" participou de uma entrevista claramente forjada pelos investidores da Bandeirantes evangélica. O psicanalista conseguiu inventar dois tipos de conduta e postura de fé para a Igreja atual. Fizeram a seguinte pergunta para o entrevistado : O que ele achava da Igreja X Estado?? Ele explica : 1) A Igreja e o Estado são separados; Ela pode representar segmentos, mas não fundar Estado. 2)pergunta jornalística : - Mas como o Sr explica os 102 envolvidos nos mensalões e sanguessugas?? A maioria eram evangélicos!!; Justifica "Malafaia" : - maioria não!! somente 30 envolvidos... Nada puderam provar contra eles!!; Quando disserem A Igreja Assembléia de Deus apoiou fulano para Presidente.. A Igreja não apóia ninguém, mas sim "eu" como cidadão.

Vemos aqui um espertalhão querendo separar o corporativismo político-religioso de união Igreja e Estado. Ele pensa que fala para burros e ignorantes? A Palavra de Deus condena "Associações e sociedades" seja pela participação direta ou parcial nesta questão. Não há diferença entre a Igreja que funda do Estado e aquela que passa a representar seguimentos políticos, pois ambas as partes representam um sistema.
Ele achou pouco 30 representantes evangélicos envolvidos em corrupção ativa e passiva. Mostrou-se um defensor de corrupção, quando ameniza para cúpula evangélica os danos causados ao cristianismo pelos escândalos “sanguessugas”. Um menino de recado da Igreja Universal do Reino de Deus, Assembléias de Deus, Quadrangular entre outras denominações envolvidas pelos seus discípulos políticos nesta vergonha.
A Igreja Assembléia de Deus como muitas outras, pratica política na Igreja como função ministerial. Lança Deputados e Candidatos á política, usando seus púlpitos e os votos da irmandade para quê?? representando o quê e quem?? A não ser a imunidade parlamentar que todos querem, o uso do poder e da maquina pública e a supremacia denominacional. Comícios descarados e sem contexto bíblico ao som de cantores de música gospel popular-brasileiro para promoção dos seus candidatos ou futuros parlamentares da maçonaria evangélica. Exemplo como o Sr Malafaia, participando de jantares para eleição e reeleição do Presidente Lula junto com outros representantes de Igrejas grandes e elitizadas(Univesal do Reino,Batista,Quadrangular,Renascer em Cristo e outros) para posteriormente ganhar o cargo de (Conselheiro Econômico e Social do Governo Lula). Como cidadãos e não como pastores? Deixam de ser líderes e representantes evangélicos quanto representam o Estado?? Não seria a Igreja a principal responsável pela delegação destes filhos do diabo em Brasília?? Ele acredita que representar segmentos políticos como pastor e ter um sala e uma cadeira no "Planalto" não influencia os seus seguidores?? Não forma opiniões políticas e partidárias no meio cristão?? As declarações deste indivíduo não fica só na questão política. A parada é mais dura ainda, e o senhor espertalhão vai alem das fronteiras malignas desta terra.

Ecumenismo Alá-Malafaia

Pergunta do jornalista : A Igreja Assembléia de Deus participa de Ecumenismo com A Igreja Católica?? Ele Responde : Não!!! 1) No que diz respeito aos dogmas, princípios e doutrina de fé não participamos; pois não são os mesmos, são contraditórios. 2) A maioria das Igrejas evangélicas 98% delas não participam.3) A Igreja Católica também é assim em sua doutrina. 4)tolerar e respeitar o diferente. 5)Conviver e andar com pessoas de posturas ideológicas diferentes não querem dizer "somos iguais ou os mesmos".

Caros leitores A Igreja Católica esta credenciada ecumenicamente pela ONU nos seguintes termos(Unidade - Diversidade - Tolerância) Representada pelos seguintes órgãos oficiais(CMI - CNBB), ele não sabia disso??? Ao introduzir um sistema ecumênico diferente, cujo sua implicância quebra dogmas de fé e cria uma Igreja Mundial? ele erra completamente o significado desta palavra e sua ideologia. Ele não sabe o real sentido do ecumenismo? ou sabe e não quis falar ? usou a distorção de sentidos para formatar o outro ecumenismo legítimo que pratica. O espertalhão recriou um outro tipo de ecumenismo para dar sentido legal ao corporativismo ecumênico religioso que as Assembléias de Deus praticam a muito tempo!!! Existe uma sigla evangélica Ecumênica á 30 anos no mercado(CONIC) cujo seus participantes e idealizadores seriam: Igreja evangélicas Metodista - Presbiteriana - Anglicana -Luterana entre outras. Ele não sabia?? 98% não está participando do ecumenismo doutrinário que ele ensinou pela Bandeirantes, mas o ecumenismo corporativista que ele omitiu? 98% participam e inclusive ele! Que diferença faz??? que consenso há entre Cristo e Belial?? que comunhão há entre a luz e as trevas?? A Igreja e os ídolos???Não andeis com aqueles que se diz irmão, mas for avarento, idolatra, beberão... como ele nem comais!!! Apostolo Paulo fala nestes termos. Quanto ao espertalhão Assembleiano? O Santo Agostinho foi um homem importante como papel de cristão, inclusive para institucionalizar mais ainda a Igreja Católica e dar forças as suas mentiras ecumênicas e doutrinárias! Seria ele um teólogo da libertação “opção pelos pobres“ pregando agostinianamente a prosperidade e a busca pelas riquezas do Catolicismo? Ou a divisão dos bens do Papa para humanidade mais pobre??

Tratado ecumênico - 2010

Os líderes destas Igrejas não assinaram um tratado ecumênico oficial e com cerimônias, devido o medo de seus membros não aceitarem! Não querem correr o risco de serem rejeitados por um parecer de indicativos do ibope. Já estariam em Roma servindo assumidamente o anticristo (Governo Mundial - ONU) se tivessem o apoio que precisam.
A última peça neste tabuleiro “jogatina de política infernal” seria a Igreja assinar um este tratado de morte "ecumenismo doutrinário" formalmente. Enquanto isso, as Igrejas evangélicas estão em um período de namoro ecumênico social, religioso e político pelo corporativismo apresentado. Em fase de experiências e publicações carismáticas com o catolicismo, para ver até aonde a opinião pública irá aceitar! Preparados para 2010.
Quem sabe um dos candidatos a Presidente não venha a ser o espertalhão!!! Lábia ele e técnica ele tem, mas sinceridade, verdade e fundamento bíblico para legalizar o ecumenismo corporativista e político, falta muito !!!! Falta neste homem o bom cheiro suave de Cristo, como muitos outros abusados dos pobres de espírito!! APOSTATA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Veja você mesmo :

PARTE 04 http://www.youtube.com/watch?v=LXsheB4xCbw
PARTE 05 http://www.youtube.com/watch?v=CuckuVYi3Vg

Fonte: http: Tupirani