Nova ordem mundial

Escritor Paulo Coelho tem abrigo subterrâneo (Anti-atômico)

Vejam só, o Mago Paulo Coelho construiu o seu próprio abrigo subterrâneo no sub-solo da sua casa! Ora, não só os poderosos, políticos, artistas e milionários em geral estão se precavendo para o deve ocorrer, mas até as camadas abaixo dessa pirâmide também. Paulo Coelho, apesar de produtor de uma horrível literatura, tem enriquecido bastante nos últimos anos através do empobrecimento constante do cérebro médio/burguês do brasileiro que compra seus livros com conteúdo pouco aprovetável e nada filosófico. Porém a quantidade de des-cerebrados é tão grande que suas últimas publicações lhe tem rendido frações possíveis até mesmo de produzir o seu proprio abrigo anti-nuclear!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

2012: O massacre do pinheirinho



vídeo revela os jogos de interesses na expulsão dos 9.000 moradores da ocupação Pinheirinho, de 8 anos, em São José dos Campos. Traz, também, imagens do dia da desocupação (22/01) e depoimentos sobre a truculência policial.

www.comunicadorespopulares.org

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Direitos humanos para Cuba???

Notícia: A presidente Dilma Rousseff disse hoje (31), na capital cubana, Havana, que sua posição é a de defender os direitos humanos de maneira global e não tratar dos assuntos ligados a violações específicas atribuídas a Cuba. "O mundo precisa se comprometer em geral. Não é possível fazer da política de direitos humanos só uma arma de interesse político e ideológico. O mundo precisa se convencer que é algo que todos os países do mundo têm de se responsabilizar, inclusive o nosso", disse a presidente.
COMENTÁRIO A ultima hora
As grandes corporações de mídia parecem que combinaram em todos os telejornais que assisti nesta segunda feira. E este não é o primeiro nem o único caso de notícia “repetida” e noticiada exatamente com o mesmo conteúdo em todos os noticiários de diferentes emissoras. Segundo o filósofo Olavo de Carvalho, que reside nos E.U.A, os jornais brasileiros somente copiam os seus conteúdos dos noticiários americanos BBC e New York times. Pelos nos três canais que assisti eu ouvi a mesma coisa: a presidente Dilma deverá tratar apenas de tratados comerciais e deixar as questões de direitos humanos de lado... Ora, o Brasil é o país mais mafioso da América latina, aonde falar de direitos humanos é motivo para ser xingado nos programas policiais da tarde como defensor de bandidos. Esse pensamento já se impregnou por aqui, de que a defesa dos direitos humanos é o mesmo que defender bandidos, de modo que os mesmos que proferem esse argumento, sãos defensores fanáticos do militarismo, saudosos da ditadura militar de 64 beirando ao fascismo descarado, como no caso do deputado Jair Bonsonaro. Que moral tem o Brasil, com um Estado bandido que tem, com as forças armadas mais fascistas da América latina preservadas desde o golpe militar, para questionar direitos humanos à Cuba? Vejam o que os militares brasileiros estão fazendo no morro do alemão; jorram denúncias de abusos, de mortes com tentativa de incriminar o morto com o famoso “Kit bandido”, típico de todo militar brasileiro. Diretos humanos para Cuba? Uma semana antes de Dilma viajar para Cuba, o Brasil deu uma lição de direitos humanos com a população de Pinheirinhos, em São Paulo, o que dizer da ação mais criminosa da história da polícia Paulista? Direitos humanos para Cuba? O que dizer dos mais de duzentos executados pelo BOPE no morro do alemão em Novembro de 2010 e ocultado pelos órgãos de segurança pública até hoje? O que dizer das inúmeras chacinas proporcionadas pelo BOPE nas favelas cariocas ao longo de sua história macabra e marcada pelo sangue e pela morte?
Em Cuba existe uma situação melhor do que aqui, pois pelo menos lá existem presos políticos, ou seja; as pessoas são presas. Aqui elas são simplesmente exterminadas do mapa! A polícia trata de “dar um fim” à todo “inimigo” ideológico. As milícias do RJ são o exemplo claro disso, mataram a juíza Patrícia, ameaçam todos os dias o deputado Marcelo freixo, e executam todos os que se colocam no seu caminho. Porém, quem são mesmo os membros de milícias? Ahh, policiais! Ou seja; membros do Estado, o braço armado do Estado. Cuba está mais avançado do que o Brasil, pois lá se você for contra o governo você é preso, mas aqui você é executado.
Ahh, vai pra Cuba que o pariu! O Brasil é o país mais criminoso e mafioso desse continente, e ainda querem pedir direitos humanos pra Cuba?
Vão todos pra Cuba que o Pariu. E fim de papo.

Arthur Teixeira conta o que sabe

Resumo: Já vi este filme… Saddam Hussein foi considerado amigo dos Norte-americanos enquanto aceitou o dólar como moeda de pagamento do petróleo do Iraque. Quando se virou para outros mercados e pretendeu vender o crude fora do controle da OPEP, aí a cobra fumou… Até àquele momento ninguém falava das atrocidades do ditador e da falta de Democracia no país. Depois foi o que se viu.
Ora, Muammar Al Quathafi foi amiguinho do Ocidente enquanto não exigiu o Euro como moeda de troca pelo petróleo líbio, um petróleo da melhor qualidade, isento de enxofre, que se pode extrair praticamente a balde… cujas reservas são das maiores do Mundo. Pelo lado da Líbia, o pico do petróleo está por acontecer… Antes de decretar o seu assassinato, o Ocidente não enjeitou o apoio financeiro à candidatura de Sarkozy à presidência da França e os USA, a colaboração na sua guerra ao Terrorismo Islâmico, para onde mandou alguns membros da Al Qaeda para serem sujeitos à tortura dos esbirros líbios. Enquanto assim foi ninguém se lembrou do facto de que na Líbia não existia Democracia e os Direitos Humanos não eram respeitados, que uma horda de rebeldes manipulados reclama com armas… E tenho sérias dúvidas que alguma vez esta gente venha a estabelecer um regime de tolerância democrática.
A dita “Primavera Árabe” não é tão primaveril como parece… Já foi denunciado que a agitação popular desencadeada teve a “mãozinha invisível do Ocidente”. Lembro-me de ter lido um artigo, aquando da I Guerra do Iraque, que os USA, através da CIA, tinham iniciado um programa de aliciamento ideológico junto de jovens islamitas, tendo em vista criar uma elite muçulmana pró-Ocidental. No terreno, agentes e comandos dos Serviços de Inteligência Ocidental acicataram a rebeldia de uma juventude que busca a ilusão da Modernidade das sociedades do Hemisfério Norte, dos dois lados do Atlântico. Quantos deles não serão agora os agitadores? Sintomático disso foi ouvir um jovem alienado gritar numa manifestação em Tripoli que “antes a Liberdade, que água”… Ora uma coisa não tem nada a ver com a outra. Foi precisamente no abastecimento de água potável para todos que Kadafi também se notabilizou, investindo fortemente em obras de captação, transporte e distribuição do precioso líquido... As fotos abaixo são esclarecedoras. Só não vê quem não quer.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A S.O.P.A é salgada e a P.I.P.A vai voando...

É meus amigos, parece que mais um estágio da agenda Iluminati está em vigor, as estruturas da internet estão agora abaladas. Com os projetos de lei SOPA e PIPA, todos os downloads que fazemos e o conteúdo que colocamos para download estão em perigo. Creio que vocês já devem estar cientes do que está acontecendo... Quanto aos vídeos do youtube, e principalmente do nosso canal no youtube, recomendo que baixem para o seu computador. Usem este programa:

http://www.baixaki.com.br/download/atube-catcher.htm

Baixem e armazenem o máximo de vídeos possíveis em seus computadores, não sabemos se o youtube será afetado, é provável que todos os conteúdos estejam inacessíveis num futuro próximo. Segue abaixo a tabela de servidores de downloads que estão fechados, estão fechando ou estão fora do ar para “reformas”:

Para se informar mais, veja estes vídeos:

A Agenda bélica

Atualização: para quem não entende inglês, vou resumir o video1.

VIDEO1: Em 2007, o ex-General Wesley Clark, deu a conhecer uma conversa com pessoal do Pentágono. Dez dias depois dos atentados do 11 de Setembro, Clark recebeu a informação de que os EUA iriam atacar o Iraque. Admirado, perguntou "Por quê?". Responderam-lhe que também não sabiam.

Clark insistiu e indagou se tinham achado alguma ligação entre a Al Qaeda e Saddam Hussein.
A resposta foi negativa. Dias depois, Clark encontrou-se com quem lhe passou essa informação e repetiu a pergunta:"Sempre vamos atacar o Iraque?", e o seu interlocutor retorquiu: "É pior que isso! Acabei de receber esse documento do Departamento de Defesa. Vamos atacar 7 países em 5 anos, começando no Iraque. Seguem-se a Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e por último o Iran".

Observações CF: O Iraque e a Líbia já foram atacados. O objetivo de invadir estes 7 países em 5 anos falhou porque a guerra no Iraque foi mais longa do que o previsto. Mas a agenda continua. Há movimentações de tropas no Norte de África. No futuro, também a China será confrontada como veremos no vídeo2.

VIDEO2: legendado em português. Veja a partir do minuto 11:50.



sábado, 21 de janeiro de 2012

O que é o desarmamento?

Para mim, eu sou completamente indiferente à política de desarmamento simplesmente porque eu não ume armarei para “proteger” minha família. A vida acima de tudo, o medo acima de tudo. Isto é o que essa raça decadente e alienada tem como valores:

“Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e, ao que quiser brigar contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe empreste. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”.
(Mateus 5; 39-44)

Quem apóia o cidadão armado apóia indiretamente a guerra civil. Querem que o cidadão pegue em armas para defender-se do crime que é fomentado pelo próprio sistema. Ele (o cidadão), não se enxerga dentro da enorme manipulação que o engoli. Não tem a mínima percepção de que ele está sendo usado para trazer à vida o pior sistema fascista que já existiu na Terra. Segundo a ética de Jesus, quando alguém vem nos assaltar, por sermos tão desapegados com os bens materiais, não apenas damos o que ele quer, mas damos algo à mais ao assaltante. Lógico que este pensamento é um escândalo para os dias de hoje, além de ser completamente ridicularizado. Jesus e mundo continuam sendo incompatíveis.

A farsa da legítima defesa
Não há defesa, há ataque. Existem duas armas básicas: o escudo e a espada, sendo a primeira de defesa e a segunda de ataque. Ora, em toda a história do universo, a defesa se faz com um escudo, e não com a espada, pois com a espada se efetua o ataque! Uma arma de fogo, como uma pistola é assim comparada à uma espada, ela serve para ferir o outro. Desse ponto de vista identificamos que a ideologia de defesa é apenas uma fachada para se pôr em prática um sentimento de vingança, preenchido de ódio, ressentimento e rancor. Quem “se defende” atacando, na verdade não está se importando com a sua integridade, na verdade ele quer é se vingar, causar dor e sofrimento ao assaltante, por exemplo. Mas ele mesmo está em trevas, pois há ódio dentro dele.

“Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.”

(I João 2; 9-11)

Manipulando a massa
Essas ações de desarmamento servem apenas para incitar os conservadores e implantar a mentalidade de culto à violência, como ocorre nos linchamentos públicos de assaltantes que são “pegos” em fuga. No Rio de janeiro isso já virou comum, e se você for perguntar a opinião das pessoas quanto à isso elas irão concordar, dizendo: É isso mesmo, tem matar um miserável desse... Queima ele, corta a cabeça. Ora, se isso não é barbárie não sei mais o que é, e são estas idéias que permeiam o pensamento popular, que se auto-intitulam de sociedade democrática. Depois dizem que é no Irã que existe ditadura...

De modo que propor o desarmamento é praticamente um pedido para os animais de rebanho sem consciência se armarem ainda mais, pensando que estão “protegendo a sua família”. Esta sociedade nunca foi tão anti-cristo!!!

























No jogo das conspirações, essas ações governamentais de controle da mentalidade popular possuem várias cartas: a carta controle de armas e a carta Mate pela paz são as principais.

As únicas coisas que se discutem é a capacidade do cidadão de se “defender” de um criminoso e o fato dele possivelmente ficar desprotegido. A ética de Jesus nunca é posta em discussão, o que nos diz o evangelho é posto completamente de lado... Ora, não percebemos que isto é um plano orquestrado para se deixar de lado o espírito de Jesus e ficarmos discutindo o direito de andar armado. Estão todos entretidos discutindo o direito de andarem armados enquanto que o evangelho é posto de lado, sem pestanejar!

Eu não andarei armado, não preciso de arma, não agredirei ninguém, nem matarei ninguém chamando isso de defesa pessoal. Se quiserem levar o pouco que eu tenho que levem... Miseráveis são os que pensam somente neste mundo, na roupa que vestem nesse mundo, no carro que andam nesse mundo. MISERÁVEIS!!! Não são somente os que roubam os bens materiais, mas aqueles que também matariam se possível para não serem roubados! Miseráveis, cegos, pobres e nu! Esse é o Homem pós-moderno.

Carro bomba no Irã

Resumo da notícia:
Um cientista nuclear iraniano morreu quando seu carro explodiu atingido por um motociclista nesta quarta-feira, o que levou o governo do Irã culpar agentes israelenses e norte-americanos, mas insistir que o assassinato não o iria desviar do caminho de desenvolver o programa nuclear do país. A tensão sobre a questão nuclear provoca temores de guerra e ameaça o fornecimento mundial de petróleo.

Israel, cuja agência de inteligência Mossad tem um histórico de assassinatos secretos no exterior, não quis comentar o atentado desta quarta-feira. De qualquer forma, o ataque traz algumas marcas do trabalho de agências de inteligência sofisticadas, capazes de driblar o extenso aparato de segurança do Irã e também de mostrar cuidado em limitar os danos aos passantes.

Fonte: Estadão

COMENTÁRIO A última hora

2012 parece ser o ano das conspirações, aonde todas as cartas iluminatis se tornarão realidade. Dessa vez um cientista Iraniano morre com um carro bomba. Ora, só me diz se fosse ao contrário, se fosse um atentado em Israel? Rsrsr, Irã já estaria sendo bombardeado nesse exato momento pelas “potências ocidentais”. Peço apenas que reflitam nessas imagens abaixo, e no que elas significam:


A Agenda bélica

Atualização: para quem não entende inglês, vou resumir o video1.

VIDEO1: Em 2007, o ex-General Wesley Clark, deu a conhecer uma conversa com pessoal do Pentágono. Dez dias depois dos atentados do 11 de Setembro, Clark recebeu a informação de que os EUA iriam atacar o Iraque. Admirado, perguntou "Por quê?". Responderam-lhe que também não sabiam.

Clark insistiu e indagou se tinham achado alguma ligação entre a Al Qaeda e Saddam Hussein.
A resposta foi negativa. Dias depois, Clark encontrou-se com quem lhe passou essa informação e repetiu a pergunta:"Sempre vamos atacar o Iraque?", e o seu interlocutor retorquiu: "É pior que isso! Acabei de receber esse documento do Departamento de Defesa. Vamos atacar 7 países em 5 anos, começando no Iraque. Seguem-se a Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e por último o Iran".

Observações CF: O Iraque e a Líbia já foram atacados. O objetivo de invadir estes 7 países em 5 anos falhou porque a guerra no Iraque foi mais longa do que o previsto. Mas a agenda continua. Há movimentações de tropas no Norte de África. No futuro, também a China será confrontada como veremos no vídeo2.

VIDEO2: legendado em português. Veja a partir do minuto 11:50.





Fonte: Ciclo Final

Carro bomba no Irã

Resumo da notícia:
Um cientista nuclear iraniano morreu quando seu carro explodiu atingido por um motociclista nesta quarta-feira, o que levou o governo do Irã culpar agentes israelenses e norte-americanos, mas insistir que o assassinato não o iria desviar do caminho de desenvolver o programa nuclear do país. A tensão sobre a questão nuclear provoca temores de guerra e ameaça o fornecimento mundial de petróleo.

Israel, cuja agência de inteligência Mossad tem um histórico de assassinatos secretos no exterior, não quis comentar o atentado desta quarta-feira. De qualquer forma, o ataque traz algumas marcas do trabalho de agências de inteligência sofisticadas, capazes de driblar o extenso aparato de segurança do Irã e também de mostrar cuidado em limitar os danos aos passantes.

Fonte: Estadão

COMENTÁRIO A última hora

2012 parece ser o ano das conspirações, aonde todas as cartas iluminatis se tornarão realidade. Dessa vez um cientista Iraniano morre com um carro bomba. Ora, só me diz se fosse ao contrário, se fosse um atentado em Israel? Rsrsr, Irã já estaria sendo bombardeado nesse exato momento pelas “potências ocidentais”. Peço apenas que reflitam nessas imagens abaixo, e no que elas significam:




Provas da guerra no Oriente Médio

Quem gosta de suspense é aconselhado ler este artigo, não irá se arrepender. Vamos tratar da guerra secreta que se trava desde os últimos dois anos no Oriente Médio, e que está agora emergindo de uma vez, para todo mundo ver.
Os “aparentes” atores principais desta peça trágica chamam-se Israel e Irã, mas os verdadeiros são os de sempre: norte americanos, russos e chineses. O resto do cast, os coadjuvantes, não são de menosprezar: Egito, Turquia, Síria formam realidades complexas, peças de manobra no tabuleiro do oriente médio.

O “camarote” tem os vidros fumê, ainda não dá para ver claramente quem está dirigindo o show, apesar de muitos crerem poder identificar nos grandes grupos de poder, os conglomerados econômicos e financeiros, os que de fato controlam o desenrolar da peça. O público pagante somos nós.

A questão “oficial” é nota: o Irã está tentando construir um sistema industrial que permita ao aparato militar de equipar-se com armas nucleares, e Israel não quer que isso aconteça, por óbvios motivos. A “não oficial” fala sempre da mesma coisa: petróleo, energia para o futuro da geração dos “irresponsáveis”, da qual nos fazemos parte, tanto é que o dinheiro que custeia tudo isto provém dos bolsos, direta ou indiretamente, dos “desligados” contribuintes do planeta.
Sabemos que o Irã, além de ser um país populoso com um enorme aparato militar, tem o território encravado naquela riquíssima região de mares subterrâneos de combustíveis, e suas fronteiras tocam Rússia, Turquia, Iraque, Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes, Oman, Paquistão e Afeganistão. Ao ver tal lista de vizinhos podemos começar a entender a importância estratégica que o Irã tem no tabuleiro do xadrez no oriente médio, e não só disso.

O verdadeiro perigo que o Irã representa, nesta lógica que estou apresentando, é que, em sendo a maior potência militar ativa naquela região, fora Israel, pode a qualquer momento bloquear o tráfego marinho no estreito de Hormuz, no Golfo Pérsico, impedindo a qualquer navio o recebimento e o transporte do petróleo que sai dos depósitos dos países árabes que fornecem o bloco ocidental dos americanos e dos europeus, deixando os primeiros reféns do combustível venezuelano de Chavez, e os segundos do petróleo e do gás russos, que seriam garantidos através da fronteira natural do Mar Cáspio, que une o Irã à ex URSS.

Se isso acontecesse, seria uma revolução tal que de imediato provocaria uma debàcle das democracias atlânticas e mediterrâneas, dividindo o mundo em dois: os que tem energia, e os que devem comprá-la. Nesta simples equação reside o verdadeiro motivo de tudo que vemos desenrolando-se naquela região.

Mas vamos dar uma olhada ao tabuleiro, e ver a posição de cada peça. A Rússia controla o mercado do gás na Europa, mas não o do petróleo, em mãos dos Países árabes aliados aos Estados Unidos, encabeçados pela Arábia Saudita. Junto com a China escolheram o Irã como posto avançado na região, fornecendo a esta Republica Islâmica armas, dinheiro, aparatos técnicos e conhecimentos científico-militares. É assim faz tempo, mas dois anos atrás algo mudou: um avião com cinco “técnicos nucleares” russos, em missão como “treinadores” dos iranianos, explodiu “casualmente” antes de aterrissar, matando todos.

Nos meses seguintes, outros tantos engenheiros nucleares iranianos – os que tinham sido treinado pelo russos – também morreram, alguns “casualmente”, outros nem tanto. As fábricas onde o programa nuclear iraniano era desenvolvido começaram a ser alvo do serviço secreto israelense, o Mossad. Antes intervieram através de uma nova geração de vírus eletrônicos que desestabilizou todo o aparato da tecnologia nuclear dos Ayatollah, reduzindo-o de um terço, de fato atrasando o cronograma dos islâmicos.

A este ataque cibernético seguiu um bem mais “normal”, com a explosão de uma base de mísseis próxima a Teheran e, na semana passada, de uma fábrica de ogivas. Os dois países, Irã e Israel, começaram a acusar-se reciprocamente, um invocando a suposta intenção do outro em destruí-lo. Neste impasse, a diplomacia internacional tentou, e ainda está tentando, forçar os iranianos a desistir do programa nuclear com sanções econômicas duríssimas, mas que até agora não tiveram êxito nenhum, se não o de cristalizar as posições da Rússia e China, em favor dos xiitas iranianos.

Os americanos, então, decidiram “meter a mão na massa”, e começaram a enviar material bélico à Israel, secretamente, para ser usado em solo iraniano: os “drones”, aviões sem pilotos, invisíveis aos radares, equipados com câmeras e bombas de precisão. Evidentemente o governo americano sempre negou tal feito, mas ante ontem (4 de dezembro) os iranianos abateram um desse exemplares de última geração, os mísseis Rq-170 Sentinel, hiper-tecnológicos UAN (Unmanned Aereal Vehicle), e a farsa acabou. Os protestos russos se levantaram de imediato, e deram guarita à decisão de manter navios de guerra em frente ao litoral sírio, outra “trincheira” dos ex-soviéticos. É noticia de hoje, porém, que os americanos não se deixaram intimidar, e mandaram os navios de guerra estacionados no Mar Vermelho, através do Canal de Suez, no Mediterrâneo, em direção à Síria.

Em breve teremos, talvez, as duas potências mundiais uma em frente à outra, como antigamente. Neste quadro preocupante o Egito se encarrega de fornecer mais motivos de suspense. As recentes eleições mostraram um novo equilíbrio do poder, em formação na terra das pirâmides. O 40% dos votantes elegeram o Partido Islâmico (moderado) como representante, e outro 20% deram a própria preferência ao partido dos Salafitas, fundamentalistas islâmicos, inimigos mortais dos hebreus. O governo que será em breve formado será totalmente contrário à política de “boa vizinhança” com Israel, siglada em Camp David nos anos 80 e mantida nas últimas décadas pelo governo precedente de Hosni Mubarak.Para complicar ainda mais a situação a potentíssima Turquia, desde sempre “barreira” ocidental em terras islâmicas, mudou de opinião, e entrou em conflito diplomático com o governo ultra-conservador de “Bibi” Nethaniau, ameaçando romper os acordos comerciais e militares.

Eis que os três lados do triângulo no qual Israel está encravada, são agora definidos: Egito, Turquia, Síria e Irã tem tudo para fornecer preocupações de sobra aos israelenses, e aos ocidentais que financiam e sustentam o poderio militar dos hebreus na região. Estes, de fato, querem mostrar que sabem responder à altura, numa “queda de braço” que não poderá ajudar algum processo de paz no Oriente Médio.

Aparentemente, então, a situação é muito preocupante, e de fato o é. Mas tem algo mais. A nave espacial que desceu, em janeiro passado, sobre o templo maior dos cristãos, hebreus e muçulmanos, foi mensageira de um recado de Yahweh/Allah: não mexam onde não devem, o momento agora é meu, não mais de vocês. Os governos russos e americanos, que há muitos anos têm relacionamentos constantes com expoentes de outras civilizações extraterrestres, sabem com quem estão tratando, conhecem a determinação e o poderio tecnológico dos nossos irmãos “de fora”, e os temem.

A verdadeira guerra não é nas dunas do deserto da África, mas na matriz quântica de Javeh, de Jesus e Sai Baba. E ali que se enfrentam o exército da luz e o das trevas. E a batalha final, o Armagedon, já tem um êxito predeterminado.

Podemos dormir em paz, se esta for a vontade do Pai. Se for outra, o saberemos em breve.

Fonte: Orbum.org

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COMENTÁRIO A última hora
Fazendo-se as devidas ponderações, pois o site de onde tirei esse texto é de Ufologia, o texto demonstra muito claramente que o cenário está se armando para o Armageddon. Eu somente acrescentaria que, neste nosso mundo dos homens, não existe “O Bem contra o Mal”, não há certos e errados, mocinhos e bandidos nestes cenários; há apenas disputa de poder, rivalidade e lucro. Nem Israel é o “bem” nem o Irã é o “mal”, mas pelo condicionamento mental que sofremos, somos levados à tomar partido daquele que é evocado como o “Bem”. Irã com a sua república Islâmica que acredita fielmente em submeter o mundo à vontade impositiva de Alá (Jeová), e Israel que é um estado Sionista, fascista, que no passado se aliaram à Hitler para destruir os próprios judeus; os verdadeiros judeus não constituem o Estado de Israel!!! Uma coisa é judaísmo, outra é Estado de Israel. São dois Estados teocráticos, não são governos Laicos, cada qual defende uma divindade, no fundo, é como na Grécia, aonde nas guerras eram os deuses que estavam por trás controlando os humanos. Porém neste caso as duas divindades, do Islamismo e do Judaísmo são a mesma! O deus do antigo testamento (Jeová) e Alá são as mesmas divindades, leia o Alcorão! Judeus e Árabes são irmãos, e pela briga de irmãos é que o mundo será levado á terceira guerra mundial. Sinceramente? Eu quero é que se exploda, e que tudo aconteça logo, estou de saco cheio desse planeta... Pois são profecias, acontecerão mais cedo ou mais tarde. 2012 um ano normal, quero ver é 2013! Os maias não profetizaram fim de mundo nenhum, se existe uma profecia Maia é que nesta data, o “deus sol” retornaria à Terra. Quem é o “deus sol”?

 

Gastos militares com UPPs no RJ superam gastos da Coréia do norte

A partir de 2014, quando as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) contarão com efetivo de 12 mil policiais, o custo anual da pacificação deverá ser de, no mínimo, R$ 720 milhões. O valor é maior do que os PIBs (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas) de 60% dos municípios do Rio de Janeiro. No dia 19 deste mês, o programa de polícia pacificadora completa três anos.

Com aproximadamente 3.550 policiais, as 18 UPPs já implantadas gerariam um custo estimado em R$ 230 milhões por ano. Com a gratificação de R$ 500 paga pela Prefeitura do Rio a cada policial de UPP, o salário bruto dos PMs gira em torno de R$ 1.700. Na conta do custo por PM, estimado em R$ 5.000 por mês, entrariam os gastos com implantação e manutenção da unidades, equipamentos, fardamento, armas, carros, entre outros.
Fonte: R7.com

Comparando... Coréia do Norte
Segundo números divulgados pela Coreia do Norte, seus gastos militares aumentaram para 570 milhões de dólares em 2009, dos 540 milhões de dólares em 2008, 510 milhões em 2007 e 470 milhões de dólares em 2006.

COMENTÁRIO A ultima hora

A comparação que faço não é para defender aquele discurso fascista dos idiotas fascinados por programas policiais da TV, dizendo que estamos em uma guerra: “olha só gente! Vivemos numa guerra civil...”, não! A comparação entre Rio de Janeiro e Coréia do norte é para exemplificar a postura dos Estados militares. A implantação gradual do Estado policial no Rio de janeiro necessita que seja gasto com a militarização da sociedade quantias que um único país comunista gasta com as suas forças armadas. O poder de repressão do Estado já é absurdo, e a tendência é que ele aumente cada vez mais. Para manter a Matrix do “Bem” e do “Mal” gasta-se atualmente R$ 280,00 milhões por ano.
Em 2014 o Rio de Janeiro sozinho vai superar a Coréia do norte em gastos com guerras, mas no caso deles a guerra é real, pois possuem os EUA como inimigo direto. Aqui a guerra é inventada, serve para esconder o lado obscuro do Estado, é o Estado que controla e sempre controlou o tráfico de drogas e que mantém os trabalhadores terceirizados (traficantes armados dos morros) sob o controle. Agora a ordem é outra, os traficantes estão sendo “eliminados” do jogo para o próprio Estado se apropriar de tudo.
Nos Estados altamente militarizados um fuzil é muito mais valorizado que um livro, um lápis e um caderno. Na verdade ele é cultuado, é posto no pedestal dos bens de consumo subjetivos. A idolatria à caveira do BOPE, o culto à violência Estatal e o apoio da população à esta cultura é o que realmente sustenta o império das trevas.
Fonte: Oglobo.com

Lei da palmada: controle do governo sobre os indivíduos (Biopoder)

Notícia: “Câmara aprova Lei da Palmada com multa a quem não denunciar maus-tratos – A Câmara aprovou ontem projeto que proíbe os pais de aplicar castigos físicos nas crianças. Conhecida como Lei da Palmada, a proposta foi aprovada por unanimidade, em comissão especial, depois que o governo cedeu à pressão da bancada evangélica e alterou a expressão ‘castigo corporal’ por ‘castigo físico’. Fonte: Carreio-Lageano.com

Nenhuma perversidade se apresenta com “chifres” de diabo, é sempre na justificativa de proteger algo ou alguém, é em nome do bem que se faz o maior mal. Na história, foi em nome de Deus que mais se derramou sangue. E desta mesma forma, com a justificativa de estar protegendo as crianças de castigos físicos que o Estado Iluminati brasileiro avança em seu plano de controle total da vida mental e privada dos indivíduos.
Precisamos unir as peças do quebra cabeça e não olhar isoladamente estes aspectos jurídicos de judicialização da vida humana. Não é só este avanço de controle privado, mas também a crescente militarização das favelas (UPP), a implantação da mentalidade de aceitação do extermínio dos desviantes da lei, o envenenamento da sociedade e da fomentação do ódio na defesa da pena de morte, etc. Isto é a nova ordem brasileiro (NOB).

Ora, na história da civilização humana os pais sempre corrigiram seus filhos com algumas palmadas, quer sejam um pouco mais fortes ou mais fracas; (isto aqui não vem ao caso) pois o mais importante à ser debatido é a extrema idiotice dos canalhas que, com uma filosofiazinha de “meia pataca” e politicamente correta, querem extinguir esta relação de autoridade entre pai e filhos que se estabelece pelo uso limitado
da força punitiva. Os pais não poderão mais bater nos filhos, mas a polícia sim! Ah, essa tem o direito “legítimo” de espancar os cidadãos a hora que lhes “der na telha”. E não só espancar, com aqueles famosos tapas na cara, típicos de militares, mas até mesmo matar, coisa mais comum em grandes cidades governamentalmente mafiosas como Rio de janeiro e São Paulo.

Este é o avanço do Biopoder, tema estudado pelo psicanalista e filósofo Michel Foucault. Bio (vida biológica) controlada por um poder, porém a vida biológica em questão é a vida humana; não é a biologia animal (aves, répteis, peixes...). Biopoder é o controle total, de todas as esferas da vida de um indivíduo enquanto tal. “A política é a continuação da guerra por outros meios”, dizia Foucault.
Biopoder/Biopolítica e a Sociedade de Controle (Michel Foucault)

Após se dedicar ao desenvolvimento da sua compreensão ascendente e múltipla do poder, Foucault passa a esboçar – em sua última aula do curso de 1976 no Collège de France – uma formulação da teoria do poder político calcada na noção de “biopoder”, que, vinculada ao tema da governamentalidade, será posteriormente desenvolvida em obras e artigos posteriores, tais como “História da Sexualidade” (1º volume), “A vontade do saber”, “Segurança, território e população”, “Nascimento da biopolítica” e “A governamentalidade”.

Na esteira do que fizera anteriormente com as noções de “disciplina” e “repressão”, Foucault trabalha com a de “biopoder” a partir da compreensão histórica da formação e do desenvolvimento do respectivo regime político-jurídico (o Liberalismo), que denota um novo modelo de exercício do poder (o poder sobre a vida), compreendido por meio da “arte de governar” ou “governamentalidade”. Representado pelo fenômeno da “estatização do biológico” e tendo seu surgimento ligado diretamente à formação das ciências humanas – psiquiatria, psicanálise, psicologia etc. – o biopoder será exercido por uma lógica biopolítica que “mediante os biopoderes localizados, ocupar-se-á da gestão da saúde, da higiene, da alimentação, da sexualidade, da natalidade na medida em que esses sujeitos se tornam, no desenvolvimento do Estado moderno, coisas importantes para o poder”. Fonte: mundojurídico.adv.com.br

O livro 1984 de George Orwel já antecipara esta reflexão, leia o trecho abaixo:
“… A nossa (civilização) funda-se no ódio. Em nosso mundo não haverá outras emoções além do medo, fúria, triunfo e auto-degradação. Destruiremos tudo mais (…) cortaremos os laços entre filho e pai, entre homem e homem e mulher e mulher (…) no futuro não haverá esposas e nem amigos. As crianças serão tomadas das mães ao nascer, como se tiram os ovos da galinha (…) A procriação será uma formalidade anual como a revelação de um talão de racionamento (..) Não haverá amor, exceto amor ao Grande Irmão e ao Partido. Não haverá riso, exceto o riso de vitória sobre o inimigo derrotado. Não haverá nem arte, nem literatura, nem ciência. Quando formos onipotentes não teremos mais necessidade de ciência. Não haverá mais distinção entre a beleza e a feiúra. Não haverá curiosidade, nem [1] fruição do processo da vida. Todos os prazeres concorrentes serão destruídos. Se queres uma imagem do futuro, pensa numa bota pisando no rosto humano – para sempre…” (George Orwel – 1984).


O Projeto de Lei 7672/10 que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é resultado de um compromisso assinado pelo governo brasileiro com a Organização das Nações Unidas (ONU). Na Nova Ordem Mundial de Baha’u’llah (Anticristo) as crianças serão propriedades do estado trabalhando para ele e por suas leis. E assim, a triste profecia abaixo está mais próxima de se cumprir:

E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer.” (Marcos 13 : 12).

Nós não podemos fazer muita coisa, na verdade quase nada, porém faça aquilo que compete à você: não dê apoio para estas ideologias de controle, não se deixe dominar por elas, não se deixe convencer por essas armadilhas. Quem está no jogo tem que jogar as regras do jogo! Acredite, o melhor é não jogar, é ser indiferente à tudo isto, ser indiferente ao governo, à polícia, ao presidente, ser você o único provedor de sua própria vontade (você coma sua ética pessoal: o evangelho). Não se ajoelhe à eles, viva indiferente à essas estruturas de poder. Jesus diante dos juízes se cala, não se defende, não pede por justiça, não se enche de raiva; ele é simplesmente indiferente ao governo e ao que estava sendo submetido. Ele era o que era, independente da vontade Pilatos ou dos sumos-sacerdotes. Jesus era um escândalo para a religião e para o Estado; (escândalo para os judeus e loucura para os gregos).

Desde à algum tempo meu voto tem sido nulo em qualquer eleição, mas ainda vou tomar mais coragem daqui pra frente e aprender à “coçar o bolso” (pagar a multa) para das próximas vez nem mesmo ir votar. Isto é a superação do homem natural, viver na Terra como se já não fosse dela.

À quem interessa a exaltação da cultura militar?


Em toda operação para a implantação de uma UPP no Rio de Janeiro é a mesma coisa: a transmissão televisiva do país verdadeiramente estaciona para assistir de camarote os caveirões, os blindados da marinha e toda a movimentação dos homens de preto do BOPE. O ibope das emissoras que realizam a transmissão vai lá em cima. Nisso notamos que há um interesse realmente monstruoso em promover a paixão pelas armas e pela violência Estatal. Faço uma pergunta à você leitor: qual a intenção de trabalhar para a implantação dessa mentalidade no Brasil? O que será que querem os Senhores do Brasil?

Eu gosto muito de ler os comentários que os internautas deixam nos sites, blogs e fóruns da internet sobre os assuntos abordados, pois assim sabemos qual é a opinião do povão. Achei um site chamado força terrestre, e nele os comentários sobre a transmissão televisiva da invasão complexo do alemão . Vamos ver alguns comentários que nos podem ser úteis:

Em um dos comentários é dito: “A questão é que esta transmissão maciça da TV também está ajudando a melhorar a imagem da PM junto à população do Rio e a opinião pública”. (Comentário de Cesar) – Ou seja, a transmissão maciça dos eventos militares promove uma exaltação da cultura militar na mente das pessoas, e qualquer possível imagem negativa é esquecida.
Em outro: “Você não entendeu Vander, eles queriam fuzilar esses vagabundos sem a TV mostrar”. (Comentário de Diego) – Aqui é demonstrada a verdadeira vontade dos militares, de fazer como nos campos de concentração nazistas e como será nos campos do FEMA americano. No Brasil, as próprias favelas são os campos de concentração, lá eles matam à vontade (sem ninguém saber).
Em outro: “Vander, guerra é guerra, irmão! Se a vagabundagem do Rio resolveu partir pro enfrentamento aberto, tem mais é que meter bala mesmo. Pra mim as imagens deram Ibope foi pro BOPE e pra SSP-RJ. Todo mundo viu os caras sendo escorraçados, fugindo que nem ratos. Bem distante da imagem clássica do traficante arrogante desfilando de fuzil na mão”. (Comentário de Eduardo RA) – O BOPE quer ibope, as imagens que vemos na TV servem um ótimo Marketing para o militarismo de Estado.
A defesa imbecil do fascismo da nova ordem: “Se não fosse a porcaria do “bobo-cóptero”, os caras teriam sentado o aço nos bandidos que estavam fugindo pela estrada de terra… e a imbecil da repórter questionou, insinuando que a policia estava despreparada por não ter helicópteros ali para impedir a fuga! Nessas operações, a imprensa tem que ficar longe, e saber do resultado depois só no papel! Imagine a mer@#$@# que ia dar se aparecem os caras caindo feito folhas ao vento? Imprensa é boa, mas em certos tipos de operação, tem que se mantê-los bem longe…” (Comentário de Daniel Rosa)

E apenas um comentário sensato: “Me desculpem, mas eu não vejo mais motivos (que não sejam políticos), para tanta violência no RIO. Alguém está ganhando com isso… Mas...) (Comentário de Jacubão).

E por último um comentário que revela que toda a estratégia de manipulação mental está realmente dando certo: “Momento único, momento histórico… tem que mostrar mesmo, isso mobiliza o país para a real situação. Perdi a conta de quantas pessoas vieram impressionadas falar da quantidade de bandidos fugindo, quase ninguém tinha idéia que era isso tudo. Todos apoiamos, é um mal necessário, senta a pua neles”.

Sim! De fato, alguém está ganhando com isso. Porém o maior lucro realmente não é em dinheiro, mas ideológico. Controlar as mentes, fazendo com que se “apaixonem” pela violência, porém não é qualquer violência, é a violência do Estado. O cidadão fica apaixonado em ver o aparato de repressão Estatal em ação, é como nos filmes de cinema, quem assiste fica extasiado com o sangue escorrendo, excitado com a violência na telinha... Morte, sangue e violência armada: tudo isso dá prazer.
Enquanto isso, o gado (pobres espíritos ignorantes) bate palma, encoraja, apóia, pois é mobilizado à assim. Não enxerga que tem algo por trás manipulando para que ele esteja envenenado desse jeito. E alguém ainda pode perguntar pra mim, como já foi perguntado: Oh rapaz, de que lado você está? Está do lado da vagabundagem? A minha resposta será a seguinte:

Como assim de que lado eu estou? Deixa de ser idiota e alienado seu bovino; você é gado para eles, você é visto apenas como gado para ser levado aonde eles quiserem te levar. Não estou de lado nenhum nesse mundo, aqui eu só estou de passagem, sou um peregrino, ou melhor... Eu só defendo um lado; Jesus. Se você me mostrar nos evangelhos Jesus formando uma milícia com os doze apóstolos e subindo Jerusalém para retomar o território ocupado pelo império romano (como queriam o Zelotes) e lá implantando um UPP, ai sim! Eu me converto para sua religião do deus Estado e apoio as ações militares e assassinas. Caso contrário sempre serei contra qualquer entidade que queira controlar minha mente para ter meu apoio para as suas ações. O mestre já ensinou há dois mil anos e você ainda não aprendeu?
Eu deixo pra vocês a minha paz, eu lhes dou a minha paz. A paz que dou pra vocês não é a paz que o mundo dá”. (João 14:27)
Jesus de Nazaré. (João 14; 27)
Qual é essa paz que o mundo dá? É a tal pacificação, é caveirão, é fuzil, é sangue e morte. Na verdade nem é paz, é ordem, é controle.

Skynet: EUA criam supercomputador capaz de prever revoltas

Em algum lugar já existe um computador que pode te dizer a data da próxima briga entre as torcidas organizadas do Corinthians e do Palmeiras, e até o instante da eclosão de uma revolta popular em Londres.Segundo o The Inquirer, alimentando um supercomputador especial com notícias de um determinado local, e de sua situação política e história, ele poderá prever quando algum evento importante e violento está para acontecer. A pesquisa para a criação do dispositivo precog aconteceu nos EUA e foi baseada em milhares de feeds de notícias que eram introduzidos em um computador especial, o qual, a partir das informações, passou a prever a possibilidade de conflitos armados, revoluções, e quebra-paus em geral.
Segundo a BBC, a análise foi realizada retrospectivamente, mas de acordo com os envolvidos também poderia ser usado para detectar problemas futuros, que, no contexto dos EUA, pode começa a soar um pouco sinistro, não?

Os dados, artigos de jornal e similares, são inseridos em um supercomputador AltixSGI com 1.024 núcleos Intel Nehalem e processador de 8,2 teraflops. Esta máquina é chamada de Nautilus, que era o nome do navio capitaneado pelo Capitão Nemo, personagem de Júlio Verne. A Geek comenta: é a Skynet cada vez mais perto.
Fonte primária: Tecnologia
Fontes secundárias: BBC e Yahoo notícias

Baixaki deixa seu recado iluminati

Nós temos todas as respostas
Nosso maior salto até agora foi controlar a maneira como você pensa. Ou melhor, a maneira como você acha que pensa. Se você tiver alguma dúvida, sobre qualquer assunto, a quem você vai recorrer? Ao Google, provavelmente. O buscador mais usado no planeta tem todas as respostas que você precisa, ordenadas da maneira que nós queremos que você julgue relevante.
A “googlelização” de tudo foi um de nossos primeiros programas de condicionamento. Nosso propósito era prever o comportamento de cada um de vocês, fazendo com que o pensar se tornasse algo secundário, missão cumprida com sucesso pelos Illuminati.
Aliás, uma curiosidade: você sabia que as duas letras “o” da palavra Google simbolizam um par de olhos em constante observação do seu comportamento? Estivemos de olho em você o tempo todo, mas você nem se deu conta disso. Admiro a maneira ingênua como vocês se comportam.
Há alguns dias o site Baixaki colocou no ar uma matéria interessante para quem acompanha os planos da nova ordem mundial, porém despretensioso demais pro meu gosto. Nele encontramos muitas verdades das quais já sabíamos, porém fica a pergunta: que interesses estão por trás dessa divulgação? Leia a matéria:
A Nova Ordem Mundial está em formação. Você não significa nada para nós, é apenas um peão em meio a nosso tabuleiro particular chamado mundo. Condicionamos você a usar os nossos produtos e a se encantar com as tecnologias que criamos, tudo para que você seja controlado em cada um dos seus passos e possa agir da maneira que for mais conveniente para nós.
O livro dos tolos

O que você está fazendo? Apenas o Google não é o suficiente para que possamos manter o controle sobre você. Por isso, o estimulamos a nos contar de hora em hora tudo aquilo que está acontecendo em sua manipulada vida. Assim, criamos as redes sociais e os microblogs. Colocamos em suas mãos as ferramentas para que você ache que pode fazer o que quiser.
De hora em hora você nos avisa, via Twitter, tudo aquilo que está acontecendo em sua vida primária. “Vou tomar banho”; “vou almoçar no restaurante da esquina”; “estou pensando em fulano”. Não importa o que você esteja fazendo, estamos de olho em você, monitorando a sua vida.
As suas fotos, a maneira como você se diverte e tudo mais o que você faz, controlamos por meio do livro dos tolos, que vocês popularmente conhecem como Facebook. Nele temos informações atualizadas de boa parte da população mundial. Devo confessar que essa é uma das formas mais eficientes de controle que criamos até hoje. E vocês ainda se divertem, não é o máximo, tolos?

O fruto proibido


A Apple é o maior exemplo de condicionamento de massas que conseguimos criar até o momento. A começar pelo nome da empresa, utilizamos como símbolo o fruto proibido para instigar você a ter um produto diferenciado em suas mãos. Mas certamente vocês nem perceberam isso, de tão encantados que ficam com as nossas tecnologias mágicas.
Contudo, nosso plano mais ambicioso até então foi o da “morte” de Steve Jobs. Sim, Steve está vivo e é um dos nossos membros mais ativos e inteligentes. Sete dias depois de anunciarmos a morte dele, chegou ao mercado a nossa ferramenta de controle chamada iPhone 4S. No smartphone, instalamos dois dispositivos: o Find My Friends e o Siri.
O primeiro dispensa explicações: sabemos onde você está sem que você precise fazer nada, basta estar com o seu celular no bolso. Não queremos perdê-lo de vista, vai que você começa a ter ideias anárquicas ou socialistas por aí, é melhor não facilitar. Já o Siri é, sem dúvida, um golpe de mestre.
Siri nada mais é do que uma sigla para “Steve is resting inside”, algo como “Steve descansa aqui dentro”. Como eu já disse, Steve Jobs não morreu. Uma de nossas mentes mais iluminadas, Jobs foi convidado a deixar a vida pueril e assumir a Grande Central de Comando. A partir de lá, ele tem acesso, em tempo real, a todos os diálogos feitos com os iPhones.
Você acha que está conversando com o Siri, mas na verdade está conversando com nossa Grande Central de Comando. Temos centenas de atendentes treinados para respondê-lo da maneira mais conveniente possível para nós. Com sorte você poderá um dia até mesmo ouvir do próprio Steve uma resposta para as suas perguntas fúteis.

E você ainda não acredita?


Aposto que você chegou até esse ponto da leitura e continua cético com relação a tudo que eu disse. Continue assim, é exatamente isso que queremos. É tudo tão óbvio, todas as respostas estão na sua frente, mas ainda assim você não é capaz de enxergar e compreender. Para isso contamos com a ajuda de um projeto bastante eficiente, que permite também o controle mental sobre a população.
O nome dele é HAARP, algo que você já deve ter ouvido falar, mas nem se preocupou. Utilizamos uma mescla de ondas de rádio com frequências sonoras para manipular a mente coletiva dos cidadãos, fazendo com que vocês defendam a todo custo suas vidas ilusórias e julguem os nossos projetos como “meras teorias conspiratórias”.

E vem mais por aí...


Apesar de termos o controle sobre você, ainda queremos mais. Temos algumas ideias em mente como o RG com chip, que permitiria monitorar todos os cidadãos, mesmo aqueles que não têm aparelho nenhum em mãos. Internamente chamamos esse projeto de “a marca das bestas”. Temos certeza que você vai aceitar isso sem maiores restrições, afinal vamos prometer informatização, controle e agilidade em troca da sua liberdade.
Também não queremos que você tenha o trabalho de enviar os seus dados para nós a todo instante. Nossa nova plataforma de controle em expansão se chama “computação nas nuvens”. Na prática, oferecemos um espaço virtual gratuito para você em troca dos seus dados mais confidenciais. Obviamente você vai aceitar, sem pensar duas vezes.
Por conta das revelações que você leu acima, devo ser eliminado muito em breve. Fiz minha parte e esclareci os mistérios ocultos para vocês. Eu sei que provavelmente vocês não irão acreditar e vão dizer que tudo o que eu falei se resume a teorias conspiratórias sem sentido, mas a escolha é de vocês. Quer continuar sendo manipulado? O azar é só seu, minha marionete!
Fonte: Baixaki

E a agenda Iluminati prossegui...


Mais um importante passo da agenda Iluminati para uma nova ordem mundial foi dado nesta quinta-feira, 20 de outubro de 2011, ao ser confirmada a morte de Muammar AL Kadhafi, presidente Líbio.
As festas pagãs de sacrifícios humanos da antiguidade tornam à se repetir na era moderna. Aos deus Moloch, eram oferecidos bebês vivos, enquanto o povo cantava e dançava alegremente para que a divindade recebesse o sacrifício. Assim também, hoje, vemos as multidões saírem às ruas para comemorarem a morte do ex-comandante líbio. Dançam, festejam, se alegram por causa de sua morte. Simbolicamente, todos os seres humanos que assim agem estão de maneira direta prestando culto ao deus da morte, mais precisamente ao Baphomet do poder oculto que tira e põe governos. Idiotas ao extremo, mal sabem o que está por de trás dos ocorridos, põem tanta fé no que recebem da televisão que nenhum senso crítico possuem para ao menos se indagarem sobre as contradições mais descaradas, coisa do tipo... O governo Sírio já matou, só na repressão aos protestos populares mais do que o triplo que o governo Líbio, por que nada é feito é contra a Síria? Nenhuma medida militar é tomada contra e Síria.
Será que França e Inglaterra iniciariam uma guerra de 100 milhões de dólares por compaixão aos cidadãos Líbios? Não seja idiota! Existem muitas coisas em jogo. As guerras no oriente médio são necessariamente guerras estratégicas. Na Líbia existem pelo menos dois interesses:
1) 1 - CONTROLE TOTAL DAS RESERVAS DE PETRÓLEO
A Líbia é um dos maiores produtores de petróleo do mundo.
2 -2 - FECHAR UM “CINTURÃO” EM TORNO DE ISRAEL, retirando os atuais governos e colocando no seu lugar governos hostis para assim ir se formando o cenário que nós vemos nas revelações do apocalipse, aonde gogue e magogue invadião Israel.
França e Inglaterra certamente repartirão por anos as reservas de petróleo da Líbia. O governo de transição que nasce na Líbia já nasce completamente dominado pelas potências que engendraram na guerra para fabricá-lo. Temos diante dos nossos olhos verdadeiramente um novo governo sendo fabricado pelas mãos ocultas dos iluminados. E se futuramente este governo que hoje está sendo instituído lá querer nacionalizar as reservas de petróleo, e se sentir autônomo, como Kadhafi se sentia ele também será retirado, com uma falsa rebelião popular incitada pelos órgãos de espionagem e com uma invasão militar, tendo como desculpa o bondoso humanismo que cavalga à mísseis Tomarrok e metralhadoras ponto 50.
A GRANDE MASSA É GADO DE GADÚ
É impressionante como seres humanos são tão idiotas à ponto de acreditarem que as guerras são realizadas por um sentimento humanitário, de uma compaixão que brotou no coração dos líderes poderosos e com isso resolveram promover a “libertação” de um determinado povo. No rio de janeiro temos esta mesma idiotice elevada à milésima potência; pois assim acreditam os moradores do morro do alemão, pensam que o Estado se importa com o bem estar deles e por isso ali resolveu implantar uma UPP. Governos não são piedosos nem amorosos com nada! Agem única e exclusivamente para garantirem seus imediatos interesses, isto é... Se existem UPPs sendo implantadas é por existem interesses por trás dessa ação. Tudo tem um interesse, que seja econômico, político ou até religioso, mas existe certamente um interesse.
Como muito bem vem denunciando Alex Jones, isto que estão chamando de primavera Árabe, faz parte de um plano muito bem orquestrado da CIA, de incitar revoltas neste países para entregar o poder dos novos governos à grupos extremistas árabes, dentre eles o principal: a irmandade islâmica. Os imbecis daqui do Brasil comemoram não o que, sem nem mesmo saberem que aqueles chamados de “rebeldes líbios” são soldados da Al Qaeda. Mais uma vez o ocidente se utiliza da Al Qaeda para seus planos. Lembremos de Osama Bin Laden e todo seu grupo que foi treinado pela CIA para ser uma oposição à União Soviética no Afeganistão, e quando não mais interessava foi descartada.
Aos poucos o quebra cabeça vai se encaixando. O oriente médio é o centro das guerras atuais. A terceira guerra mundial se encaminhará entre “árabes” e “judeus”. Coloco os dois entre aspas pois sei do que se trata: “Judeus” = Sionistas calistas do Estado de Israel. “Árabes” = lunáticos sanguinários da Jihad mulçumana.
Não seja idiota!
Não existe bem e mal no cenário em que vivemos. No reino dos homens não existem “O bem contra o mal”. Aqui os dois lados são o mal.


Não existe guerra Santa... Isso é uma contradição em termos
Renato Russo.
Madara.



Todos os governos são os mesmos...


“Governos promovem intencionalmente situações de pânico para que o povo fique sob o seu domínio”. (Oscar Quiroga)
Essa guerra contra o tráfico de drogas (principalmente no Rio de janeiro) é uma completa fraude. Mas é com isso que eles podem fazer o que quiserem, assustando as pessoas com medo dos tiroteios. Criando, cuidando e controlando animaizinhos cercados nos muros das favelas para tê-los como a ameaça ideal. Mas é claro também que um fenômeno social como este não é totalmente controlável, traficantes de uma forma geral nem mesmo imaginam que apenas marionetes e manipulados por senhores engravatados que nunca pisaram numa favela e acabam fazendo guerras inúteis e roubos seguidos, pois o Estado concede às empresas terceirizadas (facções criminosas) a liberdade de ação nos territórios, por isso os traficantes que vendem as drogas brincam de invadir outras favelas para tomar o controle de venda de drogas daquele local. Tudo isso dá mais dinâmica ao teatro do bem e do mal, as pessoas que não moram em favelas olham o que passa na televisão e são capturadas pela ilusão e acabam acreditando que o Estado é o bem e os traficantes são os maus.
O povo não acredita porque é ingênuo demais, não sabem nada de política, da arte de governar, de controlar seres humanos, de utilização da linguagem para manutenção do poder, das mensagens subliminares que eles usam... O povo ainda acredita que o governante é uma pessoa boazinha, que se importa com ele, que se importa com o que ele pensa, é o velho messianismo político; acreditamos ainda na figura de super heróis que são os membros do Estado, em especial da polícia, que ocupam na mente vazia do povão o, status de “salvadores”, de redentores: é um instinto religioso que está nas raízes do povo brasileiro. Mas nós cremos que a verdade ainda virá à tona: a guerra contra tráfico de drogas é uma absoluta fraude!
O que possibilita esse controle tão bem sucedido na mente humana é um contínuo e bem planejado processo educativo voltado para submissão. Doutrinar as crianças, os jovens (99% já são completamente alienados) e os adultos de que o Estado é a sua primeira família, de que o Estado é um instituição divina, de que o dever com o Estado vem primeiro do que qualquer coisa... O dever com as obrigações do Estado deve vir primeiro até mesmo que o evangelho! O que o presidente diz vem primeiro e o que Jesus te diz vem depois. Na cabeça do homem natural, Jesus está submisso ao presidente, e na verdade, Jesus existe para colaborar com o presidente, para ser um servo do Estado, para estar à serviço da manutenção da “paz e da ordem”; no cristianismo Jesus deixa de ser o logos criador do universo e absoluto ideologicamente e passa à ser um mero empregado do Estado terreno.
ELES SE COMPLETAM!!

No Rio de janeiro, as relações do Estado com determinados grupos são tão íntimas que em anos passados, uma facção “alugou” o carro blindado da polícia para invadir uma outra favela. Segundo relatos dos moradores, o “caveirão” foi na frente abrindo caminho e logo atrás o grupo de traficantes vieram para tomar o território. Essa denúncia foi parar até no programa do ratinho, pois moradores revoltados denunciaram à imprensa o que eles viram com os próprios olhos.
O filme tropa de elite 2 demonstrou muito bem essa relação de domínio que o Estado tem sobre os grupos varejistas de venda de drogas. Todo final de semana uma viatura vem na entrada da favela pegar o “arrego”, mas para quem já morou numa favela os cinemas não mostraram nada mais, nada que já não tenhamos visto à olho nu. Que os traficantes que são vistos passeando nas ruas de uma favela são na verdade empregados da instituição militar Estatal, e que possuem uma certa liberdade de ir e vir, para que seja assim mantido a ilusão de que são grupos que não possuem relações com o Estado. Nessa tal liberdade de ir e vir dos traficantes é que eles montam suas hierarquias, planejam invasões de favelas inimigas, ou melhor, contraem inimigos, fazem intercâmbios e transações entre os grupos com interesses iguais, etc. Porém eles mesmos sabem disso, que quem manda é o Estado, que na hora que o Estado quiser “invadir” e tomar tudo ele toma e ninguém vai poder fazer nada. Na hora em que o Estado quiser trocar a boca de fumo de chefe ele realizará uma “operação de combate ao tráfico de drogas” naquela favela, tirará de cena do o atual chefão (afugentando ou matando) mandará o aviso que “daqui para frente é bom que o dinheiro não” atrase, se não...
Enquanto isso, João que vê tudo acontecer da janela de sua casa, assiste na televisão os homens de preto sendo elogiados pela apresentadora no momento em que o capitão da operação diz: os moradores dessa comunidade agora podem respirar aliviados, pois nós libertamos esta comunidade do domínio do tráfico de drogas. João vê as cenas na TV, na mesma hora que sua mãe de 60 anos sentada ao seu lado no sofá olha pro céu e agradece à Deus porque agora ela vai “viver em paz”; João não sabe como explicar para sua mãe que ela está sendo manipulada emocionalmente para apoiar a estrutura criminosa do Estado. O próprio João ainda não compreende tudo completamente, mas sabe, como por instinto que tudo o que ele vê na televisão é mentira, armação... Teatro. Ele sabe porque ao mesmo tempo em que assiste a TV ele olha pela janela e vê outra coisa, e lembra ainda do que viu nas noites passadas em toda a sua vida de morador de favela. Ele sabe que tudo aquilo não passa de teatro criado para esconder a verdadeira realidade das coisas e do mundo.
João é um morador comum das favelas cariocas, que conhece pela experiência como atua o teatro do bem e do mal. Ele sabe por que ele viu a vida toda ao vivo e sem cortes o que é a vida na Matrix. Você é um João?
Madara.

"Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”

Os regimes autoritários têm grande preocupação com a linguagem. Não basta apenas calar a divergência: também é preciso submeter a língua à uma torção que inverta o sentido das palavras. George Orwell, no livro “1984, foi ao ponto. Vocês se lembram qual era o lema do “Partido”?
Em “Oceania”, a Polícia do Pensamento se encarregava de manter a ordem. Dicionário, por lá, nem pensar: o vocabulário foi escoimado das palavras que pudessem servir à expressão de um pensamento de oposição.
Em “1984, o Ministério do Amor reprimia o desejo, além de torturar os rebeldes; o Ministério da Verdade se encarregava de censurar as más notícias e de criar mentiras a serviço do Partido; o Ministério da Fartura administrava a fome, e o Ministério da Paz conduzia os assuntos da guerra.
Os indivíduos tinham direito a seus “dois minutos de ódio” contra os inimigos em eventos patrocinados pelo Grande Irmão.
O livro é o retrato do horror. Para muitos, no entanto, trata-se de uma promessa de futuro.

Fonte: Veja
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COMENTÁRIO (A última hora)
O sistema religioso liderado pelo sacerdote é um regime autoritário por natureza e também investe pesado no uso estratégico da linguagem. O termo, está na bíblia, é usado como escudo contra tudo o que eles queiram implantar na mente do povo. É pela linguagem que eles confundem o povo, utilizando os nomes: escrituras sagradas, bíblia e palavra de Deus como sendo a mesma coisa. A não-diferenciação e o não-esclarecimento são a base linguística do sistema religioso.
A linguagem também é a principal arma dos políticos, entre eles os militares. Neste mês está sendo disputado os jogos mundiais e militares no Rio de janeiro, e como de costume a propaganda bombardeia na mente do povão alienado a torção de conceitos, que em si são contraditórios, tão somente para validar a legitimidade e conquistar o coração dos descerebrados: jogos mundiais militares, os jogos da paz... Com o uso repetitivo desses slogans a mente do ser humano vai de acostumando e logo se começará à reproduzir inconscientemente o que recebeu como mensagem subliminar. Quem estuda teoria política sabe: seres humanos são como gado, e assim são tratados pelos que governam; é a chamada arte de pastorear seres humanos.
Ferdnand.

Quem são Anonymous?


Na sua forma inicial, o conceito tem sido adotado por uma comunidade online descentralizada atuando de forma anônima, de maneira coordenada, geralmente em torno de um objetivo livremente combinado entre si e focado principalmente no entretenimento. A partir de 2008, o coletivo Anonymous ficou cada vez mais associado ao colaborativo e internacional hacktivismo, realizando protestos e outras ações, muitas vezes com o objetivo de promover a liberdade na Internet e a liberdade de expressão. Ações creditadas ao Anonymous são realizadas por indivíduos não identificados que atribuem o rótulo de "anônimos" a si mesmos.
Fonte: Wikipédia
COMENTÁRIO (A última hora)
Não me importa quem são mas que estão cumprindo uma agenda programada à muito tempo. Nas cartas NWO de 1995, já estavam previstas o que hoje se torna realidade; olha que naquela época computadores não era nada baratos, muito lentos e nada populares, o sistema lançado em 95 pela Microsoft, o Windows 95 foi o primeiro na plataforma sem ser o MS-DOS da empresa.
Fico feliz que estão atacando essa raça do inferno do governo brasileiro, mais ainda é pouco. Sabemos que acontecimentos como os ataques que vem ocorrendo só servirão para que o governo tente controlar mais e mais e internet e acabar de vez com a privacidade; o que nos deixa uma pergunta: instituições de protesto como Anonymous não estão, ainda que seja de forma indireta à serviço dos governos? Não servem para favorecerem os planos de constante dominação a extinção da liberdade? Nos parece, em primeiro plano que se trata da velha estratégia de tese-antítese-síntese. Eles mesmos criam o problema, apavoram a população que lhes darão apoio incondicional, com isso oferecem as “soluções”: projetos previamente pensados que custarão muito caro para a liberdade. É só esperar pra ver.
Madara.
 

Juan: mais uma vítima da maldita polícia fascista carioca


Foi confirmado nessa quarta feita que o corpo encontrado em rio suspeito de ser de uma menina era mesmo do menino Juan de 11 anos, que estava desaparecido à quinze dias. Todas as pistas apontam para a culpabilidade dos policiais que supostamente estavam trocando tiros com traficantes, porém para que mora no Rio de janeiro já conhece essa história de cor a salteado. Está na cara que os policiais executaram Juan e depois se livraram do corpo no primeiro terreno baldio que avistaram.

FASCISMO DECLARADO
A instituição da polícia militar do Rio de janeiro bem como seus animais fabricados em laboratório chamados de soldados, cultivam historicamente um intenso desprezo pela vida humana, principalmente se esta vida for pobre e de pele negra. Histórias como essa continuam sendo vistas todos os dias, de fato nunca acabam.

Qualquer morador nascido e criado no Rio de janeiro já conhece a “lei da selva”, sabe que não pode confiar em policial. Se enche de medo quando é parado por um na rua, pois não sabe o que pode acontecer; entre perder a vida ou um dinheirinho se a carteira do carro ou da moto estiver com alguma pendência.
Eles matam, torturam, ameaçam... Como é feito em qualquer outra facção criminosa do Rio de janeiro. O filme Tropa de elite 2, como muitos sabem não é uma um filme de ficção, mas precisou desse rótulo por motivos óbvios, pois apresentou essa realidade nas telas do cinema para que todos pudessem ter conhecimento do lado oculto do Estado brasileiro. A fala do capitão nascimento é enfática: a polícia militar do Rio de janeiro tem que acabar! Mas por que? Perguntaríamos nós: simplesmente porque a PM é a maior facção criminosa do Rio de janeiro, que possui sob o seu controle o tráfico varejista de drogas, que para as pessoas comuns e alienadas se trata verdadeira da representação do mal.

Assim como foi mostrado no filme, operações classificadas como para abafar o tráfico de drogas realizadas nas favelas, são na verdade operações para “dar uma dura” nos traficantes que não estão mandando o dinheiro no dia certo, na quantia certa... Para quem sabe ler um pingo é letra, e para quem vive no Rio de janeiro ter ido assistir o tropa de elite 2 foi ver sua realidade estampada numa tela HD com som Surround: o tráfico varejista de drogas é apenas a ponta do iceberg que aparece, pois 90% dele está oculto; quem manda verdadeiramente no tráfico de drogas é o Estado, vem de Brasília, é o sistema! Traficantes são apenas empregados do Estado, são o pessoal terceirizado que faz o chamado “trabalho sujo”, que põe a mão na droga, faz a embalagem, que à vende, e dá a sua vida para manutenção do teatro do bem e do mal, composto de um lado por traficantes e policiais do outro. Para que essa ilusão seja mantida é necessário que haja favelas, traficantes armados nas esquinas, ou seja; a aparência do tráfico. Comando vermelho, Terceiro comando e Amigos dos amigos, são os nomes das empresas terceirizadas pelo Estado para atuarem no comércio de drogas do Rio. Caso algumas dessas empresas descumpram as normas de atuação no mercado suas concessões podem imediatamente ser cassadas.

Agora me responde uma coisa: quem você que sustenta tudo isso? (aparece o palácio do planalto no fundo), é e custa caro, muito caro! O sistema é muito maior do que eu pensava (o sistema é o próprio Estado), não é à toa que os traficantes, os policiais e os milicianos matam tanta gente nas favelas, não é à toa que existem as favelas. Não é à toa que acontece tanto escândalo em Brasília que entra governo e sai governo e a corrupção continua. Pra mudar as coisas vai demorar muito tempo. O sistema é foda, ainda vai morrer muito inocente. (Fala final do capitão nascimento)
Infelizmente, um dos últimos inocentes chama-se Juan Moraes.
Madara.

O SHOW NÃO PODE PARAR


Luz, câmera... ação!”, cama ai, o que seria isso? Cenas da gravação do filme Tropa de elite 3? Quem dera que fosse, seria muito mais honesto admitir que todo o aparato de tietagem e imprensa mobilizado para acompanhar um carro blindado da marinha é para a gravação de um filme que vai para os cinemas.
Contudo não é pertencente à nenhum filme a foto que você vê acima, mas sim de mais uma apresentação pirotécnica para a implantação dos projetos de mini-campos de concentração e controle dos pobres, vulgarmente chamados de UPPs. O set de filmagem da vez é a mangueira, invadida pelas tropas do Estado no domingo, dia 19 de Junho.
Lembro que em entrevista ao programa 3 contra 1 da TV Brasil, o deputado Marcelo Freixo afirmou que não há ninguém que mais se utilize da mídia como instrumento de ideológico do que o governador do Rio, Sério Cabral. Pois é à partir da mídia que o governo controla o seu gado.
Entretanto, é interessante e alarmante notar o culto à violência de Estado, que se espalhou pelo Brasil mas em especial no rio de janeiro. A cultura militar está em um processo avançado de implantação do consciente dos zumbis que ficam prostrados em frente de uma televisão. Esta foto, por exemplo, me parece em especial com duas coisas: a primeira com um culto à nossa senhora de aparecida:

E a segunda é de um carro alegórico de abre alas no carnaval:

Pura coincidência? Mas a ideologia que está por trás desses dois eventos é a mesma que está na cultura militar do Brasil: veneração. No caso da cultura militar; veneração da violência como “benção divina”, estabelecendo subliminarmente a noção de Estado teocrático ainda que nenhum político admita isso, veneração das armas, que é a mesma veneração que há entre os traficantes de facções, que se exultam em exibir um fuzil AK47, pois um soldado do BOPE e da polícia também possuem esta mesma veneração.
No caso das UPPs, fica evidente o caráter ideológico que possui uma cobertura midiática como a dada em invasões do Estado para implantação de UPPs. Existe uma relação muito estreita entre a agenda de um Estado totalitário e militar que o Rio de janeiro tem adotado em decorrência dos grande eventos que serão sediados aqui e as grandes corporações de mídia, que vivem unicamente de lucro, dos lucros proporcionados pelo Ibope. Ora, o que dá mais Ibope nos dias de hoje? Um debate reflexivo sobre política, filosofia e educação ou cenas de guerra urbana?
A televisão brasileira se transformou abertamente em um instrumento de exaltação da do militarismo. É realmente insuportável assistir qualquer programa nas tardes, pois a única coisa que se vê são apresentadores reptilianos exaltando as armas e envenenando os espectadores com ódio, desejo de ver um derramamento de sangue e glorificação da morte. Embora nem imaginem que estão sendo manipulados e condicionados à serem validadores da tirania e da psicologia de um Estado que se considera divino, inquestionável, e dentro de pouco tempo revelará a sua verdadeira face à todos, assim como já o tem feito aos moradores de favelas com UPPs; eles sabem melhor do que ninguém o que é viver num ambiente controlado, com a militarização da vida cotidiana, aonde tudo está sendo vigiado pelo Estado, desde “atitudes suspeitas” à manifestações culturais, tudo está sendo controlado. Não existe liberdade, muito menos liberdade política, de se opor contra esse regime. Principalmente porque eles sabem que o morador da favela é medroso, nunca iria querer encarar a polícia pois eles estão ali 24 horas por dia... Podem fazer o quiser com quem “se rebelar”. No entanto, só existe tirania porque há apoio à tirania, e o apoio nasce da grande massa alienada que acredita nas promessas de paz imediata e na melhoria da estética da favela (não vai ter mais homens armados vendendo drogas...) mas tem homens armados olhando e vigiando tudo o que você faz, porém quem se importa? Já se acostumaram à venerar o controle da vida privada assistindo Big brother todos os dias.
O que você tem de mais precioso é a sua consciência! Não entregue ela à eles. Não comungue, não participe, não dê seu apoio ao que é contrário ao evangelho e à vida humana.
Ferdnand.

Software para controle de fakes: nova arma do exército dos EUA


Interferindo em redes sociais e fóruns da internet, agentes do exército podem amenizar manifestações contrárias aos Estados Unidos.
(Fonte da imagem: Reprodução/CENTCOM)
Buscando formas de influenciar conversas e fóruns online em todo o mundo (principalmente em países muçulmanos), o exército norte-americano acabou de adquirir um software que permite o “controle consistente” de até dez contas falsas. “Consistente” devido à virtualização de endereços físicos e criação de histórias completas dos personagens, elaborando uma identidade falsa com alicerces quase reais.
Desta forma, o CENTCOM (Comando Central dos Estados Unidos) pretende evitar que outros softwares ou administradores de redes possam identificar os fakes. Ou seja, cria-se uma nova identidade com históricos concretos para que seja possível interferir a favor dos Estados Unidos em fóruns que possam incentivar o ódio contra a nação e o povo norte-americanos.
Segundo informações passadas pelos jornais The Guardian e Washington Times, o CENTCOM não pretende utilizar este software em empresas norte-americanas, como o Facebook ou Twitter. O The Guardian afirma também que algo parecido já vem sendo feito há anos pelo governo israelense.
FONTE: Baixaki

A REVOLUÇÃO VERMELHA


Neste mês ocorreu no Rio de janeiro, aquilo que mais desperta ódio num militar brasileiro: uma rebelião. O s bombeiros do Rio de janeiro ultrapassaram a moral hierárquica da qual os quartéis fazem lavagem cerebral nos soldados que tem cabeças vazias (99,9%) e conseguiram realizar o que ainda não havia ocorrido neste Estado fascista por natureza.
Militar detesta a palavra revolução, sub elevação. Não é à toa que Jair Bonsonaro em entrevista ao CQC declarou que detesta Cuba, e que se dependesse dele o regime que há em cuba jamais existiria, por que será? Ora, o regime de cuba, ainda que falemos de uma governo de partido único (como era na ditadura de 64 aqui no Brasil) é um regime que nasceu da rebelião, aonde Fidel e seus homens tiraram o então ditador Fugêncio Batista e assim declaram em Cuba um outro regime do que antes havia.
A população do Rio entendeu pela primeira vez o que é revolução. Entendeu que insubordinação é alvo totalmente válido, visto que a autoridade só existe em decorrência dos que são comandados. Se a autoridade se comporta de maneira agressiva negativa frente aos comandados, este possuem total soberania para voltar-se contra ela, destituí-la de seu cargo de poder e instituir outra. Porém ainda se vê uma insubordinação como algo reprovável por causa do instinto religioso católico, aonde é ensinado que a autoridade espiritual (o padre, o pastor) é Deus na terra, e portanto nunca devemos ser contra eles.
Por que os idólatras da hierarquia condenam sempre ações de rebeldia das massas, mas neste ano apoiaram a rebeldia dos insurgentes na Líbia? Torcendo com todas as forças que tirassem o Muammar do poder? Não é contraditório?
Precisamos entender que leis, estatutos e códigos não devem idolatrados como deuses, nós os humanos que criamos as leis, e depois olhamos para elas como entidades superiores à nós, como deuses que devemos obedecer à todo custo.
As leis tem de estar à serviço do ser humano, e não o contrário.
Por amor e idolatria à leis, se agride o ser humano, tortura-se o ser humano, mata-se o ser humano. Leis são feitas para serem transgredidas todas as vezes que elas deixarem de servir ao ser humano e à sua realidade concreta. Leis não são entidades metafísicas, mas produto das mãos dos homens. Vimos à torto e à direita ser dito na televisão: eles cometeram um crime inadmissível; quebra da hierarquia. Se o bem estar do ser humano vier em primeiro lugar, que se dane o conceito de quebra de hierarquia; quebra-se a hierarquia e por se tem o ser humano como alvo supremo e com finalidade da existência das leis, e neste caso os seres humanos estavam reivindicando melhores salários, e por isso foram presos arbitrariamente, agredidos com tiros de fuzil pelo BOPE, e sem armas para reagir, tomaram porrada e Spray de pimenta no rosto.
Para mim, como sempre disse, bombeiro não é militar, ainda que por um equívoco de interpretação lhes são permitidos ter porte de arma e possuir o título de militar, pois os bombeiros são apenas uma repartição da polícia militar do Rio de janeiro. Entretanto, não é deste modelo institucional que eu falo, quando digo que bombeiros não são militares, mas de sua função prática; bombeiros exercem a função inversa dos militares, bombeiros salvam vidas.
Madara/Ferdnand
Apoio total à rebelião vermelha de junho de 2011.

Quem defenderá o mundo do Estado sionista de Israel?


Uma nova peça publicitária de um carro japonês em Israel causou uma considerável insatisfação por causa da promoção implícita do atropelamento de crianças palestinas. A propaganda, publicada pela concessionária da Subaru em Israel, mostra uma cena fotografada no ano passado, quando um colono israelense atropelou duas crianças palestinas com seu carro em Silwan, leste de al-Qudz (Jerusalém), antes de fugir, relatou Xinhua.
“Vejamos quem fica contra você,” diz a frase em hebraico no canto superior direito da imagem. O incidente de outubro teve como alvo dois meninos, um de 10 e outro de 12 anos, e resultou na fratura da perna da vítima mais jovem.
Após o ataque, as vítimas inicialmente resistiram ao serem forçadas a entrarem no carro, que aparentemente queria levá-las ao hospital. Os jovens palestinos têm medo de entrar em carros de estranhos porque já viram seus amigos frequentemente serem levados pelas tropas israelenses disfarçadas de civis.
A Autoridade Palestina (PA) atual, Mahmoud Abbas (do Partido Fatah) disse que a promoção deste ato de agressão “é um anúncio sujo e propaganda negativa que chegou ao ponto de pedir a morte de crianças palestinas por atropelamento.”
O agressor, David Be’eri, é diretor-geral da Elad, um intransigente conglomerado de desenvolvimento imobiliário.
A organização encoraja os israelenses a se mudarem para bairros densos em al-Quds (Jerusalém Oriental).
Al-Quds (Jerusalém Oriental) faz parte dos territórios palestinos, ocupados por Tel Aviv em 1967 e posteriormente anexado apesar da refusa internacional em reconhecer qualquer agressão.
Mais sobre o caso: Jerusalém Post (onde a empresa japonesa nega envolvimento com o caso e repudia a ação) e GulfNews
CAMISETAS DE SOLDADOS ISRAELENSES ESTIMULAM “CAÇA” AOS ÁRABES
Este caso de denúncia de propaganda estúpida e criminosa, cuja instituição nega envolvimento, lembrou-me de outro caso também ocorrido em Israel, em 2009:
Várias versões de camisetas para uso de soldados do exército israelense provocaram polêmica, inclusive no estado sionista de Israel. Suas mensagens fomentam ódio aos palestinos e violações dos direitos humanos. Imagens de crianças mortas, mães chorando sobre os túmulos de seus filhos, grávidas sob a mira, mesquitas bombardeadas, além dos slogans que acompanham os desenhos das camisetas usadas por soldados das Forças de Defesa de Israel são ofensivas e nos faz pensar que os sionistas perderam de vez todo e qualquer princípio.
O jornal israelense Haaretz foi o primeiro a noticiar em 2009 aqui e de acordo com o jornal, a iniciativa não foi do exército e sim de uma turma de formandos. O Exército israelense condenou o ato e chamou de ‘mau gosto’.
A camiseta para atiradores de infantaria carrega a inscrição “Quanto menor, mais difícil” e a imagem de uma criança palestina armada sob um alvo. A camiseta do Batalhão de Brigada Shaked Givati ​​mostra uma mulher palestina grávida com um alvo sobreposto na barriga dela, com o slogan, em Inglês, “1 tiro, 2 mortes”.

Nesta versão de uma das camisetas do exército israelense vemos uma mulher grávida palestina como alvo, o nome de uma brigada do Exército israelense em hebraico e em Inglês a frase “1 tiro, 2 mortes”. Na camiseta vermelha uma mesquista sendo dinamitada e em hebraico: ”Apenas Deus perdoa”.

Na camiseta da esquerda uma criança palestina com arma na mão sob uma mira e o texto em hebraico: ”Quanto menor, mais difícil! (referindo-se a dificuldade de acertar o alvo)” À direita em hebraico: ”Cada Mãe árabe deve saber que o destino de seu filho está em minhas mãos”.
Fonte: Atheneu
Para ver as camisetas: Estado anarquista
  


O terremoto que devastou o Haiti tem a ajuda brasileira


No mês de janeiro completou-se um ano do terremoto que arrasou o Haiti, deixando mais de 200 mil mortos e milhares de desabrigados. De lá para cá, a barbárie social na ilha negra, que acaba de celebrar 207 anos de independência do colonialismo francês, só se aprofundou. Os marinetes ianques ocuparam o país dias após a catástrofe, o Haiti foi alvo de furacões, as tropas da ONU trouxeram cólera para a ilha que já matou 2 mil pessoas e o imperialismo, em conjunto com o governo brasileiro que comanda a Minustah, montou uma fraude eleitoral grotesca para impor mais uma vez uma marionete como presidente de sua nova colônia, planejada para ser uma base militar estratégica entre Cuba e Venezuela.
A elite globalista mundial, tendo a frente o imperialismo ianque com a colaboração do governo da frente popular brasileira, aproveitou-se da campanha “humanitária” para cinicamente legitimar e justificar a manutenção da ocupação do país que já dura quase sete anos. Além de servir aos interesses da elite imperialista como força militar auxiliar, de projetar o governo brasileiro como lacaio e comandante em chefe dos demais governos latino-americanos, a ocupação do Haiti instaurou um regime de semi-escravidão a serviço, principalmente, da indústria têxtil brasileira e das transnacionais norte-americanas que pagam um salário mínimo aos haitianos de 200 gourdes (190 reais). Ademais, a repressão aos haitianos serviu como campo de treinamento para o aparato repressivo brasileiro e de outras nações latino-americanas, táticas de guerra agora aplicadas nos morros e favelas cariocas.
Texto completo: Diário liberdade

DEPOIS SERÁ TARDE DEMAIS!


Quando começarem a bater nas portas das pessoas à meia-noite, com mandados de prisão assinados pela Secretaria de Segurança Interna, elas entenderão tarde demais que assinaram a própria sentença de morte. Naquele tempo, as liberdades e garantias constitucionais serão abolidas; e tudo feito por uma administração democrática, conservadora, misericordiosa e cristã que se promoveu retoricamente de forma ardente e pesada dizendo que a guerra contra o “terrorismo” não poderia ser feita à custa das nossas liberdades! Que ironia!
Mas não é ironia.
Entenderão tarde demais que assinaram sua própria sentença de morte quando celebraram os extermínios do BOPE, quando exaltaram as UPPs, quando glorificaram o militarismo como cultura nacional... Quando acreditaram em tudo que passa na TV e aceitaram como verdade, quando acreditaram que o Estado é Deus na terra. Neste dia não cantarão mais: “tropa de elite, osso duro de roer, pega um pega geral e também vai pegar você...” com a mesma empolgação que hoje, pois a promessa se cumpriu; ela realmente pegou você.
Madara.

Alienígenas e o Estado teocrátco


Neste vídeo, David Icke argumenta em favor da existência de extraterrestres por motivos muito simples:
1 – Os extraterrestres colonizaram a terra, cruzaram seu DNA com o do homo neandertal, com isso criaram líderes em suas colônias inicias e os humanos que eram de sua linhagem ficaram empossados como Reis e governaram os demais por direto divino: Os “deuses” que desceram dos céus para a terra me instituíram como governante... diziam os faraós, os reis europeus, os chefes dos Mais, Incas, Astecas...
2 – O conceito do direito divino de governar provém desde a antiguidade dessa participação extraterrestre no passado na fundação de muitos reinos e cidades-estado. Ou seja; quando alguém outorga à si esse direito de governar uma nação, no fundo ele transmite a idéia de crença nessas entidades extraterrestres do passado.
"Uma raça de seres répteis de outro mundo que se cruzou com humanos na antiguidade, criando assim um raça híbrida, os Nephilins. De onde se origina o direito divino de reinar? Pela linhagem sanguínea!"
David Icke

Ou seja, aqueles que acreditam que o Estado é uma instituição divina possuem fortíssima propensão à caírem na operação do erro dos últimos dias, à acreditarem num futuro próximo na existência de vida extraterrestre. Pois compreenderão que os deuses do passado que instituíram governantes e ajudaram os homens à governarem o mundo são na verdade seres extraterrestres, que nos visitaram num passado muito remoto.
Não! O Estado não é uma instituição divina, e sim pura criação humana, do espírito da coletividade de homens que se organizam com a finalidade de segurança. Não credite que o Estado possui um selo de Deus para governar sobre os homens, pois é a mesma mentira e misticismo que imperou na mente do homem medieval. É a mesma superstição religiosa que só existe graças à ignorância e à leitura fanática dos textos bíblicos. O Estado teocrático é a maior das abominações que o ser humano já criou até agora, sem falar de seu caráter absolutamente anticristão. Jesus Cristo nunca defendeu tal idéia, pelo contrário, quando indagado se era lícito pagar imposto (economia, tributos...) ele acrescenta: “Daí ao imperador o que é do imperador e à Deus o é de Deus”. A pergunta feita não inclua a espiritualidade, mas Jesus faz questão de separar as coisas ao dizer as coisas de Deus estão de um lado e as coisas do imperador (o tributo pago ao Estado) estão em outro. Todo comportamento de Jesus nunca demonstrou tendências que pudessem encaradas como confirmações de que o Estado é uma instituição divina. Foi apenas com o evangelho paganizado de Roma que os adoradores do Sol deram à Cezar o que é de Deus!
O Estado é uma relação de homens dominando homens, um relacionamento apoiado por meios de violência legítima (isto é, considerada legítima). Se for para o Estado existir, os dominados devem obedecer à alegada autoridade dos poderes vigentes. Quando e por que os homens obedecem? Baseados em que justificativas interiores e em que meios externos se baseia este domínio?
Max Weber
Ferdnand.




Contenção da pobreza no Rio é determinação do capital



Em entrevista concedida a AND, a Dra. Vera Malaguti Batista* falou sobre a invasão da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão pelas forças policiais, Marinha e Exército
Toda essa militarização é um paradigma do modelo de segurança pública. Em termos de política, técnica, é absurdo. É toda uma tecnologia, já derrotada, adotada no Iraque, Afeganistão e Palestina. Por trás disso tem também uma certa farsa, porque a guerra contra as drogas é uma guerra perdida.

O que vemos, de fato, é um tipo de controle militarizado das favelas. O combate ao tráfico é uma cortina de fumaça. A ocupação do Alemão mobilizou um aparato completamente desproporcional. Falavam de seiscentos homens armados, mas na hora mesmo da operação você via que lá tinha uma coisa parecida com Canudos, e para isso chamaram o Exército, a Marinha e as forças federais, com uma cobertura midiática de guerra, que está sendo comparada à da FoxNews feita na ocupação do Iraque.

Tudo isso está dentro da perspectiva de uma ocupação pelo capital esportivo transnacional no Rio de Janeiro. O Rio hoje é a cidade das transnacionais, em torno dos jogos olímpicos e da Copa. É essa política de contenção da pobreza de forma que os negócios esportivos transnacionais fluam sem embaraços.

A coisa mais perigosa é jogar as forças armadas nisso. Há uma grande contradição nos meios militares da Américas em utilizar as forças armadas como polícia. As forças armadas do USA jamais entram nesse tipo de aventura. Olha o exemplo do México: a entrada das forças armadas na "guerra contra o narcotráfico" foi um desastre. Como eu havia dito, as forças armadas do USA jamais entrariam nisso, mas gostariam muito que as latino-americanas entrassem. Mas o que estão fazendo é a contenção violenta das áreas de pobreza. E essa é uma guerra derrotada desde o início.
Trata-se de uma ocupação estratégica da geopolítica do USA. O povo não tem informação crítica suficiente para discernir essa política. É aí que entra o papel da cobertura midiática. A grande mídia vai inculcando essa adesão a isso. As pessoas nem têm o mínimo de informação crítica. A Folha de São Paulo até fez um certo contraponto, não sei se é uma disputa entre o PT e o PSDB, contestando porque o governo federal entrou nessa aventura. É uma policização da vida cotidiana. No dia seguinte da operação de guerra o que se tem é aquele padrão histórico da relação das polícias com o povo nas áreas pobres do Brasil, de truculência, de pilhagem, arbitrariedades. Desde Canudos e desde sempre.

Em uma outra entrevista concedida recentemente ao boletim da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio – Fiocruz, Vera Malaguti analiza esta questão:

"O controle totalizante sobre as comunidades pobres dentro do paradigma bélico, que é um modelo muito usado pelos Estados Unidos nas ocupações que promove. E também é um modelo usado por Israel no tratamento do Estado Palestino. Isso significa que existe um atropelo das garantias, as áreas pobres ficam transformadas em territórios de exceção, onde não regem direitos e as garantias são completamente supérfluas porque trabalham com a ideologia da segurança nacional. É o que o grande jurista argentino Raúl Zaffaroni chama de direito penal do inimigo.

O governo do Rio tem a polícia que mais mata do mundo, tem toda a ideologia do confronto. Eu pensava que a política do governo federal era diferente, apesar de ter críticas a ela também. Mas agora eu percebo que as políticas estão coordenadas mesmo, o paradigma bélico é comum, inclusive com o uso das forças armadas na segurança pública, que é uma coisa muito controvertida na discussão nas escolas superiores de guerra, por exemplo. As forças armadas norte-americanas jamais entram como polícia. A não ser em casos muito especiais, como numa situação em 1993, muito pontual, e saem imediatamente. Mas eles gostariam muito que as forças armadas da América Latina entrassem nessa função porque isso faz com que desmoronem, como é o caso do México, onde essas ações das forças armadas são um fiasco completo, como é um fiasco completo a guerra contra as drogas. Mas é um fiasco em relação aos objetivos a que ela se propõe, porque na indústria da guerra ela é um espetáculo: vende tanques e armas para os dois lados.

O capitalismo é completamente alimentado pelas guerras. Se olharmos toda a história do capitalismo, a própria história dos Estados Unidos, percebemos que nas crises econômicas a guerra levanta a economia. E nós aqui estamos incorporando esse modelito, que é um modelo fracassado. Os Estados Unidos se retiraram do Iraque fracassados, estão se retirando do Afeganistão sem possibilidade de vitória, mas a indústria bélica e seus serviços são vitoriosos."
Voltando à entrevista para AND:

—O Rio de Janeiro sempre foi um centro de resistência. Basta lembrar dos anos de 1954, 1962, 1964, etc. O Leonel Brizola chamava o Rio e seus bairros pobres de "tambor de ressonância do Brasil".

E para o capital ocupar dessa forma, ele necessita da truculência. Isso gera um movimento, uma venda de sucata e de aparelhagem estadunidense. Esses documentos secretos que foram recentemente divulgados falam disso, da venda de material para combate ao "terrorismo", como eles designam a Resistência Palestina, a Resistência Afegã, ou "narcoterrorismo" feita pelo USA, sucata das derrotas do imperialismo no Oriente Médio.

O discurso da imprensa tem êxito porque é uma coisa avassaladora, porque o contraponto não aparece. As vozes que são contra não aparecem e fica aquele senso comum que a gente chama de "populismo criminológico". As pessoas não tem informação suficiente para saberem que aquilo é uma grande fraude, como operação policial ou militar. Ela não tem como ganhar essa guerra dessa maneira. A guerra é uma indústria, algo muito lucrativo. É uma guerra funcional tanto aos interesses do imperialismo, como para a neutralização das resistências no Rio de Janeiro.

Sobre esta questão Vera Malaguti também falou à EPSV – Fiocruz:

Até hoje eu não vi nenhum morador aplaudindo, eu só vejo a mídia dizendo isso. Você viu? Porque uma cartinha, até eu mando também dizendo isso. Eu duvido que os moradores do Alemão estejam gostando dos últimos dias.
Eu estudo esta questão de drogas há 20 anos, a polícia do Rio tem matado tanto e o mercado de drogas continua. No capitalismo, alguém irá tomar esse espaço e a pergunta é: quem? A partir da leitura da matéria da Folha de São Paulo de (2/12), você começa a desconfiar de que já estão tomando. E agora colocamos as forças armadas também nisso, naquilo que o Darcy Ribeiro chamava de o moinho de gastar gente: vão botar o recruta e daqui a dez anos, o menino estará como? O Brasil, que está na guerra contra as drogas, é um dos poucos países do mundo onde o consumo de drogas aumentou. Isso não aconteceu com Portugal e Espanha, por exemplo, que descriminalizaram as drogas. Nós estamos pegando aqui a rapa das mercadorias da era Bush. No México, as forças armadas estão tomando uma corrida, porque eles conseguem fazer igual aos Estados Unidos fizeram no Afeganistão: ocupam, matam para caramba e aí? Como se faz para ficar? Ou as tropas são corrompidas ou é preciso ficar matando, matando e matando. Por exemplo, no Afeganistão, sob o regime talibã, a produção de drogas diminuiu, mas aumentou com a ocupação americana, o outro lugar foi a Colômbia, país também ocupado pelos Estados Unidos e onde a produção de drogas também aumentou. E o modelito aqui do Rio é todo copiado de lá, e tudo aparece assim como se fosse uma grande novidade. Aí vem um monte de sociólogo, faz um quadrinho, mostra que está tudo integrado e tal. Mas apreensão de droga é agulha no palheiro."

Concluindo a entrevista ao AND:

A operação é contra o tráfico, mas não é todo o tráfico, é apenas uma das empresas [refere-se ao Comando Vermelho], o que também já é uma coisa estranha, porque parece então que as outras empresas vão ficar com esse mercado. O pessoal que concebeu essas operações conhece o capitalismo e até gosta dele, se lambuza nele. Qualquer um que tenha o mínimo de conhecimento econômico sabe como age a oferta e a demanda. Se uma empresa é arrasada as outras vão ocupar espaço. É uma coisa estranha localizar a guerra em apenas uma das empresas e principalmente aquela que tem menos contaminação com a polícia.

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* Vera Malaguti é mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense, Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Professora de Criminologia, da Universidade Cândido Mendes, e Secretária Geral do Instituto Carioca de Criminologia.
NÓS TEMOS DENUNCIADO QUE A UPP É UM PROJETO DE ESTADO POLICIAL (DITATORIAL MILITAR) PARA O CONTROLE DOS POBRES, E NÃO UMA GUERRA CONTRA O TRÁFICO DE DROGAS! CUIDADO MORADOR DE FAVELAS DO RIO DE JANEIRO, NÃO DÊ SEU APOIO À ISSO; AMANHÃ É VOCÊ QUE IRÁ SOFRER NA PELE O ESTADO DE SÍTIO, PORÉM DEPOIS SERÁ TARDE DEMAIS .

A farsa das UPPs (ESPECIAL)


(Mateus 10:16) “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas”.
O estado fascista do Rio de janeiro tem adotado desde 2008 a política de invasão militar em um território, com a implantação de uma base fixa na comunidade invadida. Porém somente agora começamos à notar que este projeto de segurança pública está longe de ser aquela perfeição que é mostrada pela grande mídia; pelo contrário, se formos pesquisar à fundo veremos que ele é bem nefasto e tenebroso. O morador de comunidade no Rio de janeiro tem sido seduzido à apoiar as tais UPPs sob o pretexto de que elas tem “dado certo”, entretanto sabemos que o significado do termo “dar certo” é muito ambíguo, pois o que seria dar certo para o Estado mafioso do Rio de janeiro? O dar certo é na verdade a lógica militar de controle da população pobre e da expulsão da camada aparente do tráfico de drogas: os traficantes. Há muitas denúncias de moradores dessas comunidades aonde foram implantadas as UPPs, de que o tráfico não acabou, ele continua acontecendo, porém de forma mais discreta, sem armamento, sem pessoas nas ruas vendendo à céu aberto e ainda contando com ajuda armada do Estado; a UPP nunca visou acabar com o tráfico de drogas, pois o Estado é o maior parceiro do lucro milionário que é a venda de drogas.
A UPP não é um projeto de segurança pública, e sim um projeto de cidade. De manutenção da ordem que visa exclusivamente a promoção da cidade do Rio para a copa do mundo e para as olimpíadas”.


Esta é uma das conclusões tiradas pelo deputado estadual Marcelo Freixo, que tem sido umas das vozes mais contundentes na denúncia do que verdadeiramente está por trás das UPPs no Estado do rio de janeiro. Veja algumas das frases de Marcelo Freixo:
“Eu estive hoje no Chapéu Mangueira e na Babilônia. Além da polícia, não há lá qualquer braço do Estado. A creche mal funciona, com o salário atrasado das professoras, o que a Prefeitura não assume. O posto de saúde não tem nenhum médico, nenhum dentista da rede pública do Estado. É mais uma vez a lógica exclusiva da polícia nas favelas - e somente a polícia”.
“O mapa das UPPs é revelador, o setor hoteleiro da Zona Sul, o entorno do Maracanã, a Zona Portuária e a Cidade de Deus - única área dominada pelo tráfico em toda Jacarepaguá, que tem o domínio hegemônico das milícias”.
“A UPP é um projeto de cidade. A UPP é um projeto que viabiliza um Rio de Janeiro desejado para os Jogos Olímpicos, onde determinados territórios são escolhidos para um projeto de cidade. Não é um projeto de Segurança Pública! E eu estranho o silêncio desse governo em relação às milícias, dizendo que o Rio está pacificado, diante do crescimento das milícias”.
“E por quê? Por que, indiretamente, nas entrelinhas, o Governador voltou a acreditar que as milícias representam um mal menor? É isso que está sendo dito, porque as UPPs não chegaram às áreas de milícia? Isso o Governador vai ter que explicar. E a gente está aqui para cobrar”.
VEJA A DENÚNCIA DO DEPUTADO MARCELO FREIXO SOBRE A UPP
Segundo o deputado estadual Marcelo Freixo, o governo do estado do Rio de janeiro se utiliza das milícias para o controle das regiões anteriormente dominadas pelo tráfico, ou seja; as milícias são um instrumento nas mãos do Estado. Na zona oeste da cidade aonde a milícia domina inteiramente só há duas UPPs e em locais estratégicos, por que será? Por que a UPP se foca em bairros nobres da cidade? Por que provavelmente nunca veremos uma UPP em campo grande? A resposta é lógica: os locais escolhidos para a implantação das UPPs são locais de interesse do capital, aonde se pode não há atrativos para o grande lucro, a milícia lucra com o pequeno lucro (da venda gás, TV à cabo, internet e taxas de “segurança”).
Um controle militar por parte do Estado é mil vezes pior do que aquele exercido por grupos particulares, pois quando estes agem, você ainda tem à quem recorrer, você vai na polícia e denuncia um crime, mas e quando a mesma violência executada pelos grupos particulares é executada pelo próprio Estado; à quem você vai recorrer?
Quando implantarão uma UPP em Ipanema? Nunca! Pois as UPPs são na verdade projetos de dominação militar visando conter insurreição dos pobres. Semanas depois da invasão no morro do alemão, foi noticiado na mídia que táticas contra insurreições utilizadas para o controle de massas no Haiti foram usadas no morro do Alemão. O que o exército aprendeu no laboratório Haitiano, pôs em prática no morro do Alemão.

Carta “Mate pela paz”: política defendida abertamente pelo Estado do Rio de janeiro.

O papel que o Brasil desempenha hoje no cenário internacional é de se adaptar rapidamente tanto na ordem Iluminati através de privatizações, parcerias comerciais com os EUA e aliados e pela adoção da mesma ideologia de “combate” ao crime: militarização extrema das forças de repressão do Estado. O Brasil precisa em pouco tempo se adaptar à este novo modelo, pois ele quer estar ente os países “desenvolvidos”, no conselho de segurança da ONU, ele precisa tomar a mesma forma daqueles que á são assim. Estudiosos afirmam que a gerência estadual de Sérgio Cabral adquire contornos fascistas e atende aos interesses dos EUA para a América latina.
Nos EUA, com o anúncio da morte de Bin Laden a popularidade de Barack Obama subiu assustadoramente, e com isso é quase certo sua re-eleição. Aqui, com a invasão forjada do morro do alemão a popularidade de Sérgio Cabral também foi às alturas. Ora, só para os que não conhecem estratégias políticas se convenceriam que não há ligações entre os dois ocorridos; um nos EUA e o outro aqui no Brasil. É tudo política; e as vidas humanas são meros objetos nesse teatro do bem e do mal.
Não é possível isolar o que se acontece no Brasil daquilo que está acontecendo no resto do mundo, pois de alguma forma está tudo interconectado. O “projeto de cidade” das UPPs, como denominou o deputado Marcelo Freixo, está em sincronia com a agenda global, de implantação constante de controle da população civil e consolidação do Estado, abandonando o antigo “Estado mínimo” neoliberal rumo ao “Estado máximo”, com a exaltação da figura Estatal, que por meio da religiosidade dos que estão abocanhando o poder está adquirindo cada vez mais a concepção de Estado teocrático, ou divinamente justificado. Os maiores gentes da implantação da concepção de Estado teocrático são os evangélicos, e dentre eles os pentecostais e neopentecostais; que são justamente os que possuem maior poder de formar opinião, pois possuem rádios, programas e canais de televisão, de onde transmitem sua abominável ideologia de divinização do Estado e de seus membros.
Este controle foi bastante evidenciado no ocorrido em novembro de 2010. Aqui, a maneira mais eficiente de se ter as pessoas em controle é por meio da simbologia, do aprisionamento através da ideologia de submissão alastrada pelo Estado. Uma pesada propaganda psicológica foi disseminada pelos canais de televisão durante a invasão no morro do alemão; os que acompanharam puderam ver e ouvir frases sendo repetidas à todo momento: “o bem tem que vencer...”, um capitão do BOPE quando entrevistado disse à rede globo com respeito ao apoio da população: “eles sabem que existe o bem e o mal, e o bem tem que vencer...”, a pergunta é: o que é o bem? O BOPE? O Estado, que promove o mesmo terrorismo que aqueles que recebem o título de terroristas? Por que o Estado estaria agora operando com categorias religiosas (“bem” e “mal”) para se relacionar com a população? Não seria isto mais uma estratégia para conquistar os corações de todos e com isso ter “democraticamente” a autoridade de impor regimes autoritários quando se quiser?
Ainda não estou convencido de que tudo o que ocorreu em novembro de 2010 tenha sido realmente como foi noticiado nos jornais. È muito comum e bastante simples para estrategistas militares criarem Caos para depois estabelecerem a Ordem (Ordo AB Chaos), desconfio se realmente foi o comando vermelho que espalhou este caos pela cidade incendiando automóveis, ou se isto não foi obra da mão oculta que governa este Estado. Pois com isso, eles conseguiram arrecadar um apoio nunca antes visto da população carioca, débil e imbecilizada demais para estranhar algo de errado. Estratégia e inteligência no controle de massas, utiliza a técnica da tese/antítese/conclusão. Um único agente cria o problema (em oculto), ele mesmo oferece a solução do problema e pousa como herói da história. Segundo Oscar Quiroga em entrevista à Amaury Jr. Governos promovem eventos caóticos intencionalmente para que as pessoas fiquem sob o seu domínio. Nós cariocas vimos isto diante de nossos olhos no final do ano de 2010; pois o que o Estado fascista do Rio de janeiro mais quer é só uma coisa: submissão absoluta.
E adivinhem quem está altamente empolgada com a implantação desse sistema diabólico de controle e repressão? A igreja evangélica.

A igreja evangélica será uma grande defensora do Estado militar que se aproxima no Brasil e no Rio de janeiro.
Nos EUA pastores são aliciados pelo governo (F.E.M.A) para ensinarem em suas igrejas que o cidadão deve se submeter cegamente ao Estado em todas as suas propostas, por mais perversas que elas forem. Aqui, as coisas são mais sombrias, Leviatã atua de forma mais forte: a própria igreja se atira nos braços do Estado para defender os planos de controle e genocídios patrocinados pelo Estado Brasileiro, assim como o plano das UPPs. Veja a capa dessa revista evangélica e verás que falo a verdade.


Faça download da revista e confira você mesmo a abominação: PARTE 1, PARTE 2 e PARTE 3.
A revista evangélica do Brasil, chamada de Eclésia, exalta a ação militar do Estado fascista do Rio de janeiro, porém algo é estranho: o que teve à ver a igreja evangélica com a ação de invasão do morro do alemão à ponto da matéria de capa ser “a igreja contra o terror”? Como assim a igreja contra o terror? Isso na verdade somente evidencia o estágio demoníaco de decadência desta prostituta das nações que é a igreja romana (reformada), pois agora ela está se insinuando para o Estado brasileiro, sedenta por poder, querendo aparecer e fazer parte da mesa do poderosos, não quer ficar de fora dos genocídios.
Esta é a igreja Constantiniana, militarizada, que apóia o Estado e vive de mãos dadas com ele. Diferentemente da Igreja primitiva. Será que os crentes primitivos diriam: “vamos invadir morro do alemão, o Estado é o bem... Temos que vencer o mal?”, claro que não. Isso só mostra que esta igreja que ai está provém da imaginação que o deus sol teve, o deus sol de Constantino que idealizou derrotar aquele evangelho subversivo dos séculos I e II e criar assim uma igreja dócil que apoiasse o Estado, que fosse ela o próprio Estado. Uma igreja assassina, cujo sangue derramado lhe será cobrado naquele grande dia, pois ela caiu e virou morada de demônios.
A igreja brasileira está ficando cada vez mais parecida com a grande babilônia: a igreja dos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, líderes evangélicos apoiaram a ação militar contra a líbia, sabe-se também que uma parcela muito grande dos cristãos apoiaram a invasão ao Iraque, pois a igreja protestante nasceu de mãos dadas com o militarismo; ela é um prolongamento do cristianismo pagão de Constantino; o militar que conseguiu re-inserir o uso da violência no interior da igreja de Cristo. É importante que se entenda bem isso, pois a igreja evangélica (protestante) é uma igreja pagã natural, ela é o catolicismo reformado. O mesmo catolicismo dos militares Cavaleiros templários.
BIG BROTHER NELES (NOS FAVELADOS!!!)


Esta é a verdadeira intenção da UPP, o Big Brother para o controle cada vez mais intenso da população pobre. As elites do Brasil historicamente manifestam dois comportamentos em relação aos pobres: pena e medo. Eles sabem que a maior parte da população do rio de janeiro se encontra em favelas, e que seria “muito ruim” se esta população se revolta-se e resolvesse fazer aqui o que fizeram no Egito, na Tunísia... E arrancar o ditador Sérgio Cabral do seu trono. Logo... Implanta-se de forma periódica e regular miniaturas de terrenos militarmente controlados, regidos com mão de ferro; as mesmas mãos de ferro que a milícia possui e em alguns casos o tráfico possuía. Toda favela com UPP vive num ambiente controlado e automaticamente repressivo, um verdadeiro campo de concentração que é elogiado pela própria população alienada e que depois de implantado, ela mesma sente na pele a perda de liberdade constante, porém sendo tarde demais, ela mesma não sabe mais o que fazer e acaba se submetendo eternamente à ele. A UPP é um modelo estratégico de controle populacional que vemos sendo denunciados da nova ordem mundial conhecido como F.E.M.A. A UPP é um F.E.M.A ao molde carioca.
Um dos resultados mais visíveis da opressão nos bairros proletários foi descrito pela socióloga Vera Malaguti, em seu livro O medo no Rio de Janeiro: "A hegemonia conservadora na nossa formação social trabalha a difusão do medo como mecanismo indutor e justificador de políticas autoritárias de controle social. No Brasil, a difusão do medo do caos e da desordem tem sempre servido para detonar estratégias de neutralização e disciplinamento planejado das massas empobrecidas".

Mas aos poucos a verdadeira face vai aparecendo...
Aos poucos a verdadeira face das UPPs vai aparecendo. E a tirania vai sendo implantada com aparência de liberdade. O regime ditatorial dos Xerifes territoriais empossados pela UPP começa à vir à tona. Veja matéria do jornal O extra:

Denúncias como esta se multiplicam à medida que UPPs vão chegando, o vídeo abaixo é de como são tratados os moradores do Cantagalo:
ALERTA!!!
Um alerta à todos que residem em favelas e que estão na lista de implantação de UPPs: somente depois de tudo concretizado é que o morador vai perceber aonde ele se meteu quando deu o seu apoio à esse projeto. Não dê o seu apoio ao Estado, seja como a igreja primitiva; indiferente ao que o Estado promove, não existe guerra justa, o verdadeiro discípulo de Cristo não apóia nem traficantes nem a política de extermínio e pseudo retomada de espaço por parte da polícia, pois sabemos que isso não passa de uma farsa, pois como disse o próprio deputado estadual: o único crime organizado é o próprio Estado. Seja prudente como uma serpente.
O pobre e favelado parece não se importar com o que o espera. No fundo, os moradores de comunidades carentes do Rio de janeiro se iludem com a aparência de dias melhores. No fundo, ele gostaria de ver em cada esquina, ao invés de um traficante armado, um policial armado, olhando e vigiando todos os seus passos. Ou seja; a vontade de mudança é apenas na ordem das aparências: ele quer a troca da tirania do traficante pela tirania do Estado.
O próprio morador de favela compra aquilo que o tornará mais escravizado, ele mesmo se torna o defensor das UPPs por acreditar na propaganda que a mídia o vende. Até ele provar como é verdadeiramente estar sob o controle da mão de ferro do Estado.
O domínio que as UPPs desempenham nas favelas cariocas tem sido o mesmo que os grupos de traficantes antes exerciam. Um controle da vida diária dos moradores tem sido notado, um controle que vai desde a música que se ouve, até os eventos que são feitos ao ar livre.
UPP é um projeto muito maior do que se pensa, é um Estado militar controlando a vida cotidiana do cidadão; uma miniatura recortada de 1964 (apenas para os pobres). O sonho das autoridades do Rio de janeiro e o futuro para o qual estamos caminhando é somente um:

Madara.

Por que os conspiracionistas da nova ordem mundial nunca falam contra a ditadura de 64?


Interessante constatação esta minha, que já há bastante tempo venho lendo Blogs, revistas, matérias e vídeos diversos na internet de grupos contrários à nova ordem mundial e vi que há em quase todos eles um certo revanchismo na melhor das hipóteses ao sistema de governo socialista, comunista, ou até mesmo à filosofia de Karl Marx, expoente da doutrina comunista. Porém o mesmo ódio ou repúdio, não é visto ao governo fascista que houve no Brasil à partir de 1964 e dura até hoje. Porque este silencio? Será que apóiam ocultamente o Bafomet dos maçons brigadeiros e generais de 64? Ou são apenas submissos e não sabem que não existe o teatro do bem contra o mal?
Alguns textos tratam do método dialético como sendo uma concretização para a construção de uma síntese de comunismo e capitalismo, que será a tão falada nova ordem seclorum. Seria com isso, o comunismo uma criação Adam Weishaupt, iluminista e mentor da ordem dos iluminados da Baviera, e não necessariamente produto único da mente de Marx e Engels. Ou seja, o comunismo provavelmente foi criado ou fomentado para ser uma antítese ao capitalismo.
Entendo que proposições dessa magnitude devem antes de tudo possuir forte embasamento e sólidos argumentos para que sejam aceitas, no mínimo como teorias ou teses. Pois o problema todo se dá pelo escasso material que se tem para se comprovar. Vejo que aqueles que se contrapõem co socialismo são na maioria das vezes ferozes capitalismo que defendem a supremacia do livre mercado, o neoliberalismo dentre outras coisas mais. Na internet existem dois expoentes deste circuito radical de direito: Júlio Severo e o “filósofo” Olavo de Carvalho.
Contudo o foco da minha postagem é indagar que a maioria dos conspiracionistas criticam fortemente o comunismo, como sendo algo criado pelo diabo, que matou milhões de vidas, etc. Mas nada falam contra o regime militar ditatorial e ilegítimo que se instaurou no Brasil por direta influência dos Estados unidos da América, eterno colonizador econômico e político da América latina. Por que se calam quando o caso é condenar os militares positivistas Brasileiros? Por que se calam quando deveriam chamar a ditadura de terrorismo de Estado? Será que possuem escondido um sentimento de simpatia pelos fascistas que estavam “limpando” o Brasil dos comunistas? Será que dizem em seus corações: “os militares foram usados por Deus para nos livrar do comunismo!”, se assim agem, nada de comum tem com Cristo.
Mas também nada dizem sobre a democracia, pois tenho certeza de que nada conhecem. Não existe regime de governo que mais derramou sangue na história que a democracia, você sabia disto? Tenho certeza que não. Democracia nunca foi sinônimo de não violência, ou de paz ao estilo budista. Ela nasceu na Grécia antiga, legitimando dentre outras coisas a escravidão, fato normal para a sociedade grega e para todas as posteriores. O problema é que atualmente o democracia é posta em um pedestal, é cultuada e adorada como uma deusa, ou melhor... Ela é uma deusa! A mesma deusa que aparece em quadros pintados na revolução francesa (Semíramis). Porém nada sabem aqueles clamam por democracia, pensam que estão clamando por um sistema perfeito, por um “céu” na terra.

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Vagas para sobreviver ao fim do mundo custam US$ 50 mil


Empresa americana vai construir 20 abrigos subterrâneos, cada um com capacidade para até 200 pessoas em uma área de 1.800 m2. Os locais devem estar prontos antes 21 de dezembro de 2012.

“O planeta passará por uma catástrofe devastadora. Desastres são inevitáveis. É hora de se preparar”. Os dizeres poderiam estar escritos nos livros de Nostradamus ou em algum documento sobre as teorias do fim do mundo ligadas ao término do Calendário Maia (em 2012). Mas, ao contrário de tudo isso, essas palavras estão no site da Vivos Group,empresa que oferece a apenas quatro mil pessoas a chance de sobreviver ao fim do mundo.
Com sede na Califórnia, a companhia vai construir 20 abrigos subterrâneos próximos às principais cidades dos Estados Unidos, cada um com capacidade para até 200 pessoas em uma área de 1.800 m2. Cada vaga custa US$ 50 mil, o equivalente a R$ 88 mil. Mas, segundo a empresa, não basta pagar o montante para ocupar os locais. É preciso passar por um processo seletivo, que a empresa mantém sob sigilo. Até agora, cerca de mil pessoas se tornaram compradores desses abrigos.


Os abrigos projetados pela Vivos são vendidos como locais resistentes a ataques nucleares, bioterrorismo, guerras químicas, vulcões, asteróides, terremotos, mudanças climáticas e outros fatores.
>>>Vancouver é a melhor cidade para viver
Além de oferecer segurança, a empresa será responsável por fornecer assistência médica, odontológica, alimentação pelo período de um ano após o fechamento das unidades. A dieta contará com 2.500 calorias diárias e deve incluir básicos (grãos, vegetais, carnes).
Mas, a empresa informa que nem tudo será “apocalíptico”. Nos abrigos da Vivos haverá também uma parte de entretenimento, regado a vinhos.
Os abrigos projetados pela Vivos são vendidos como locais resistentes a ataques nucleares, bioterrorismo, guerras químicas, vulcões, asteróides, terremotos, mudanças climáticas e outros fatores.
>>>Vancouver é a melhor cidade para viver Além de oferecer segurança, a empresa será responsável por fornecer assistência médica, odontológica, alimentação pelo período de um ano após o fechamento das unidades. A dieta contará com 2.500 calorias diárias e deve incluir básicos (grãos, vegetais, carnes).
Mas, a empresa informa que nem tudo será “apocalíptico”. Nos abrigos da Vivos haverá também uma parte de entretenimento, regado a vinhos.
Segundo a Vivos, os abrigos também serão depósitos de DNA. Para isso, a empresa solicitou à universidades que enviassem amostras de todos os seres vivos da Terra, junto com sementes, que serão guardadas em cofres refrigerados.

Assim que o número de aprovados chegue aos quatro mil usuários, a empresa deve começar a construção dos abrigos. Os locais devem estar prontos antes de 21 de dezembro de 2012.

Jogo promove terrorismo psicológico legitimado (CARTA MATE PELA PAZ)


Mais uma prova viva de que a construção da psicologia da nova ordem mundial está em andamento e com elevado sucesso no Brasil. Está na internet o jogo “Fuga da Vila Cruzeiro”, em que o usuário usa o mouse para matar os bandidos que correm pela mata da Vila Cruzeiro. Este jogo, que para muitos pode ser uma oportunidade de se masturbar matando bandidos, é nada mais que mais uma manifestação do fascismo declarado e ainda exaltado existente no coração da população do Rio de janeiro.

Desde pequenas as crianças do Rio de janeiro, principalmente se forem de classe média são educadas na “bela” cultura da violência transmitida com símbolos de heroísmo, não me refiro à violência marginal promovida culturalmente por traficantes, mas à que provém do Estado, estabelecendo o homicídio e a morte como valores naturais e normais, internalizados como padrões de consumo e que devem ser elogiados à todo custo.

Assassine pela paz e se acostume com isso, incentive e apóie o governo; assim diz Leviatã, potestade que governa o Brasil.

A minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá” – Jesus – João 14;27
Entre Jesus e Leviatã, eu prefiro ficar com Jesus. E você?Madara

Fonte: Jogo

O caso Césare Baptiste


O caso Césare Baptiste tem ocupado grandes espaços jornalísticos na televisão oficial, e claro, sempre divulgado com os contornos devidos dados pela mídia brasileira, fanática pela ordem e pelo progresso.

O que me chama mais atenção neste caso em especial, é que Baptiste, sempre retrato como terrorista e assassino não merece isoladamente este título, posto que qualquer insurrecionista de esquerda que resistiu à ditadura militar em seu país de origem recebeu este mesmo título. Ora, porque os ditadores não receberam este título? Porque a cúpula militar que atuava na Itália não respondeu pelos crimes cometidos em sua época? E com isso, somente os resistentes receberam o título de terroristas.

Amigos, este tratamento logicamente esconde algo, uma mensagem subliminar; o Estado teocrático de direito, a ocupação de um cargo de poder no Estado lhe absorve de quaisquer culpa por atitudes, talvez ilegais. O estado funciona como um grande perdoador de pecados, um grande filtro de absolvição de crimes, homicídios, torturas, etc. Há nas colocações que chamam baptiste de terrorista, a persistente noção de exclusividade do uso da violência por parte do aparato estatal; ou como é chamado na política: monopólio do uso da violência.

Terrorismo é terrorismo, crime é crime, e homicídio é homicídio, independentemente de quem os comente. Não importa se as mãos que atiram são de um civil comum ou de um soldado, se usa camiseta branca ou farda verde: ambos são assassinos. A diferença é que de um lado existem indivíduos atuando individual/coletivamente à favor de uma ideologia maior para o país, e de o outro, a repressão que atua cegamente na defesa de uma valor religiosamente seguido: manter a ordem. Este segundo grupo, deveria pelo que sabemos teoricamente, existir para proteger o primeiro grupo, acima de tudo e de todos, mas como são meros zumbis controlados por cima, negam sua própria finalidade de existência e seguem o que são mecanicamente instruídos.

Não sou à favor nem contra Baptiste, mas sei que o que se chama de governo legítimo é a única coisa ilegítima por natureza que existe.

Madara.

Chemtrails no Rio de janeiro


Vários desses aviões estão sendo flagrados por toda a cidade do Rio de janeiro. Em dias de sol forte, quando o céu está completamente limpo, se vê um avião voando bem alto, com seu rastro de “fumaça” deixado para trás. O mesmo rastro, com o passar de em média 1 hora se transforma em nuvem. Em duas horas o céu que antes estava totalmente azul, agora apresenta já uma boa quantidade de nuvens, à ponto de conseguir cobrir o sol forte e escaldante de verão.

No início do ano passado, antes das fortes chuvas que destruíram Cabo frio, vimos os mesmos aviões despejando rastros químicos no céu. O que novamente ocorreu este ano, antes da tragédia na região serrana do Rio. Este vídeo mostra o flagrante realizado por este eu vos escreve no exato momento em que um avião passava despejando alguma coisa no céu.
Vários outros momentos foram vistos, porém nem sempre dispomos de uma câmera para gravar. Eu mesmo já flagrei ao olhar para o céu algumas vezes quando estava saindo na rua, atravessando uma passarela, comprando pão na padaria...

Bem... não sei exatamente do que se trata, mas “sigamos o coelho branco”, é fato que esses rastros “fabricam” nuvens, que acabam por se precipitar, e dependendo das condições do dia, da quantidade de nuvens que se fabricam, não promovem uma simples chuvinha para refrescar o dia. Muito se cogita sobre o que esteja por trás da tragédia na região serrana do Rio de janeiro, se este aviões estiverem sido avistados naquela, ou em regiões próximas.
Basta saber o que pretendem eles com isso? Pesquise sobre os Chemtrails!

Brasil oculta prisões de terroristas

Doc. 08BRASILIA43 - Brasil oculta prisões de terroristas: O governo brasileiro disfarça a existência e a prisão de pessoas ligadas ao terrorismo, de acordo com textos enviados pelo então embaixador americano no Brasil em 2008. Segundo o documento, "o governo brasileiro é um parceiro de cooperação no combate ao terrorismo e atividades relacionados com o terrorismo no Brasil [...] No entanto, os mais altos níveis do governo brasileiro, particualarmente o Ministério das Relações Exteriores, são extremamente sensíveis a quaisquer créditos públicos de que terroristas têm presença no Brasil - seja para arrecadar fundos, organizar a logística, ou mesmo trânsito no país - e vai vigorosamente rejeitar quaisquer declarações implicando o contrário".
Segundo um telegrama secreto enviado para Washington em janeiro de 2008 pelo embaixador dos EUA Clifford Sobel, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência ABIN monitoraram suspeitos terroristas e prenderam alguns deles, utilizando outras acusações:
"A Polícia Federal, muitas vezes, prende pessoas com ligações ao terrorismo, mas nunca usa acusações de terrorismopara evitar chamar atenção da mídia e dos altos escalões do governo. Durante o ano passado a Polícia Federal prendeu várias pessoas envolvidas em atividades suspeitas de financiamento ao terrorismo, mas os deteve sob acusações de tráfico de narcóticos e contrabando.".
O governo brasileiro nega a existência de operações contra o terrorismo no país.
Diante da situação atual no Rio de Janeiro, seria esta onda de violência no Rio parte de um movimento para ganhar apoio para uma nova lei-anti-terrorismo no Brasil? Seria a onda de violência no Rio um Ataque de Falsa Bandeira?

Outro documento publicado pelo WikiLeaks traz a mais recente avaliação da política brasileira de combate ao terrorismo, de 31 de dezembro de 2009 (Cable 09BRASILIA1540). Nele, a Ministra Conselheira da Embaixada Lisa Kubiske reitera a existência de "dois discursos separados" no Brasil: enquanto o governo nega, a polícia monitora e colabora em operações de contraterrorismo. Ela cita como exemplo a prisão, em maio daquele ano, de um integrante da Al Qaeda.

A prisão foi feita pela PF em São Paulo durante uma pretensa investigação sobre células nazistas. O libanês, conhecido como "senhor K", foi preso sob acusação de racismo. Para a PF, ele coordenava uma célula de comunicação e recrutamento da Al Qaeda em São Paulo.

Fonte: WikiLeaks

Militarismo e maçonaria: tudo à ver




Morro do Alemão 2010: o nosso 11 de setembro?

Em novembro de 2010 foi implantado um chip de controle na população do Rio de janeiro. Poucos são os que conseguiram notar a forte e intensa ideologia de controle por de trás de um acontecimento como o ocorrido no morro do alemão; com a invasão direta de quase 20 mil policiais (entre militares, civis e federais) e mais o apoio da marinha, do exército e da aeronáutica.

A ÚLTIMA DITADURA VIRÁ ATRAVÉS DA DEMOCRACIA!
Houve nesse mês que se passou uma forte mudança na psicologia do cidadão carioca com relação á aceitação do controle e da violência estatal legitimada. Um grandioso poder foi dado, á partir desse episódio nas mãos da polícia do Rio de janeiro. Poder este que ela mesma já possuía com o consentimento de grande parte da população burguesa de bairros nobres, porém agora vinda da própria população pobre e explorada das favelas. Um poder potencialmente ditatorial e absoluto, tanto de incriminar, quanto de prender, torturar e também matar. Funções estas separadas em poderes distintos (executivo, legislativo e judiciário), mas que em condições como essas, se vêm concentradas nas mãos de quem “põem a mão na massa”.

A petição popular pela intervenção do exército no Rio de janeiro não é nova, ela já é bastante antiga, e claramente influenciada pelas elites governantes que sempre quiseram re-assistir as mesmas cenas de 1964, com tanques nas ruas e fardas verdes tomando conta da ordem pública. Em uma entrevista que assisti nos dias do ocorrido, o comandante da polícia militar disse claramente: foi a população que pediu, e agora nós estamos aqui para dar a resposta que a sociedade quer. Que pena que não pude gravar pois eu estava sem computador neste período, e a mesma entrevista não conseguir achar na internet.

Com isso é claro que a população do Rio de janeiro já vem sendo manipulada á bastante tempo á aceitar um governo autoritário e absolutista. A política de governo do Estado sempre foi marcada por esta característica repressiva e “linha dura”.
Agora, depois de quase um mês do ocorridos as notícias ocultas começam á aparecer, porém o povo alienado e ignorante nem mesmo interpreta o que é dito nos tele jornais. A mídia admite que o que estava por trás da atuação dos brigada pára-quedista do exército é de fato um plano de controle das massas: o treinamento recebido pelos soldados que aturam no morro do alemão foi o mesmo dos que estão atuando em “missões de paz” da ONU no Haiti, que tem como objetivo particular o de prevenir e reprimir insurreições populares. Esta notícia percorreu vários dias os ornais de TV Globo. Ora, aqui mesmo no blog eu já havia postado, bem antes de ocorrer o fato no morro do alemão uma matéria aonde o coronel Bernardes, responsável pelo batalhão brasileiro MINUSTAH, declara: o Haiti, sem dúvida, serve de laboratório (exatamente, laboratório) para os militares brasileiros conterem as rebeliões nas favelas cariocas. E um mês depois dessa matéria ter ido para o blog explode a guerra no morro do alemão, com o mesmo exército atuando numa favela e utilizando a mesma intenção e técnicas.

É notável o quanto as elites brasileiras detestam a pobreza e mais especialmente os detentores dela: os pobres. E com isso, os lugares aonde mais se concentram os pobres no Rio de janeiro são as favelas. A grande massa que abrigam as favelas são mais que o dobro dos que moram em “bairros normais”, imaginem vocês se esse monte de gente se revolta e se rebela? Em algum momento em que o governo passa por um período de calamidade pública devido á algum acontecimento catastrófico. É preciso que eles sejam controlados, primeiramente pelo medo, medo este que a própria mídia tratou de incutir pela cultura da violência estatal “embelezada” do BOPE. Todo morador do Rio de janeiro sabe o que acontece se alguém “cair nas mãos” de um policial do BOPE, certamente não irá sair vivo para contar história.A cultura popular, o senso comum conhece muito bem a realidade diária; sabe que o BOPE, por exemplo, não é uma polícia mas um exército, e um exército sem ideologia nenhuma, á não ser a morte: matar, matar, matar e matar... É o lema que preenche o coração de todo aquele que tem uma “faca na caveira” grudada na farda.

Alguém tem dúvidas de que a nova ordem mundial brasileira terá o padrão BOPE de qualidade em repressão aos resistentes?

SUBMISSÃO Á TODO CUSTO
Injeções maciças de psicologia escrava foram dadas á população que esteve com os olhos grudados na telinha da televisão 24 horas por dia acompanhando a guerra sendo transmitida ao vivo pela TV. Eu mesmo vi, em um programa policial na rede Record o apresentador mostrando uma cena de uma policial “exaltado”, gritando com um detido, na qual o apresentador perguntava para o entrevistado, um ex-militar: é coronel, tem que ser assim mesmo né? Tem que calar a boca, abaixar a cabeça e saber que é a polícia que manda, não é mesmo? Não pode questionar, tem é que se calar, não é mesmo? E o ex-militar entrevistado responde: mas é claro! Temos que manter a ordem...

Ora, o impacto dessas declarações sobre a mente de rebanho da população já completamente escrava é completamente devastador. Com o nosso 11 de setembro, eles aprenderam á se submeter como ovelhas obedientes á voz do imperador, ou melhor; do governador. Hoje são com os traficantes, uma classe realmente renegada pela moral e que vivem completamente á margem da lei, mas amanhã será com qualquer um que ouse contestar a doutrina estatal. Ante de se implantar o governo total, é necessário implantar a ideologia dele, a psicologia que cada indivíduo precisa incorporar para que ele possa funcionar corretamente, exatamente neste processo que estamos; aonde a mentalidade necessária para Nova ordem está sendo implantada para que, quando quiserem decretem de vez o que nessa altura já existe na prática: um governo militar; totalmente fechado, 100% controlador e com pena de morte. (vale lembrar que a pena de morte não existe juridicamente aqui no Brasil, mas na prática a coisa é bem diferente...)

ARMAÇÕES
Armações semelhantes ás que ocorreram no 11 de setembro dos E.U.A, sente-se que aqui também ocorreram, e algumas já começaram á vir á tona, como a denunciada pelo jornal Extra, de um menino de oito anos que supostamente teria sido aliciado por traficantes para incendiar carros, e por ter se negado foi baleado. A notícia causou comoção popular e serviu de incentivo ao aumento da repressão militar na boca de vários apresentadores desses programas de cultura policial/carnificina que existem na TV aberta. A equipe do jornal foi investigar e acabou descobrindo que o menino havia sido coagido por policiais à inventar a história para poder criar o clima de rejeição popular e fazer com que a população apoiasse cada vez mais a ação do Estado no morro do alemão. Esperemos, pois certamente com o tempo novas armações poderão vir á tona.

DO ESTADO MÍNIMO (NEOLIBERALISMO) AO ESTADO MÁXIMO (DITADURA DISFARÇADA DE DEOCRACIA)
Após décadas sob um regime neoliberal, operando com a ótica do Estado mínimo, vemos agora o contra-movimento, onde o Estado se impõe com todo o seu poder para “retomar” o espaço perdido, e com isso, migrar de um conceito de “Estado mínimo” para o de “Estado máximo”, absolutista, com aparelhos de repressão funcionando sem limites.

O TEATRO DO BEM E DO MAL
O capitão do BOPE disse á um repórter da Globo, ao ser perguntado do apoio da população: “eles sabem que existe o bem e o mal, e eles sempre irão querer estar do lado do bem”.
Estas categorias (o Bem e mal) foram bastante utilizadas na mídia ao decorrer da semana que abrigou os confrontos. Até mesmo moradores, quando entrevistados afirmavam: “o bem tem que vencer”... Mas o que é o bem? Com que parâmetros se classifica algo de bem e um outro de mal? Você nunca pensou á respeito disso?

Essa é a principal estratégia psicológica para controlar o gado humano, pois numa sociedade com profundas raízes religiosas (catolicismo e protestantismo crescente), o discurso introduz a polarização do Bem e do Mal para empurrar “goela á baixo” o estado fascista que se quer implantar. Você leitor, nunca se perguntou do porque se utilizar de um discurso religioso para fundamentar uma ação de ordem política? Porque se usar de categorias religiosas para dar sustento á algo de ordem secular? É fácil: é para que o povo se identifique, absorva aquilo como algo bom, ainda que seja algo extremamente danoso, e que irá causar danos irreparáveis num futuro próximo, pois você irá aceitar por que é o bem, e o bem sempre é??? Deus... Logo ir contra o bem é ir contra Deus. E se o bem é o que o Estado faz, Deus está com o Estado. Se o bem é o BOPE dando porrada em quem não se calar e abaixar cabeça, você, como uma pessoa de bem deverá aceitar tudo isso, porque isso é o bem. Em outras palavras: o mal é quem se opor ao Estado.

O teatro do bem e do mal estabelece uma lógica irredutível: quem não está comigo está contra mim. É exatamente esta lógica de que um governo totalitarista e ditatorial necessita para arrecadar para si apoio dos que se dobram e são levados á acreditar nesse teatro e também isolar os que resistem e com isso incriminá-los, jogá-los para o time do mal e por fim exterminá-los. Sentimos pena dos crentes em Jesus que se deixam enganar por essas armadilhas morais do Bem contra o Mal, achando que o Bem é representado pelo Estado, e o mal é sempre os que se opõem. Amanhã estarão em um campo de concentração da nova ordem mundial dando glórias á Deus e Aleluia, pensando que estão agradando á Deus se sujeitando ás autoridades “instituídas por ele”. Burrice maior não tem! Oh, vida de gado, povo marcado eh, povo feliz!
NOVOS TEMPOS, NOVAS LEIS...
Assim como nos E.U.A, aonde devido o ocorrido dos atentados várias leis com restrições de liberdade do cidadão e de ampliação do poder policial foram implantadas, podemos aqui esperar posições desta magnitude. Poder de arrombar casas sem mandatos judiciais a polícia já tem, mesmo não oficialmente, esta é a lei que existe na prática. Em breve, com a aproximação da copa da mundo e depois com as olimpíadas não será difícil vermos no semblante da população a expressão de que estão vivendo num verdadeiro inferno, com todos os movimentos monitorados, com suspeitos sendo detidos sem poderem se explicar e/ou se defenderem de qualquer espécie de agressão. Hoje utopia, amanhã realidade: esperem e verão!

“M”

FHC com seus amigos maçons


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Morro do Alemão 2010: o nosso 11 de setembro?

Em novembro de 2010 foi implantado um chip de controle na população do Rio de janeiro. Poucos são os que conseguiram notar a forte e intensa ideologia de controle por de trás de um acontecimento como o ocorrido no morro do alemão; com a invasão direta de quase 20 mil policiais (entre militares, civis e federais) e mais o apoio da marinha, do exército e da aeronáutica.

A ÚLTIMA DITADURA VIRÁ ATRAVÉS DA DEMOCRACIA!
Houve nesse mês que se passou uma forte mudança na psicologia do cidadão carioca com relação á aceitação do controle e da violência estatal legitimada. Um grandioso poder foi dado, á partir desse episódio nas mãos da polícia do Rio de janeiro. Poder este que ela mesma já possuía com o consentimento de grande parte da população burguesa de bairros nobres, porém agora vinda da própria população pobre e explorada das favelas. Um poder potencialmente ditatorial e absoluto, tanto de incriminar, quanto de prender, torturar e também matar. Funções estas separadas em poderes distintos (executivo, legislativo e judiciário), mas que em condições como essas, se vêm concentradas nas mãos de quem “põem a mão na massa”.

A petição popular pela intervenção do exército no Rio de janeiro não é nova, ela já é bastante antiga, e claramente influenciada pelas elites governantes que sempre quiseram re-assistir as mesmas cenas de 1964, com tanques nas ruas e fardas verdes tomando conta da ordem pública. Em uma entrevista que assisti nos dias do ocorrido, o comandante da polícia militar disse claramente: foi a população que pediu, e agora nós estamos aqui para dar a resposta que a sociedade quer. Que pena que não pude gravar pois eu estava sem computador neste período, e a mesma entrevista não conseguir achar na internet.

Com isso é claro que a população do Rio de janeiro já vem sendo manipulada á bastante tempo á aceitar um governo autoritário e absolutista. A política de governo do Estado sempre foi marcada por esta característica repressiva e “linha dura”.
Agora, depois de quase um mês do ocorridos as notícias ocultas começam á aparecer, porém o povo alienado e ignorante nem mesmo interpreta o que é dito nos tele jornais. A mídia admite que o que estava por trás da atuação dos brigada pára-quedista do exército é de fato um plano de controle das massas: o treinamento recebido pelos soldados que aturam no morro do alemão foi o mesmo dos que estão atuando em “missões de paz” da ONU no Haiti, que tem como objetivo particular o de prevenir e reprimir insurreições populares. Esta notícia percorreu vários dias os ornais de TV Globo. Ora, aqui mesmo no blog eu já havia postado, bem antes de ocorrer o fato no morro do alemão uma matéria aonde o coronel Bernardes, responsável pelo batalhão brasileiro MINUSTAH, declara: o Haiti, sem dúvida, serve de laboratório (exatamente, laboratório) para os militares brasileiros conterem as rebeliões nas favelas cariocas. E um mês depois dessa matéria ter ido para o blog explode a guerra no morro do alemão, com o mesmo exército atuando numa favela e utilizando a mesma intenção e técnicas.

É notável o quanto as elites brasileiras detestam a pobreza e mais especialmente os detentores dela: os pobres. E com isso, os lugares aonde mais se concentram os pobres no Rio de janeiro são as favelas. A grande massa que abrigam as favelas são mais que o dobro dos que moram em “bairros normais”, imaginem vocês se esse monte de gente se revolta e se rebela? Em algum momento em que o governo passa por um período de calamidade pública devido á algum acontecimento catastrófico. É preciso que eles sejam controlados, primeiramente pelo medo, medo este que a própria mídia tratou de incutir pela cultura da violência estatal “embelezada” do BOPE. Todo morador do Rio de janeiro sabe o que acontece se alguém “cair nas mãos” de um policial do BOPE, certamente não irá sair vivo para contar história.A cultura popular, o senso comum conhece muito bem a realidade diária; sabe que o BOPE, por exemplo, não é uma polícia mas um exército, e um exército sem ideologia nenhuma, á não ser a morte: matar, matar, matar e matar... É o lema que preenche o coração de todo aquele que tem uma “faca na caveira” grudada na farda.

Alguém tem dúvidas de que a nova ordem mundial brasileira terá o padrão BOPE de qualidade em repressão aos resistentes?

SUBMISSÃO Á TODO CUSTO
Injeções maciças de psicologia escrava foram dadas á população que esteve com os olhos grudados na telinha da televisão 24 horas por dia acompanhando a guerra sendo transmitida ao vivo pela TV. Eu mesmo vi, em um programa policial na rede Record o apresentador mostrando uma cena de uma policial “exaltado”, gritando com um detido, na qual o apresentador perguntava para o entrevistado, um ex-militar: é coronel, tem que ser assim mesmo né? Tem que calar a boca, abaixar a cabeça e saber que é a polícia que manda, não é mesmo? Não pode questionar, tem é que se calar, não é mesmo? E o ex-militar entrevistado responde: mas é claro! Temos que manter a ordem...

Ora, o impacto dessas declarações sobre a mente de rebanho da população já completamente escrava é completamente devastador. Com o nosso 11 de setembro, eles aprenderam á se submeter como ovelhas obedientes á voz do imperador, ou melhor; do governador. Hoje são com os traficantes, uma classe realmente renegada pela moral e que vivem completamente á margem da lei, mas amanhã será com qualquer um que ouse contestar a doutrina estatal. Ante de se implantar o governo total, é necessário implantar a ideologia dele, a psicologia que cada indivíduo precisa incorporar para que ele possa funcionar corretamente, exatamente neste processo que estamos; aonde a mentalidade necessária para Nova ordem está sendo implantada para que, quando quiserem decretem de vez o que nessa altura já existe na prática: um governo militar; totalmente fechado, 100% controlador e com pena de morte. (vale lembrar que a pena de morte não existe juridicamente aqui no Brasil, mas na prática a coisa é bem diferente...)

ARMAÇÕES
Armações semelhantes ás que ocorreram no 11 de setembro dos E.U.A, sente-se que aqui também ocorreram, e algumas já começaram á vir á tona, como a denunciada pelo jornal Extra, de um menino de oito anos que supostamente teria sido aliciado por traficantes para incendiar carros, e por ter se negado foi baleado. A notícia causou comoção popular e serviu de incentivo ao aumento da repressão militar na boca de vários apresentadores desses programas de cultura policial/carnificina que existem na TV aberta. A equipe do jornal foi investigar e acabou descobrindo que o menino havia sido coagido por policiais à inventar a história para poder criar o clima de rejeição popular e fazer com que a população apoiasse cada vez mais a ação do Estado no morro do alemão. Esperemos, pois certamente com o tempo novas armações poderão vir á tona.

DO ESTADO MÍNIMO (NEOLIBERALISMO) AO ESTADO MÁXIMO (DITADURA DISFARÇADA DE DEOCRACIA)
Após décadas sob um regime neoliberal, operando com a ótica do Estado mínimo, vemos agora o contra-movimento, onde o Estado se impõe com todo o seu poder para “retomar” o espaço perdido, e com isso, migrar de um conceito de “Estado mínimo” para o de “Estado máximo”, absolutista, com aparelhos de repressão funcionando sem limites.

O TEATRO DO BEM E DO MAL
O capitão do BOPE disse á um repórter da Globo, ao ser perguntado do apoio da população: “eles sabem que existe o bem e o mal, e eles sempre irão querer estar do lado do bem”.
Estas categorias (o Bem e mal) foram bastante utilizadas na mídia ao decorrer da semana que abrigou os confrontos. Até mesmo moradores, quando entrevistados afirmavam: “o bem tem que vencer”... Mas o que é o bem? Com que parâmetros se classifica algo de bem e um outro de mal? Você nunca pensou á respeito disso?

Essa é a principal estratégia psicológica para controlar o gado humano, pois numa sociedade com profundas raízes religiosas (catolicismo e protestantismo crescente), o discurso introduz a polarização do Bem e do Mal para empurrar “goela á baixo” o estado fascista que se quer implantar. Você leitor, nunca se perguntou do porque se utilizar de um discurso religioso para fundamentar uma ação de ordem política? Porque se usar de categorias religiosas para dar sustento á algo de ordem secular? É fácil: é para que o povo se identifique, absorva aquilo como algo bom, ainda que seja algo extremamente danoso, e que irá causar danos irreparáveis num futuro próximo, pois você irá aceitar por que é o bem, e o bem sempre é??? Deus... Logo ir contra o bem é ir contra Deus. E se o bem é o que o Estado faz, Deus está com o Estado. Se o bem é o BOPE dando porrada em quem não se calar e abaixar cabeça, você, como uma pessoa de bem deverá aceitar tudo isso, porque isso é o bem. Em outras palavras: o mal é quem se opor ao Estado.

O teatro do bem e do mal estabelece uma lógica irredutível: quem não está comigo está contra mim. É exatamente esta lógica de que um governo totalitarista e ditatorial necessita para arrecadar para si apoio dos que se dobram e são levados á acreditar nesse teatro e também isolar os que resistem e com isso incriminá-los, jogá-los para o time do mal e por fim exterminá-los. Sentimos pena dos crentes em Jesus que se deixam enganar por essas armadilhas morais do Bem contra o Mal, achando que o Bem é representado pelo Estado, e o mal é sempre os que se opõem. Amanhã estarão em um campo de concentração da nova ordem mundial dando glórias á Deus e Aleluia, pensando que estão agradando á Deus se sujeitando ás autoridades “instituídas por ele”. Burrice maior não tem! Oh, vida de gado, povo marcado eh, povo feliz!
NOVOS TEMPOS, NOVAS LEIS...
Assim como nos E.U.A, aonde devido o ocorrido dos atentados várias leis com restrições de liberdade do cidadão e de ampliação do poder policial foram implantadas, podemos aqui esperar posições desta magnitude. Poder de arrombar casas sem mandatos judiciais a polícia já tem, mesmo não oficialmente, esta é a lei que existe na prática. Em breve, com a aproximação da copa da mundo e depois com as olimpíadas não será difícil vermos no semblante da população a expressão de que estão vivendo num verdadeiro inferno, com todos os movimentos monitorados, com suspeitos sendo detidos sem poderem se explicar e/ou se defenderem de qualquer espécie de agressão. Hoje utopia, amanhã realidade: esperem e verão!

“M”

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Brasil: um dos mais empolgados com a N.O.M (CLIQUE NA IMAGEM)



Nova Ordem Mundial em ação: Censura na internet começou!

silêncio - queverdadeeessa Depois que o site Wikileaks publicou documentos secretos do governo americano gerando escândalos mundialmente, a CIA resolveu atacar blogues e sites que lutam contra a corrupção política e militar nos EUA. Um dos primeiros a serem combatidos foi Alex Jones, um dos maiores lutadores nos EUA contra a NOM (Nova Ordem Mundial) e contra a corrupção da CIA. O Youtube bloqueou postagem (upload) dos seus vídeos e o Google deixou de apresentar os seus sites infowars.com e prisonplanet.com como os favoristos de buscas relacionadas com os temas expostos nos seus sites.

Em temas polêmicos os seus sites ficam sempre em primeiro lugar quer nos vídeos Youtube quer na Google. Mas agora deixaram de aparecer sempre que se faz uma busca através destes motores de busca. Ambos bloquearam e excluíram Alex Jones, provavelmente a pedido da CIA. A Nova Ordem mundial começa então a dar as cartas e mostrar a sua verdadeira face através da CIA. Coincidentemente foi logo após uma entrevista que Alex Jones deu à televisão RT (Russia Today) sobre os documentos confidenciais do Governo agora expostos pelo Wikileaks

Fonte: QueVerdadeÉEssa?

Manipulação: As 10 estratégias que são utilizadas pela mídia na população


Todos os dias vemos nos telejornais uma série de notícias escolhidas previamente pelos redatores, diretores, jornalistas e executivos das emissoras. Será que essas organizações irão difundir informações que prejudiquem a si mesmas ou àqueles que lhes geram renda?

Essas empresas que nos levam informação (emissoras, editoras, etc) estão geralmente em articulação com setores predeterminados. Partidos e seus políticos, outras empresas privadas, anunciantes e uma série de outros grupos coligados. Como esperar que elas possam ir à contramão dos interesses desses setores?

Pode se concluir através disso que qualquer informação divulgada é seletiva. Se chega a público é porque foi aprovada por um grupo que detém o poder de propagá-la e logicamente não a disponibilizará se ela contradisser seus projetos.

O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A estratégia da distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.

2- Criar problemas, depois oferecer soluções
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A estratégia da gradação

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A estratégia do deferido

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- Estimular o público a ser complacente na mediocridade

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- Reforçar a revolta pela autoculpabilidade

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- Conhecer melhor os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Fonte: JuízoFinal

Mais um passo para o estado policial totalitário: Dilma quer exército no Rio e planeja espalhar modelo pelo Brasil

Contagem regressiva para a implantação de um estado policial totalitarista. Já havia falado para algumas pessoas e veio a se confirmar: O Rio de Janeiro foi uma espécie de embrião, ou melhor, um laboratório para os globalistas da N.O.M. estabelecer seus planos. É a ordem através do caos... Pois bem, agora eles vão estabelecer a sua Nova Ordem! Veja a notícia:


Baía de Guanabara patrulhada pela Marinha. Envio de tropas e equipamentos militares para cercar e livrar outras comunidades fluminenses do tráfico e garantir investimentos sociais nesses lugares. Repetição da parceria entre polícias e Forças Armadas em outras capitais com problemas de segurança. O sucesso da invasão no Complexo do Alemão, no domingo, deixou a presidente eleita, Dilma Rousseff, entusiasmada e vai servir de modelo a novas ações em seu mandato, que acaba cinco meses depois da Copa de 2014.

O Rio de Janeiro foi considerado um excelente "laboratório", com resultados "mais do que satisfatórios", para testar o uso de Exército, Marinha e Aeronáutica no combate ao crime. Por isso, deve ser repetido. O tema foi debatido na noite de anteontem em Brasília durante reunião entre o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, a presidente eleita e o futuro ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.

O relato do encontro entre o grupo foi feito ao Estado por Pezão. Das três horas de reunião, duas foram ocupadas pela parceria. "Nós não queremos cargos nem ministério. Queremos ajuda das Forças Armadas na segurança pública e para fazer obras dentro das favelas", disse Pezão.

Segundo o vice-governador, o modelo de parceria entre Exército e polícia deve nortear a política de segurança pública da presidente eleita, que vai suceder dois mandatos presidenciais duramente criticados pela omissão no setor. "Dilma se mostrou entusiasmada em poder colocar tanto homens quanto equipamentos à disposição. Quando assumiu, o governador Sérgio Cabral disse que até o fim do mandato iria entregar todos os territórios livres de milícias e do tráfico. Esse objetivo se torna mais concreto com a parceria que nos foi oferecida", afirmou Pezão.

Na avaliação do vice-governador, a parceria será benéfica também para as Forças Armadas. "Sempre se ouve aquela crítica: "Estão (os militares) ajudando no Haiti, por que não ajudam o Rio de Janeiro e o Brasil?" Isso vai mudar depois da experiência que tivemos aqui", diz. O governador Sérgio Cabral ainda participa hoje de reunião com o comandante militar do Leste, general Adriano Pereira Júnior, para discutir os rumos da operação.

Lula. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou ontem que as Forças Armadas continuarão combatendo o tráfico de drogas no Rio por tempo indeterminado. Em entrevista após visita às obras da Usina Hidrelétrica de Estreito, no Estado do Maranhão, ele ressaltou que o governo federal está determinado a ajudar o Estado a resolver o problema da criminalidade. "(As tropas) vão ficar o tempo que for necessário para garantirmos a paz", disse.

Lula ressaltou a importância da parceria dos governos federal e estadual para as ações contra o tráfico. E observou que o governo federal só pode enviar tropas após pedido formal do governador, como prevê a Constituição. "Eu fiquei feliz por o Sérgio Cabral ter pedido apoio. Nós não podemos interferir. Ele teve sensibilidade, humildade e competência de pedir o apoio e prontamente atendemos", disse.

Lula observou ainda que foi no seu governo que as Forças Armadas passaram a atuar com poder de polícia na vigilância das fronteiras. "Agora, conseguimos que façam o controle das fronteiras." O presidente também destacou que o governo estuda a compra de aviões de Israel para o patrulhamento e o combate ao crime organizado. "Vamos controlar melhor nossas fronteiras", prometeu.

Fonte: Estadão

 

Rússia cooperará com escudo antimísseis, diz Otan


Resumo da notícia: A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) anunciou neste sábado que a Rússia concordou em cooperar com o sistema de defesa antimísseis da aliança.

O secretário-geral da organização, Anders Fogh Rasmussen, disse na cúpula do grupo, em Lisboa, que os dois lados concordaram em assinar um documento dizendo que não representavam mais uma ameaça um ao outro. (BBC)

Comentário: Você lembra do Plano da Ordem Mundial Illuminati? Albert Pike fez uma profetada dizendo que a Nova Ordem Mundial seria estabelecida com III Guerras mundiais, mas na ordem mundial de Baha’u’llah isso não acontece. Ele exerce a função do cavaleiro com o Arco descrito no livro de Apocalipse e desarma a guerra em troca de uma falsa paz através de acordos como esse.

“E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.” (Apocalipse 6 : 2)

As leis espirituais de Baha’u’llah se convertem em documentos importantes como a – Carta das Nações Unidas. No preâmbulo dela, os 192 paises signatários se comprometem em não fazer a III Guerra mundial:

“CARTA DAS NAÇÕES UNIDAS - Preâmbulo - NÓS, OS POVOS DAS NAÇÕES UNIDAS, RESOLVIDOS a preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra, que por duas vezes, no espaço da nossa vida, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade…”

Fonte primária: ApocalipseTotal
Fonte secundária: Exército mundial

 

Tortura, verdade e democracia


Os últimos oito anos em que a coalizão de ultradireita que governou os EUA assumiu a prática da tortura como política estatal só aumentaram a importância de se dirimir alguns mitos acerca do tema. Um desses mitos é a crença – disseminada amplamente entre setores da esquerda – de que a prática da tortura seria uma espécie de negação da essência da democracia, ou que a democracia seria algo como um antídoto contra a tortura, ou que esta, no fundo, negaria os valores democráticos, de racionalidade e liberdades individuais. O fato histórico concreto, no entanto, é o oposto: no momento em que “democracia”, “verdade”, “racionalidade” estavam sendo inventadas, a prática da tortura foi componente fundamental no processo em que esses ideais se faziam. Ali, na origem mesma da democracia, a tortura já era um de seus elementos chave.

Tortura e verdade (Editora Routledge, 1991, não traduzido no Brasil) é um livro revolucionário da classicista estadunidense Page DuBois sobre a prática judicial da tortura, na Grécia Antiga, em suas relações com a produção da noção filosófica clássica de verdade, assim como na construção da oposição binária entre escravo e cidadão livre. O livro parte de uma premissa: “a assim chamada alta cultura – práticas e discursos filosóficos, forenses e civis – vai de braços dados, desde o começo, a partir da antiguidade clássica, com a inflição deliberada de sofrimento humano”. DuBois passa a mapear o processo pelo qual, na pólis ateniense, o corpo do escravo é juridicamente convertido em objeto de tortura e em canal privilegiado da verdade. Por um bom tempo nos tribunais atenienses, o homem livre não podia ser torturado, mas o escravo sim. Não só era comum torturar escravos, mas se pressupunha que o escravo produziria a verdade quando torturado.

A palavra que designa “tortura” em grego, basanos, evolui de um sentido anterior de “pedra de toque que testa o ouro” para uma acepção mais ampla de “teste que define se algo é genuíno ou real”. Com o tempo, o vocábulo teria passado a significar “interrogatório através de tortura” e o próprio ato de torturar. Numa reconstrução cuidadosa, DuBois examina os contextos em que basanos aparece na épica homérica, em poetas aristocráticos como Teógnis e Píndaro, em trágicos como Sófocles e Ésquilo, na sátira de Aristófanes, na historiografia de Heródoto, nos discursos de Demóstenes e Licurgo e nas obras filosóficas de Platão e Aristóteles. É em Sófocles (aprox. 497-406 a.C.) que DuBois observa a transição do sentido de basanos de “teste” para “tortura”. A tortura não só era amplamente praticada na democracia ateniense, mas foi um componente fundamental de como a verdade viria a ser concebida e de como a diferença entre cidadão e escravo seria estabelecida.

Na democracia grega, o testemunho jurídico do escravo era tido como verdade se, e somente se, esse testemunho fosse extraído sob tortura. Na medida em que o escravo era uma valiosa propriedade, passível de ser danificada pela tortura, era a prerrogativa de seu dono oferecê-lo para o basanos. Essa prática não podia ser aplicada a cidadãos, aos homens livres. A tortura operou, então, para fixar e controlar a própria instabilidade da dicotomia entre cidadão e escravo. O pensamento grego nunca conseguiu naturalizar a separação entre homens livres e escravos, já que os livres de hoje podem converter-se nos escravos de amanhã, por exemplo através da derrota numa guerra. Esse pensamento tentou, mas foi incapaz de fundamentar biológica ou ontologicamente o fato social da escravidão, apesar dos melhores esforços de Aristóteles, que naufragam na tentativa de explicar por que os escravos são desprovidos de razão. Se há uma diferença natural entre o cidadão e o escravo, como é possível que os livres possam se tornar escravos ao serem derrotados no campo de batalha? Como justificar ontologicamente a estrutura política que permite a sistemática imposição de dor sobre certos seres humanos e não sobre outros?

O Livro III da Política, de Aristóteles, encara essa mais inglória das tarefas, definir o que, afinal de contas, é um cidadão e o que o diferenciaria do não-cidadão: “Os residentes estrangeiros [metoikoi] (...) não participam senão imperfeitamente da cidadania, e os chamamos de cidadãos só num sentido qualificado, como poderíamos aplicar o termo a crianças que são jovens demais para estar registradas ou a idosos que foram desobrigados das funções estatais”. Metoikoi é o nominativo masculino plural derivado do verbo metoikos, que significa “mudar de residência, emigrar e estabelecer-se em outro lugar”. Quanto mais Aristóteles acredita que a expressão exata é “imaterial” e que “o que queremos dizer está claro”, mais embaçada e confusa torna-se a fronteira. Quando Aristóteles termina de excluir as mulheres, as crianças, os escravos, os idosos, os residentes estrangeiros e outros não-cidadãos, resta-nos uma categoria à beira do desmoronamento. Não se trata de que pouco a pouco, depois de eliminar todos, não permaneça ninguém. Alguém sempre se qualificará como “cidadão”: o domínio dos homens adultos nascidos em Atenas, falantes de grego e donos de propriedades mostra que a ontologia pode estar capenga, mas isso não a impede de operar politicamente para favorecer os mais poderosos.

O que Aristóteles chama de “cidadão” é aquele lugar virtualmente vazio que sobra uma vez que eliminemos todos os não-cidadãos. O horror da não-cidadania é também um vazio voluptuoso que ameaça tragar todos os cidadãos, porque eles poderão ficar velhos, perder suas propriedades, ser exilados ou conhecer a derrota na guerra. Como diferenciar o cidadão do não-cidadão se o destino daqueles é juntar-se a estes quando fiquem velhos, se exilem ou percam uma guerra?

A prática da tortura na democracia grega cumpriu um papel na estabilização dessas fronteiras meio impossíveis de estabilizar, entre cidadão e não-cidadão e entre homem livre e escravo. O escravo é aquele que pode ser torturado. E por que ele é torturado? Porque da tortura [basanos], emerge a verdade [aletheia]. Ali, ao lado dos tribunais onde se torturavam os escravos, a filosofia ocidental inventava o conceito de verdade, a prática política inventava a democracia e a jurisprudência inventava o que se entenderia por justiça. Que fique estabelecido, pois, que nenhuma dessas disciplinas tem as mãos completamente limpas se formos relatar em detalhe a história da tortura no Ocidente: a própria invenção dos seus conceitos chave é parte da institucionalização da tortura na pólis grega.

A hipótese de DuBois é que o estabelecimento do corpo do escravo como corpo que pode ser torturado (e que será necessariamente verdadeiro quando submetido à tortura) foi chave na constituição mesma do conceito de aletheia, de “verdade”, para os gregos. Se recordamos A verdade e as formas jurídicas (pdf), texto de Michel Foucault apresentado pela primeira vez no Rio de Janeiro em 1973, duas concepções de verdade entraram em choque no pensamento grego. Por um lado, há a compreensão mais antiga da verdade como produto de uma luta, uma batalha, uma prova através da qual algo emerge: concepção épica. Por outro lado, há a concepção da verdade como essência enterrada e escondida, esperando para ser desvelada e trazida à luz, extraída de uma interioridade desconhecida que o conhecimento tentaria penetrar: concepção mais propriamente filosófica. Esta é a ideia sexualizada, bem masculina de verdade, que prevaleceria em última instância. Esse processo de extração da verdade mantém uma dívida com a tortura exercida sobre o corpo do escravo, já que é a sanção jurídica da tortura que confere à filosofia a metáfora que organiza o seu conceito central, a verdade.

O basanos dissolve a resistência, traz à luz, arrasta rumo à visibilidade. A metáfora que descreve a tortura replica o movimento do filósofo que arranca a verdade de sua condição velada. É n' O Sofista, de Platão, que melhor se deixa ver o laço entre, por um lado, a extorsão através da qual o filósofo traz à luz a verdade, arrancando-a do sofista, que permanece cego, inconsciente e, por outro lado, o processo característico da produção jurídica da verdade através do corpo do escravo: “A melhor maneira de obter a confissão da verdade seria submeter o próprio enunciado a um leve grau de tortura [basanistheis]”, diz Platão. Há uma analogia entre o suplício sofrido pelo escravo no tribunal e aquele imposto ao sofista. Como o escravo, o sofista somente revela a verdade sob violento interrogatório e pressão. As odiosas narrativas hipotéticas com que a administração Bush e seus lacaios na mídia racionalizavam a tortura – “imagine um terrorista com informação sobre a explosão de uma bomba nuclear, etc.”: o cúmulo da ficção – não deixam de ter, é importante sublinhar, seus antecessores mais “nobres”, nas origens mesmas da democracia e filosofia ocidentais.

É possível mapear, no pensamento grego, uma concepção antidemocrática de verdade entendida como algo que se arranca do corpo do outro. O processo descrito por Platão evoca diretamente o basanos em seu contexto legal. A metáfora platônica transforma o sofista num corpo que deve submeter-se a um sofrimento, um suplício imposto pelo logos. A lógica e a dialética são artes da tortura, nela estão implicadas e assim foram teorizadas, no momento mesmo de sua constituição e sistematização, no texto platônico. A caça ao sofista inaugura uma longa tradição de metaforização da verdade como encarceramento na filosofia ocidental, tropo que retornaria, por exemplo, na luta épica de Descartes para impor uma derrota humilhante à dúvida.

A violência através da qual emerge o conceito de verdade na Grécia traz marcas das hierarquias de gênero. O pensamento grego estabeleceu extensos vínculos entre a verdade e o escondido, o segredo, a potencialidade feminina, a interioridade tentadora encerrada no corpo humano. A mulher e o escravo são receptáculos da verdade que não têm, eles mesmos, acesso a ela como sujeitos. Sua função é fornecer o acesso ao homem livre, ao cidadão. A confecção do conceito de verdade foi contemporânea da sexualização das metáforas baseadas no ato de arrancar à luz algo dormente numa interioridade. A extração da verdade seria, então, um tropo sexualizado por excelência, que funda a compreensão que tem o Ocidente da diferença sexual. Os pólos masculino e feminino vêm a ser dialeticamente constituídos num processo violento e assimétrico, no qual o feminino é o espaço circunscrito como interioridade e penetrado pelo masculino. A tarefa viril do filósofo seria extrair a verdade de um receptáculo e trazê-la à luz num processo de extração – e assim, claramente, teoriza-a Platão, n’O Sofista.

A tortura não é, portanto, antagônica à verdade ou antídoto da democracia. Não é de uma esfera alheia ao direito. A tortura nunca foi escandalosa em democracia nenhuma (algumas delas simplesmente exportaram, “terceirizaram” sua prática para outras comarcas). A sanção jurídica da tortura no mundo ocidental nasce não só contemporaneamente a, mas também em relação de sustentação mútua com o albor de todas essas noções: verdade, democracia, justiça, direito.

A diferença entre uma visão materialista histórica e uma visão liberal da atrocidade e da tortura se remete, em grande parte, a um abismo: o liberalismo é incapaz de compreender essa história – as origens comuns da tortura e da democracia, da tortura e do direito, da tortura e da verdade –, pois afinal de contas ele próprio, liberalismo, não passa de um capítulo dessa mesma história. O materialista histórico, comprometido com o legado dos vencidos, não pode se dar ao luxo de ignorar que o estado de emergência que vivemos com os torturadores de Bush e Olmert não tem sido a exceção, mas a regra.

Ilustração: "Tortura com água". Xilogravura. Praxis Rerum Criminalium (1556), de Joost de Damhoudere.

Fonte: O biscoito fino e a massa

 

Haiti: um laboratório contra rebeliões em favelas do RJ



LABORATÓRIO CONTRA REBELIÕES NAS FAVELAS

A ONU gasta 500 milhões de dólares por ano para fazer do Haiti um teste de guerra. Ontem pela manhã estivemos no BRABATT, o principal Batalhão Brasileiro da Minustah (United Nations Stabilization Mission in Haiti). Quando questionado sobre o interesse militar brasileiro na ocupação haitiana, o coronel Bernardes não titubeou: o Haiti, sem dúvida, serve de laboratório (exatamente, laboratório) para os militares brasileiros conterem as rebeliões nas favelas cariocas. Infelizmente isto é o melhor que podemos fazer a este país.

Hoje, dia 13 de janeiro, o povo haitiano está se perguntando mais do que nunca: onde está a Minustah quando precisamos dela?

Posso responder a esta pergunta: a Minustah está removendo os escombros dos hotéis de luxo onde se hospedavam ricos hóspedes estrangeiros.

Longe de mim ser contra qualquer medida nesse sentido, mesmo porque, por sermos estrangeiros e brancos, também poderíamos necessitar de qualquer apoio que pudesse vir da Minustah.

A realidade, no entanto, já nos mostra o desfecho dessa tragédia – o povo haitiano será o último a ser atendido, e se possível. O que vimos pela cidade hoje e o que ouvimos dos haitianos é: estamos abandonados.

A polícia haitiana, frágil e pequena, já está cumprindo muito bem seu papel – resguardar supermercados destruídos de uma população pobre e faminta. Como de praxe, colocando a propriedade na frente da humanidade.

Me incomoda a ânsia por tragédias da mídia brasileira e internacional. Acho louvável a postura de nossa fotógrafa de não sair às ruas de Porto Príncipe para fotografar coisas destruídas e pessoas mortas. Acredito que nenhum de nós gostaria de compartilhar, um pouco que seja, o que passamos ontem.

Infelizmente precisamos de mais uma calamidade para notarmos a existência do Haiti. Para nós, que estamos aqui, a ligação com esse povo e esse país será agora ainda mais difícil de ser quebrada.

Espero que todos os que estão acompanhando o desenrolar desta tragédia também se atentem, antes tarde do que nunca, para este pequeno povo nesta pequena metade de ilha que deu a luz a uma criatividade, uma vontade de viver e uma luta tão invejáveis.
13/Janeiro/2010
[*] Investigador da Universidade de Campinas em missão no Haiti.

O original encontra-se em http://lacitadelle.wordpress.com/

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/

 

Serra: o candidato maçom de Silas (maçom)

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Entrando no jogo da nova ordem mundial


Nessas eleições, virou febre na internet um vídeo particularmente recomendado pelo Pr. Silas malafaia em seu programa de TV, onde um outro líder evangélico, o Pr. da primeira igreja batista de Curitiba Paschoal Piragine, discursa em sua igreja sobre o que os membros debaixo de sua liderança devem votar ou não nessas eleições.

Como de costume, logo na primeira vez em que assiste o vídeo reconheci alguns erros básicos na doutrina difundida por este indivíduo, dos quais vou pautar agora:

1 – Piragine é um pagão convicto. Não faz diferença alguma entre antiga aliança (onde o Eterno se manifestava em um povo, numa nação, numa pátria; havia um território, fronteiras, defesas: um Estado teocrático) e nova aliança (onde na pessoa do messias Jesus o Eterno desistiu desse modelo e passou á se manifestar apenas em indivíduos particulares; o reino de Deus está em vós, disse ele). Para Piragine, Deus continua á ser um Deus da nação, da pátria, do coletivo, e julgará a pátria inteira se assim ele achar melhor.

2 –Por causa disso está havendo no Brasil um movimento que eu faço parte agora, graças á Deus... De líderes cristãos, de várias denominações, evangélicos e católicos, que estão trabalhando para que a iniqüidade esteja institucionalizada em forma de lei
A tão sonhada união entre protestantes e católicos começa á ser desenhada sob a forma de uma suposta colaboração mútua para que “os valores cristãos” prevaleçam na sociedade. Esse é objetivo da nova ordem mundial e de quem está por trás dela (anticristo), e não perverter uma sociedade já pervertida. Piragine ainda agradece á Deus por poder participar desse movimento ecumênico! Um outro erro cometido por ele é: estabelecer na mentalidade dos crentes que há uma relação direta entre as leis humanas (criadas pelo poder legislativo) e o evangelho, ao expressar a preocupação da iniqüidade estar manifestada na forma de lei; ora, para Deus não existe nenhuma diferença entre tudo o que se comete dia á dia de injustiça, de homicídios, etc, com o fato de uma lei estar aprovada no senado federal. Jesus não se importa o governo, ele não tocou, nem sequer tentou melhorar o império romano enquanto esteve aqui, tão somente se ocupava das coisas de Deus, e as coisas de Cezar eram simplesmente realizadas pela conveniência de serem feitas.

3 –Nós precisamos de valores cristãos trabalhando nesses contextos...”. Não, absolutamente não precisamos, os necessitamos da presença de Jesus em nossas vidas, no cotidiano e assim avançaremos como a igreja primitiva avançou antes de ser seduzida por Constantino que abriu a participação política aos cristãos no império romano (logo: vemos que Piragine e Silas malafaia são os maiores representantes da igreja Constantiniana no Brasil, eles não são seguidores de Jesus, mas de Constantino!)

4 –Caso contrário a iniqüidade será oficializada, e Deus não vai ter outra coisa á fazer se não julgar a nossa terra”. Como eu disse antes, este indivíduo não faz diferença nenhuma entre os dois sistemas; graça e lei, ele se esquece (ou omite) que o relacionamento de Deus com o homem é totalmente individual, não é efetuado por pátria ou coletivo, mas sumamente individual! Piragine parece estar com medo de ser julgado por Deus, por que este receio? Ele é contra o juízo de Deus! (Mateus 6:33 - Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas).

5 –E se Deus julgar a nossa terra, isso vai acontecer na tua vida e na minha vida, por nós fazemos parte dessa terra”. Piragine obstinadamente nega á Jesus ao afirmar que individualidade adquirida por Jesus em seu sacrifício não existe! Deus porventura cobraria de cada um sobre algo que ele não intervém, o Estado? Enquanto pastores energúmenos como Piragine e Silas malafaia estão matando Deus á cada dia e enganando multidões com suas heresias, e o crucificando com o mesmo ódio que os soldados romanos tinham estampado em usas faces: (II Pedro 2:1,2) – “E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade”. Este é o retrato exato de pessoas que nem mais consigo suportar ao ver proferindo absurdos em cima de absurdos, todos os dias na televisão.

Introduzir encobertamente heresias destruidoras é mascarar a heresia de defesa do evangelho, é possuir ganância por poder e dinheiro e ainda assim proclamar aos quatro ventos que está defendendo a família e os valores cristão.

Negar á Jesus é negar a graça, a nova aliança realizada por ele e o seu produto, a liberdade, a individualidade de comunicação e relacionamento com o pai...

E como vemos, realmente muitos seguem essas idiotices; a grande massa cega e alienada vê nesses homens a figura de deuses; aceitam tudo o que por eles é dito sem nem mesmo refletir um pouco sobre o que está sendo dito. E comi isso o caminho da verdade é blasfemado e vilipendiado; todos os dias, á ponto de nem mais reconhecerem o verdadeiro evangelho quando este é pregado. O evangelho que é totalmente contra á participação dos seguidores de Jesus com o sistema organizacional desse mundo. (Efésios 2:2) – “Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência”.

6 – Ele ainda classifica a bíblia como a palavra de Jesus, foi repetido várias vezes o termo: a bíblia diz, a bíblia diz... Não diferencia nada de nada. Para ele a maneira como Deus tratava o povo de Israel é a mesma que ele trava a igreja hoje, no tempo da graça. Não sabe ler as escrituras á partir de Jesus, pensa que tudo o que está escrito na bíblia é para ser praticado por nós; pobre mente doente!

Na verdade o que ele quer impedir é que as profecias se cumpram, pois assim está escrito acerca dos últimos dias. Ora, trabalhar em oposição ao agir de Deus e á sua soberania de querer efetuar o seu juízo é o mesmo que dizer que nós temos a capacidade de acalmá-lo, como se o Eterno fosse uma divindade indígena que se oferece sacrifícios para aplacar a sua ira. Piragine está totalmente fora de órbita com relação á instauração do reino do anticristo, da grande tribulação e coisas do gênero. A grande tribulação, por exemplo será o maior juízo efetuado por Deus aos habitantes da terra, não só do Brasil! O que Piragine dirá quando ela chegar? Que a culpa é dos crentes que não souberam votar corretamente? É muita cara de pau, e falta de temor á Deus!!!!!!!!!!!!

Com isso concluo que o Pr. Paschoal Piragine é mais um dos que chamamos de híbridos; aqueles que carregam duas funções: são enganados e enganadores. Ele caiu no jogo da nova ordem mundial, na armadilha Iluminati do Ordo AB Chaos (a ordem pelo caos), construída com inimigos inventados e programados (movimentos gays e pró aborto); e disso, esperando-se a reação de grupos conservadores (igrejas protestantes e católicas) para que eles se aproximem e se tornem mais íntimos. Esse é o real objetivo; rumo á religião unificada! A comunhão de luz e trevas, a convivência pacífica de opostos!

Eu não sei quanto á você leitor, mas a minha decisão já está tomada: prefiro ficar com o Senhor Jesus até o último momento de minha vida terrena e não renegar o seu evangelho, para naquele grande dia receber a coroa da vida e a frase: vinde benditos de meu pai, do que dar ouvidos á esses cãs gulosos chamados de pastores que seduzem as multidões com suas palavras fingidas e desviam milhões do caminho da verdade, levando-os para o inferno. A minha pergunta pra você é apenas a seguinte: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos?” (I reis 18;21).

Madara.

Um ataque dos EUA ao Irã é inevitável



Um ataque militar americano contra o Irão é “inevitável”, revelou domingo, o ex-chefe da CIA, Michael Hayden, em entrevista à CNN.

Uma hipótese que, segundo ele, terá encontrado seu caminho no topo do estado maior americano dadas as tensões entre EUA e Irão e à continuidade do programa nuclear iraniano.

Michael Hayden, disse que quando ele estava ao serviço sob a presidência de George W. Bush, a hipótese de um ataque contra as instalações nucleares de Teerão, estava “na parte inferior da lista”,…
mostrou-se muito pessimista sobre a evolução da situação, afirmando que
tal medida “é (hoje) inevitável”.

Segundo o ex-director da CIA, os Estados Unidos aguardam o momento em que o Irão estará “quase em posição” de fabricar a bomba para passar à ofensiva.

Um método para deixar a porta aberta à diplomacia, enquanto possível, mas, em princípio, exclui a possibilidade de Teerão adquirir armas nucleares. “Um ataque é provável”, continuou ele.

O governo iraniano diz que seu programa nuclear se destina apenas para fins civis, criticando a dupla linguagem dos países ocidentais que, segundo Teerão, não fazem nada contra “Israel” que possui pelo menos
200 ogivas nucleares. Al-ManarTV

A tensão é grande, os conflitos ameaçam nos 4 cantos do planeta, ou neste caso, nos 3 cantos do planeta,…

E.U.A & Colômbia VS Venezuela
E.U.A & Israel VS Irão
E.U.A & Coreia do Sul VS Coreia do Norte

Descubra o erro….


Eles estão a preparar o terreno, os sinais são mais do que óbvios… Terão os americanos a ousadia de atacar em 3 frentes em simultâneo?

Fonte: Prova final

Ameaça de Guerra: Israel e EUA invadiram o Irã


Ameaça de Guerra: Israel e EUA invadiram o Irã. o Egito abriu o espaço marítimo para o EUA e Israel invadirem o Irã. Doze navios de guerra dos Estados Unidos e de Israel, incluindo dois porta-aviões. Uma das maiores táticas dos governos e da elite mundial é aproveitar os grandes eventos e desviar a atenção do público para as notícias.

Enquanto todas as atenções estavam voltadas para a copa do mundo, o Egito abriu o espaço marítimo para o EUA e Israel invadirem o Irã.

Doze navios de guerra dos Estados Unidos e de Israel, incluindo dois porta-aviões, atravessaram o Canal de Suez na sexta-feira em direção ao Mar Vermelho, o caminho mais rápido para o Golfo Pérsico no Mediterrâneo. O objetivo seria o transporte de tropas e munições e veículos blindados, como parte dos preparativos finais, antes de iniciar um conflito militar com o Irã.

Nenhuma mídia ocidental até o momento não comunicaram essas informações, entretanto, confirmada pelo jornal israelense Haaretz, o que indica que milhares de soldados egípcios foram deslocados ao longo do Canal de Suez, de modo a garantir “uma passagem segura dos navios.



A versão em Inglês do diário hebraico “Yedioth Ahronoth, o tráfego no canal foi interrompido por várias horas para permitir a passagem de navios de guerra, assim como todas as atividades de pesca na região têm sido proibidas bem como o tráfego nas pontes sobre o canal. O Yedioth disse, citando o general egípcio Amin Radi, que Israel “não quer uma guerra com o Irã, a fim de continuar a ser a única potência nuclear na
região.”

Deputados da oposição egípcia criticaram o governo Mubarak por sua cooperação com os Estados Unidos e forças de Israel, por permitirem a passagem destes navios em águas territoriais egípcias.

Deputados do partido político dos Irmãos Muçulmanos também informaram que consideravam o caso como uma amostra de lealdade do presidente Hosni Mubarak para com o Estado judeu e os Estados Unidos, e que a participação do Egito na preparação para a guerra eram “um escândalo internacional”. Estes membros também acrescentaram que não irão “ficar de braços cruzados”, enquanto “o países estiverem trabalhando em uma guerra contra o Irã”.



Em 12 de junho, o The Sunday Times revelou que Israel havia permitido que a Arábia Saudita pudesse usar o seu espaço aéreo para atacar o Irã. “Na semana que se seguiu à novas sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Teerã, Riyadh concordou em permitir que Israel poderia usar um estreito corredor do espaço aéreo no norte para encurtar a distância à um possível bombardeio do Irã, disse o jornal.
Informações negaram categoricamente dois dias depois pelo embaixador
saudita ao Reino Unido, o príncipe Mohammed bin Nawaf.

Questionado pelo Tehran Times, o ministro da Defesa iraniano Ahmad Vahidi, disse: “Os americanos nos disseram que iriam utilizar todas as opções contra o Irã, nós anunciamos que, também usaremos todas as opções para nos defender.”

Fonte: Tilesexperts

PROJETO BLUE BEAM ENTENDA O QUE É ISSO

Projeto que é feito pelo governo, em que se trata na conspiração de criar imagens holográficas de seres ou objetos para se apresentar a população.
Ex: Jesus, ovnis...
Holograma já é feito, e consiste em criar imagens através de raios lasers em 3D

Agora podem controlar "fingindo" a vinda de Jesus e de ovnis ?
a nova ordem mundial a muito quer criar uma unica religião, uma unica moeda eletronica atraves do biochip ou divulgar o anticristo o tal " MAYTREA "


Uchiha madara (f)

É o fim: milícia "cristã" age no E.U.A



Como sinal do fim dos tempos, estamos presenciando cada vez mais aberrações na face da terra; o Brasil por exemplo, especializou-se em produzir feitiçarias brancas, com o nome de Jesus, uma espécie de profanação simbólica do nome do messias: G12, movimentos de batalha espiritual, atos proféticos...

Enquanto que agora nos E.U.A, divulga-se a notícia da existência de uma milícia “cristã”, empunhando verdadeiramente armas e treinando dia á dia para a nobre profissão de matar. E o pior não é isso, mas que existe pessoas que defendem tal comportamento, chamando-os de verdadeiros cristãos, fiquei imensamente triste de ver no site Apocalipse total este comentário do autor: “Usar milícias fabricadas como o HUTAREE e atribuir os atentados aos verdadeiros cristãos é mais uma desculpa para o império babilônico americano colocar em prática o seu plano de matança global”. Que decadência!

Realmente, é tempo de apostasia! Temos que ensinar de novo o básico do evangelho.

1 - Os que assim procedem, não só são negadores da mensagem da cruz como escarnecedores do sangue da nova aliança feita por Jesus, difamam a pessoa de Jesus publicamente e são uma vergonha para o evangelho. A ética proposta por Jesus em substituição á ética da antiga aliança (olho por olho e dente por dente) é a não violência (Mateus 5; 38 – “Eu, porém vos digo: não resistais ao mal, se alguém te bater na face direita oferece pois a esquerda... Ouvistes o que foi dito: amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo, mas eu porém vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. Essa consciência só nascerá quando indivíduos como estes entenderem que nós não somos iguais á todos os outros deste mundo (na questão espiritual), á nós é exigido um comportamento e uma visão de mundo totalmente diferenciada, dada pelo próprio mestre, pelo próprio Senhor.

2 – Verdadeiros cristãos não farão milícias para matar e fazer parte da carnificina comandada e preparada por Satanás, mas obedecerão o que Jesus ensinou quando estivéssemos nos últimos dias (Mateus 24 – “Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes... E quem estiver no campo não volte atrás a buscar as suas vestes. E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado”. ISTO È O EVANGELHO! E nada á mais. Nos foi dada apenas duas opções: morrer (pelo testemunho dele) e fugir. Nada de batalhar fisicamente com armas á fim de derrotar o anticristo, o único que derrotará o anticristo será o próprio Jesus que virá nas nuvens (batalha do Armagedom). Que idiotice essa, não? A milícia Hutaree tem a pretensão de derrotar o anticristo! Além de negadores de Jesus são idiotas e estúpidos!

QUAL È A NOSSA LUTA?
3 – (II Corintios 10:3,5) - “Pois ainda que existindo na carne, não lutamos de acordo com a carne, porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas, destruir raciocínios e toda altivez que é levantada contra o conhecimento de Deus... ”. (Efésios 6;12) - “A nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes das trevas deste século”. Sem comentários!

2 - A milícia chamada de Hutaree, são um bando de paranóicos negadores do evangelho que somente carregam consigo o nome “Jesus”, mas nada possuem de concordância com a sua pessoa; pois uma coisa é ter a adesão ao nome, ficar repetindo o nome toda hora, usar o nome como estratégia de marketing, porém outra coisa é ter compromisso com a pessoa de nosso Senhor, como está escrito: (João 14:24) - “Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do Pai que me enviou”. Ter compromisso com a pessoa é encarnar em si toda a ética do evangelho, toda vida, obra e ensinos de Jesus como único instrumento hermenêutico para a vida. A não resistência ao mal precisa estar circulando nas nossas veias, ter viva a chama do que realmente é o verdadeiro Jesus, que temos obrigação de testemunhar.


Para você refletir: (II Timóteo 4:3) - Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências.



Por Uchiha Madara (f).

 

Irã declara estado de guerra em sua fronteira



O Irã declarou nesta quarta-feira, estado de guerra em sua fronteira noroeste.
A Guarda Revolucionária iraniana está estacionada na região do Mar Cáspio devido à mobilização de tropas norte-americanas e israelitas
no território do Azerbaijão, de acordo com fontes militares, estão
dispostos a realizar ataques contra instalações nucleares do país
liderado por Mahmoud Ahmadinejad.

O anúncio feito pelo Brigadeiro General Mehdi Moini anunciou a intenção
de repelir qualquer ataque contra os interesses iranianos. "A
mobilização é devido à presença americana e israelense na fronteira
oeste, e reforços estão sendo enviados para a província do Azerbaijão e
no norte do Mar Cáspio ", disse ele.

No passado, os militares iranianos tinham previsto a possibilidade de
ataques por parte dos governos contra a idéia do presidente do Irã de
enriquecer urânio para uso pacífico, mas esta é a primeira vez que são
tomadas medidas militares preventivas.

Nos últimos dias, Israel mandou aviões bombardeiros para bases na área de conflito onde já se encontrava tropas dos EUA, despertando assim, suspeitas no Governo Iraniano.


Fonte: El diário

 

Chávez pede atenção diante de "iminente guerra atômica" contra Irã



Caracas, O presidente venezuelano, Hugo Chávez, pediu no dia 14 aos seus simpatizantes para que fiquem "alertas" diante um eventual ataque nuclear contra o Irã após a análise feita nesse sentido pelo líder cubano Fidel Castro.

"É necessário que estejamos alertas", disse Chávez após citar que Fidel falou da possibilidade de "uma iminente guerra atômica por causa da irresponsabilidade dos Estados Unidos".

O aviso do governante venezuelano foi feito durante um comício em Caracas para as eleições parlamentares de 26 de setembro.

"Não vamos ficar pendentes apenas das eleições e deixar que um acontecimento de grandes proporções nos surpreenda", explicou Chávez.

Segundo o presidente venezuelano, os indícios de que há uma mobilização não estão apenas no Oriente Médio, mas também são visíveis na América Latina e outras partes do mundo.

"Tenho informação de amigos panamenhos, costarriquenhos e de outras partes da América Central de que a ofensiva imperial sobre a América Latina vai continuar", disse.

"Na Costa Rica anunciaram a assinatura de um convênio para receber milhares de marines (fuzileiros navais americanos) e 46 navios de guerra, porta-aviões, submarinos, armas sofisticadas, até 31 de dezembro, com a desculpa de sempre: o narcotráfico", acrescentou Chávez.

Com isso, houve "aumento dos voos de aviões de guerra desde Aruba e Curaçao, onde o império ianque tem bases militares", disse o presidente da Venezuela.

"Ontem enviamos uma nota de protesto à Holanda pela violação de nosso espaço aéreo, temos as provas, porque agora temos capacidade de detecção e de resposta para garantir nossa soberania", afirmou Chávez.

Por fim, Chávez convidou Fidel Castro a visitar a Venezuela e se mostrou feliz com a boa aparência do líder cubano.

"Queria te ver assim, Fidel, falando, orientando. O que falta é o uniforme", disse.


Fonte: UOL notícias

 



Lula (Iluminati) no Cazaquistão





Presidente Lula falando sobre a Nova Ordem Mundial (Quarta-feira, 17 de Junho de 2009) Segundo presidente, depois da crise ninguém mais tem muita certeza do que faz. Depois da crise, ficamos mais iguais', diz Lula no Cazaquistão.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira no Cazaquistão que a crise tornou os países mais iguais, abalou certezas e abriu espaço para a construção de uma nova ordem mundial.

"Antes da crise, tínhamos países que sabiam mais do que os outros. Antes da crise, o Estado não tinha nenhum papel relevante. Depois da crise, todos nós ficamos mais iguais".
"Já não existe mais ninguém no mundo com certeza absoluta do que faz", disse o presidente durante a visita ao palácio presidencial de Akora, sede do governo cazaque.
"Por isso, existe uma possibilidade enorme de trabalho para a NOVA ORDEM FINANCEIRA MUNDIAL. Para isso, temos que reformar as Nações Unidas e fortalecer e reformar as instituições financeiras internacionais, sobretudo o FMI e o Banco Mundial", acrescentou Lula ao lado do presidente Cazaque Nursultan Nazarbayev.


Por: Uchiha Madara (f).


Rússia também quer liderar a nova ordem mundial



O presidente russo Dmitry Medvedev afirmou que Moscou estaria se oferecendo para ajudar a liderar os esforços para construir uma nova ordem econômica mundial depois que o sistema antigo desmoronou diante da
crise financeira global.

Abrindo o fórum anual econômico da Rússia em São Petersburgo, onde se
reuniram centenas de diretores executivos globais , Medvedev disse que o
renovado interesse na Rússia neste ano era um sinal de um mundo em
mudança, em que as instituições de uma ordem mundial dominada pelo
ocidente está seus dias contados em meio a milhares de inadimplências de
empresas e a ameaça de inadimplência de países inteiros.

"O que parecia intocável entrou em colapso. As bolhas que criavam a
ilusão de que as economias prosperavam explodiram", disse Medvedev.
"Para a Rússia esta situação é um desafio e uma oportunidade. Estamos
vivendo um momento único. E devemos utilizá-lo para construir uma Rússia
moderna, próspera e forte... que será uma co-fundadora da nova ordem
econômica mundial e uma participante de pleno direito na liderança
política coletiva do mundo pós-crise."


Maçonaria na bola da copa?





“A maioria dos maçons não sabe o que esperar no caminho dos segredos. Talvez a maior parte não esteja realmente desapontada, visto que a maioria deles juntou-se à Loja pelas razões mais superficiais: prosseguir e entrar no Templo (onde estão todos os convites), ou por uma carreira profissional posterior. Contudo, se você freqüenta as reuniões da Loja Azul por tempo suficiente (geralmente umas duas semanas bastam), aprende que há graus mais elevados que o Mestre Maçom pode atingir.
Esses graus prosseguem em uma das duas formas da franco-maçonaria americana. Geralmente, um dos seus irmãos maçons irá encorajá-lo a unir-se ou ao Rito de York ou ao Rito Escocês. Aqui, dizem-lhe, você aprenderá segredos realmente valiosos. Essa é a "vara e anzol", visto que estes graus mais altos invariavelmente custam mais dinheiro. O custo por grau é menor, mas ambas as confluências na estrada da franco-maçonaria podem levar o maçom muitas centenas de dólares além do que ele já tinha pago.
Caso se perceba que o novo Mestre Maçom é cristão, provavelmente será direcionado ao Rito de York, visto que tem os "graus cristãos". Se for um maçom mais secular, ou talvez um pouco apressado, ele é aconselhado a seguir o Rito Escocês, que lhe projeta através dos vinte e nove graus num par de fins-de-semana, e o habilita a ir em frente e integrar-se ao Santuário (organização para-maçônica norte-americana). O Santuário é ainda mais caro, mas é a parte "divertida" da maçonaria, dizem-nos. Permite-se aos homens embebedarem-se lá, e circularem com uns carrinhos divertidos em desfiles – espera-se que não ao mesmo tempo! Nestes dois "corpos superiores", o conteúdo dos segredos maçônicos começa a tomar um tom mais solene. No Rito de York, em especial, o candidato maçônico percebe que ele está passando a adquirir conhecimento de uma natureza profundamente mística. Ele aprenderá o nome verdadeiro de Deus! Essa é supostamente a "Palavra do Mestre" que foi perdida para sempre, mas que é milagrosamente recuperada quatro graus (e duzentos dólares) depois. Isso deveria ser excitante para quase todos, inclusive para o maçom que está dentro só por causa dos convites ou da influência.
No grau do Real Arco, a peça fundamental do Rito de York, o candidato é conduzido através de um drama no qual ele supostamente adentra a câmara sob as ruínas do Templo do Rei Salomão durante o tempo do retorno dos israelitas do exílio babilônico. Dentro dessa câmara, ele e dois companheiros descobrem a Arca perdida da Aliança. No topo da Arca está uma prancha dourada sobre a qual está gravado "Grande Santa Palavra do Real Arco".3 Isso está escrito em um alfabeto com cifras arcanas que o candidato não consegue ler. Dizem-lhe que é o nome de Deus em três línguas. Sob o "Real Arco", uma posição especial envolvendo três "companheiros" do Real Arco, essa palavra é comunicada como o nome inefável de Deus – perdido com a morte do Grande Mestre Hiram Abif no terceiro grau, mas agora restaurada no grau do Real Arco.
O nome fornecido é JA-BUL-ON. O Sumo Sacerdote do Real Arco diz que este é "o Logos divino, ou 'Verbo', mencionado em João 1:1-5." Esse nome estranho supostamente é o nome verdadeiro da deidade da franco-maçonaria, finalmente revelado! É tão "sagrado" que só pode ser revelado na presença de três maçons do Real Arco, ajoelhado sob o Real Arco formado pelas suas mãos que se alcançam mutuamente! Este é um assunto denso”.

Trecho retirado do livro: maçonaria, do outro lado da luz, de William Schnoebelen: Págs., 37,38,39.

A bola da copa do mundo 2010 realizada na África do sul chama-se Jabulani. Coincidência?


Por Uchiha Madara (f)